Under The Sakura

15 Unlucky day ...


Notas iniciais
Oii! Eu voltei!! Ah..enfim...obrigada pelos comentários anteriores e desculpe pela demora. Bem hoje o capítulo vai ser meio....hum...não sei como dizer.. Posso afirmar que vai ter beijo...e bem depois de hoje...vocês vão querer minha cabeça no chão rodeada de sangue. Espero que não me matem. Obrigada pelo comentários novamente. Desculpe Boa leitura meus guaxinins!

Novamente aqui. Deitada em minha cama, observando o céu nublado pela janela de madeira escura.
Ironicamente me sinto muito mais confusa ápos tentar encontrar respostas concretas para esse sentimento extremamente confuso. Depois daquela conversa....me sinto tão patéticamente confusa.
É tão tedioso tentar achar uma conclusão.
Não irei saber o que fazer quando encontrá-lo na escola, encontrá-lo nos ensaios...e passar a tarde inteira com ele arrumando as salas para o festival próximo. Preciso tanto pensar no que fazer...no que falar. Pareço aquelas meninas fúteis de progamas baratos na TV.
Mas...eu simplesmente não consigo parar de pensar na possibilidade de saber que posso estar gostando de um garoto que conheci em menos de um mês.
Sentir isso novamente está fora de cogitação.
Amar dói tanto, tenho experiéncia própria.
Primeiramente aconteceu no primeiro ano do ensino médio em Tokio.
Me apaixonei pela pior pessoa...pela pessoa que nunca imaginei que namoraria. Namore com ele por um mês inteiro. E depois descobri que ele nunca quis meu amor.
Me senti em cacos, e foi difícil juntá-los.
Agora isso pode acontecer novamente.
Me dediquei tanto em meus estudo para esquecer isso. Acabei me tornando fraca demais para não poder resolver essa questão de novamente amar.
Sabe...
Percebo que com ele é diferente. Sempre tentando me manter forte, mas...quando estou com ele, meu mundo desmorona.
Mas...me sinto segura, como nunca me senti com outra pessoa tirando minha fámilia.
Ah!!!
Eu vou acabar elouquecendo!

•---------------------------------------------------• Quebra de tempo •-----------------------------------------•

Fiquei a noite inteira pensando em uma solução.
Acha que eu consegui?
Não, como esperado.
Odeio devinitivamente ficar confusa.
Mas acho que é o efeito do domingo que caio sobre mim.
Estou apenas com a cabeça deitada na mesa da cozinha tentando pensar.

Com tudo enlouquecendo em minha cabeça, felizmente alguém me puxa para realidade.

– Juvia, como está querida? — diz minha Tia sentando em meu lado colocando a simples caneca roxa na mesa de madeira.

– Yoo Tia...não, não estou bem. Definitivamente hoje e o dia mais patético da minha vida.

Após minha grande declaração de depressão profunda, ela apenas pega sua caneca, toma um gole e coloca a cabeça deitada na mesa como eu.

– Me diga o que te aflinge.

Suspiro profundamente e começo a falar:

– Sabe Tia... Estou com um sentimento confuso me preenchendo. Quando estávamos na praia na sexta, tive uma conversa com meu amigo. E aquilo está me atormentando o fim de semana inteiro.

– Hum...desabafe.

– Dizia ele que estou gostando do seu irmão. -falo com o rosto queimando.- E...eu não consigo mesmo saber o que fazer se isso é verdade.

Ela se levanta, coloca a caneca na pia, e fica me observando da cozinha americana de nossa casa.

– Oh...você está gostando do tal....Gray Fullbester!?

Levanto-me da cadeira com o rosto queimando e meio desnorteada. Não conseguia acreditar que ela saiba disso. Eu não fui discreta? Ah...se for isso quando ele olhar na minha cara ela vai descobrir!
O que eu faço!?
Ai meu deus...não! Como eu não comsigo guardar isso dentro de mim sem ser discreta..
Eu sou uma ba..

