Notas iniciais
Obrigado pelos reviews novacullen, millemouram, jeo medrado, Mariza, Gilda, Vibella e Sisters_love! Bjos.
Este capítulo é dedicado a linda autora de Fic's carolpass pelo seu aniversário no dia de hoje! Bjos amiga!!!!
Vamos a mais um capítulo!

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Gavin's Song — Marc Broussard (ouça)

Bella apareceu na sala um tempo depois levantei meus olhos e vi nos seus olhos tristeza... Aquilo me matava um pouco mais... Ela estava sim sofrendo e eu assim como Thomas disse era o causador de seu sofrimento.

– Me desculpe Bella! Afirmei e ela respirando fundo se aproximou de mim sentando ao meu lado. – Eu estou tentando fazer o certo e... E talvez o meu certo seja o errado e eu... Eu talvez precise admitir para mim mesmo que preciso de ajuda e...

Dias depois

O incidente na escola de Thomas foi realmente algo que me chocou e muito, principalmente a parte da arma que Edward andava carregando... Meu marido admitira que não estava bem... E isso pra foi de certa forma um alivio... Mas não significava nem de longe a solução de todos os nossos problemas... Eu tinha agora um garotinho arredio a minha frente se recusando a ir a escola.

– Por favor, mamãe... Eu... Eu não quero ir... Dizia ele com o semblante triste e seus olhos se mostravam brilhantes denunciando o prenuncio das lagrimas que começavam a surgir.

– Filho faltar um dia tudo bem... Mas dois dias seguidos e sem motivo algum... Thomas não dá meu amor...

– Mais eu tenho motivo... Eu... Mamãe... Eu não quero que riam de mim eu... Ajoelhei-me a sua frente e toquei em seus braços.

– Tomy... O que aconteceu foi chato eu sei... Mas tenta entender meu amor... O que o papai fez foi por preocupação... Olha... As lagrimas começaram escorrer em seu rosto. – Imagine se algo tivesse acontecido com você... Como eu ficaria como seu pai ficaria? Eu sei que foi um escândalo... Mas ele estava nervoso, desesperado com a possibilidade de algo estar acontecendo com você... Ele abaixou a cabeça e continuou a chorar... Abracei-o apertado.

– Eu... Vou... Disse num fio de voz... Edward já havia saído a tempos de casa... Acordara de forma silenciosa e quando saia do quarto já vestido...

Flash Back On

– Ei... Falei chamando sua atenção, ele se virou em minha direção.

– Oi... Respondeu. – Me desculpe se te acordei! Declarou... Me sentei na cama.

– Ia sair sem se despedir de mim... Sem tomar café? Perguntei e ele voltei se aproximando.

– Desculpe princesa... Eu... Eu tenho algumas coisas pra resolver agora cedo na ONU e pra adiantar vou... Vou tomar café por lá mesmo... Disse meio sem graça me dando um rápido beijo... Ele estava mentindo, via em seus olhos, Edward não queria cruzar com Thomas... Estava evitando fazê-lo e eu sabia que não era por ele e sim por nosso filho... Ele estava se culpando e isso me angustiava...

Flash Back Of

Levei Thomas para a escola... Ele passou o caminho todo em silêncio apenas respondendo de forma monossilábica os meus questionamentos sem grande emoção.

– Boa aula meu amor! Afirmei beijando o topo de sua cabeça e ele saiu de forma resignada do carro logo em seguida.

POV Thomas

Entrei na escola com o capuz da blusa tentando esconder o rosto... Não queria que ne vissem.

...

– Oi Cullenzinho! Soltou Cris puxando meu capuz na hora do intervalo. – Cadê o seu papai raivoso? Perguntou debochado e eu abaixando a cabeça...

– Não enche Cris! Declarei baixo.

– Vai fazer o que... Chamar o seu pai pra atirar em mim? Perguntou alto.

– Deixa ele Cris! Disse Lyan.

– É deixa ele seu chato! Ouvi a voz mais doce do mundo.

– Ih Cullenzinho... Precisa de uma menina pra te defender é? Perguntou e eu com raiva me virei pra ele...

– Tomy não liga pra ele não! Disse Any tocando em meu ombro.

– É cara... Esse aí é um tremendo de um bobão! Falou Lyan ao lado de Any...

POV Edward

Acordei com uma dor de cabeça infernal... Bem na verdade eu quase não dormi, fui para cama já eram mais de três da manhã... Sai cedo com a desculpa de que teria coisas importantes para resolver logo cedo na ONU deixando com Bella a responsabilidade de levar Thomas na escola... Era melhor... O garoto estava revoltado comigo e... E com razão... O melhor a fazer era evitar minha presença o incomodando ainda mais... Passei a manhã trabalhando, procurando manter a mente ocupada após tomar um analgésico.

– Bom dia Edward! Disse Tania e eu levantei o olhar.

