Unraveled
16 Bad Idea, Right?
Notas iniciais
“I know it's a bad idea, but can a heart still break once it's received their shine? / Seeing you tonight, it’s a bad idea, right?”
— Olivia Rodrigo, Bad Idea, Right?
O som das teclas de marfim sob os dedos ágeis de Edward preenchia a sala de estar da casa de vidro dos Cullen. Era fim de tarde de sexta-feira, o primeiro dia da folga prolongada que ele havia cavado no hospital. A chuva fina de Forks batia contra as imensas paredes de cristal, mas do lado de dentro, a atmosfera era de absoluto refúgio. O fogo da lareira estalava mansamente, lançando sombras douradas sobre o piano de cauda onde Edward estava sentado.
Eu estava acomodada ao lado dele no banco de veludo, o meu corpo encostado no seu ombro largo.
Edward tocava uma melodia suave, um sorriso leve e relaxado nos lábios. No entanto, a minha cabeça, para variar, estava borbulhando. Não com os monstros do meu peito desta vez, mas com o escândalo absoluto que havia explodido na última terça-feira à tarde e que fizera as fundações do nosso grupo de amigos ruírem.
— Você está distante, meu amor — Edward sussurrou sem parar de tocar, inclinando a cabeça para roçar os lábios na minha têmpora. — O seu coração está num ritmo calmo, mas a sua mente parece estar a mil quilômetros daqui.
Soltei uma risada abafada, cobrindo o rosto com as duas mãos.
— Eu estava lembrando de terça-feira... Edward, a Rose e a Alice continuam sem se falar. A Rose jurou que vai passar os próximos dez anos sem olhar na cara do Jasper.
Edward pausou os dedos sobre as teclas, os olhos verdes transbordando uma curiosidade divertida.
— Você ainda não me contou os detalhes do que aconteceu quando você e a Rosalie chegaram no apartamento da Alice. O que diabos aconteceu lá?
Olhei para ele, incapaz de segurar o riso enquanto a memória daquela tarde traumática me invadia em um flashback cristalino.
Três dias antes — Terça-feira à tarde...
A porta do apartamento 502 havia se aberto de par em par, revelando o caos de roupas espalhadas pelo chão.
— MAS QUE PORRA É ESSA, JASPER?! — o grito de Rosalie cortara o ar como uma lâmina, a voz ecoando pelas paredes do apartamento.
Jasper, parado no meio do jeito que veio ao mundo, apertou a almofada lilás contra o corpo com um desespero quase cômico.
—Rose, antes que você tire conclusões precipitadas...
— PRECIPITADAS?! — Rosalie deu um passo à frente, os olhos faiscando de uma fúria divina. — VOCÊ ESTÁ PELADO NA SALA DA MINHA MELHOR AMIGA ! NÃO EXISTE CONCLUSÃO MAIS CONCLUÍDA DO QUE ESSA!
Alice, surgindo de trás do sofá, parecendo minúscula e irremediável dentro de uma camiseta social três vezes maior que ela, levantou a mão em um gesto defensivo:
— Tecnicamente, ele não está completamente pelado. Ele está usando uma almofada.
— ALICE! — Rosalie berrou, levando as mãos aos cabelos loiros.
E eu, parada na soleira da porta, completamente traumatizada, pisquei várias vezes tentando processar a imagem do homem que escutava os meus desabafos mais profundos toda semana.
— Jasper... eu conto para você os meus pensamentos mais íntimos toda terça-feira.
Um silêncio sepulcral e mortal caiu sobre a sala.
Jasper fechou os olhos por três segundos longos, inspirando profundamente a sua postura de terapeuta, o que era absolutamente inútil e patético enquanto ele segurava uma almofada lilás na altura do umbigo.
— Bells, eu gostaria muito que separássemos minha vida pessoal da nossa relação médico paciente.
Olhei para a figura dele, indignada.
