Notas iniciais
Primeira one, peguem leve.Espero que gostem,Beijos.

Durante esses dois últimos anos, sempre me perguntei o porquê de certa garota me chamar tanto a atenção. Certa ruiva Weasley, para ser mais exato. Achava que era pelo simples fato de ela ser uma a mais inteligente da classe, de sempre tirar dez, de ser meio reservada, ou até de ser considerada estranha, por nunca participar de festas para estudar.

Já seu primo e meu melhor amigo, Albus Potter, era seu contrário, descontraído, festeiro e galinha. Segundo muitos, a cópia do avô.

Era exatamente por isso que eu o estava arrastando comigo nesse verão para um show que eu mesmo já estava sendo arrastado pelos meus pais, pelo simples motivo de acharem que eu não aproveitava minhas férias de verão.

De qualquer forma, chegamos ao local lá pelas oito da noite, mal tivemos tempo de andar pela cidade. Perto dos dez horas, meus pais, Albus e eu estávamos saindo do hotel para ir ao tal show. Ótimo. Na verdade, até seria legal, se meus pais não estivessem comigo e sim meus amigos.

Ao chegarmos à praia, o espaço já estava lotado, o que dificultava a caminhada, mas mesmo assim, continuei, continuei a andar olhando, de vez em quando, o céu estrelado e para a lua cheia que se erguia no local. Chegando perto do palco, vi que certo grupinho estava mais animado que todo o resto – eles riam mais, brincavam mais, conversavam mais.

No meio desse grupo, vi uma garota que reconheceria em qualquer lugar por seus cabelos extremamente loiros conterem uma mecha vermelha do lado direito da cabeça. Dominique Weasley, mais conhecida como a prima gata do Albus. E, ao lado dela, se encontrava ninguém menos do que Rose Weasley, que comia animadamente um churros. Pelo visto, ela não era tão estranha assim.

Rose vestia um short jeans colado de lavagem escura e uma blusa regata branca, que apesar de solta, realçava suas curvas e mostrava seus ombros pálidos salpicados de sardas. Seus cabelos ruivos e brilhantes estavam presos no alto da cabeça com a franja caída em seus olhos azuis tão claros quanto o céu aberto. Assim que ela me viu, olhou-me com curiosidade, recebendo em troca, um olhar confuso da minha parte.

“Vejamos se não é a nerd Weasley!” gritei ao me aproximar.

“Vejamos se não é o Malfoy arrogante!” assim que ouvi suas palavras, um sorriso se formou involuntariamente em meus lábios, o que, aparentemente, deixou a Wealey mais do que irritada.

“Rose, vamos pegar bebidas?” ouvi Albus, que estava ao meu lado, chama-la.

“Pode deixar que eu vou com ela, Albus” falei enquanto lhe mandava uma piscadela. Ele me respondeu com um sorriso maroto.

“Acho que eu posso ir sozinha.”.

“Querendo ou não, sou um cavalheiro, Weasley, e, apesar de certamente te achar inteligente para fazer isso sozinha, nunca iria deixar uma dama desacompanhada.”

Após meu comentário, ela corou fortemente e deu um pequeno sorriso. Ela andou ao meu lado, nunca falando muito, mas também nunca deixando um silêncio constrangedor se instalar.

“Por que você faz isso, Malfoy?”.

“Isso o que, Weasley?”.

“Fica por perto, mas nunca se aproxima; provoca-me, mas consegue ser fofo...”.

“Então você me acha fofo, Rose? Lembre-me de usar isso depois.”.

A ruiva nem se deu o trabalho de me responder, simplesmente revirou os olhos, fechou a cara e apressou o passo. Ao chegar perto das barracas que as bebidas eram vendidas, ela pegou um refrigerante para ela e um para sua outra prima, Lily Luna, logo me mandando levar algo para Dominique e sem esperar nenhuma resposta, saiu andando pela multidão.