– Bom dia, como vai? Perguntei educadamente.

– Eu vou indo e você? Não parece muito bem! Afirmou sorrindo.

– Estou um pouco cansado apenas! Declarei disfarçando... Ela me olhou fixamente.

– Eu fiquei sabendo que... Bem... Parece que andaram te ameaçando... Te incomodando não sei ao certo...

– Algum idiota querendo me importunar, apenas isso! Afirmei não querendo entrar em detalhes e ela ainda me olhava de forma analítica.

– Entendo... É... Eu... Eu sei que não deve ser fácil pra você... Quer dizer... Tantas coisas aconteceram e, diga-se de passagem, nada boas... Eu realmente sinto muito Edward... Sinto muito mesmo e... E o que eu puder fazer pra te ajudar... Saiba que pode contar comigo! Declarou um tanto angustiada.

– Obrigado Tania, obrigado mesmo! Afirmei sincero...

POV Tania

Eu acho que poderiam passar séculos e séculos e eu ainda iria sentir-me hipnotizada diante dele... Edward sempre causaria esse impacto em mim... O seu semblante cansado e pensativo enquanto passava pelos corredores da ONU me deixou entristecida... Ele parecia chateado... Lembrei-me dos comentários que ouvi sobre uma tal ameaça que ele havia recebido e enquanto olhava seus olhos, lindos olhos, algo me passou pela cabeça... Algo com o qual eu não tinha prestado atenção antes por não achar tão importante... Há umas duas semanas atrás quando cheguei em casa Jacob estava lá em frente ao computador com o telefone no ouvido...

Flash Back On

– Quantos anos ele tem? Perguntou ele. – Certo... Bem já tem idade escolar então e a outra? Questionou... – Ah tá! Maravilha... Você me ajudou demais Grace, obrigado e até logo! Disse ele encerrando a ligação e eu me vi furiosa no mesmo instante.

– Que história é essa de você conversando com Grace e ainda por cima usando o meu telefone pra isso? Questionei irada... Grace era uma secretaria no Conselho de Segurança da ONU e tinha a alguns anos atrás tido um longo caso com Jacob... Ele se virou em minha direção.

– Que tom é esse? Perguntou se levantando e se colocando a minha frente.

– É o tom de quem se vê indignada com a sua falta de respeito pra comigo! Devolvi sem me intimidar pelo seu olhar frio.

– Eu lhe aconselho a sossegar, pois eu não quero ter que ser grosso com você! Declarou.

– Ainda não me disse o que falava com aquela fulana... Eu não admito ser chifrada Jaco... Dizia e na mesma hora Jacob apertou minhas bochechas com força.

– Você não tem que admitir ou deixar de admitir nada aqui! Afirmou. – E para seu governo eu estava apenas colhendo algumas informações com Grace! Disse soltando meu rosto e grudando as mãos em meus quadris em seguida. – A gatinha raivosa vai se acalmar agora? Falou me beijando...

Flash Back Of

Lembrar-me daquilo naquele instante em que olhava para Edward parecia não fazer sentido, mas junto com aquele momento outro surgiu em seguida...

Flash Back On

– Eu vou te arrumar uma foto do fedelho... Mas não se esqueça Sam... Agora é só pra assustar... Da próxima vez nós vamos pegar pesado de verdade! Disse sorrindo ao passo que percebeu que eu estava a sua frente, havia acabado de chegar da ONU... Seu sorriso morreu no mesmo instante. – Depois nos falamos... Não Sam... Depois... Depois! Disse encerrando a ligação...

– Oi! Afirmei me aproximando dele e lhe dando um beijo... Jacob estava morando em minha casa já há algum tempo e eu não questionava nada, sabia de sua situação... Sabia que estava sendo procurado e sabia que ele continuava com seus negócios, mas agora era com um tal de Sam... Eu não me intrometia, mas a cada dia que se passava eu me via mais e mais preocupada por ele e por mim... Por ele porque até onde eu sabia por pessoas dentro da ONU... Edward era a testemunha chave para incriminar Jacob e o mesmo iria depor no Pentágono contra ele... Eu temia por mim, pois se alguém soubesse que eu estava com Jacob na minha casa a minha vida se tornaria um grande problema... Eu... Eu poderia ser considerada sua cúmplice e sabe-se lá o que aconteceria comigo... Um tempo depois eu me vi sozinha na sala, Jacob tomava banho... Seu notebook estava ainda aberto e eu curiosa forcei a tela a se acender e a mesma ao fazê-lo me mostrou uma imagem...

