Notas iniciais
Olá! Espero que gostem do capítulo! Agora que estou de férias da facul vou postar com mais frequência!

[JACKSON KRANK]


— Ande logo Jinyoung!– digo, apressando meu irmão
— Já estou indo! – ele disse, correndo, passando pelo portã o do palácio
— Finalmente – eu dou um suspiro
— Mas por quê você quer tanto fazer isso? – ele perguntou, enquanto caminhamos até a cidade
— Todo mundo me acha fraco! – eu falei – Como vou poder assumir o trono, se o povo não me aceita?
— Jackson, “open your eyes” – ele disse – Você é filho único cara! Eu sou adotado, não tenho sangue real, e nunca te trairia .Quem mais poderia assumir no seu lugar? Seu pai não tem irmãos!
— Se isso vazasse para o outro lado, os Gut poderiam tentar nos dominar! – eu falo – Antes da guerra, os Gut e os Krank eram uma família só!
— Primeiro de tudo, como isso iria vazar? – ele perguntou, cético, enquanto passávamos pelo portão de entrada da cidade – Tem a porcaria de um portal separando a gente! Segundo, pelo que eu li, eles são o seres mais bonzinhos existentes, eles querem paz, não poder, por quê se meteriam nos nossos assuntos?
— Nha... – resmungo, porque mais uma vez, ele me deixou sem argumentos – Mesmo assim, qual a graça de ser rei, se o seu povo não gosta de você?
— Manda executar todos que se opuserem, simples – ele diz isso em uma simplicidade tão horrível que me faz arregalar os olhos de espanto – Viu? É por isso que falam que você tem coração mole!
— JACKIIIEEEE! – escuto a voz irritante de satanás atrás de mim, é Elane, minha “amiga” de infância
— Aaaah! – eu choramingo, sem paciência – O que você quer, primogênita de Lúcifer?
— Jackie! – ela diz manhosa – Seu pai me pediu para mandar essa carta pra você, ele disse que você saiu muito rápido e que não deu tempo pra ele discutir isso com você
— Me dá logo isso, então – tomo o envelope da mão dela – Pode ir embora agora
— Ah, Jackie! – ela diz, manhosa – Você quer ir no cinema comigo? A gente podia se divertir
Anos se passaram, e essa menina ainda tem a mesma cara-de-pau! Sabe quantas vezes eu já dei fora nela? Centenas! E eu não estou brincando! Ela é incrivelmente persistente... :
— Elane, eu já disse uma vez, e vou falar de novo – eu suspirei – Eu não estou interessado em você, e nunca vou estar! Quando você vai entender isso?
— Hum! – ela choramingou – Você vai ver, um dia a gente ainda vai casar! – e sai, pisando duro.
— Sério cara – meu irmão fala – O que essa garota viu em você?
— O que ela não veria em mim? – falo, meio sarcástico – Mas confesso que não entendo toda essa obsessão por mim.
— Você é o príncipe herdeiro – ele falou
— Eu sou o príncipe de coração mole – eu revido

