Notas iniciais
Olá! Voltei! Eh! Desculpe não ter postado mais cedo pessoal, estava meio triste com a vida sabe. Enfim...espero que gostem desse capítulo! Obrigada pelo apoio de vocês! Bjos Boa leitura!

– Não fique ansiosa, não é nada de importante.

– Ah, claro pode falar.

– Bem...o Gray me contou...

Quando escutei esse nome lentamente virei minha cabeça para baixo, estava um pouco culpada de ter tratado ele daquele jeito ontem. Mas o que será que ele contou?

– Sabe, ele nós falou que te escutou cantar algumas semanas atrás na sala de música...

Olhei para ele com um pouco de raiva. Que legal, agora todo mundo descobriu, fofoqueiro de uma figa des....

– E...a gente queria muito que você cantasse no festival da escola.- exclamou Natsu, segurando minha mãos com brilhos nos olhos.

Acho que fiquei vermelha na hora, senti meu rosto esquentar. Não consigo imaginar eu em cima de um palco cantando. E vergonhoso.

– O-o-o-o que você está falando! Eu nunca ficaria em cima de um palco cantando pra escola inteira.... – digo virando a cara.

– Onegai Juvia! Seria tão legal, a gente formar uma banda! – falou Lucy, fazendo biquinho.

– Hum, desiste Lucy, essa dai nunca iria aceitar uma coisa dessa. Ela não em coragem.- dizia Gray se levantando.

Sabe, nunca pensei que ele fosse frio desse jeito, já esperava isso depois de como o tratei.

– Gomen.- disse em um pequeno sussurro, abaixando a cabeça.

Todos me olharam assutados e preocupados, inclusive o Gray. Me levantei e disse:

– Gomen minna. Como o Gray disse eu não tenho coragem. – disse tentando dar um pequeno sorriso. – Fico muito feliz que você tenham vindo me visitar, mas acho que vou descansar um pouco mais, não estou me sentindo bem.

Sai, andando lentamente, sentindo o peso dos olhares em cima de mim. Subi a escadas, e me tranquei no quarto. Escorreguei minha costas na porta, abraçei meus joelhos e abaxei minha cabeça.

Acho que eu deveria parar de tratar mal a pessoas que gosto, não faço por mal, acho que é só medo de perde-las. Depois que aquilo aconteceu com meus pais, não sei se conseguiria passar por isso de novo. Estou escolhendo um caminho onde estou me afundando a cada segundo, onde não consigo ver a luz. A luz que me aquece, mas eles me fazem me sentir tudo que sentia antigamente. Tenho que deixar esse meu passado ir, como um pássaro. Desculpa por tudo.

Sou meio emotiva as vezes, mesmo tentando esconder meus sentimentos, não quero que fiquem com pena.

Senti uma brisa passando em minha perna, uma coisa esbarrou nela suavemente. Levantei a cabeça, e vi a seguinte estrofe:

“Abandonada em um mundo de auto-negação,

Não há nada a perder, mas não há nada a ganhar

Quando você está lá esperando por destino para iluminar o caminho

Este é o nosso destino

Tenha fé em mim

A interminável longa noite chegou ao fim.”

Peguei o papel, e joguei pela janela. Me joguei em cima da cama, colocando o braço em cima da cabeça. O sono, bateu, e adormeci daquele jeito.

–--------- Quebra de tempo --------

Acordei toda descabelada, numa posição horrível. Fui ao banheiro, fiz minha higiene pessoal e coloquei meu uniforme. Sai do banheiro e fui pegar minha bolsa, para descer.

Descendo a escada lentamente, indo de novo a direção a cozinha. Sentei na mesa, e apoie minha cabeça na mesa, esperando o Onii-san dizer algo como todas a manhãs.

Não, ele simplesmente colocou o prato na mesa e começou a comer.

– Onii-san, fiz algo? – perguntei um pouco desanimada.

– Não eu simplesmente não quero ir pra escola.

– O que aconteceu ontem quando eu sai?

– Bem, eu meio que tive o desentendimento com a Erza.- diz ele parando de comer desanimado,.

– Quer que eu fique aqui com você? Ou te ajude com a Erza-san?

Ele arqueou a sobrancelha, e corou um pouco. Me mantive séria e fiquei o fitando.

– Posso escrever uma carta para você dar a ela. Um pedido de desculpas.

– Hum... acho que vou aceitar sua ajuda. Obrigada Juvia. – diz ele se levantando e passando as mãos em meus cabelos.

– Não tem problema. – digo me levantando também indo em direção a porta. – Até mais, tarde Onii-san.

Sai da minha casa, observando a rua, quando vejo ele, o Gray fechando a porta de sua casa. Abaixei a cabeça e comecei a andar para que ele não conseguisse me ver.

Acho que deveria pedir desculpas a ele. Sem querer, um certo albino esbarra em mim, ele estava correndo. Fiquei parada e depois comecei a andar novamente. Senti que alguém estava me olhando, escuto alguém chamando o Gray.

Andei rápido, por que queria que ninguém me repara-se. Cheguei na escola, onde fui direto a sala, não quero que ninguém fale comigo. Me sentei na cadeira fitando a janela.

Muitas aulas passaram até que chegou o recreio. Hoje eu iria sentar sozinha em qualquer lugar bem longe de todos, não mereço a companhia e nem afeto deles.

Fiquei procurando todos o lugares possíveis, quando encontro um banco debaixo de uma Sakura. Fitei todos os lados para ver se não tinha ninguém por perto , me sentei e abri meu bentô. Um vento forte bateu, e presencie um linda cena. Pétalas de flores de Sakura foram caindo no chão, observei tudo em câmera lenta, um certa pétala cai em meu colo, pego ela lentamente na mão, quando...

Sinto alguém me observando, olho para trás e era ele. Gray, suas orbes negras me observavam atentamente, seu peito não parava de se mexer, parecia que ele estava correndo. Me levanto e vou em direção oposta a ele. Gray correu até a mim e segurou a manga do casaco do meu uniforme. O olho atentamente e ele fala:

– O pessoal está sentindo falta de você. – disse ele meio corado olhando pro lado.

– Bem diga a eles pra não se preocuparem.

– Sabe, você e estranha e chata. Você tem que parar de se afastar de todos que te querem bem.

– Não se preocupe estou bem sozinha, sempre estive bem.

– Ninguém fica bem quando está sozinho, inclusive você! – exclama ele num tom claramente irritado.

–P-p-porque você se preocupa comigo?!- digo um pouco corada.

– P-p-porque eu não gosto de ver ninguém triste. – fala virando a cara.

Sorrio um pouco, e por impulso o abraço. Foi um abraço quente, onde uma brisa suou e levou algumas flores. Sussurro pra ele:

– Arigatô, Gray.

Notas finais
Eai? O que acharam, drama demais? Hhehe mereço pedradas, flores, abraços? Por favor comentem! Eu sei que e chato pedir isso toda vez, mas eu preciso da opinião de vocês. Obrigada gente! Até o próximo!! Bjos para meus goxtosos!