— VOCÊ ESTÁ PELADO ATRÁS DE UMA ALMOFADA LILÁS PELUDA! EU NÃO CONSIGO COMPARTIMENTALIZAR ISSO!
Rosalie, no entanto, estava fora de si. Não pelo fato de duas pessoas adultas e solteiras estarem transando, mas pela quebra de confiança. Pelo segredo. Ela cruzou os braços, a mandíbula travada, cravando os olhos no irmão e na melhor amiga.
— Há quanto tempo? — a voz de Rose saiu em um sibilo perigoso.
Alice olhou para o Jasper. Jasper olhou para a Alice.
Percebi a troca de olhares rápida e encolhi os ombros:
— Ah, não...
Rosalie estreitou os olhos, o ar ficando irrespirável.
— Há. Quanto. Tempo?
Alice engoliu em seco, ajeitando a gola da camiseta gigante.
— Tecnicamente?
— — ALICE.
— — ... oito meses.
Quando terminei de relatar a cena tintim por tintim, Edward jogou a cabeça para trás e soltou uma gargalhada tão alta e limpa que o som ressoou pelo teto alto da sala de vidro. Ele gargalhava até os olhos verdes lacrimejarem, apoiando os cotovelos no teclado do piano, fazendo um acorde dissonante ecoar.
— Oito meses?! — Edward exclamou, tentando recuperar o fôlego, a voz rouca de tanto rir. — O Jasper... sério, contido e analítico... OITO meses escondendo que estava com a Alice?! E pelado atrás de uma almofada lilás?!
— Uma almofada lilás peluda ! — corrigi, rindo junto com ele. — Eu passei oito meses falando meus sentimentos mais intimos , e o cara estava literalmente pensando na Alice nua! É extremamente constrangedor, Edward! Ele garantiu que não vai deixar de ser meu terapeuta, mas como é que eu vou olhar para ele na próxima sessão sem imaginar a almofada?
— Você não vai conseguir — Edward provocou, balançando a cabeça, um brilho extremamente safado e divertido surgindo nos seus olhos. Ele se virou de frente para mim no banco do piano, fechando a tampa de madeira sobre as teclas com um baque abafado. — Mas quer saber? Acho que o Dr. Hale e a Alice tiveram uma excelente ideia. OITO meses de segredo... totalmente irresponsável. Uma péssima ideia, na verdade.
— Uma péssima ideia — concordei, sorrindo.
— Mas as péssimas ideias costumam ser as mais divertidas — Edward murmurou, a voz caindo para um tom grave, aveludado e perigosamente denso.
Antes que eu pudesse responder, as mãos longas e quentes dele subiram pela minha cintura, puxando-me com força para o seu colo. Dei um pequeno arfar de surpresa quando o meu quadril colou no dele sobre o banco de veludo. Os olhos verdes de Edward haviam escurecido por completo, a postura de médico perfeito evaporando para dar lugar a um homem faminto pela noiva.
— Edward... — sussurrei, sentindo o meu pulso acelerar sob o toque dele.
—Estamos sozinhos, Bella — ele sussurrou contra a minha boca, a respiração quente queimando os meus lábios. — Minha mãe foi para Seattle, o Carlisle está no plantão... e eu passei a semana inteira ouvindo dramas alheios quando a única coisa que eu queria era isso.
Ele não esperou. Edward selou seus lábios nos meus em um amasso urgente, profundo e quente. A língua dele reivindicou a minha boca com uma possessividade que fez os meus joelhos fraquejarem mesmo estando sentada. Minhas mãos correram para os seus cabelos bronze, puxando os fios com sofreguidão enquanto o beijo se tornava cada vez mais selvagem e molhado.
Edward soltou um gemido abafado contra a minha garganta, descendo os beijos pelo meu pescoço, mordiscando a pele macia da minha clavícula enquanto suas mãos ágeis e precisas subiam por baixo do meu suéter. O contato dos polegares quentes dele na minha pele nua fez um arrepio violento cruzar a minha espinha.
