Notas iniciais
Oi meninas!
Mais um cap
Por favor, perdoem se vcs encontrarem algum errinho, eu escrevi correndo para conseguir postar hoje :)
Espero que gostem :)

Damon insistira em levar Elena ao hospital, mas ela dissera que estava bem, não era necessário. Era apenas um mal estar, nada mais. Ela estava grávida e o stress apenas aumentou os sintomas que ela já estava sentindo antes. Não era nada. Por mais que ela dissesse que ela estava bem e que ele podia ir embora. Damon fez questão de levá-la para casa, ela iria mais trabalhar aquele dia mesmo, precisava de um pouco de descanso. A garota tentou o máximo que pode rejeitar a carona, mas não conseguiu. E estava com tanta raiva quando entrou no carro dele. Não aguentava ficar perto dele. Fechou os olhos, iria fingir que estava dormindo.


E foi isso que ela fez, tudo para não ter que falar com ele. Quando chegaram a casa dela, Elena não pode acreditar quando ele disse que ficaria com ela um pouquinho até ter certeza que ela estava bem. Tudo que ela não queria era ficar perto dele, ou melhor, ela queria estar perto ao mesmo tempo em que não queria. Ela o amava, mas queria odiá-lo. Queria odiá-lo por tudo que ele a tinha feito, pela traição, por tê-la usado como um brinquedo, mas não conseguia. Quando mais tentava odiá-lo, mas ela o amava. Ainda mais quando ele estava sendo tão carinhoso como naquele momento. Elena deitou-se na cama e ele a cobriu cuidadosamente.


Por que ele teve que estragar tudo? Ela pensou. Eles poderiam ter sido um casal perfeito. Elena tentou não encará-lo, mas era difícil, os olhos dela cismavam em encontrar os dele. A garota ficou em silencio enquanto Damon a observava, ela era tão bonita, ele gostava tanto dela. Ainda tentava descobrir de onde ela tinha tirado a ideia que ele podia tê-la traído, aquilo não tinha sentido nenhum. Será que ela não percebia o quanto ele a amava? Queria muito voltar aquele assunto, mas não faria isso, não queria que ela se irritasse e passasse mal novamente por causa dele.


–Tem mesmo certeza que você não quer que eu te leve ao hospital? -Damon perguntou preocupado, precisava ter certeza que ela e o bebê estavam bem.


–Eu já disse que estou bem. -Respondeu secamente. -Eu realmente estou bem. -Fez questão de reafirmar.


–E o bebezinho?


–Bem. -Respondeu de uma forma mais suave. -Não aconteceu nada demais. Está tudo bem.


–Você tem certeza? -Continuou preocupado. -Você tem que cuidar bem do nosso filho.


Por mais raiva que ela pudesse ter dele, não conseguiu deixar de ficar encantada com a forma como ele estava preocupado com o filho. Acabou sorrindo, um sorriso que se desfez rapidamente, mas ainda assim tinha sido um sorriso. Ela tinha sorrido para ele, como costumava sorrir.


–Eu vou cuidar. -Respondeu docemente e levou a mão até a barriga e acariciou. Percebeu que ele ficou olhando para cada gesto dela, percebeu exatamente o que ele parecia quere. –Você quer colocar a mão na minha barriga? Já vou avisando que você não vai sentir nada. Eu nem tenho barriga ainda. –Sentiu-se uma idiota. Por que ela estava sendo legal com ele? Por que ela estava se deixando enfeitiçar novamente?


A verdade é que o amor que havia entre eles jamais morreria, estaria sempre ali, por mais que eles pudessem tentar ignorar, era impossível, o sentimento apenas se tornava mais forte. E isso era tão evidente, cada vez que eles se olhavam, por mais magoados que pudessem estar um com o outro, ainda assim acontecia algo mágico. Eles realmente se amavam, isso era inegável.


–Eu quero. –Abriu um sorriso e levou a mão até a barriguinha lisa dela e acariciou cuidadosamente. Realmente, não dava para sentir nada, a gravidez dela estava tão no inicio, não daria mesmo, mas ainda assim, gostava da textura da pele dela, era tão macia. E o bebe deveria sentir, de alguma forma, o quanto era amado.


–Elena, você precisa acreditar que eu não te traí, eu não fiz isso, eu jamais faria qualquer coisa que pudesse te magoar.


–Por favor, para com isso. –Ela pediu. –Eu não quero ouvir, é muito doloroso.


–Eu não fiz isso, Elena. –Insistiu. –Você precisa me contar de onde você tirou essas ideias.


