Unlike Cinderella...

11 Capítulo 10 - Guilty...


Notas iniciais
Cupcakes ♥!! OMG, EU RECEBI MAIS UMA RECOMENDAÇÃO DA JEH ♥! JÁ POSSO TER UM HEART ATTACK *0*? MUITO, MUITO OBRIGADA, JEH !! CAPÍTULO DEDICADO A VOCÊ CUPCAKE LINDJA ♥! Enfim, meninas lindas do meu miocárdio, eu estou muito feliz por tantas meninas terem entrado no grupo *-*!! Obrigada, também, a Letícia Merlo, Kay (Lynch), Jade, Cynthia, Jenny (Gatinha MÁ), Gatinha MÁ, Biiah Lynch, Mara Leite, Gabs, Dream Sweet Dream, Reader Secret, Paloma Coutinho, Quiet Little Reader, Milazinha 90 e Miley Demi1920 por terem comentado no capítulo anterior =3! Muito obrigada pelo carinho de vocês, meninas ♥ *0*! Boa Leitura....

POV Austin

– Boa noite a todos. – deseja Ally, levantando-se no sofá.

– Já vai dormir, querida? – pergunta minha mãe carinhosamente.

– Vou sim, Tia Mimi. Estou um pouco cansada. – responde sorrindo gentilmente.

– Tudo bem, então, Ally. Tenha bons sonhos, querida. – diz meu pai.

– Boa noite, querida. — minha mãe levanta e dá um beijo na testa de Ally.

Ela apenas concorda e sobe as escadas. Em nenhum momento Ally olhou para mim. Não a culpo. Eu a evitei o dia todo. Eu não sabia o que falar para ela e isso me fazia temer ficar próximo dela e ela me pedir explicações.

No entanto, eu estou muito incomodado por ela não ter falado comigo desde a discussão no carro. Eu não sei dizer se ela está triste, chateada ou com qualquer um destes sentimentos.

– Vou ir dormir também. Boa noite. – digo apressado, sem dá chance aos meus pais de me responderem. Subo as escadas com pressa. Eu preciso falar com Ally e esclarecer as coisas. – Ally. – bato na porta de seu quarto.

– Austin? – a garota se surpreende ao abrir a porta e me ver.

– Ally, será que eu posso falar com você? – pergunto um pouco ansioso.

– Claro, entra. – diz, abrindo espaço para que eu entrasse em seu quarto.

Observo tudo e vejo que, diferente de mim, Ally é extremamente organizada. Não havia nada fora do lugar e o quarto estava impecavelmente limpo.

Sento-me em sua cama, enquanto a garota fecha a porta. Ela olha para mim, meio desconfiada e se senta ao meu lado. Vejo que ela espera que eu diga algo, mas eu ainda estou receoso sobre o que falar.

– Então...- começo incerto. – Fez algum amigo hoje?

– Na verdade não. – ela parecia meio decepcionada. – Não me leve a mal, Austin, mas veio aqui apenas para me perguntar se eu fiz algum amigo? – Ally não parecia impaciente, apenas curiosa.

– Não, eu não vim aqui apenas para isso. – digo, dando um suspiro cansado em sequência. – Sinto muito Ally. Sei que agi como um babaca, mas se você se aproximasse de mim, de qualquer maneira que fosse, Brooke faria da sua vida um inferno.

– Por que ela faria da minha vida um inferno? – pergunta Ally confusa.

– Lembrasse quando eu disse que eu não queria envolver Cassidy nessa história? – pergunto e a mesma afirma com um balançar de cabeça. – Eu não contei isso a ninguém, nem mesmo para Trish e Dez, por isso, peço que mantenha segredo.

– Claro, Austin. Pode confiar em mim. – diz com sinceridade.

– Então, Cassidy e eu terminamos o namoro por culpa de Brooke. Ela fez tanta coisa para afastar Cassidy de mim que acabou conseguindo. Não quero que aconteça com você o mesmo que aconteceu com Cassidy. Não quero que se machuque ou sofra o que Cassidy sofreu.