— Você é tão linda, tão perfeita... — ele murmurou rouco, os dentes puxando levemente a gola da minha blusa para expor o meu ombro.
Sem romper o ritmo das preliminares, Edward me ergueu nos braços com uma facilidade desconcertante. Deitei a cabeça no seu pescoço, sentindo o cheiro inebriante de lavanda e o calor da sua pele enquanto ele me levava em direção ao sofá de couro amplo no centro da sala.
Ele me deitou sobre as almofadas macias e subiu logo em seguida, posicionando-se entre as minhas pernas. As mãos dele desceram para o fecho da minha calça jeans, abrindo o zíper com uma rapidez cirúrgica. Edward desceu o corpo, distribuindo beijos ardentes pela minha barriga, a respiração pesada batendo contra a minha pele sensível até que seus lábios encontraram a curva da minha coxa, arrancando-me do último fiapo de lucidez.
A preliminar tornou-se um delírio de movimentos lentos, provocantes e terrivelmente intensos. A boca dele fazia milagres na minha pele, a língua traçando caminhos quentes que faziam o meu quadril se elevar instintivamente contra o dele, buscando mais do seu toque. Cada gemido baixinho que escapava da minha boca parecia alimentar a urgência dele.
Quando Edward se ergueu, livrando-se da sua própria camisa e expondo o peito largo e esculpido, seus olhos verdes fixaram-se nos meus com uma intensidade devoradora. Ele se alinhou entre as minhas pernas e, com uma lentidão torturante e deliciosa, empurrou o quadril, preenchendo-me por completo.
Um suspiro longo e agudo escapou da minha garganta, minhas unhas cravando-se nos ombros musculosos dele. O ritmo começou firme, profundo, cada estocada ecoando no silêncio da sala de vidro, embalada apenas pelo som da chuva lá fora e pelo crepitar da lareira. Não havia pressa, mas havia uma paixão avassaladora e animal em cada movimento. Edward segurava o meu rosto com uma das mãos, devorando a minha boca em beijos molhados enquanto ditava um ritmo forte e ritmado, fazendo os nossos corpos se chocarem em uma sintonia perfeita.
Mudei a posição, puxando-o para mais perto, e ele acelerou o compasso, me levando ao limite do prazer até que o meu peito se contraísse em uma explosão violenta de orgasmo. Segundos depois, com um gemido grave e rouco que vibrou contra o meu pescoço, Edward atingiu o seu próprio ápice, descarregando todo o seu peso sobre mim.
Minutos mais tarde, estávamos deitados na cama de ele, cobertos por uma manta pesada. A cabeça dele descansava no meu peito, a mão longa traçando círculos calmos na minha cintura enquanto o som do oceano lá fora parecia distante.
Olhei para o anel no meu dedo e soltei uma risadinha baixa, acariciando os cabelos bronze do meu noivo.
— O que foi,meu amor ? — Edward perguntou, erguendo o rosto com um sorriso preguiçoso e satisfeito.
— Nada... só pensando que, no meio de tantas péssimas ideias nesta semana, você continua sendo a minha melhor escolha.
Edward sorriu, aquele sorriso torto e desarmado, e beijou a ponta do meu nariz.
— E eu pretendo continuar sendo, meu amor. Agora descanse... porque a viagem para a Europa é na semana que vem.
Deitados na imensa cama king-size sob os lençóis de linho egípcio, o clima era de puro romance pós-sexo. A luz fraca da chuva de Forks entrava pela janela, e eu estava com a cabeça apoiada no peito largo dele, enquanto ele passava seus dedos longos pelos meus cachos castanhos.
— Em Londres, eu quero te levar para um chá da tarde em Mayfair — Edward sussurrou, a voz grave e rouca ainda marcada pelo cansaço bom, os dedos longos acariciando os meus cabelos. — E depois vamos caminhar pelo Hyde Park. Eu já reservei a suíte do hotel perto do Big Ben. Vai ser perfeito, Bella. Só nós dois.
