Under Heaven.
4 Capitulo 3 - O confronto começa.
Denki – Ela tinha uma faixa, amarrada em sua coxa, teria o símbolo dos clã Gekko, porém, era vermelho... ; Dizia o jovem parado à frente de Heise, que estaria sentado em sua cama.
Heise – Entendo... Quando alguém deserta o clã, deixa de ter o direito de usar o símbolo do mesmo, desse modo, eles trocam por algo, um risco no meio, um xis marcado em sobre, ou então, marca-lo com vermelho, que representaria a imagem do clã, manchada com sangue.
Denki – Entendo... Heise, esse raios...
Heise – Sim, é o modo Castaura do Tamashi, ele não está sequer tentando esconder. Parece que quer nos mostrar que está disposto a tudo para derrubar o clã.
Denki – Será que é apenas isso que ele quer? Roubando o colar, matando Senshi.
Heise – Trazer Tsuki de volta a vida, seria suicídio para ele, e além de tudo, ele jamais irá tocar no meu colar.
Denki – Vamos esperar ele atacar?
Heise – Não... Claro que não. Temo que ele se uma com os Nashi’s.
Denki – O que faremos?
Heise – Chame Samui e Reddo, tenho uma missão para eles.
O jovem, braço direito de Heise, assentiu com a cabeça dando as costas para ele, saindo do quarto, em busca dos dois irmãos. Já próximo ao jardim, via os dois treinando como de costume.
Denki – Reddo, Samui, Heise quer falar com vocês dois.
Reddo/Samui – Hai !
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No que você crê? Qual a sua razão?
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Ainda que pareça que a história tenha se dado inicio a partir da guerra dos dezoitos anos, a história se tem inicio, há alguns séculos antes, quando não existia guerra e a paz reinava. Todos os clãs se tratavam de maneira igual, mas, nunca uma paz dura entre grandes clãs, claro, o culpado de tudo isso sempre será a ganância a onde um quer ser mais que o outro. Isso é uma maldição entre esses clãs, e é passada de geração a geração. Foi por culpa de tudo isso que os tempos de hoje estão assim...
Tamashi – Reuni todos vocês aqui, por que além de fortes, vocês não tem mais ninguém, sem clã, sem honra, sem amigos. A partir do momento em que traíram sua própria honra, se tornaram exilados do mundo exterior, se tornaram sozinhos... Por um lado, eu, nunca fui sozinho, sempre tive amigos, e irmãos a minha volta, sempre dei valor a todos eles, mas, nunca ligaram, deram valor à arrogância, e por isso traí meu clã, mas quero derrubar esse mesmo clã, até o fim. Junto dele, todos os outros irão cair. ; Todos os membros agora reunidos no salão ouviam o garoto discursar – Vamos ser reconhecidos, nós seremos Ecxílio’s.
Cras – Se conseguimos vencer, o que faremos depois?
Tamashi – Colecionar.
Lucano – Reinados, mortes, armas, magias... Kukukuku.
Tamashi – Exato, Lucano, Cras, Kurai e Kasai, ainda que estejamos em tão pouco número, somos tão fortes, e para mim, os mais honrados, iremos vencer, se confiarem em si mesmos. Lucano e Cras, vocês iram formar uma dupla já que gostam tanto de lutar, quero que capturem um antigo bruxo, especialista em selos, vai ser muito útil...
" Kukukuku... "
Reddo – Cara, isso é longe...
Samui – Podemos esperar um tempo, voltar, e dizer que não encontramos.
Reddo – E perdemos a cabeça depois.
Os irmãos caminhavam com calma, em uma velha estrada já distante da cidade. Iam cantando e brincando durante o caminho, distraídos como sempre, passariam a maioria do tempo fazendo isso, brincando. Após algumas horas caminhando daquele modo, se deparavam com uma pequena casa de madeira, em meio a floresta.
Reddo – Achamos.
Samui – Droga... Isso quer dizer que teremos que ficar aqui... Que tal treinarmos?
Reddo – Para valer? ; Perguntaria ele já fitando com um olhar desconfiado.
Samui – Coldbear ; O garoto dizia fazendo um intenso ar gelado emanar de seu corpo, sua pele ia ficando branca e fazia estalos de gelo se quebrando, seu olho ficaria por completo, branco, se reparado com cuidado, podia se ver a pupila que mais parecia um floco de neve.
Reddo – Hehe... ; Sorria ele, fazendo seu corpo ferver, começaria a emanar fumaça do seu corpo, o som seria o mesmo da água caindo sobre uma um solo fervente, encarava seu irmão por mais alguns segundos, assim tiraria sua espada da bainha, ia estendendo ela a frente, nesse mesmo tempo, chamas iam tomando a lâmina por inteira – Intrepidus !
