Unexpected Love - Versão Delena
23 Capítulo 24
Notas iniciais
Tá aí mais um cap!
Espero que gostem!
Como está sendo o natal de vcs? muitos presentes?
Queria agradecer a Graziela Cullen Salvatore por ter recomendado a fic! Muito obrigado sua linda, fiquei mto feliz.
Elena acordou sentindo-se tão bem, aquela noite tinha sido incrível, maravilhosa. Ela nem tinha palavras para descrever, estava tão feliz. Tinha sido maravilhoso em todos os sentidos, ela e Damon haviam se reconciliado, ele tinha dito que a amava novamente. Elena adorava quando ele dizia que a amava, eram as palavras que ela mais gostava de ouvir. Sorriu, as lembranças surgiam em sua mente em uma vividez extraordinária. Eles seriam uma família, estava tão feliz com sua gravidez, mais feliz ainda porque ele tinha adorado a notícia e já estava todo bobo com o bebê que viria. Isso tudo era perfeito, era muito mais do que ela poderia sonhar.
Bem, ela também não conseguiria se esquecer do sexo que fizeram naquela noite, final, tinha sido fantástico. Ela ainda podia sentir cada toque marcado em sua pele, cada beijo trilhando fogo por seu corpo, enfeitiçando seus lábios. Sentiu a pele de seu rosto corar. O que estava acontecendo com ela? A forma como ela havia se comportado... sentiu-se uma vadia.
Estava envergonhada, muito envergonhada. O que será que ele estava pensando dela agora? Já estava se sentindo insegura novamente. Nunca deveria ter tomado à iniciativa daquela forma, isso não combinava com ela, não mesmo. Suspirou profundamente. Não deveria sentir-se tão tímida, não conseguia ser diferente disso, não por muito tempo. Sentiu-se observada, Damon tinha acabado de acordar, os olhos azuis dele estavam fitando os dela. A garota sorriu automaticamente, não havia nada melhor do que estar ao lado dele.
–Bom dia, amor. –Falou docemente.
–Bom dia, minha princesa. –Respondeu enquanto acariciava o rosto macio da garota. –Dormiu bem?
–Sim... -Respondeu em um tom fraco, percebeu a forma como ele a estava olhando, como se a devorasse, e se encolheu.
–O que houve? –Damon perguntou ao perceber a reação dela.
–Nada... -Falou timidamente.
–Eu conheço essa sua carinha. –Ele sorriu. –Você está com vergonha de alguma coisa, o que é?
–É que... -Hesitou, as palavras pareceram engasgar em sua garganta. –É ontem... quando nós fizemos sexo...eu estava...-Não conseguiu terminar a frase.
–Você estava safada. –Damon respondeu exibindo um sorrisinho malicioso. –Eu gostei disso.
–Você não ficou achando que eu era...? –Enquanto falava podia sentir a pele de seu rosto queimando de vergonha. –Uma vadia? –Desviou o olhar.
–Mas é claro que não, Elena. –Abafou um risinho, não podia acreditar que ela estava pensando numa coisa dessas. -Eu ia ficar preocupado se você continuasse fugindo de mim.
–Sério? -Abriu um sorrisinho ainda tímido.
–Sim, eu já te disse que você não precisa ficar com vergonha comigo. -Fez uma pausa e beijou os lábios dela suavemente. -E lembra que eu te disse que eu ia te ensinar a ser tarada? Eu acho que eu estou sendo um ótimo professor.
–Damon! -Elena o repreendeu, se fosse possível ficar com mais vergonha do que já estava, provavelmente ficaria. -Você deve estar me achando uma boba..
–Não, eu nunca vou te achar uma boba. -Abraçou-a, mantendo seu corpo colado ao dela. -Eu te acho linda e adoro esse seu jeitinho meigo, sabia?
–Obrigado por ser tão perfeito para mim, amor! -Elena o beijou docemente, pode sentir seu coração acelerar na medida em que o beijo se tornava mais intenso, profundamente romântico. -Eu te amo. -Murmurou em meio aos beijos.