Eu fiquei encarando o local onde ela desapareceu por entre as pessoas com cara de besta até que a atendente da barraquinha me chamou e perguntou se eu queria algo. Peguei bebidas para mim e para Domi, como Rose havia pedido, mas quando estava no caminho de volta, achei Teddy Lupin, que terminou me arrastando com ele para comprar churros para sua namorada, Victoire Weasley.

Quando finalmente voltamos, todos estavam dançando de acordo com a música, que tinha batidas ritmadas e viciantes. Entreguei o copo para Dominique, que se aproximou e começou a dançar sensualmente na minha frente. Ela me olhava com a ironia estampada no rosto, fazendo-me dar um sorriso extremamente malicioso, apesar de saber que ela não queria nada comigo.

Domi se afastou e puxou a Weasley para dançar, que tentou se esquivar, mas sem sucesso. Na hora, achei que ela não sabia dançar, pois, nunca foi do tipo que ia para festas. Mas, novamente – e em uma só noite –, a ruiva provou que eu estava errado. Entre aquela “rodinha”, ela, Lily e Domi eram de longe as que dançavam melhor.

Subitamente, a banda que fazia o show mudou o estilo das músicas. De extremamente animadas para totalmente lentas. Victorie logicamente começou a dançar com Teddy, Fred II foi atrás de sua irmã, Roxanne, Albus pegou Rose, Dominique puxou Hugo e eu terminei indo atrás de Lily, o que gerou gargalhadas, já que ela era mais de uma cabeça menor que eu.

Lily dançava bem, mas nós dois juntos não demos certo. Quando ela ia para um lado, eu terminava indo para o outro e quando ela voltava para perto de mim, eu sem querer batia meu joelho em sua perna ou ela pisava no meu pé; ela não relaxava, não se deixava levar. Albus se solidarizou de mim e puxou sua irmã para dançar enquanto eu puxava uma Rose com um olhar nada amigável para perto de mim.

A ruiva também dançava muito bem, apesar de todo seu esforço para pisar em meu pé. Com sua proximidade, reparei melhor em seu rosto sardento, em seus olhos azuis e em seus cabelos vermelhos como fogo. Ela fechou os olhos e pareceu esquecer tudo a sua volta, abriu um pequeno sorriso e passou a se mover mais levemente em meus braços. Também sorri com a cena. Eram raras as vezes que eu a via se entregar aos momentos e aproveitar a sensação que eles traziam. Não que eu prestasse muita atenção nela.

Dançamos mais ou menos três músicas seguidas antes que ela pedisse para pararmos. Já havia perdido meus pais de vista há muito tempo e dava graças a Deus por isso, ou minha mãe passaria o resto das férias de verão falando sobre a linda garota que eu havia dançado em tal show. Fiquei confuso pelo modo que o adjetivo ‘linda’ se aderiu automaticamente a Rose.

“Sabe, eu também tento te entender.” gritei tentando puxar assunto com ela.

“Consegue?” ela precisou gritar para sua voz não ser confundida com a música, que voltara a ter batidas empolgantes, levando todos a dançar animadamente.

“Na maioria das vezes não!” exclamei com um sorriso.

“Também não te entendo.”.

“Então estamos quites.”

Não entendia o porquê, mas ela me despertava curiosidade de um jeito que ninguém mais fazia. Ela era imprevisível, independente e mimada, mas também conseguia ser meiga, carismática e simpática com quem ela queria. Não entendia isso, não entendia como uma pessoa poderia ter comportamentos tão diferentes ao mesmo tempo. Não entendia o que ela despertava em mim, mas tinha certeza que o sentimento era bom.

Cada passo que nós dávamos, nós nos aproximávamos mais do mar e com isso, uma ideia estalou em minha cabeça. Talvez para chamar sua atenção, não sei, apenas sei que me arrependerei amargamente de colocar minha ideia em prática.

