Under Heaven.

8 Capítulo 5 - Nada além de nada.


Notas iniciais
Final do capítulo anterior:

"Cras Alguém viu o Kurai...?"

Kurai – Eu, ficar naquela coisa, hahaha. Nunca; Diria ele caminhando, para a cidade, já longe do esconderijo.

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Fuyuki – Está tudo pronto Heise, achamos.

Heise – Perfeito, chame os teus irmãos e Denki. Eles suspeitam?

Fuyuki – De nada.

Heise – É o tempo... Pode ir Fuyu.

Fuyuki – Hai ! ; A menina sairia caminhando para fora do salão.

Tamashi – Ele certamente fugiu...

Lucano – É, parece.

Kasai – Tem pessoas se aproximando, passaram pela primeira barreira.

Tamashi – Quantos?

Kasai – Não sei...

Tamashi coçava suas madeixas, pensando.

Lucano – Kukuku, agora não teremos que fugir, Cras. ; Diria o garoto caminhando para a porta, Tamashi sacudia a mão, os mandando irem. Cras e Kasai iam caminhando para a porta, Liober ficaria fitando eles irem.

Tamashi – Vai, Liober, não queria lutar?

Liober – Claro, estou ansioso por isso...

Tamashi o olharia de canto, daria de ombros caminhando logo após ele.

Denki – O que pretende Fuyu?

Fuyuki – Acabar com essa brincadeira, nosso principal problema será Lucano, não?

Denki – Talvez... ; Pensaria Denki “Torço para Tamashi não interferir”

Samui – Reddo, fique pela esquerda.

Iam se organizando, enquanto corriam para se aproximar do esconderijo, era um campo com várias arvores, não chegaria a ser uma floresta, um bosque, talvez, era bonito, e ao fundo se vira um pequena casa, já posicionados, Reddo daria o sinal, estaria vendo já um dos inimigos.

Cras – Eles estão aqui não é Kasai?

Kasai – Uhum... Tem um atrás daquela arvore ; Ela apontaria, entregando Reddo, assim apontaria para outras duas posições.

Reddo – Droga... ; Caminharia para o lado, abanando para Cras, como se fosse um simples olá.

Cras – Eu pego ele. ; Falou começando a correr, já desembainhando sua espada, arrastando ela no chão, assim saltaria deferindo um golpe da direita para a esquerda, em horizontal, Reddo, fecharia o punho, que se incendiaria, assim deferia um soco contra a espada, a jogando para trás, logo de trás de Reddo, Samui passaria correndo, dando inúmeros golpes com suas espadas de gelo.

Cras – Sumus ! ; Cras diria separando sua espada ao meio, transformando em duas um pouco mais finas, mas ainda longas espadas, assim começariam a defender dos golpes com calma, seus movimentos sacudindo elas com calma, faíscas saiam aos toques das lâminas, o que era estranho por as das de Samui, eram de gelo, logo Cras saltaria batendo com força suas espadas no chão, o que não impediria de elas continuarem a se congelar – Mas que droga ! ; Logo Reddo correia, movendo seu punho, mostrando o punhal da sua espada, a lâmina de fogo ia se fazendo, em forma de sabre, assim saltava e deferia um golpe de cima para baixo, que era parado por um dos tantos de Kasai, que em um rápido movimento salvaria o menino, Reddo sorria, e quando ela iria se mover, ele vociferava:

Reddo – Katsu ! ; De sua lâmina, uma enorme explosão lançaria Cras e Kasai para longe, as lâminas congeladas voariam caindo longe, e ambos caiam rolando, passando ao lado de Liober e Lucano.

Lucano – Kukuku, deve ter doido !

Kasai – Cala a boca. ; Ela já se levantaria, lançando um dos tantos contra Reddo, que apenas abaixaria sua espada, o tanto pararia em sua frente, e cairia, como um escudo que envolvia o menino, não visível – O que ?

Lucano – Hum... Prometheus ! ; Dizia ele fazendo seu arco se modelar em seu punho, logo dispararia para cima, dizendo em seguida – Yau ! ; Logo o logal ficaria intensamente escuro, ao ficar claro novamente, começariam a cair uma chuva de flechas negras, todos olhariam para cima, enquanto as flechas começariam a ir parando sobre a cabeça deles, se ouvia o barulho da corrente do vento, logo, um enorme vórtice lançaria todas as flechas em direção a eles, Lucano moveria o braço desfazendo as flechas, e o vento passaria por eles sem muita força, caminharia pelas costas de Reddo e Samui, Fuyuki.