Undertale uma história de flores e corações
2 Capítulo 2: Papyrus acredita em você
Notas iniciais
A neve de snowland não me permitia enxergar bem todos os passos do humano, mas algo estava estranho, todos na cidade haviam fugido, menos a dupla de esqueletos e um pequeno monstrinho. Então uma forte nevasca pairou sobre minhas câmeras e eu perdi total visibilidade. Porém o mais triste foi ver as duas sombras se enfrentarem... Papyrus que apenas pedia que o humano se afasta-se e o humano que mesmo ouvindo o esqueleto prosseguiu em linha reta, sendo o humano uma ameaça para Papyrus, que apenas com suas palavras consoladoras foi atacado e derrotado em meio a toda a neve.
—Papyrus... Como o humano poderia ser tão... mesquinho. Sans... Como esta o Sans. -Eu voltei meu olhar para as câmeras e tudo que pude ver foi o humano chorando perto do pó de monstro do Papyrus.
—Me desculpe Pap, mas nem mesmo o poder do reset poderia me libertar desse peso,então espero que você aceite minhas desculpas... -Por um momento o pó foi capaz de tornar-se apenas a cabeça de Papyrus, que perdoava o humano, mas que o avisava para ir embora.
Com a tempestade passando Sans que procurava seu irmão, foi capaz de encontrar apenas sua fantasia feita com tanto orgulho. Sabendo e imaginando o que teria acontecido seus olhos se encheram de lagrimas e molharam o pano rasgado pela faca usada para matar seu irmão.
—Então o verdadeiro monstro se revela. -Escondido entre as arvores o humano falou com voz baixa:
—Eu... Não queria, mas algo me diz que isso é o certo a se fazer. -Sans pensando ter escutado algo quase viu o humano, mas já sem expressão e sem acreditar que poderia encontrar o assassino caminhou para o lado contrario da floresta, deixando então que o humano passa-se.
—Espero que esteja feliz pelo que fez... E nos é que somos monstros! A humanidade regrediu muito, diferente dos animes que leio, eles parecem ter evoluido tanto no quesito de histórias, mas agora não parecem tão diferentes de nós. -Eu fechei o computador, pois ainda que o setor de experimentos estivesse ainda mais reservado eu precisava descer para alimentar aos monstros derretidos que agora habitam o laboratório subterraneo.
Eu então desci para meu laboratório que a muito parecia não ser mais ativado, o lugar agora estava sujo e cheio da meleca grudenta dos monstros deformados.
—Alphys... Alphys... -Todos pareciam estar com fome e a muito pareciam exaustos por me procurarem.
Mas eu me surpreendi um deles tentou pular sobre mim, mas impedido pelo portão principal.
—Dogaresa... Dogão... Dogami! Por favor conte a verdade a eles. -Eu deixei a comida cair dentro da sala e triste sai de lá. E voltei para a sala principal para vigiar o humano.
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