Unschuldig

12 Capítulo 12 - Alta Temperatura


Notas iniciais
Tcharam! O capítulo prometido finalmente chegou, hein? xD Boa leitura pessoal!! õ/

Capítulo 12 – Alta Temperatura

Olhou atentamente para o garoto e percebeu que em seu rosto havia uma notável confusão. Estava dividido entre tensão e desejo. Por que ele ainda insistia em resistir?

- Não resista a mim... – Sussurrou sedutoramente em seu ouvido e depois deu uma leve mordida em seu lóbulo – Apenas dance conforme a música...

Sentiu-o estremecer levemente e sorriu com aquilo. Pelo menos sabia que seu corpo reagia facilmente aos seus toques. Porém a teimosia de não querer avançar ainda persistia sobre tudo. Afastou-se de seu rosto e observou-o mais uma vez.

- Será que... – Olhou diretamente para aqueles profundos olhos negros e tocou seus lábios com a ponta dos dedos – Você não me acha atraente?

Aproximou seu rosto do dele e selou seus lábios antes que ele tivesse a chance de responder algo. Luffy correspondeu quase de imediato e de uma maneira super avassaladora. Transmitindo todo o desejo contido. Através daquele beijo repleto de voracidade Nami percebeu que ele havia, finalmente, se rendido.

E sem que percebessem, suas línguas já se enroscavam de uma forma extremamente intensa, como se ansiassem por aquele contato há muito tempo. A garota sentiu seu corpo ser subitamente puxado por aquelas mãos firmes e não conseguiu conter um gemido ao sentir-se pressionada contra sua ereção. Separaram-se quando sentiram necessidade de ar e Nami mordeu levemente o lábio inferior dele, arrancando-lhe um baixo gemido.

- Você finalmente parou de resistir, não é? – Falou aos sussurros enquanto sentia o garoto distribuir-lhe beijos por toda a extensão do pescoço.

Ela se arrepiava toda vez que os lábios dele entravam em contato com sua pele. Logo suas mãos se ocuparam em retirar aquela incômoda blusa que impedia que continuasse as suas carícias. Nami sorriu ao perceber a dificuldade do rapaz em tentar retirar a sua blusa e ajudou-o nessa “difícil” tarefa.

Luffy a fez se deitar na cama e rapidamente se pôs acima dela. Seus olhos luxuriosos foram automaticamente atraídos pelos seios voluptuosos que estavam protegidos por apenas um sutiã rendado preto nada infantil.

- E-eu não sei o que fazer ao certo... – O garoto de cabelos negros pareceu um pouco perdido por um momento.

A ruiva ao vê-lo confuso, apenas sorriu ternamente.

- Apenas faça o que lhe vier em mente. – Puxou-o pela gola e aproximou seus rostos novamente – Use a imaginação...

Selando seus lábios em mais um beijo ardente e cheio de desejo, sentiu-se sendo levemente erguida. Enquanto suas línguas travavam mais uma batalha, as mãos do garoto lutavam para retirar o delicado sutiã. Se ela havia dito que era para usar a imaginação, era exatamente isso o que ele faria. Depois de alguns segundos, finalmente ele conseguira retirar aquela peça de tecido negro e deleitou-se com a visão dos seios nus. Seu membro chegou a doer de excitação.

- Lindos... – Murmurou e em seguida tocou-os timidamente.

Ao sentir a ponta dos dedos dele entrarem em contato com a pele sensível de seus seios, Nami arfou. Aquele simples toque excitou-a de uma maneira nunca antes imaginada. O garoto havia descoberto uma de suas regiões mais sensíveis.

Antes que Luffy desse conta do que estava fazendo, abocanhou um dos seios dela e sugou-o avidamente. Com a mão, beliscava e instigava o outro seio. Seus atos que antes pareciam incertos, agora pareciam mais precisos e firmes. Talvez fosse por instinto, quem sabe.

Nami arqueou as costas quase que involuntariamente pedindo mais carícias. Ambos estavam se sentindo como se estivessem imersos em chamas.

Baixos gemidos escapavam dos lábios entreabertos da garota. Luffy parecia saber exatamente como fazê-la sentir-se nas nuvens. Ou talvez fosse os sentimentos que ambos possuíam que tornava tudo ainda mais prazeroso.

Ele interrompeu a sucção, o que provocou um grunhido de insatisfação vindo da ruiva, e começou a trilhar beijos por sobre a barriga delineada dela. Porém parou ao constatar uma barreira em seu trajeto. Aquele pequeno short jeans conseguira ser bem inoportuno e ele grunhiu de frustração. Desabotoou quase sem sutileza alguma e retirou-o imediatamente.

Luffy parou para observá-la mais uma vez, deslumbrado. A garota por quem era apaixonado estava ali a sua frente com a respiração entrecortada, o rosto levemente corado e uma única peça de roupa a cobrindo. Era a visão mais linda que já havia visto. Será que ele havia morrido e ido parar no paraíso dos virgens? Ou será que tudo não passava de um sonho? Bem, ele não sabia. Mas aproveitaria o máximo cada minuto que passasse.