–Eu também te amo, princesa. -Sorriu nos lábios dela e a beijou novamente, um beijo ainda mais gostoso. Cada vez que se beijavam, pareciam se amar mais. E era isso mesmo, a cada instante que se passava, maior o sentimento que nutriam um pelo outro ficava. -Eu ainda não perguntei como está o nosso bebezinho. -Falou suavemente levando uma das mãos a barriguinha da garota.
–O bebê está bem, não é filho? –Sorriu e levou a mão até a barriga, fazendo carinho nela. –Nem deixou a mamãe enjoada hoje.
–Isso é bom. –Sorriu e a beijou novamente. –Você precisa se alimentar direito, eu vou trazer café da manhã enquanto você fica aí descansando.
–Amor, não precisa, eu preciso levantar para trabalhar de qualquer jeito e eu já estou atrasada. –Sorriu sem jeito. –Eu como quando eu chegar lá.
–Você pode se atrasar um pouquinho. –Insistiu. –E eu não vou te deixar sair sem comer, aliás, eu vou te levar até o trabalho, não te quero por aí andando de ônibus.
–Tudo bem, amor... -Acabou concordando.-Você pode me mimar e trazer café para mim. –Sorriu. –Ah, eu não estou doente, não precisa ficar se preocupando em como eu vou trabalhar.
–Elena, você trabalhar pertinho de onde eu trabalho, por que eu não iria te levar? E mesmo se fosse longe, eu iria te levar do mesmo jeito.
–Eu sei, mas você não tem hora para chegar, eu tenho e, além disso, eu moro longe de você.
–Eu venho te buscar todos os dias.
–Ah, como você é teimoso.
–Shh...-Colocou o dedo indicador nos lábios fazendo sinal para que ela ficasse quieta. A garota rolou os olhos e ele sorriu, achando graça da expressão dela.
Damon voltou com uma bandeja repleta de frutas, suco, torradas, pães, frios, geleia, iogurte, ovo mexido... Elena olhou impressionada.
–Quem vai comer tudo isso?
–Você.
–Amor, eu sei que eu estou grávida, mas eu não estou com essa fome toda. –Riu.
–Não é muita coisa e eu sei que você está morrendo de fome.
Ela não respondeu, apenas balançou a cabeça negativamente, a verdade é que ela estava adorando a preocupação dele e ser tão mimada. A garota começou a comer lentamente, pegou um iogurte de morango e um pãozinho com queijo branco.
–Você só vai comer isso? –Perguntou espantando.
–Sim, eu juro que eu estou satisfeita.
–Mas você não comeu nenhuma fruta, você tem que comer frutas.
–Mas eu não quero comer fruta agora, amor...
–Não precisa comer tudo, só um pouco. –Ele insistiu.
–Tudo bem. –Concordou, não iria discutir por isso, sabia que ele só estava preocupado. –Mas só um pouquinho, tá bom?
–Contando que você coma, eu vou ficar feliz.
A garota comeu um pedacinho de abacaxi e algumas uvas. Só isso, mas foi o suficiente para que ele não insistisse mais.
–Será que eu posso me arrumar para ir para o trabalho agora?
–Pode.
Elena levantou-se e foi tomar banho, não demorou muito, afinal, ela não estava mais só um pouco atrasada, ela estava muito atrasada e já imaginava o que iria acontecer. Cada vez que ela se atrasava seu patrão começava a gritar com ela e bem, ele não estava nem aí para o fato dela estar grávida. Ela teria que trabalhar do mesmo jeito até tirar a licença.
Saiu do banho, pegou seu uniforme e o vestiu. Prendeu os cabelos em um rabo de cavalo alto. Passou um pouco de rímel e batom. Estava pronta.
–Eu acho que nós já podemos ir. -Falou.
–Claro. -Ele concordou.
Os dois seguiram até o carro de Damon. Ele fez questão de abrir a porta para ela, precisava ser o muito gentil com ela, ainda mais agora que ela estava grávida. Elena precisava ser tratada como a princesa que ela era. A garota sorriu e entrou no carro, gostava de ser tratada daquela forma, era tão romântico. Era perfeito.
–Eu estou ficando muito mal acostumada, sabia? -Falou suavemente, exibia um sorriso delicado em seus lábios rosados.
–Ótimo. -Damon deu um daqueles sorrisos que faziam com que ela perdesse o fôlego.
–E quando você se cansar de me paparicar?