Ally olha para mim surpresa. Eu nunca havia falado para ninguém sobre o que aconteceu, porque foi o último pedido de Cassidy antes de ir embora.

– O que Brooke fez a Cassidy? – pergunta Ally.

– Ela fez as meninas da escola ficarem contra ela, aprontou inúmeras coisas contra Cassidy. Brooke foi capaz até de acabar com o vestido de Cassidy para impedir que ela fosse ao baile da escola comigo. – explico tristemente. Sempre que eu me lembrava do que Brooke havia feito com Cassidy, eu não conseguia controlar a minha raiva e a culpa que me consumia. – Sabe, até hoje eu me culpo por não ter percebido o que acontecia. Se eu tivesse protegido Cassidy, nada daquilo teria acontecido. Eu deveria ter notado que Cassidy escondia algo de mim. Eu...

– Austin, você não é o culpado. – diz Ally, colocando a mão em meu ombro e me olhando com carinho. – Como você poderia saber se Cassidy não te contava? Não se culpe, por favor.

– Não, Ally. O culpado fui eu. Se eu não tivesse insistindo em me relacionar com Cassidy, Brooke não teria feito nada de ruim com ela. Eu já sabia que isso poderia acontecer, como já havia acontecido outras vezes, mas Cassidy prometeu que nada do que ela fizesse iria nos atrapalhar. Brooke sempre afastou as garotas de mim, porque achava que assim eu ficaria com ela. Achei que com Cassidy seria diferente, porque ela sempre se mostrou forte e não abaixava a cabeça para ninguém. Sua personalidade forte me encantou. Ela sempre tinha uma resposta afiada para rebater os comentários de Brooke. Talvez eu tenha subestimado demais a força de Cassidy. Eu achei que ela poderia dá conta de tudo, mas eu estava enganado. – confesso irritado comigo mesmo. Abaixo minha cabeça e aperto meus punhos com força.

– Austin. – chama Ally, docemente, em seguida, ela coloca a mão sobre a minha e levanta meu queixo com cuidado. – Está tudo bem. As pessoas erram e você não poderia fazer nada para protegê-la. Olhe para mim, sim? – pede e assim eu faço. Olho em seus olhos e vejo toda a doçura de Ally. – Ninguém tem o direito de julgá-lo ou culpa-lo, entendeu? Nem mesmo você! A culpa não foi sua.

– Obrigado, Ally. – digo sorrindo com as palavras da morena.

– Não, Austin. Eu que devo agradecer por me contar algo tão pessoal. – fala sorrindo gentilmente. Vejo algumas lágrimas se formarem em seus olhos e me preocupo.

– Ally? Tudo bem? Por que está chorando? – pergunto assustado.

– Não é nada. – responde limpando os olhos. – É bobagem minha. Não se preocupe.

– Tem certeza? – digo desconfiado.

– Sim. – diz sorrindo com sinceridade.

– Tudo bem. – resolvo deixar isso para lá. – Ally, agora você entende o motivo pelo qual eu pedi para que ficasse longe de mim na escola? Você precisa fazer isso.

– Eu entendo, Austin. – fala a menina suspirando.

– Mesmo? – digo surpreso.

– Não se preocupe comigo. Apesar de tudo, eu sei me virar. – responde sorrindo compreensiva.

– Tudo bem. Boa noite, Ally. – digo sorrindo com sinceridade. Confesso que ainda pensei em dá um abraço nela, mas tenho medo dela se assustar ou algo assim.

– Boa noite, Austin. – responde meigamente.

Saio do quarto e vou para o meu. Arrumo algumas coisas para levar para a escola e vou deitar. Começo a pensar em Ally e em Cassidy. Será que conseguirei proteger Ally de Brooke, como não fiz com Cassidy? Com esse pensamento, não demoro a pegar no sono.

[...]