Vi Rose a minha frente e passei a correr atrás dela, que quando viu minha aproximação, correu o mais rápido que pôde. Logicamente, eu sou muito mais rápido que ela, já que fazia esportes, então assim que cheguei muito perto, fui para seu lado e coloquei meu pé no meio de seu caminho, fazendo-a cair.

Não deu muito certo.

O plano seria apenas ela cair, mas quando Rose se desequilibrou, procurou apoio em mim e terminei caindo junto com ela. Como eu estava em cima dela, todo o peso do meu corpo estava depositado na ruiva, portanto procurei me apoiar na areia. Eu poderia ter saído de cima dela, mas algo me fazia querer ficar por perto, não sabia exatamente o que era, mas era aquele sentimento bom, que me fazia ser o meu melhor perto dela.

Senti seu olhar sobre mim, examinando meu cada detalhe do meu rosto. Meu olhar também vagava pelo seu rosto. Reparava em cada sarda na sua bochecha; na sua íris tão azul quanto o céu aberto, no cabelo longo e ruivo espalhado e agora misturado com areia; nos lábios rosados; em tudo. Aproximei-me ainda mais, colei nossas testas e rocei meus lábios nos dela. Ela lentamente fechou os olhos e eu iniciei o beijo. Foi um beijo calmo, mas ela logo teve que estragar a calmaria com um tapa estralado em meu rosto. Automaticamente levei minha mão á bochecha, que estava quente e provavelmente vermelha, enquanto ela me encarava com os olhos azuis esbugalhados.

“Sai de cima de mim!”

“O.K., calma! Precisava me dar este tapa?”

“Você me beijou! Queria o que? Que ficássemos abraçados na beira da praia? Uma Weasley e um Malfoy? Meu pai iria amar isso!”

“Quem liga para o que seu pai pensa?”

“Eu ligo! Ele é MEU pai!”

“E agora você é a santa que sempre obedece o papai, que nunca faz nada de errado, ‘A certinha’, não é mesmo, Weasley?” gritei em plenos pulmões, vendo seus olhos furiosos e seu rosto mais vermelho que seu cabelo “Admita apenas uma vez que você gostou. Você é uma adolescente e não uma marionete dos seus pais!”

“A única marionete aqui é você, Scorpius!” Ouvi meu nome ser pronunciado com grande nojo, como se não suportasse mais me ver.

A expressão em seu rosto mudou, não era mais de raiva ou de fúria. Era de mágoa. Talvez eu tenha ido um pouco longe demais metendo seus pais na nossa discussão. Ou talvez ela seja tão mimada que não suporta nenhum tipo de crítica, então além de estranha, a Weasley também era mimada.

Ela se virou rapidamente e marchou de volta para onde seus amigos estavam. Assim que já estava a uns passos de distância, não resisti e gritei, chamando sua atenção:

“Acho que você se engana sobre isso, Rose. Nunca deixaria de lado algo que eu gosto por culpa dos meus pais! Já você...” agora, as palavras saiam da minha boca sem permissão.

“CALA A BOCA! Eu não perguntei sua opinião, muito menos quero saber da sua vida. E já que você se acha tanto o dono de você mesmo, por que não vai cuidar da sua vida e me deixa em paz?!” É, eu definitivamente tinha ido longe demais, mas o orgulho tomava conta de mim, me impedia de apenas deixa-la ir ou de tentar recuperar a calmaria do momento anterior.

“Talvez eu faça isso mesmo, Weasley.”

Ela me ignorou e saiu. Odeio quando me ignoram, mas aceitei e sentei em uma pedra que se encontrava perto. Fiquei observando o mar por um bom tempo, até que Albus chegou com Domi em suas costas, os dois dando gargalhadas.

“E ai, pequeno Scorp?” ouvi a voz suave de Domi perguntar.

“Oi, Domi. De novo.”

“Posso saber quem quebrou o coração do meu loirinho?” tive que rir. Dominique sempre foi bem humorada, sempre tentando alegrar todo mundo.

