Undertale - True Reset

21 Lembranças Parte 3 – Fim da jornada


Notas iniciais
Olás meus amores! mais um capítulo saindo, quentinho do forno nesse dia de sábado! Sim, eu já estou acordada a essa hora (Queria estar dormindo, mas tenho que resolver uns problemas)... Mas o capítulo está aqui, esse está bem levinho, eu juro, não vai ter choro, não tem tanta fofurinha... ele é mais um capítulo de transição para o próximo. Mas mesmo assim, espero que gostem! Tia Ly ama vocês ♥

Depois de escapar por pouco de muitos encontros com Undyne, graças a Sans, fomos parar no depósito de lixo, onde conhecemos um boneco muito estranho, que se machucava com seus próprios ataques, quando Sans queria dar um fim à luta, Napstablook apareceu e me salvou, nos convidou para conhecer sua casa, visitamos a fazenda de caracóis dele. Seguimos caminho, Sans disse que teria que resolver algumas coisas nas estações de vigia, mas que voltaria logo, ele achou que nada aconteceria comigo, já que o pequeno monstrinho, que se apresentou como Timmy estaria comigo. Mal ele sabia que estaria errado.

Depois de muito tentar evitar, acabei tendo que confrontá-la.

Undyne era peculiarmente bela, depois de tirar o capacete de sua armadura, pude finalmente perceber, ela tinha uma pele azul, que contrastava com seu longo cabelo vermelho e selvagem. Ela tinha um tapa-olho em seu olho esquerdo, ela era muito alta, mais alta do que Sans, talvez da mesma altura de Papyrus.

A luz de minha alma se tornou verde esmeralda, e eu não conseguia me mover, mas conseguia criar uma espécie de escudo com meus braços, bloqueando seus ataques, porém eles ficavam mais e mais rápidos, as lanças me atingiam, eu sentia a dor percorrer todo o meu corpo. Eu morri muitas vezes nessa luta, mas fui me adaptando ao seu jeito de lutar, mesmo querendo minha alma mais do que tudo, ela era uma pessoa honrada, que queria lutar de igual para igual, as vezes sua magia enfraquecia, me permitindo fugir, mas ela me alcançou uma dezena de vezes, uma delas por culpa de Papyrus que me ligou exatamente quando eu estava correndo, dar atenção a ligação me fez diminuir o passo, sendo alcançada novamente, ele tinha boas intenções, ele queria que eu ficasse amiga de Undyne, COMO SE ELA ESTAVA ME PERSEGUINDO, TENTANDO ME MATAR? Tive vontade de gritar isso para ele, mas ele não tinha culpa.

Consegui fugir uma última vez, dessa vez eu iria correr como se não houvesse amanhã, avistei ao longe, uma estação de vigia, onde Sans estava, dormindo. Gritei com todas as minhas forças.

— SANS! SOCORRO!

Mas nada aconteceu, ele não moveu nenhum músculo, porém algo pareceu chamar a atenção dela para a estação de vigia, e isso a atrasou, me dando vantagem na corrida. Eu fui percebendo a súbita alta de temperatura. Estava na entrada de Hotland. Undyne andava cada vez mais devagar, como se sua armadura se tornasse cada vez mais pesada. Ela caiu na ponte quase desmaiada, a poucos metros de mim.

Eu achei um bebedouro, e imediatamente peguei um copo com água e levei até Undyne, por que eu estava fazendo isso? Não tenho a menor ideia, mas eu não podia deixá-la daquela maneira.

— Aqui, tome um pouco de água.

Ela ao sentir a água em seus lábios foi recobrando a consciência aos poucos, aceitando a água que lhe oferecia, depois de tomar tudo, seu olho me encontrou, e uma expressão de confusão tomou conta de seu rosto.

— Por quê?

— Você é uma espécie de monstro peixe né? Eu não poderia deixar você definhando aqui.

Ela esboçou um pequeno sorriso, quase imperceptível, se virou e foi embora, sem mais me atacar, talvez o plano de Papyrus desse certo.

Encontrei um laboratório, mas segui para outro caminho, onde encontrei um barqueiro um tanto estranho, ele me levou até Waterfall, onde encontrei Papyrus, que me levou para um encontro com Undyne. Depois que ela nos recebeu, Papyrus pulou pela janela, nos deixando sozinhas, depois de um chá extremamente quente, uma aula de culinária desastrosa, e colocarmos fogo em sua casa, Undyne e eu ficamos amigas.

Voltei pelo barqueiro para Hotland, onde finalmente entrei no laboratório, conhecendo Alphys, nervosa e gaguejando, expressou seu desejo de ser minha amiga. Conheci Mettaton, um robô extravagante e melodramático, que fazia de tudo um grande show de tv. Alphys fez um upgrade em meu celular, e me entregou uns pacotes de miojo, para que eu levasse em minha jornada, a qual ela dizia que me guiaria.