Por um milagre, acordei sozinho e antes do horário. Eu não sei dizer o porquê disso. Eu simplesmente acordei, olhei as horas no celular e constatei que eram seis horas da manhã. Meu sono havia acabado por completo.

Resolvo então me arrumar para a prisão que as pessoas chamam de escola. Assim que termino, ligo para Jason e confirmo o ensaio de hoje à tarde com a banda. Ontem não havia ocorrido, porque os caras tiveram que resolver os problemas da faculdade. Com os shows que faremos, os cinco terão que entrar de férias mais cedo, então eles irão precisar adiantar o fechamento do semestre.

Desço as escadas com desanimo. Não estou com vontade de ir para a escola e muito menos para aturar Brooke. Por mais que eu tente manter distância, Brooke sempre arruma um jeito de colar em mim feito chiclete. A situação só piora por ela ser filha do dono da escola. Apesar da diretora da escola ser a Sra. Gibson, o real dono da Marino High School é Leon Clark, ou seja, Brooke é a princesa da escola e todos a temem.

– Bom dia. – cumprimento.

– Bom dia, querido. – diz minha mãe e me dá um beijo na testa, como se costume.

– Bom dia, Austin. – responde Ally sorrindo gentilmente.

– Oi. – digo a Ally. Observo a mesa e percebo que meu pai não está. – Cadê meu pai?

– Ele teve que sair mais cedo, filho. Um dos fornecedores ligou, avisando que o caminhão onde estava alguns instrumentos que ele havia pedido capotou e Mike foi ver a gravidade do problema. – explica minha mãe.

Apenas concordo com a cabeça. Terminamos de tomar o café em um silêncio confortável. Confesso que o motivo do silêncio é muito mais a preguiça de falar que a falta de assunto.

– Vamos, Ally? – pergunto, assim que vejo a morena terminar de tomar seu suco.

– Tudo bem. – diz e sobe as escadas, indo, provavelmente, buscar suas coisas.

– Filho? – ouço minha mãe chamar, antes que eu saísse.

– Sim? – respondo olhando para minha mãe.

– Aconteceu alguma coisa ontem? Ally e você agiram de maneira estranha a tarde toda. – questiona a loira.

– Não foi nada, mãe. Foi apenas impressão sua. – digo, tentando fugir da possível conversa que estava por vir.

– Estou pronta. – diz Ally, descendo as escadas e olhando em dúvida para a cena.

– Certo. É melhor vocês irem ou chegaram atrasados. – responde minha mãe, dando o assunto anterior por encerrado.

A loira vai até Ally e a abraça desejando uma boa aula. Depois, ela beija a testa da garota e repete o processo comigo. Ally e eu vamos para o carro e seguimos viagem em silêncio.

– Ally. – chamo, cansado do silêncio que se encontrava no carro. – Posso te pedir uma coisa?

– Claro, Austin. – responde a garota com sinceridade.

– Prometa que se Brooke te fizer alguma coisa, não esconderá de mim. – digo preocupado.

A verdade é que eu sinto que Ally escondeu algo do que aconteceu, ontem, ao se encontrar com Brooke. Desde a conversa com Ally na noite anterior, não sai da minha cabeça a sensação de que Brooke pode repetir com Ally o mesmo que fez com Cassidy.

– Eu... – ela suspira frustrada. – Tudo bem. Eu prometo que se ela fizer algo de ruim comigo eu te direi. Mas, lembre-se, eu não sou a Cassidy.

– Eu nunca disse que era. – falo e encerro o assunto.

Não demoro a chegar no ponto que eu havia deixado Ally no dia anterior. Ela sai do carro, dizendo apenas um adeus sem olhar em meus olhos.

Continuo o caminho para a escola, condenando até a última geração de Brooke. Sério! Por acaso eu tenho cara de fazendeiro para ficar cuidando de vacas como Brooke? E o pior de tudo é que eu tenho que fingir gostar da cobra para continuar com o plano de cancelar o casamento. Estou começando a me arrepender disso.