–Eu não vou cansar, eu gosto. E eu não vejo outra forma de tratar a mulher que eu amo a não ser mimando-a, principalmente quando ela está grávida.
–Se é assim, eu não ligo de ser mimada... -Falou encantada por ele. -Eu adoro. -Sorriu. -E pensar que um dia eu pensei em não contar sobre a gravidez para você... -Lamentou.
–Esquece isso. -O tom de voz dele se alterou. -Você só pensou assim por causa da vadia da Katherine. -Era perceptível a raiva que ele tinha só pela forma que ele falava.
–E como vai ser agora? Vocês trabalham juntos.
–Eu vou demiti-la. -Falou seguramente. -Ela e a Rebekah. -Odiava aquelas duas, não acreditava que fora capaz de confiar nelas enquanto elas armavam nas costas dele. Ficou se perguntando o que mais elas teriam feito e ele nem sabia. -Eu espero que elas nem apareçam para trabalhar hoje.
–Eu não sinto muito por elas. -Confessou. -O que elas fizeram é imperdoável.
–É sim, completamente imperdoável.
O casal continuou conversando até chegarem até a lanchonete. Despediram-se com longos e apaixonados beijos, era como se não quisessem se desgrudar nem por um instante sequer. Amavam-se tanto, não havia motivo para quererem se afastar. Um beijo levava a outro cada vez mais intenso. Demorou até que eles conseguissem se separar.
...
Era mais um dia de muito trabalho para Elena. Novamente a lanchonete estava cheia e garota já estava começando a se confundir com tanta coisa. Achou que ela nunca iria ser melhor naquele trabalho. A verdade é que ser garçonete não era para ela. E para completar, ela passava o tempo inteiro se distraindo pensando em Damon, o que fazia com que ela ficasse ainda mais confusa com todos os pedidos.
E ainda tinha Caroline querendo saber de todas as novidades, saber se eles tinham mesmo voltado, tudo que tinha acontecido. Entre um cliente e outro as garotas ficavam conversando. E o patrão delas não gostava de toda a aquela conversa durante o trabalho e ficava brigando com as duas o tempo inteiro. Ele era insuportável. E o dia foi passando daquele jeito, a lanchonete parecia que iria ficar cheia para sempre, o patrão gritava a cada erro que Elena fazia e bem, ele estava gritando o dia inteiro porque ela estava mais desatenta do que de costume.
Ela não iria durar muito tempo naquele emprego, não mesmo, mas ela estava se esforçando, tentando ser melhor, mas não conseguia ser menos desastrada. Já havia quebrado um monte de coisa quando derrubou uma bandeja inteira cheia de pedidos no chão. Sem contar que os clientes ficavam furiosos ao ter que esperar seus pedidos serem prontos novamente. Elena ficava perguntando qual era o problema dela, não é impossível que alguém fosse tão desastrada quanto ela era.
Talvez, ninguém mais fosse como ela. Deveria ser isso, ela deveria ter vindo com algum defeito. Só podia ser. Já era final de tarde quando Damon chegou à lanchonete. Ele não tinha avisado que viria, não naquele horário, pelo menos, eles tinham combinado que Elena ligaria para que ele fosse buscá-la e a levar para casa. Só que ele decidiu chegar mais cedo, não conseguia ficar longe dela.
–Oi, meu amor. –Elena o recebeu com um sorriso lindo em seus lábios.
–Oi, Elena. –Damon também sorriu e a beijou profundamente e dessa vez ela não o repreendeu por beijá-la daquela forma na frente de todo mundo e no meio do trabalho, ela apenas correspondeu ao beijo.
–Eu ainda vou demorar um pouquinho... -Falou suavemente. –A lanchonete está cheia...
–Eu estou percebendo. –Falou em um tom sério. –Você está trabalhando demais, princesa.
–Eu já estou acostumada. –Respondeu calmamente, não queria discutir com ele por causa disso. –E nem é tão cansativo assim.
–Tudo bem. –Ele assentiu, não porque tinha concordado com ela, mas porque também não queria brigar, poderiam falar sobre este assunto em outro momento.
De repente, os dois ouviram uma voz exigente gritando. –Elena, eu já não te disse que você não pode ficar namorando! Você está trabalhando, garota! –Era o patrão da garota, já estava irritado novamente.