Conheci e fiz amigos adoráveis em Hotland. Vulkins que só queriam palavras de conforto, ou um abraço, pelo qual umas queimaduras valiam a pena, um Tsundereplane, que só queria que eu me aproximasse, mas sem chegar muito perto. Pyrope, um monstro que só se dava por satisfeito se estivesse extremamente quente, o que não era difícil em Hotland. Acho que dei uma de cupido com dois membros da Guarda Real, pois os fiz confessar seus sentimentos.

Conheci Muffet logo em seguida, ela me prendeu em sua teia, me acusando de não gostar de aranhas, por mais que eu me debatesse e dissesse que ela estava errada, ela só se convenceu quando eu tirei de minha mochila, um donut de aranha, que eu tinha comprado das aranhas nas ruínas, o que claramente coincidiu com um telegrama enviado pelas aranhas, contando que eu as ajudei e que eu era uma boa pessoa. Muffet reconheceu o mal-entendido e me libertou, me deixando ir.

Encontrei Mettaton várias vezes, sempre com suas atuações dramáticas, gincanas, dignas de programas de tv, a única vez que ele quis lutar realmente contra mim, Alphys me orientou a usar o celular, que desencadeou lago estranho, a luz de minha alma ficou amarela, e minhas mãos foram envolvidas por uma magia amarela, que me permitia de disparar projéteis mágicos. Mettaton se deu por vencido, talvez rápido demais, não me liguei muito a esta informação, e segui meu caminho.

Sans me encontrou no Mtt Resort, onde ele me levou para jantar por um de seus “atalhos”, a leve tontura de quando ele me teleportava, ia passando aos poucos, ainda acredito que nunca me acostumaria com isso. A mesa de jantar, com pratos bonitos e bem servidos, enquanto uma música romântica tocava ao fundo, o que me deixava levemente encabulada.

Tivemos uma conversa bem direta e interessante, onde ele revelou que conhecia a Toriel, que tinha feito uma promessa a ela, onde ele me revelou, com suas órbitas negras, que se não fosse por sua promessa, eu provavelmente estaria morta, foi a primeira vez que realmente senti medo dele, apesar dele me mostrar que se ele nunca faria nada contra mim, uma vez que eu não fiz mal a ninguém e ainda conquistei seu coração. Terminamos o jantar, e ele disse que me acompanharia somente por parte do caminho, pois teria uma parte da jornada que eu teria que terminar sozinha.

Fui em direção ao Núcleo, onde conheci junto de Sans mais monstros interessantes, Sans observava como eu fazia amizade com eles facilmente, mostrando meu graveto para o Madjick, que me confundiu com um dos seus. O Grande Cavaleiro, rapidamente se sentiu confortável com uma canção de ninar, um truque de mágica recém aprendido para o Final Froggit e uma prece para Whimsalot, e todos me deixavam seguir, se adicionando aos meus amigos.

Cheguei finalmente ao final do núcleo, onde Sans se distraiu por um barulho que ele escutou, eu salvei e entrei na sala a minha frente, onde a porta se fechou atrás de mim, e eu escutava Sans e Alphys batendo e gritando na porta.

Enfrentei Mettaton, e seguindo as orientações de Alphys, consegui apertar o seu botão, o qual fez ele colapsar, soltando vapor pela sala toda, formando uma neblina, quando essa neblina se dissipou, eu vi a forma final de Mettaton, a luta foi muito difícil, eu morri algumas vezes, mas fui melhorando cada vez mais, fazendo a audiência aumentar, deixando Mettaton satisfeito. Ele terminou a luta e foi ouvir as ligações dos fãs, alegando que aquele seria seu último programa, pois ele seria uma estrela no mundo humano. O que ele não esperava era que seus fãs o sensibilizarem a ficar, e finalmente fiz amizade com o belo robô, ele me deu passagem livre para seguir em frente.

Conforme eu passei pelo Castelo, encontrei uma pequena casa, que se parecia muito com a de Toriel. Explorei a casa, encontrando um quarto com duas camas, um armário com roupas masculinas e femininas, de crianças de provavelmente uns 13 a 15 anos. Achei um presente em uma das camas, um pingente de coração dourado, que tinha uma foto de uma criança monstro, parecido com Toriel, e um a outra menina, muito parecida comigo, exceto por sua pele mais branca, e cabelo mais claro. Achei chaves que abriam as correntes da escada que me levaram até o corredor, que me levariam à sala do trono.

Conforme eu seguia, fui acompanhada por muitos monstros, que me constavam uma história triste, a história do primeiro humano que caiu, e do filho do Rei, e foi assim que conheci a história de Asriel.

Notas finais
Então? Esse capítulo confirma ou derruba muitas das teorias de vocês? Ou as mentém do mesmo jeito? Me contem o que acharam, se mudaram de ideia em relação a alguma teoria, sobre o alívio de eu finalmente ter dado um sossego na montanha russa de emoções. Mas não se espantem, pois o próximo vai ser arrazador! Ele já está quase pronto, e só falta a revisão, e será postado amanhã. Agora, alguém pelamor de Toriel poderia me mandar um mp me ensinando a colocar imagens nos capítulos? Sério, eu não sei fazer isso, tento colocar e fica só um quadradinho preto... ¬¬ Ajudem a Tia Ly