Esticou a mão para retirar aquele último pedaço de tecido, mas foi interrompido pela mão dela.

- O que foi? – Ele perguntou franzindo o cenho em confusão – Não está gos...

- Não é nada disso. – A ruiva sorriu maliciosa – É só que você ainda está completamente vestido e isto é injusto...

Nami empurrou-o delicadamente fazendo-o se deitar e engatinhou sensualmente até estar sobre ele. Lentamente começou a retirar a camisa do mesmo e durante o ato aproveitou para distribuir vários beijos molhados por sobre o tórax definido do rapaz que só gemia baixo em resposta. Por fim, ao terminar de retirar a camisa e jogá-la em algum lugar qualquer do quarto, puxou a bermuda e a cueca sem cerimônia alguma. Luffy olhou surpreso para aquela rápida ação e por um momento constrangeu-se ao perceber que estava completamente pelado. A ruiva estava extremamente excitada e não estava com paciência o suficiente para prolongar demais o inevitável.

- Nossa... – Nami sorriu maliciosa e segurou prontamente o membro ereto que agora estava ali na sua frente quase que pedindo para ser tocado – É enorme...

Luffy, que estava imensamente vermelho por causa do comentário, arfou e esperou, curioso, a próxima ação que viria dela. Porém arregalou os olhos de pura surpresa ao vê-la abocanhar inteiramente o seu animado amiguinho.

- O-o qu... Aaah! – Jogou a cabeça para trás e mordeu o lábio inferior em uma tentativa de não fazer tanto barulho. O que ele diria se seu avô ou Ace aparecesse para perguntar o motivo do barulho?

Nunca em sua vida tinha testemunhado tanta sensação de prazer. Sentia a ousada língua dela ir da base até a glande lhe causando uma sensação indescritível e fazendo-o sentir-se tonto. Não estava nem conseguindo mais formular pensamentos diante aquilo. Apenas ofegava cada vez mais forte ao senti-la deslizar a língua por todo o comprimento e vez ou outra dar um leve raspar com os dentes. Poderia uma pessoa enlouquecer de prazer?

Seus dedos apertaram o lençol com uma imensa força e por um breve instante ele pensou no estado final que aquela cama se encontraria no dia seguinte. Mas rapidamente esse assunto foi esquecido ao sentir que ela começara uma habilidosa sequência de vai-e-vem rítmico com a boca. Algo dentro dele indicava que não conseguiria se segurar por muito mais tempo e sem que precisasse avisar algo, Nami interrompeu os movimentos e se afastou com um sorriso no rosto. Passou a língua por sobre os próprios lábios e deslizou um polegar sobre a glande dele, sentindo o pré-gozo entre os dedos.

- Respire fundo e segure o máximo que puder a vontade de gozar... – Retirou ela mesma a calcinha que usava e se posicionou sobre o colo dele – Vai ser mais prazeroso, você vai ver... – Deu-lhe um sorriso provocante.

Luffy, que agora estava sentado, sentiu-a apoiar as mãos em seus ombros e direcionar seu membro para a cavidade dela. Todavia, antes que Nami pudesse concretizar o ato, ele segurou-a pelo quadril e impediu que continuasse.

- N-ami, eu... – Ele começou a falar, mas foi interrompido pela voz dela que saiu quase como um ronronar.

- Não se preocupe com nada, Luffy-kun... – Sua voz saiu carregada de um desejo indisfarçável – Apenas lembre-se que você me pertence e a mais ninguém.

E dito isso ela forçou a descida e uniu-se, finalmente, a ele. Ambos gritaram de prazer e beijaram-se incendiados por uma imensa chama de paixão. Três palavras atravessavam repetidas vezes à mente do garoto. – Molhado, quente e estreito... Tão molhado, tão quente, tão estreito... – Sua mente estava a mil por hora.

Segurando cada vez mais forte nos ombros dele e apoiando as pernas sobre a cama, Nami iniciou uma sessão intensa de sobes e desces sobre ele. Seus gemidos ecoavam pelo quarto inteiro incentivando e estimulando ainda mais o rapaz que cerrava os dentes para fazer aquilo durar o máximo possível. Mas os gemidos que ela soltava e a forte fricção entre as peles estava deixando aquela tarefa cada vez mais difícil. O suor brotava em seu corpo devido ao calor que parecia só aumentar entre ambos.

- L-luffy... – Vez ou outra gemia o nome dele inconscientemente. Sentia que sua sanidade evaporara e sumira há algum tempo atrás – Preciso de algo mais... Forte...

Luffy estava sentindo chegar ao seu limite e em um impulso a fez se deitar na cama. Saiu momentaneamente de dentro dela e voltou a penetrá-la com ainda mais força e rapidez. Um gemido gutural escapou-lhe dos lábios.

Lá fora a chuva caia forte e densa, abafando quase que todos os ruídos liberados naquele quarto.