–Eu não preciso te dizer, você sabe que é a verdade, você sabe o que você fez. –Baixou o olhar. — Eu não quero falar mais sobre isso, eu não quero ficar nervosa de novo, vai fazer mal para o bebê.


–Eu não fiz nada, eu queria muito que você me dissesse o que aconteceu de verdade, Elena. –Segurou a mão dela, mas ela recuou. –Mas eu não vou insistir. –Queria insistir, mas não podia, realmente não queria que ela passasse mal novamente e já era possível perceber que ela estava ficando muito nervosa.


–Isso não tem mais importância alguma, porque nós nunca mais vamos voltar a ser um casal. -Aquela frase foi a frase mais dolorosa que ela já tinha dito. Só de pensar que essa era a realidade, ela sentia todo seu corpo se contorcer de dor. -Agora eu realmente preciso descansar um pouquinho. –Falou suavemente, não tinha mais forças para discutir com ele. A verdade é que ela não queria discutir, ela queria abraçá-lo e dizer que estava tudo bem, que ela podia perdoar qualquer coisa que ele pudesse ter feito, mas ela não podia. –Eu estou trabalhando muito e vivo com sono. –Completou.


–Tudo bem. -Ele concordou, ela realmente precisava de descanso. -Eu acho que o trabalho na lanchonete está sendo desgastante demais para você, agora que você está grávida. -Fez uma pausa e a analisou cuidadosamente. Elena parecia mesmo exausta e ele não queria vê-la daquela forma, afinal, ele a amava. — O lugar estava lotado, você passa o tempo inteiro em pé de um lado para o outro carregando aquelas bandejas pesadas.


–É verdade, é muito cansativo, ainda mais agora. –Concordou. –Se eu já era a pior garçonete do mundo, imagina agora com tonturas e enjoo? –Riu. –Eu estou conseguindo ser mais desastrada do que eu já era.

–Eu acho que você deveria sair desse emprego... -Sugeriu, não que ele não quisesse que ela trabalhasse, só não queria vê-la desgastada demais. Ela merecia algo muito melhor.


–Eu não posso. –Balançou a cabeça negativamente. –Como eu vou pagar as minhas contas e sustentar o bebê? Eu não posso fazer isso, eu preciso trabalhar.


–Eu vou pagar, eu quero que vocês tenham o melhor. -Já que eles não podiam mais ser um casal e criar o bebê juntos, aquilo era o melhor que ele podia fazer.


–Eu não posso aceitar isso. –Sua voz de modificou, estava mais firme. –Eu não quero o seu dinheiro, nunca foi isso que eu quis.


–E eu não falei isso por mal, falei apenas porque me importo com você e eu me importo com o bebê.


–Desculpa... -Elena não pode acreditar no que acabara de dizer. Ela estava pedindo desculpas para ele? Por que ela estava fazendo isso? Porque ela o amava, e havia uma parte dela que acreditava que ele não tinha feito nada, que tudo que ele estava dizendo era porque realmente se preocupava e porque a amava.


–Eu sei que você está com muita raiva de mim. –Segurou a mão dela entre as suas e acariciou, ela não se afastou. –E eu também sei que por mais que eu tente, você não vai acreditar em nada que eu te diga e nem vai me dizer o motivo para você achar que eu te traí, mas, eu realmente queria que você soubesse que eu te amo de verdade.


–Por favor, não faz isso... -Elena sussurrou. –Não brinca com os meus sentimentos.


–Eu não estou brincando.


–Eu queria acreditar isso.


–É verdade, Elena.


...


–Elena, desculpa, eu falei sem querer. –Caroline estava tentando se explicar. –Eu estava conversando com o Klaus sobre uma pintura e acabei falando de você.


–Mas você não devia ter contado! –Elena a repreendeu. –Eu disse que você não podia contar em nenhuma hipótese. Eu disse que ninguém podia saber e na primeira vez que você pode você contou! Eu te disse que o Klaus ia contar ao Damon! Eu disse!


–Desculpa, Lena, eu juro que foi sem querer! Eu não percebi que tinha contado! –Caroline estava se sentindo até mal, podia perceber o quanto a amiga estava brava com ela. –O Klaus também é outro fofoqueiro! Ele não tem que ficar contado que eu digo para ele!


–A culpa é sua, Caroline, e não dele! Eu confiei em você! –Falou irritada. –Agora o Damon não vai me deixar em paz nunca. Eu não posso ficar perto dele, você sabe o quanto eu o amo, e hoje quando eu estava com ele, apesar de tudo, eu ainda queria estar com ele. –A realidade é que se ela queria ser capaz de perdoar tudo e simplesmente se jogar nos braços dele.


