Unconditional love
6 Capitulo 6
Notas iniciais
Prov. Manu
Acabei de acordar, não me pergunte como consegui dormir, nem eu mesma sei, só sei que a a cada dia a situação piora, como a Regina pensa que eu sou a Isabela, ela me afastou da banda com a desculpa de que eu estava doente e tive que viajar com urgência, e como o Geraldo e o dono da gravadora basicamente eles têm controle sobre tudo, como assim a porta está aberta!
Me levanto e começo e ando até a porta, não tem ninguém, era para o Sandro está de vigia aqui, mais ele não está, rapidamente quando começo a passear pelo corredor até a escada só sinto um puxão contra o meu corpo, além de tamparem a minha boca, e a porta se fecha, o pânico me consome, está tudo escuro!
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–Estou tão feliz de sair daqui Rebeca, não aguentava mais essa cama de hospital- percebo a tristeza em seu olhar por eu chamá-la de Rebeca, mais simplesmente não me acostumo, e me culpa por não lembrar de nada, nem um momento nosso, nenhuma conversa, nada.
–Também estou feliz de você estar saindo daqui filha, você vai adorar a pessoal do vilarejo, quem sabe você não lembre do mais alguém, além do Téo, sabe fico impressionada de você lembrar dele, achei que você ia lembrar da sua vó da sua tia de mim, que somos sua família.
–Desculpa, mais não sei porque não lembro de você como minha mãe, não quero que sofra com isso, vamos nos conhecer, afinal nos reencontramos- falo fechando a mala e dou um abraço muito apertado nela.
Nos saímos daquele quarto na qual eu passei 1 mês em recuperação, e seguimos para o elevador do hospital, na recepção, estava o Otávio que se comporta como se fosse meu pai, e em falar em pai será que ele vive no vilarejo? Ou por perto? Ele resolveu os papeis da internação e fomos embora, entrei no carro e no caminho, fui imaginando a nova vida que me esperava lá.
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– Meu amor sou eu, fica bem quietinha que eu vou te explicar tudo- meu coração desacelerou ao ouvir a voz do Joaquim e a primeira coisa que fiz foi me abraçar a ele, ele era meu porto seguro.
–Olha não temos muito tempo, preciso te mostrar uma coisa, não viemos te resgatar dessa vez, mais você precisa saber de uma coisa- a gente saiu do lugar que ao ele abri a porta percebi que era a dispensa
–Mais e os seguranças, a Regina, vai embora, não quero que eles façam nada com você
–não vão, está tudo armado, temos ajuda, mais precisamos ser rápidos e silenciosos, confia em mim, okay?- ele dizia segurando meu rosto e olhando nos meu olhos
–Sempre
Ele me condizia até as escadas e lá na sala não havia ninguém, enquanto ele me guiava, percebi que estávamos indo proporão, e tive certeza ao descer as escadas
–O que estamos fazendo aqui? -Eu perguntei mais não obtive resposta
A Julia abriu a porta
–Manu tem duas pessoas aqui que eu acho que você vai gostar de ver- ela me disse e eu entrei no local
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Quando a Rebeca disse que estávamos quase chegando me interessei mais pelo que havia lá fora, as ruas eram limpas, e bem cuidas, o ar puro emundava por onde passava, as pessoas sorrindo e felizes, aquele lugar esbanjava alegria, acho que aqui é mesmo meu lugar, mesmo que eu não me lembre dele, me sinto feliz!...quanto mais nos aproximávamos da praça, uma música bonita e melodiosa crescia, parecia que havia uma festa, as ruas estavam enfeitadas, e por onde passávamos víamos pessoas dançando envolvidas pela música, quando carro parou não pensei duas vezes antes de descer, num banco distante avistei, Dóris, Mateus, e Téo.
–hoje é aniversario do vilarejo filha, estamos em festa, se lembra que você sempre cantava na comemoração?
Fiquei triste por não lembrar
–não se preocupa é uma questão de tempo, você vai lembrar de tudo- ela me abraçou e me deu um beijo
–Posso ir ali ficar com eles? Apontei para o pessoal sentado no banco
–Sim-Otávio
–Não- Rebeca
–Porque não?
–Porque foi numa festa dessa que você foi sequestrada, não quero te perder filha
–no se preocupe, vou tomar cuidado- eu disse me despedi deles e depois corri até o pessoal
Téo tocava violão, enquanto Matheus, Dóris e uma garota loira que estava ao lado do Téo ouviam, quem é ela?
–Manu- Dóris percebeu e veio me abraçar, logo depois Mateus também me cumprimentou, mais Téo não percebeu minha presença, continuava tocando violão para garota sentada no banco
Matheus e Dóris me levaram até lá
–Téo olha só quem está aqui, e a Manu ela teve alta
–Manu
–Oi
Ele se levantou
–Não nos avisou que ia sair hoje do hospital
–Nem eu sabia, também fui pega de surpresa
–Fico feliz que esteja bem-ele me disse, e abriu aquele sorriso perfeito
–Manu essa é a Sabrina, namorada do Téo- Dóris
Como assim, namorada?
–Sabrina essa é a Manuela-Dóris continuou
–Há então você que é a famosa Manuela, prazer
–Manu tem bastante coisa para você reconhecer aqui no vilarejo, que tal a gente dar uma volta-Dóris
–Não, agora não Dóris
A Sabrina era loira, alta, bonita, olhos verdes, se vestia bem, que burra eu em imaginar que ela não ia querer um namorado a altura dela como o Téo, bonito, charmoso, e como sorriso mais perfeito que eu já vi, claros que ele ia ter alguém
–Meu amor, vamos minha mãe acabou de me chamar, depois a gente volta-Sabrina disse
–Vamos, até mais pessoal- e ele saiu com ela
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