— Se você me fizer andar dez quilômetros por dia em Londres, eu vou exigir que o Doutor Cullen me carregue no colo durante todo o resto da viagem... — brinquei, subindo o queixo para dar um beijo rápido no maxilar dele.
Edward sorriu, aquele sorriso torto e apaixonado que me desmontava inteira, e estava prestes a me puxar para mais um beijo quando o meu celular sobre a mesa de cabeceira começou a vibrar e tocar desesperadamente.
Cortei o momento, esticando o braço para atender sem nem olhar no visor.
—Alô?
— BELLA! Pelo amor de Deus, vem para o meu apartamento agora! Traz o Edward! Traz um desfibrilador, traz uma ambulância, traz qualquer coisa! — a voz de Rosalie veio em um grito histérico e descontrolado do outro lado da linha, com o som de respiração afobada de fundo.
— Rose?! O que aconteceu? Você está bem? — sentei-me na cama num pulo, sob o olhar imediatamente alerta e sério de Edward.
— Eu acho que matei um homem, Bella! Vem logo para cá! — ela berrou e desligou na minha cara.
Edward não fez perguntas. A postura de médico de emergência assumiu o controle em um segundo. Vestimos as roupas às pressas, descemos as escadas e entramos no Volvo prata, rasgando o asfalto molhado de Forks até o condomínio de luxo onde Rosalie morava.
Subimos o elevador quase correndo. A porta do apartamento da Rose estava encostada. Entramos de soco no peito e a cena na sala parecia ter saído de uma comédia de terror pastelão.
Rosalie estava no meio da sala, super nervosa, andava de um lado para o outro. Ela vestia um pijama de seda rosa-chocante, estava com bobs gigantescos de plástico no cabelo e o rosto completamente coberto por uma máscara verde-musgo de argila secando. Na mão direita, ela ainda segurava a base de bronze de um abajur antigo decorativo, com o fio cortado.
— Até que enfim! Entrem, pelo amor de Deus, entrem! — Rose gesticulou em pânico, a máscara de argila craquelando ao redor da boca.
— Rose, cadê a vítima? O que aconteceu? — Edward perguntou com a voz firme de cirurgião, olhando ao redor.
— No meu quarto! No chão do meu quarto! — ela apontou com a base do abajur.
Corremos pelo corredor até o quarto master de Rosalie. Quando acendemos a luz, ficamos paralisados.
Jazendo no carpete bege, completamente desacordado e pelado, estava Emmett Cullen. Havia um galo enorme e avermelhado na testa dele e, jogada ao lado da cabeça dele, uma máscara de papel do ator Bradley Cooper. A meio metro dali, um buquê gigantesco rosas vermelhas estava caído.
Edward correu para o chão, ajoelhando-se ao lado do irmão. Ele colocou dois dedos no pescoço do Emmett, checou a respiração e abriu a pálpebra dele para olhar as pupilas com a lanterna do celular.
— Meu Deus, Rose... o que você fez?! — perguntei, chocado com a cena, a mão na boca.
Rosalie encostou no batente da porta, segurando o abajur quebrado contra o peito, a voz trêmula de pânico:
— Eu cheguei do trabalho exausta, tá?! Tomei um banho premium demorado, passei a minha máscara de argila, coloquei os bobs e fui para o quarto. De repente, ouvi uns barulhos estranhos vindo da varanda. Achei que era um invasor, um tarado! Peguei a primeira coisa que vi na mesa de cabeceira, esse abajur antigo que era da vovó e fiquei no escuro esperando.
Ela fez uma pausa dramática, os olhos arregalados por trás da argila verde:
— Aí a porta de vidro abriu! Um homem gigante, completamente pelado, usando essa máscara bizarra do Bradley Cooper e segurando um buquê de flores na frente das partes íntimas deu um passo para dentro! Eu não pensei, Bella! Eu dei uma abajurada com toda a força da minha vida na cabeça dele! Ele caiu que nem um tora de madeira no chão! Quando eu fui tirar a máscara para ver quem era o psicópata... era o infeliz do Emmett!