–Sinceramente? Ele parece que te ama tanto! Você tem certeza que ele te traiu? Depois que ele te deixou em casa, ele foi até a lanchonete falar comigo. Ele perguntou por que você tinha cismado que ele a tinha traído, eu disse que não sabia direito, que você não tinha dito. –Fez uma pausa. suspirou aliviada por não ter dito nada demais a ele. Se ela tivesse tido qualquer coisa, Elena, com toda a certeza, a teria matado. –Ele me pediu para falar com você, jurou que não tinha te traído nem te falado nada sobre você ser apenas um desafio ou qualquer coisa assim. Ele não parecia estar mentindo.


–Carr, eu vi as mensagens! Eu vi tudo o que ele escreveu sobre mim, o que ele escreveu para a Katherine...


–Ah, Lena, eu não sei, às vezes, pode ter sido tudo um mal entendido. –Caroline realmente acreditava nisso. –Eu acho que vocês deviam conversar sobre isso. É sério, vocês tem que conversar.


–Mas nós não vamos.


...


Katherine podia perceber que Damon estava diferente, ele mal a estava notando, não estava dando nenhuma atenção a ela, apesar de todos os seus esforços. A garota já estava perdendo a paciência. Não tinha sido daquela forma que ela tinha imaginado aquele encontro, não mesmo. Não tinha sido para isso que ela o tinha convidado para ir até a casa dela. Ela planejava algo muito melhor. E bem, Damon nem queria estar com ela naquele dia. Ela era bonita, era absolutamente sexy, mas ainda assim, ele não estava interessado nela. Ela poderia ser um passatempo, nunca nada além. Só que nem naquele instante, ela estava sendo o passatempo que ele queria. A verdade é que ele não conseguia parar de pensar em Elena. A garota estava grávida, ela achava que ele a tinha traído. Eram muitas coisas para processar ao mesmo tempo.


–Ei, no que você está pensando? –Sussurrou, colou seu corpo no dele, os lábios tão próximos dos dele.


–Em nada. -Desconversou. Não estava muito a fim de contar tudo o que tinha acontecido. Ele não era do tipo que falava sobre o que estava sentindo.


–Não vai me dizer que você estava pensando nela novamente? –Katherine tentou soar tranquila, mas já estava repleta de ódio. O que aquela maldita garota tinha? Elena era burra e muito sonsa. Além disso, ainda era feia. Não conseguia entender como ele poderia ter se apaixonado justo por ela. Não fazia sentido. Como ela odiava aquela mosquinha.


–Elena acha que eu a traí... -Confessou.


–Por que ela acha isso? –Katherine perguntou desconfiada. Pronto, a mosquinha estava começando a falar e isso não era bom. Esperava que ela não tivesse contado nada sobre as mensagens.


–Ela não quis me dizer. –Respondeu, estava magoado. Não entendia porque Elena não queria dizer o que tinha acontecido a ele. Às vezes, achava que ela tinha inventado tudo isso para ter um motivo para terminar com ele. Não, isso não fazia sentido algum, Elena não era desse tipo.


–Esquece isso... -Falou provocativamente. –Eu prefiro que você comece a pensar em mim... — E então, sua boca juntou-se a dele selando um beijo que foi se intensificando rapidamente. As mãos dela passeavam pelo corpo sarado dele.


–Pensar em você parece uma boa ideia. –A voz dele soou sedutoramente. Beijou-a novamente, suas mãos desciam pelas curvas dela ousadamente.


–Então por que nós não vamos para o quarto e eu visto algo te faça pensar mais em mim? -Provocou.


–Eu prefiro que você esteja sem roupas. -Falou de forma safada.


–Se eu ficar nua tão rápido assim, não vai ter graça. -Continuou no mesmo tom malicioso.


–Tudo bem. -Damon concordou. Não havia motivo algum para rejeitar a oferta dela. Katherine era gostosa demais e ele estava solteiro. Elena tinha sido muito clara ao dizer que eles jamais voltariam. Por mais que ele a amasse e ela estivesse grávida dele, eles não ficariam mais juntos. Ele precisava esquecê-la.


Katherine já podia imaginar como seria. Iria vestir sua lingerie mais sexy, e eles fariam sexo à noite inteira. Ela mal poderia esperar. Foi até o banheiro para se arrumar, enquanto ele a esperava no quarto. A garota passava suavemente creme em seu corpo de pele macia, perfume. O vermelho de sua lingerie combinava perfeitamente com a sua pele dourada.