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Estamos chegando a Árvore do Limite, vamos ver se meu plano funciona, pretendo atrair um cidadão de Feenland, para poder sequestrar ele:
— Você vai realmente fazer isso? – perguntou Jinyoung
— Por quê? – eu fiquei meio surpreso – Agora você ficou de coração mole também?
— É que... – ele parou um pouco – Essa é a única época do ano em que o portal fica aberto, cerimônias e festas importantes são realizadas lá, e se acontecer alguma coisa? Ou pior, se alguém descobrir, como fica nosso tratado de paz?
— Por favor! – eu falei – Só vamos assustar o camponês um pouco, depois apagamos ele, e jogamos ele de volta no portal, simples, ele vai pensar que foi um sonho.
— Okay então – ele concorda – Mas ande rápi... Não é melhor você ler a carta que o seu pai escreveu?
— É verdade, já estava me esquecendo dela.
Abri o envelope:
“Filho, existe algo muito importante que quero conversar com você. Você é o príncipe herdeiro, e pretendo passar meu trono à você muito em breve. Já tem 22 anos, e conhece nossas tradições, você terá de se casar para poder assumir o trono, e eu já escolhi sua noiva. Você vai se casar com uma Gut, mais precisamente, com a filha mais nova do Rei Misty. Vocês terão um encontro semana e vem, se conheçam bem, pois o casamento de vocês será antes do verão acabar, ou seja, antes do portal se fechar.”
— É O QUE?! – eu grito, supreso
— O que foi? – disse meu irmão – O que está escrito ai?
— Leia você mesmo – dei a carta para ele, que arregalou os olhos quando leu
— Seu pai vai realmente casar você com o inimigo? – ele perguntou – A rainha de Dunkelheit vai ser uma Gut?! Isso não pode estar acontecendo...
— Mas está...
— Vamos logo atrair aquele camponês – disse Jinyoung – De repente fiquei com uma raiva de Feenland.


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— Está ouvindo esse barulho? – perguntou Jinyoung – Funcionou, acreditaram que era uma criança chorando haha
— Você realmente deveria ser ator cara – eu falo, dando uma risada
Esperamos mais uns segundos, então , de repente um corpo foi jogado para fora da rachadura e capotou no chão. Chegamos mais perto para ver, era uma garota, a pele dela era branca, e seus cabelos longos, platinados e ondulados, estava usando uma coroa de flores azuis, e uma capa de ceda branca, bordada com enfeites de cor prata. Ela era muito linda, estava desmaiada:
— Jinyoung – eu chamei ele – Como a gente vai acordar ela?
— Deveria estar se perguntando como a gente vai fazer para apagar ela depois! – ele disse – Vai bater nela, é?
— Lógico que não – eu falei – A pena aqui para quem espanca mulher é perpetua, e eu sou um príncipe.
— Então o que a gente vai fazer? – ele perguntou
— Podemos fazer perguntas pra ela – eu falei – Vou me casar com a princesa dela, preciso saber como eles são.
— Hmmm – ouvimos um gemido, era ela, acordando, ela abriu seus olhos, e me surpreendi ao ver que eram de cores diferentes – Onde eu estou? – ela perguntou, se sentando com um pouco de dificuldade
— Você está em Dunkelheit – disse o Jinyoung, meio indiferente
Quando ele disse isso, ela começou a se empurrar para trás, bem rápido, até bater no tronco da Árvore do Limite, ela estava com uma cara assustada:
— D-Dunkelheit??? – ela se perguntou – ARG, eu vou acabar com a Daedy!
— Acabar com quem? – eu perguntei
— Não é da sua conta – ela revidou, de forma meio ríspida
— Nossa – disse Jinyoung – Achei que o povo de Feenland era amigável e gentil...
— Nós somos gentis uns com os outros, é lei – ela disse – Mas ninguém nos fala para sermos gentis com traidores!
— Opa, opa, opa! – eu falo – Traidores são vocês!
— Escolher um reino de paz e tranquilidade é ruim, mas escolher um reino de poder e guerras é bom? – ela pergunta, cética – Tá bom...
— Isso não importa – diz Jinyoung – Quem é você?
Nesse momento, vimos outro corpo voando para fora da rachadura, e capotando no chão. A garota foi correndo para ver quem era, diferente dela, a menina não desmaiou:
— Ai meu Deus! – disse a platinada – Amiga, você tá bem? Se machucou?
— Calma – disse a morena – Eu estou legal e...
Nesse momento, o olhar da morena se encontrou com o olhar do Jinyoung, ambos se espantaram, pareciam estar em estado de choque:
— VOCÊ!!! – gritaram ao mesmo tempo


[JACKSON KRANK]

Notas finais
Espero que tenham gostado!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.