Nami, por sua vez, arqueou-se lascivamente, angulando seus quadris para recebê-lo melhor. Sentia que seu orgasmo estava cada vez mais perto e por isso agarrou-se a ele, enlaçando as pernas em sua cintura. Suas unhas fincaram-se fortemente nas costas dele, marcando-o como seu. As mãos do garoto seguravam o quadril dela com tanta força que era capaz até de ficarem as marcas por um bom tempo.

A ruiva deu-lhe um forte chupão no pescoço sem pensar muito no depois e gritou/gemeu ao sentir seu corpo explodir de prazer. Sim. Finalmente o orgasmo viera.

As contrações dela vieram de forma tão intensa e inesperada que Luffy acabou gozando e liberando seu jato quente também. Ambos caíram na cama, ofegantes e com o coração acelerado. Com certeza aquela fora uma experiência única. Entreolharam-se e trocaram um olhar íntimo e apaixonado.

Luffy esticou o pescoço a procura do seu cobertor, que em algum momento caíra no chão, e apanhou-o para se cobrirem. Nami se aconchegou sobre o tórax dele, enquanto que o mesmo passava o braço ao redor de seus ombros trazendo-a para mais perto.

- Hm... Nami... – Ele sussurrou já sentindo a exaustão e o sono pesar sobre seus olhos.

- O que foi? – A sua voz saiu um pouco rouca devido aos vários gritos e gemidos que soltara a momentos atrás.

- Por que você beijou Law?

Nami abriu os olhos perplexa e encarou a face ruborizada dele.

- Depois de tudo o que aconteceu, você ainda lembra disso? – Estava estupefata.

Luffy apenas murmurou algo incompreensível e fez um biquinho de birra. A ruiva acabou rindo daquela expressão infantil.

- Na verdade, ele me pegou desprevenida. Eu estava distraída e acabei nem percebendo ele se aproximar. – Passou os dedos entre os fios negros do cabelo dele e sorriu – Não se preocupe! Ele não me interessa nem um pouco...

Ao ouvir está última frase, o garoto abriu um sorriso de orelha a orelha.

- Eu te amo, Nami. – Ele sussurrou e fechou os olhos.

- Idiota, eu já sabia... E eu também te amo. – Completou sorrindo.

Finalizaram a noite com um singelo selinho nos lábios e deixaram-se levar pelo sono.

O som dos pingos da chuva batendo contra o vidro das janelas foi a última coisa ouvida por eles e encerrou aquela noite antes repleta de contatos entre peles.

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Estavam todos sentados na sala, embora conversassem, esperando o professor que estava notoriamente atrasado.

- Onde será que o professor se meteu? – Usopp franziu o cenho ao tentar imaginar as possíveis confusões que ele deveria estar metido.

- Vai saber... Mas deixando isso de lado, por que você não pára de sorrir feito um idiota? – O loiro virou-se para o amigo de cabelos negros – Aconteceu algo de bom?

Luffy, que se encontrava meio avoado, ruborizou repentinamente ao se lembrar de algumas cenas ocorridas a três noites atrás.

- D-do que está falando?! Não aconteceu nada... – Voltou a sorrir feito bobo.

- Que suspeito... – Sanji e Usopp estreitaram os olhos e ficaram encarando-o fixamente – Ele já está assim faz alguns dias...

Um pouco mais a frente Robin, que também observava a cena, lançou um olhar sugestivo para a ruiva.

- Hm. Então as coisas foram bem, não é? – Sorriu maliciosa.

Nami nem teve tempo de responder, pois logo Franky, o novo professor de química, adentrou a sala com seu sorriso travesso costumeiro.

- Bom dia, turma! – Falou entusiasmado enquanto fazia algumas dancinhas estranhas – Estão se sentindo SUPEEER hoje?

- Claro, claro... – Algum aluno falou sem um pingo de animação.

Franky estava trajado como todos os dias. Usava apenas uma sunga e um jaleco aberto. Esse era considerado o seu normal.

- Bem, agora abram os livros na página 115 e se preparem para mais uma SUPER aula sobre isomeria espacial!

Seus gritos animados foram interrompidos por um súbito baque na porta. Ali na entrada da sala, e com um olhar ensandecido, estava Kalifa, a secretária.

- O QUE VOCÊ PENSA QUE ESTÁ FAZENDO, SEU PERVERTIDO?! – Kalifa estava mais que alterada – VISTA UMA ROUPA!

Andou pisando forte até ele e arrastou-o pela orelha para fora da sala. Todos os alunos suspiraram. Aquilo já era clássico. Toda semana ele aparecia trajando somente uma sunga e logo após Kalifa aparecia para forçá-lo a colocar uma roupa. – Se bem que ela com aquele vestido preto justo, não tem nem tanto direito de impor moral. – Nami pensou resoluta.

Alguns minutos depois Franky já estava de volta, mas agora além do jaleco branco ele também estava usando uma calça jeans e uma camiseta preta.

- Bem... Agora vamos continuar a aula... – Ele falou um pouco desanimado e incomodado por aquelas roupas.

Notas finais
Reviews? *-*