Damon deitou-se na cama, analisou por um breve momento o quarto de Katherine. Não havia nada de diferente ali, era o típico quarto de uma garota. Tudo estava perfeitamente organizado, havia fotos dela e das amigas espalhadas por todos os móveis. Nada tinha chamado muito a atenção dele até que ouviu o barulho do celular da garota tocando. Katherine tinha esquecido o aparelho mais cedo em cima da mesinha, isso com toda a certeza foi um erro. E para piorar, ela não estava escutando o toque. Damon pegou o celular, iria desligá-lo, não aguentava mais ouvi-lo tocar, mas acabou decidindo mexer no telefone dela.


Começou pelas fotos, mas eram tantas, que ele se entediou. Decidiu olhar as mensagens. E então, ele tinha descoberto tudo. Não pode acreditar no que estava lendo. Havia varias mensagens entre ela e Rebekah tramando tudo, e depois as mensagens que as duas tinham enviado do celular dele. As mensagens de Katherine achando graça quando Elena tinha acreditado totalmente, comemorando o término do namoro. Não pode nem definir o que sentiu por Katherine naquele momento, era muito mais do que raiva ou ódio. Ela era a garota mais desprezível que ele já tinha conhecido. Sempre soube o quanto era poderia ser vadia, mas isso era muito além. E o pior era que por um momento, ele acreditou nela, achou que ela não fosse tão ruim quanto todos falavam. Realmente, ela era muito pior.


Naquele mesmo instante Katherine entrara no quarto vestindo por debaixo de sua camisola transparente vermelha, uma provocante lingerie da mesma coloração. Sua expressão se modificou quando viu que Damon estava com o celular dela em suas mãos.


–Eu não acredito que você fez tudo isso. – Damon falou completamente alterado, mal suportava olhar para ela. — Você achou que eu nunca iria descobrir o que você tinha tramado. –Estava com tanta raiva e estava se sentindo um idiota por nunca ter desconfiado dela e ter deixado com que o enganasse daquela forma. — Você me manipulou o tempo inteiro, sua piranha!


–Eu posso explicar, Damon. –Bem, ela não teria uma boa explicação, mas, talvez, pudesse abrir os olhos, mostrar que Elena não era boa o bastante para ele.


–Eu não quero ouvir nada que você tenha para dizer. -Não, ele realmente não queria ouvi-la, não queria vê-la. Não que Damon pudesse esperar muito dela, sempre soube que ela era uma vadia, mas nunca imaginou que ela teria armado tudo aquilo.


–Damon, eu te fiz um favor, a Elena não serve para você! Ela é uma garçonete sem nenhum futuro na vida... -Gritou. Nunca entenderia por que ele tinha se encantado com Elena. Não via nada naquela mosquinha sem graça.


–Ela é mil vezes melhor do que você pode imaginar ou ser. Ela não é uma piranha igual a você. -Deu as costas a ela, não iria perder tempo com aquela vagabunda. Ela segurou o braço dele, acabando com qualquer paciência que ele ainda poderia ter com ela. Empurrou-a para longe com força, fazendo com que ela caísse no chão. Se ela não fosse uma garota, ele realmente teria batido nela, mas, ele foi apenas embora.


...

Elena ainda estava pensando nos momentos em que estivera com Damon mais cedo, não entendia como ainda podia amá-lo, como aquela chama podia continuar queimando. Não queria sentir-se daquela forma, mas não tinha controle sobre isso. E talvez esse fosse o motivo pelo qual ela não conseguisse dormir. Ela sentia a falta dele, não conseguia mais negar. Também não conseguia parar de pensar nele, nunca conseguiria. E então, a campanhia tocou. Já era tarde, ela não estava esperando ninguém chegar. Levantou-se e foi atender a porta. Não pode acreditar quando o viu.


–Damon, são uma e meia da manhã! Você não pode aparecer na minha casa assim. –Elena o repreendeu.


–Eu sei, mas é importante, eu realmente preciso falar com você. –Insistiu. Não iria embora antes de mostrar a ela toda a verdade. Ela precisava ver que ele não a tinha traído, que ele a amava.


–Nós já não temos muito sobre o que falar, muito menos agora! Nesse horário! -Falou irritada. -Eu estava dormindo.


–Não, você não estava. -Abriu um sorrisinho cínico. -Você atendeu a porta muito rápido para quem estava dormindo. –Completou, no mesmo tom irônico.