“Não ‘tô com o coração quebrado, Domi.”

“Sei. E eu estou namorando o Albus.”.

“Sério?!” perguntei com entusiasmo, todos sabiam que eles ficariam juntos, menos eles mesmos.

“Claro que não, idiota! Eca!” enquanto falava, Dominique fazia uma cara de nojo estranha, fazendo eu e Albus rirmos.

“Vocês não vão voltar para o show?”.

“Provavelmente não. As músicas estão chatas.”.

“Quem são aqueles que estão vindo ali?” perguntei confuso, não é todo dia eu um grande grupo de adolescente sai de um show por que está ‘chato’.

“Os Weasley’s, querido.” Dominique disse atrás de mim.

Logo notei que todos eles corriam em direção ao mar. Doidos. Domi correu até eles fazendo com que Albus corresse também e a pegasse no colo, levando-a para o mar. Podia-se ouvir os gritos agudos de Domi, apesar de saber que ela estava provavelmente gostando do que acontecia, principalmente de estar nos braços do moreno.

Corri meu olhar sobre todos eles e senti falta de uma ruiva dos olhos azuis. Ao procura-la, vi que a mesma se encontrava na areia, sentada, e provavelmente, observando as estrelas. Aproximei-me devagar, tendo certeza que sua primeira reação ao ver-me, seria me expulsar dali. No entanto, ela simplesmente me ignorou completamente.

“Oi, ruiva.” falei recebendo apenas o silêncio como resposta “Me desculpa? Não queria ter dito o que eu disse.”.

“Mas disse.” ela respondeu secamente.

“Mas não queria ter dito!” falei enquanto me abaixava e sentava ao seu lado.

“O.K. Malfoy, eu te desculpo, mas não pense que é por isso que nós vamos virar amiguinhos ou mais.”.

“Como se eu fosse querer algo a mais com você, Weasley.”.

“Não parecia essa a sua opinião há algum tempo atrás, Malfoy.”.

Abri e fechei a boca diversas vezes, mas as palavras fugiam da minha mente. Nenhuma resposta parecia decente de se falar.

“Não vai entrar no mar?” decidi perguntar depois de algum tempo em silêncio.

“Não.” ela respondeu simplesmente.

“Por que não gosta ou por que não quer?”

“Não lhe interessa.”.

Levantei-me e tirei a areia que tinha se acumulado em minha bermuda, e sem querer, derrubando areia em cima da ruiva também. Ela me repreendeu com o olhar, mas logo voltou a observar o mar com um olhar perdido. Enquanto estendia a mão para ela se levantar também, uma ideia se passou em minha mente, e com um gesto rápido, eu a coloquei em prática.

Tirei minha camisa e meus tênis, vendo-a observar cada movimento meu. Gostava quando ela fazia isso. Cheguei perto dela e a joguei em meu ombro, tendo direito a gritos, protestos e ameaças de morte. Seus chinelos já não estavam em seus pés, então simplesmente corri para o mar com ela em meus ombros.

Durante todo o caminho, ela gritou, esperneou e me esmurrou, mas em nenhum momento eu a soltei. Quando finalmente estávamos no fundo eu mergulhei e a soltei, subindo logo em seguida.

Logo depois, ela subiu, se apoiando em mim para não afundar, pois não conseguia tocar a areia. Um sorriso malicioso brincava em meus lábios e uma estranha vontade de me aproximar dela tomou conta de mim. Segurei-a mais forte pela cintura e aproximei meu rosto, mas novamente, ela tinha que estragar tudo e me dar mais um tapa na cara.

“O que você fez?!” ela falou pausadamente. Tinha a raiva estampada em seus olhos azuis, que agora estavam escuros.

“Acho que eu te trouxe para o mar!”.

“Eu disse que não iria vir!”.

“Como se você tivesse escolha.”.

“Eu tinha! E resolvi não entrar no mar, mas você nem isso respeita! Como consegue ser tão idiota?”.