Edward soltou um suspiro profundo e deu dois tapinhas leves no rosto do irmão.
— Sinais vitais estáveis. Pulso firme. É só uma leve concussão e um galo anatômico no osso frontal — Edward diagnosticou, a voz absurdamente calma de quem cuida da família. Ele se virou para a médica de argila: — Ele vai acordar em alguns minutos com uma dor de cabeça dos infernos, Rose. Pega um pouco de gelo e uma toalha, por favor.
Rosalie soltou o abajur no chão com um baque e correu para a cozinha resmungando palavrões sobre invasão de privacidade e buquês de flores.
Edward pegou uma manta da cama e jogou por cima do corpo nu do irmão para cobri-lo. Eu fiquei ali, de pé no meio do quarto, olhando para o Emmett coberto até o pescoço, para a máscara do Bradley Cooper no chão, para o abajur quebrado e para a Rosalie voltando da cozinha parecendo um monstro verde de pijama de seda.
A imagem era tão surreal, tão absurdamente caótica e ridícula que algo dentro de mim quebrou.
Do nada, eu soltei a primeira gargalhada.
Não foi um risinho discreto. Foi uma gargalhada histérica, alta, descontrolada, daquelas que fazem a barriga doer e as lágrimas escorrerem pelos olhos. Eu dobrei o corpo para a frente, apoiando as mãos nos joelhos, rindo como uma maluca varrida.
Edward parou o que estava fazendo e me encarou com as sobrancelhas erguidas. Rosalie, com a bolsa de gelo na mão e o rosto verde, parou no meio do quarto e me encarou como se eu tivesse perdido o resto de juízo que me sobrava.
— ISABELLA ? Você surtou de vez? — Rose perguntou, chocada.
— Gente... — falei entre soluços de riso, tentando puxar o ar e limpando as lágrimas do rosto. — Eu jurava... eu passei anos surtando achando que a minha vida era um caos completo por causa das minhas neuras... mas as vidas das minhas melhores amigas são dez vezes piores!
Rosalie piscou por trás da argila, olhou para o Emmett desacordado na cama, olhou para mim e, de repente, o rosto duro dela cedeu. Ela soltou uma risada debochada e alto-astral, jogando a bolsa de gelo na cama.
— Olha quem fala! — Rosalie se defendeu, apontando o dedo para mim, a argila rachando nas bochechas. — A perturbada e oficial do grupo sempre foi você, Swan! Você vive tendo crises existenciais !
— Ei! — dei um passo à frente, rindo e me defendendo na mesma hora. — Vocês nunca me pegaram transando na sala e nunca viram o Edward pelado por acidente! Eu vi o Jasper e o Emmett nus na mesma semana! Na mesma semana, gente! Eu estou traumatizada!
Edward, que até então mantinha a sua compostura de médico no chão, não aguentou. Ele jogou a cabeça para trás e começou a gargalhar junto com a gente, uma gargalhada limpa, contagiosa e altíssima que ecoou pelo quarto da Rose.
— Pior que ela tem toda razão, Rose — Edward disse, tentando recuperar o fôlego e ajustando a manta sobre o irmão. — Ver o Jasper com uma almofada lilás felpuda na terça e o Emmett pelado com a máscara do Bradley Cooper na sexta... isso é um pesadelo traumático para a mente de qualquer pessoa.
— Ah, calem a boca vocês dois! — Rosalie protestou, mas ria tanto que teve que segurar os bobs do cabelo para não caírem.
No chão, Emmett soltou um gemido baixo e arrastado, levando a mão à cabeça por baixo da manta:
— Ai... que caminhão me atropelou...? Rose...? Por que tem um Bradley Cooper no meu pé...?
Nós três caímos na gargalhada novamente, e o caos de Forks, por mais doido e imperfeito que fosse, pareceu finalmente o lugar certo para se estar.
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