–Ah, amor... -Elena sussurrou. –Desculpa, eu não posso ficar conversando com você... -Falou entristecida. –Ele fica brigando comigo.
–Esse cara é um idiota, eu vou lá dizer a ele que ele não pode falar com você desse jeito. –Damon falou mal-humorado.
–Não, tudo bem, não precisa disso... –Falou suavemente. –Sério, não precisa.
–Eu não gosto de ver ninguém gritando com você desse jeito.
–Amor, você não pode brigar com o meu chefe. –Pediu. –Deixa, eu nem ligo.
–Eu não sei por que você continua trabalhando aqui.
–É o único emprego que eu consegui...
Mais uma vez, ouviram a voz grave do patrão dela gritando. –Elena, para de ficar conversando, você tem um monte de clientes para atender!
–Amor, é sério, eu preciso ir trabalhar.
–Tudo bem, eu vou me sentar e você venha me atender logo, eu sou um cliente muito exigente. –Brincou.
–Pode deixar. –A garota sorriu.
Depois de aproximadamente quinze minutos, Elena voltou até a mesa dele e entregou o cardápio.
–O que você vai querer? -Perguntou de uma forma carinhosa.
–Eu quero uma Coca-Cola. -Pediu e entregou um pedacinho de papel a ela. Elena sorriu. -Então, nós voltamos aos bilhetinhos?
–Eu acho que sim, a menos que você não goste deles. -Damon também sorriu, só que o sorriso dele era totalmente diferente do dela, era sedutor, era o sorriso mais lindo que Elena já tinha visto.
–Eu acho fofo. -Admitiu, a pele de seu rosto corou.
–Bom saber.
A garota pegou o pedacinho de papel e foi buscar o que ele tinha pedido. Quando chegou à cozinha abriu o bilhetinho.
"Sabia que eu pensei o dia inteiro em você?"
Elena sentiu seu coração acelerar, já estava enfeitiçada pelo magnetismo dele. Por que ele tinha que ser tão maravilhoso? Todo seu corpo estava vibrando, pulsando em uma alegria intensa. Estava feliz.
"Eu também pensei você"
Escreveu sua resposta no papelzinho. É lógico que ela pensava nele, ele era tudo para ela, absolutamente tudo.
Foi até ele, serviu a Coca-Cola e entregou o papelzinho, que ele abriu no mesmo instante. Ela também pensava nele, ficou satisfeito, principalmente, ao perceber a forma como ela o olhava, com tanto carinho, com tanto amor.
–Obrigado. -Damon agradeceu.
–Você vai querer mais alguma coisa? -Perguntou.
–Eu vou querer um pedaço de pizza de mussarela. -Damon respondeu após terminar de escrever um novo recadinho e entregar o papel a ela.
Mais uma vez, Elena foi buscar o pedido e, principalmente, ler o que ele tinha escrito para ela.
"Eu acho que você está muito bonita hoje. Você é linda e cada vez que eu olho para você, eu te acho mais e mais linda."
Elena sentiu a pele de seu rosto corar. Por que ele tinha que fazer isso com ela? Damon sempre fazia com que ela ficasse completamente sem graça, as palavras dele sempre mexiam com ela.
"Gosto dos seus elogios, eu me lembro de que na primeira vez que trocamos bilhetinhos, você também me disse que eu era linda. Isso é muito romântico." Escreveu. Todo seu corpo pulsava em uma alegria infinita. Cada momento em que podia estar perto dele era como o paraíso para ela.
Mais uma vez, ela foi até ele, entregou o pedido e ele pediu mais alguma coisa e eles trocaram os bilhetinhos. Damon sorriu ao ler o bilhete dela, gostava de saber que ela ficava feliz quando ele a elogiava, ele gostava de vê-la sorrindo como ela estava fazendo naquele momento. Elena era mesmo uma garota especial.
"Você também se lembra de que eu te convidei para sair e te pedi um beijo?"
Elena sorriu, ela se lembrava de tudo. Lembrava-se do quanto estava com raiva dele e ao mesmo tempo já estava completamente apaixonada. Só não queria admitir mesmo não conseguindo mais resistir a ele.