Assim que chego no Marino, vou procurar por Ally. Não, eu não iria falar com ela, mas ao menos queria ver se ela chegou bem. Depois de procurar por quase todas as salas da escola, avisto a menina sentada, sozinha, na sala de aula, lendo um livro de grossura surpreendente. Olho a cena e sinto raiva de mim mesmo por não poder chegar perto da garota. Pergunto-me quando poderei me livrar de Brooke por completo. Saio da porta da sala de Ally e vou a procura de Trish e Dez.

– Finalmente achei vocês. – digo, assim que vejo Trish e Dez sentados na mesma sala que a minha. Temos aula de Geografia juntos.

– Bom dia. – responde Dez, com animação.

– Oi. – diz Trish com mal humor, como sempre, devo dizer. Ela odeia acordar cedo, então, raramente encontramos a baixinha de bom humor no primeiro horário. – Onde está Ally?

– Sala 122. – digo, sentando ao lado de Dez.

– Artes no primeiro horário? Cara, que sorte a dela. – comenta Dez, fingindo está inconformado.

Antes que eu falasse alguma coisa, a peste que me persegue aparece. E o que já estava ruim, piora. Eu detesto Geografia e ainda tenho que encontrar a cara cheia de “reboque” da Brooke. Nossa, como meu dia está começando bem. Por favor, sintam a ironia.

– Bom dia, Aus. – fala com sua voz irritante.

– Bom dia. – sou forçado a responder. Para completar, dou um sorriso mais falso que nota de três dólares.

– Sabe, Aus, eu estive pensando. – começa Brooke.

– Gente, ela sabe pensar. Seu cérebro está doendo, querida? Isso é, se você não perdeu o pouquinho do que você tinha quando começou a pensar. – debocha Trish. Dez começa a gargalhar e juro que me seguro ao extremo para não fazer o mesmo.

– Que tal você cantar na minha festa? – Brooke ignora o comentário de Trish.

– Claro, Brooke. – digo, forçando, novamente, o sorriso.

– Ótimo! Vejo você no intervalo, querido. – comemora Brooke, batendo palminhas. Quando estava saindo da sala, ela fingi me enviar um beijo e juro que me deu vontade de colocar tudo o que eu havia comido no café da manhã para fora.

– Que garota insuportável. – diz Trish, fingindo vomitar.

– Ainda me pergunto por que ela nunca faz nada com você. – fala Dez sorrindo.

– Isso é simples, panaca. Meu pai é um dos maiores sócios do pai dela. Se ela fizer algo a mim e seu pai descobrir, acredite, Brooke está ferrada. – responde, rindo com sarcasmo. – Mas, mudando um pouco de assunto. Você vai realmente cantar na festa dela?

– Tenho opção? Vocês mesmos estão me obrigando a ficar mais próximo da cobra. – falo suspirando frustrado.

– É por uma boa causa, cara. – diz Dez, tentando me animar.

– Ally já sabe da festa? – pergunta Trish.

– Não sei. Não comentei nada com ela. Mas, do jeito que essa escola ama espalhar as notícias, acredito que ela já possa ter ouvido falar. – respondo.

A conversa é interrompida com a entrada do Sr. Jones, o professor de Geografia. E lá vamos nós com o início de mais uma aula irritante e, completamente, entediante.

[...]

Finalmente o intervalo chegou. Cara, estou sem paciência com as malditas matérias que não consigo pegar e morrendo de fome. E para piorar tudo, tive aula de Física com a Brooke no meu pé. Física+ Brooke = Inferno. Sem exageros. Tente aprender a maldita Física tendo uma garota irritante do seu lado te chamando a cada 5 segundos e você não poder fazer nada por causa de um maldito plano.

Bem, pelo menos, agora, terei alguns minutos de paz, já que a Brooke disse que tinha que conversar com a diretora sobre o novo uniforme das líderes de torcida. Pergunto-me quantos uniformes são necessários para se montar um time de líderes de torcida. Porque, cara... Acho que essa é a décima vez que eu vejo trocar os uniformes em três anos. Enfim, foda-se, não ligo para isso.