–Tudo bem, eu não estava dormindo... -Fez uma pausa.-Como você é irritante. -Rolou os olhos. -E não é porque eu conversei com você um pouco melhor que está tudo bem. Eu continuo te odiando pelo que você me fez. -Não, ela não odiava. Por mais que quisesse odiar, não conseguia. Ele a tinha traído e mesmo assim, ela o amava. Ela era muito burra mesmo, pensou.


–Você me odeia porque eu te traí com a Katherine e porque eu só queria fazer sexo com você.


–Finalmente, você admitiu.


–Eu não fiz isso, Elena. -Pegou o celular de Katherine, que ele trouxera consigo, e entregou a ela. -Foi nisso que você acreditou?


Elena pegou o telefone sem entender e viu todas as mensagens. Sentiu uma dor incrível, ela tinha acreditado em uma mentira todo esse tempo. Confiou totalmente em Katherine e ela a tinha enganado. Odiava tanto aquela garota. Elena não soube o que dizer, ficou sem reação por bastante tempo, a cada mensagem que lia, ficava ainda mais incrédula. Ela tinha mesmo acreditado em tudo. E ela tinha sido tão idiota por isso. Ela não tinha nem duvidado, ela não tinha nem confiado, nem por um breve momento, que Damon pudesse realmente amá-la, por isso, foi tão fácil acreditar. Elena realmente tinha se superado na insegurança e a verdade é que agora estava com medo, com muito medo. Estava com medo de que ele não fosse querê-la mais, afinal, ela nunca demonstrava confiar nele.


–Damon... -Sussurrou o nome dele. -Desculpa... -Baixou o olhar, estava muito envergonha. -Eu realmente acreditei no que ela me disse.


–Você confiou mais nela do que em mim, Elena. -Concluiu e isso o deixava bastante decepcionado. A verdade é que ele esperava mais dela, esperava que ela confiasse nele, que não fosse tão insegura.


–Não é isso... é que não tinha como eu não acreditar. Eu vi as mensagens...-Fez uma pausa. -E você é tão bonito, não tinha porque você gostar de mim. E eu vi a Katherine, ela é linda...-Não conseguiu nem terminar a frase.


–Ao menos, você poderia ter me falado antes de ter terminado comigo, Elena. Por que você não me contou?


–Porque ela pediu para eu não falar nada e eu estava tão magoada e com tanta raiva, que eu fiz o que ela pediu. -Sua expressão mudou, estava se sentindo péssima, ela quase o tinha perdido por ser tão boba e insegura. -Por favor, me desculpa.


–Não sei, eu estou com muita raiva e magoado... -Repetiu o que ela tinha acabado de falar. -Afinal, você confiou mais na vadia do que em mim.


–Não é isso, você sabe que eu sou insegura demais... -Falou suavemente, ficou em silêncio por um momento e então se tocou. Katherine queria terminar o namoro deles para ficar com ele... -Você não ficou com ela depois que nós terminamos, ficou?


–Fiquei. -Respondeu sinceramente. -Ela estava me manipulando, você sabe.


–Ai, eu deveria te matar, sabia? -Falou enciumada, mas se isso tinha acontecido, era por culpa dela, por ter acreditado na Katherine. -Vocês transaram? Por favor, me diz a verdade.


–Não.


–Tudo bem. -Balançou a cabeça. Ao menos, eles tinham feito sexo, não foi algo tão íntimo. -É melhor esquecer tudo isso. –Sorriu, não queria mais brigar.Não podia deixar que Katherine destruísse o relacionamento deles. O que importava era que eles se amavam.


No instante seguinte, já estava nos braços dele, sua boca na dele. Eles estavam se beijando tão intensamente, levando toda a saudade que um tinha do outro embora. O coração dela batia tão forte, tão alto, ela estava incrivelmente feliz por estar com ele. E ele também estava feliz, nada era melhor do que tê-la para si novamente. A realidade era que não havia nada melhor ou mais importante do que aquele momento. Eles estavam finalmente juntos, nunca mais iriam se separar. Eles se amavam tanto e esse sentimento era tão perceptível, na forma como eles se olhavam, como sorriam um para o outro entre os beijos profundos e apaixonados que trocavam.


–Eu te amo. -Elena sussurrou, acariciando o rosto dele.


–Eu também te amo, princesa.

Notas finais
E aí? o que vcs acharam?
Por favor, comentem!
Críticas tbm sao bem vindas
Beijinhos =*