"Se você quiser me chamar para sair, ou me pedir um beijo, minha resposta vai ser sim”.
Flertou, ela estava diferente, muito mais confiante do que na primeira vez que eles tinham trocado os bilhetes, ela o amava, não precisava mais esconder.
"Na verdade, eu queria te fazer uma pergunta.”
Elena ficou curiosa, já estava ansiosa para saber o que era.
“O que você quer me perguntar?”
Entregou o bilhetinho. Damon demorou um pouco além do que costumava para lhe devolver o papelzinho.
“Você quer se casar comigo?”
Elena sorriu docemente ao ver o que estava escrito. Era fofo, muito fofo e ela realmente ficou sem reação, nem soube dizer se ele estava falando sério ou não. Ela não estava esperando um pedido de casamento, mas queria que fosse verdade e se fosse, ela teria adorado. Teria adorado tudo, os bilhetinhos lembravam-na do inicio do relacionamento deles, seria tão perfeito. Mas é lógico que ele não estava realmente pedido, estava só brincando, convenceu a si mesma. Não escreveu nenhuma resposta, foi apenas falar com ele.
–Damon... -Sussurrou o nome dele, a garota iria falar alguma coisa, mas ficou completamente sem reação quando viu que ele tinha uma caixinha em suas mãos, e quando a abriu, havia um anel dourado ali, uma aliança. –Eu... -Não conseguiu completar a frase, precisou respirar profundamente. –Você está mesmo me pedindo em casamento? –A garota já estava ansiosa, nervosa, seu coração batia tão forte.
–Sim. –Damon sorriu sedutoramente. Ele parecia incrivelmente tranquilo, mas não era bem assim, ele só não iria demonstrar que ele também estava tenso, afinal, aquele era um momento especial. E ele nunca havia pensado em toda sua vida que iria pedir alguém em casamento, ele nunca imaginou que fosse se envolver tanto.
–Eu... -Elena iria dizer que aceitava, que queria muito se casar com ele, mas ele a interrompeu.
–Deixe-me fazer isso do jeito certo, Elena. –Ele se ajoelhou na frente dela, os olhares deles se cruzaram de forma apaixonada. Elena começou a chorar, mas este era um choro diferente, ela estava feliz, completamente enfeitiçada. Damon sorriu, o sorriso dele era contagiante e tão sedutor. –Você é a garota mais linda e especial que eu já conheci e eu me encantei por você no primeiro momento em que eu te vi e eu fui me apaixonando por você, pelo seu jeito doce. Eu te amo e vou te amar para sempre. –Fez uma pausa, hesitou. –Elena Gilbert, você aceita se casar comigo? –Finalmente pediu.
–Sim, eu aceito. –A voz dela soou tremula devido ao choro. Estava completamente emocionada. –Eu te amo... -Falou docemente. Sorriu, todo seu corpo vibrava, sua alma vibrava em uma felicidade imensurável. Seu coração ainda estava acelerado, ou melhor, batia mais rápido do que antes, sua respiração acompanhava o ritmo. A mão dela ainda estava tremendo quando Damon colocou a aliança no dedo dela. Elena olhou encantada para o anel, era lindo. A aliança de ouro possuía um preciso diamante em seu centro e este reluzia intensamente. Perfeito. E então, eles deram as mãos, em um ato extremamente romântico.O casal havia atraídos atenção de todos que estavam ali, estavam todos admirando os admirando, nem Elena, nem Damon pareceram notar, estavam tão focados um no outro, no que sentiam que nem percebiam que haviam outras pessoas ali.
Enfim, o casal se beijou, os lábios tocaram-se lentamente, num beijo doce e ao mesmo tempo urgente, apaixonado, afetuoso. As línguas deles se entrelaçavam, se fundiam e o beijo se tornava mais amoroso, intenso. Era como se eles se tornassem um só, eles eram um só quando o amor tão forte que sentiam um pelo o outro os unia.
Notas finais
por favor comentem! criticas sao bem vindas
se vc gosta da fic recomende por favor!
Leiam a minha nova fic. É Klaroline http://fanfiction.com.br/historia/299483/Its_Just_A_Game
E a minha nova fic Delena (hot) http://fanfiction.com.br/historia/309433/Cinquenta_Tons_De_Desejo
beijinhos
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