– Hey. – cumprimento Dez e Trish.

– E aí, Cara! – fala Dez, fazendo o mesmo toque que fazemos sempre.

– Austin, você não vai acreditar! – diz Trish, parecendo bem irritada.

– Então não precisa me contar. – digo irônico. A mesma me olha com a cara do tipo: “Vai ouvir ou eu preciso quebrar a sua cara?”. – ‘Tá bom. Fala aí.

– Jimmy me ligou e disse que se nós não arranjarmos uma compositora em uma semana, ele vai desfazer o contrato. – revela Trish e eu quase cair na cadeira.

– Como assim? Ele não pode fazer isso! – falo irritado.

– Tecnicamente, Austin, ele pode qualquer coisa que tenha haver com o contrato. – diz Dez.

– Calado, Dez! – exclamo alterado.

– 'Tá bom, 'tá bom. Não está mais aqui quem falou. – responde, fazendo sinal de rendimento. – Mas, e agora? O que vai fazer?

– Ligar para ele e pedir para aumentar o prazo. – respondo pegando meu celular.

– Nem gaste seu tempo. Já tentei falar com ele e de nada adiantou. Vocês sabem o quanto eu sou convincente. – diz Trish, desanimada. – Precisamos achar alguém o mais rápido possível ou perderemos o contrato com a gravadora. Eles já estão nos cobrando músicas novas a dois meses e ainda não conseguimos nada.

– Eu sei, eu sei, mas o.... – paro de falar assim que vejo Ally saindo do refeitório. Ela parecia irritada, mas não de uma forma que demonstrasse isso, no entanto, por já ter visto algumas demonstrações de sentimentos da morena, pude perceber que ela não estava bem. Ally não é o tipo de garota que é tirada do sério com facilidade, quer dizer, ela conseguiu aguentar meu mal humor por um dia inteiro, sem demonstrar sua raiva e quando decidiu falar seu incomodo falou da maneira mais educada que eu já vi em toda minha vida.

– Austin? – ouço Dez me chamar.

– Eu já volto. – digo e saio na pressa.

Enquanto eu saia, pude ouvir os chamados dos meus amigos, mas eu estava preocupado demais. Posso estar sendo paranóico, mas por conhecer Brooke como conheço, ela fará de tudo para mostrar superioridade a alguém que ela considere ameaça. E, vamos ser sinceros, entre Ally Dawson, uma princesa de verdade, educada, gentil, inteligente, meiga e, incrivelmente, linda, e Brooke, uma líder de torcida de pai rico que se acha a princesa por ter todos aos seus pés apenas por medo e, incrivelmente, vaca, acho que já sabemos a resposta.

Encontro Ally na biblioteca da escola, no canto mais afastado do lugar. Ela respirava com dificuldade, mas não parecia ser de cansaço e sim de raiva.

– Calma, Ally. Respira, inspira, respira, inspira. Você é uma princesa, controle suas emoções. – repetia a menina para si mesma.

– Ally? – sussurro, tentando não assustá-la e, muito menos, chamar atenção das poucas pessoas que estavam no local.

– Austin? O que está fazendo aqui? – sussurra de volta, com os olhos um pouco arregalados.

– O que aconteceu? – pergunto preocupado e no mesmo tom baixo de voz.

– É, novata. O que aconteceu? – ouvimos a voz de Brooke atrás de nós. Ok, agora é definitivo. Esse dia não pode ficar pior do que já está.

Continua...

Notas finais
E então? O que acharam? Críticas, elogios, erros ortográficos? Oi, Cupcakes de chocolate *-*! Bem, para aquelas que querem entrar no grupo, aqui está o link de novo: www.facebook.com/groups/677328449023646/ Não precisa timidez, ok! Fiquem a vontade para entrar no grupo e falarem o que mais gostam, desgostam e postarem o que quiser!! Beijocas, minhas lindas ♥