– Juvia?- fala uma voz grossa atrás de mim.

Me viro e vejo..

– O-onii-chan o que se ta fazendo aqui. — falo caindo para trás assustada.

Ele me olhou sério sem nenhum reação. Continuei caída no chão o olhando de desesperada implora do que ele tivesse um crise de surdez na hora.

–É verdade!?- fala minha Tia animada.

– I-iie e tudo mentira...era só uma brincadeira. — falo sem graça. – Eu só queria saber o que vocês fariam....era um teste.

Após minha grande "explicação" ele continuou me fitando com um olhar sério. Engoli seco e subi para meu quarto correndo me trancando.

Sabe de uma coisa! Eu não quero saber de amor. Está tudo normal...quando chegar na escola vou ser normal e cumprimentar. Só! Simples.
.....
Eu não vou conseguir fazer isso...estou ferrada.
Tomáre que ele seja lerdo o bastante pra não perceber nada.

–----------------No dia seguinte----------------------

Já estava na escola. Com um sono do cão.
Havia passado a noite inteira escrevendo um letra que simplesmente me atormentou o tempo inteiro.
Consequência:
Esta na terceira aula, e eu fingindo que estou estudando de cabeça baixa.
Passou alguns minutos depois de uma explicação e já podia escutar a sala sendo deixada pelos alunos desesperados pelo recreio.
Com muita dificuldade me levantei e fui a encontro das meninas.
–Ohayo Juvia-chan! — fala a pequena azulada muito animada.
– Ohayo...
– Está cansada Ju-chan? — fala a loia que aparece atrás de Levy.
– Sim..passei a noite inteira escrevendo. — falo entregando o papel e novamente colocando a cabeça na mesa.
Elas analisaram, leêram, riram e ficaram com os olhos brilhando.
– Ah Sugoi! Que letra! Eu amei! A gente vai cantar essa não é?- fala Levy.
– Hum..pode ser.
Fiquei o da inteiro desanimada e confusa. Não consegui pensar em nada e por incrível que pareça não encontrei o Gray e lugar nenhum. Todos os meninos estavam estranhos.
Observando a escola pela janela, já podia ver alguns pingos de água decendo e colidindo com o chão, formando uma dança. Pela primeira vez me senti bem com a chuva.
E ela me fez decidir ir falar com o Gray hoje de tarde. Finalmente vou esclarecer tudo.
Estou com um peso nos ombros..mesmo que esse não seja mesmo meu sentimento e só preciso contar pra ele.
Passei longos momentos na aula pensando em que palavras iria dizer...e que possíveis reações ele iria apresentar. Pensei em cada milímetro..menos de como agir.
Cheguei fora da escola procurando o Gray, andei metro e metros o procurando quando o vejo em uma lanchonete.
Corro até lá mas sou barrada por um certo pratiado.
– Yoo Ju-chan!
– L-lyon gomen...eu preciso falar com uma pessoa. — falo tentando passar até o Gray.
Ele me puxa pelos braços com uma certa força. Percebo que Gray começa a se levantar, e com um certo desespero tento me soltar.
Ao em vez disso...
Sou beijada.
Sem reação só conseguia ouvir a chuva. E pensar que estava sendo beijada pela pessoa errada. Eu gosto do Lyon mais não desse jeito eu não aguento saber que o Gray está vendo isso. Só consigo vê-lo atravessando a rua.
Com muito desespero me separo de Lyon indo rapidamente em direção ao Gray. Sem prestar atenção em nada.
Escutei um barulho de freiáda e de uma batida. E só pude perceber um dor grande atingindo-me e uma voz perdida me gritando. Tudo ficou escuro, apenas um vermelho foi visto pela minha visão turva.
Tudo está passando como um filme.
Ah...
Que dia de azar.

Notas finais
Eai? Ruim? Bom? Vocês querem me matar né? Sim eu sei. Me perdoe gente! T^T Até o próximo (acho..) Bye!