“Eu realmente não sei. A culpa é sua!” exclamei enquanto a soltava, fazendo com que ela afundasse um pouco e segurasse nervosamente em meu braço, arranhando levemente sem querer, deixando-me arrepiado.

“Minha?! A culpa de você ser idiota e babaca é minha?!” ela perguntou incrédula.

“Sim. Sempre que você está perto, eu fico assim. Então a culpa é sua!”

“Assim como?” a ruiva perguntou cautelosamente.

“Como um grande idiota que não sabe o que fazer! Parece que eu nunca cheguei perto de uma menina.”

Sua boca, que agora estava roxa pelo frio, se abriu e fechou várias vezes. Eu havia a deixado sem palavras, um milagre em minha opinião. Sua respiração ficou pesada e ela virou o rosto, não me deixando ver sua expressão.

“Ruiva, eu realmente não sei o que é isso.” Na verdade eu até tinha um palpite, mas era impossível. Eu não podia estar...

Eu apenas observava suas reações. Agora, ela já me encarava com uma expressão indecifrável. Por mais que eu tentasse, não conseguia passar muito tempo sem o meu olhr focado em seus lábios.

Terminei não resistindo. Me aproximei ainda mais e rocei nossos narizes; uma de minhas mãos se encontrava afundada em seus cabelos molhados e a outra segurava fortemente sua cintura.

“Scorpius...” ela falou em um sussurro.

“Shh!” disse e rapidamente a calei com um beijo calmo e demorado.

Quando ficamos sem ar, eu me afastei um pouco e fiquei observando seu rosto. Seus olhos continuavam fechados e sua boca estava entreaberta. Ela abriu os olhos e me encarou; pareceu hesitante.

“Não devíamos ter feito isso. E-eu preciso ir!” ela se soltou de mim e nadou até a parte rasa.

Naquele momento eu soube o que era aquele sentimento. Eu estava apaixonado por Rose Weasley, e eu definitivamente não podia deixa-la ir embora.

Nadei até a beira e fui até ela, que procurava suas sandálias sem muito sucesso. Segurei-a pelo pulso e instantaneamente, ela se virou. Seus olhos me interrogavam silenciosamente e de repente, todas as frases que estavam formuladas em minha mente desapareceram. Abri e fechei a boca várias vezes até ter algo decente para falar.

“Por que você me afasta?” perguntei curioso.

“Eu não te afasto. Apenas não quero criar mais confusão ainda entre as nossas famílias.” Enquanto falava, ela olhava para todas as direções menos em meus olhos.

“Rose, eu duvido que seu pai ou sua mãe consigam impedir você de fazer alguma coisa. E você é a princesinha deles, eles não vão fazer nada que vá te magoar.” falei desesperadamente enquanto acariciava levemente sua bochecha com a mão.

“Como você pode ter tanta certeza?” ela perguntou insegura.

“Tendo.”

Solto seu pulso e seguro sua nuca delicadamente. Ela passa seus braços pelo meu pescoço, fica na ponta dos pés e me beija. Vejo nos olhos dela que ela ainda está hesitante quanto a tudo que eu disse, ainda não está completamente convencida.

“Scorpius...” ela me chama baixinho enquanto esconde o rosto na curva do meu pescoço.

“Fala.”

“Desde o ano passado, eu venho me sentindo estranha também em relação a você, não sei o que significa, mas tenho medo de você não se sentir do mesmo jeito.”

“Eu estou apaixonado por você, Rose.” falo com a expectativa estampada em meus olhos.

Em resposta ela me beija novamente. Naquele momento tive certeza dos meus sentimentos. Sabia que nenhuma rixa entre famílias iria me manter longe dela. Nada iria me manter longe dela.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Coementem, recomendem, favoritem, façam críticas e me deem sua opinião(não pedi quase nada, sabe?!).Beijos. Grupo de Harry Potter no Facebook: https://www.facebook.com/groups/364080653778226/
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!