Samui partia em disparada, correndo com velocidade em direção a o seu irmão, que tomaria posição de batalha, a três metros do mesmo, ele giraria a espada, disparando um projétil de fogo, de proporções absurdas – Infernal ; Samui estaria as costas do mesmo, com as mãos no bolso, a enorme esfera de fogo, passava entre o clone de gelo, indo para dentro da floresta, acertando e devastando com violência a mesma, porém, os irmão olhariam para cima, vendo o jovem saltar contra o sol, dificultando a visibilidade de ambos, que poderiam apenas ouvir – Prometheus ! ; Após isso uma luz roxa viria contra ambos, que era parada por uma barreira de gelo feita por Samui, simples, mas resistente, o suficiente para parar o fraco disparo feito por Lucano, que cairia na frente da floresta devastada e agora em chamas.
Lucano – Kukukuku, forjar um treinamento, e um golpe, já sabendo que eu estava ali, que tosco.
Reddo – Vindo de quem acaba de usar o sol para disparar uma flecha como essa...
Lucano – Kukukuku, protegendo o velho?
Reddo – Exato, não irá chegar nele.
Lucano – Eu? Não mesmo...
Ouvia ele, e logo teria seus olhos arregalados, se virando para a pequena casa, vendo ela com a porta quebrada, Reddo saltaria em direção a ela.
Reddo – Cuide dele Samui ! Vou buscar quem levou o velho! ; Dizia ele já em velocidade, correndo atrás do garoto mais a frente que carregaria o corpo do homem que deveria ser protegido até então.
Lucano – Kukukuku vencemos.
Samui – É? ; Falaria fechando os punhos, fazendo duas lâminas de gelos subirem em seus punhos, como espadas, Lucano miraria seu arco contra ele, sorrindo, e começando a disparar velozes flechas contra ele, o menino iria caminhando, e rebatendo as flechas com as lâminas de gelo, após o ultimo giro, ele lançaria a lâmina contra Lucano, apenas viraria o rosto, desviando da mesma, que logo se expandia, fazendo um pequeno corte em seu rosto, e um pedaço da faixa iria caindo.
" Segredos?! "
Lucano – Kukukuku... Revenge! ; Ele dizia perdendo o sorriso do rosto, enquanto dispararia uma flecha, com uma chama pequena na ponta. Samui ergueria duas barreiras de gelo, mais grossas e maiores que a anterior, a flecha tocaria a primeira e conseguiria perfurar ela sem a quebrar, tocaria a outra e a racharia, assim logo explodiria, fazendo uma vasta poeira se levantar, jogando tudo a volta para longe, de dentro da fumaça sairia Samui, caindo no chão, rolando sobre o solo, logo quando ia se levantar, receberia um chute violento em seu rosto, o fazendo subir, antes que pudesse ser arremessado já receberia outro chute de cima para baixo, o lançando para o chão – Você é fraco... Tão fraco que chega a ser digno de pena. ; Dizia Lucano, já mirando seu arco contra o Shokan desmaiado.
– Electro maximum ! ; Após tais palavras ecoarem no local, um enorme raio cairia sobre Lucano, o lançando a quase dezesseis metros para trás.
Lucano – Graaaaaa ! ; Ainda que tenha recebido tal golpe, cairia em pé, dando algumas cambaleadas, assim pararia, colocando sua mão direito no ombro queimado, caria com apenas um joelho no chão, ofegante – Kukuku...
Denki – Como consegue rir, após ter recebido um ataque desse tipo?
Lucano – Você descarregou... kukuku
Denki – E irá atirar como mesmo?
Lucano – Kukuku Esperto, porém, imprudente jovem Shokku ; Ele erguia seu punho contra o Denki, formando sua pistola de energia, disparando o enorme feixe contra ele, o garoto apenas ergueria uma de suas espadas e o cortaria no meio, porém, Lucano não estaria lá, e logo sobre sua cabeça, vociferava – Extermine, Pandorah ! ; E logo outro tiro era disparado contra o garoto, que novamente giraria, agora com as duas espadas, partindo a energia ao meio. Os pedaços do ataque, iam tocando o solo e devastando a parte do solo que tocaria.
Denki – Está lento, e seus ataques são fracos.
Lucano – Kukuku. ; Ele ficaria em pé, novamente ativado seu arco.
Denki – Bom... Mas inútil. ; Ele falaria correndo para cima de Lucano, arrastando uma de suas espadas no chão, começando a eletrocutar a mesma, assim saltaria a cinco metros de Lucano, saltando em um giro, a espada dele deferia um golpe contra o mesmo braço ferido do oponente, que pararia a lâmina com o Arco de energia, e dispararia contra a barriga de Denki, o jogando para trás, antes de poder se estabilizar ele já receberia outras sequencias de tiros, acertando em cheio, fazendo uma explosão, Denki sairia de dentro da fumaça, com suas mãos em frente ao rosto, um tanto ofegante – Hehe, nada mal para quem foi capaz de tal traição, e ninguém ficar sabendo...
Lucano – Como... Como você sabe?
Denki – O que? Que quem matou o pai de Shado foi você?
Lucano — ... ; O garoto ficaria sério, logo miraria o arco em Samui, assim dispararia diversas vezes contra ele, por um lado Denki corria contra Lucano, sem intenção de defender seu amigo caído no chão. O barulho que faria, seria de uma arma carregando um míssil, e logo ele dispararia.
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