Flash Back Of

A imagem naquele dia não fez nenhum sentido pra mim... Mas agora olhando para Edward e me lembrando do que me contaram aqui na ONU algo me intrigou... Contaram-me que há dias atrás Edward saiu feito um louco sem dizer nada a ninguém e horas depois voltou e o senhor Volture lhe pedindo satisfações ouviu de Edward que o mesmo havia recebido uma ameaça contra seu filho e desesperado correu para a escola do menino, mas graças aos céus nada havia ocorrido de verdade... Aquela informação aliada à imagem que vi na tela do notebook de Jacob de uma escola que ficava no Bronx* naquele dia junto com o que ouvi de Jacob ao telefone na conversa com o tal Sam... Me vi atônita diante da possibilidade que se apresentava... Sai rapidamente da frente de Edward e me enfiando em minha sala respirei fundo com medo do que poderia estar acontecendo...

– Céus será... Será que Jacob está querendo se vingar de Edward? Disse em voz baixa e aquela constatação me deixou em pânico e confesso sem saber o que fazer como agir... Se é que eu podia agir... Eu não podia simplesmente conviver com essa possibilidade sem nada fazer... Será que eu conseguiria conviver com essa possibilidade? O medo que eu tinha de Jacob... Sim porque de uns tempos pra cá ele andava violento... Será que eu conseguiria superar esse medo e enfrentá-lo?

POV Edward

– Se você disser o que te incomoda talvez eu possa ajudar! Disse meu pai sentado a minha frente, resolvi ir até a casa dos meus pais após o expediente na ONU depois de avisar Bella... Minha mãe ficou eufórica ao me ver, já que a dias eu não aparecia por lá... Depois de dona Esme me empanturrar de doces fui com meu pai ao seu escritório... O velho agora me olhava analisando ele sabia que eu estava incomodado, me conhecia muito bem.

– Pai... É... É que... Eu... Andou acontecendo umas coisas e... Contei ao meu pai o episodio na escola de Thomas, principalmente a parte da arma que caiu... Meu velho suspirou chateado e eu me vi inconformado por ser o causador.

– Onde está a arma? Perguntou-me ele e eu sem querer me esconder disse a verdade...

– Ela está dentro do estojo no porta malas do meu carro! Afirmei. – Eu não estou mais andando com ela pai, garanto... Eu...

– Edward... Eu sei que deve ser uma barra ter na memória as coisas que você viveu e ainda por cima ter que enfrentar os problemas do dia a dia... Ter um garoto desconfiado não te dando oportunidade e...

– Eu entendo o Thomas pai, entendo mesmo e...

– Ele tem medo... Você está preocupado e talvez não seja uma preocupação infundado, mas... Filho lembra-se quando conversamos e eu te disse que talvez desabafar com alguém seria bom e...

– Eu lembro e... E acho que o senhor tem razão... Acho que conversar com alguém... Um... Um profissional vai ser útil talvez... Afirmei e meu pai sorriu...

(...)

– Edward é compreensível que as pessoas evitem falar sobre suas memórias traumáticas, tendo como objetivo esquecer o horror experimentado. Paradoxalmente, ficar em silêncio não impede que as lembranças e as emoções dolorosas se manifestem com toda a sua potência e, mais grave ainda, não permite o processamento do trauma, a reestruturação do fato pelo indivíduo e a sua superação... Dizia doutor Caius Livorner, o psicólogo que meu pai me indicara. – Falar do que aconteceu é doloroso, mas necessário para exorcizar e te fazer entender melhor e assim digerir... Digerir é a palavra certa para o caso... Quando nos alimentamos e passamos depois pelo processo de digestão o nosso organismo retém o que é útil em relação aquele alimento e joga fora o que não é importante... No seu caso a coisa funciona de forma parecida... Falar me contar vai te fazer reter o que é útil em relação a tudo isso e ao mesmo tempo jogar o que te aflige o que te atrapalha... Vamos fazer assim... Comece me dizendo o que te deixa mais incomodado nisso tudo que temos falado sobre o que aconteceu na Síria? Perguntou. – Em uma ordem prioritária na sua vida no que essas memórias te atrapalham?

– Elas... Elas me atrapalham no meu relacionamento com a minha família... Disse, ele permaneceu me ouvindo... Falei e falei, contava sobre Bella, Emily e Thomas...

– Quantos anos tem o seu garoto? Perguntou me interrompendo.

– Ele tem nove anos e fará dez em breve! Afirmei.

– O que te faz ter medo de um garoto de menos de dez anos Edward? Questionou ele com um sorriso no rosto... Eu não disse em nenhum momento que tinha medo de Thomas.

– Bem... Eu... Respirei fundo.

– Na verdade o fato de não poder estar ao lado dele te deixa com medo não é? Perguntou. – O fato de Thomas não te aceitar parece ser uma condenação... E isso te leva a lembrar da pena que você pagou de forma injusta e aí você se vê revoltado não com o seu garoto, mas sim com o que a vida lhe fez pra te distanciar dele e você não sabe como agir... Tem medo de dizer algo porque qualquer coisa que você diz ele é contrario, ele não aprova e isso te deixa com mais medo. Declarou. – Mas sabe Edward ele só tem nove anos e você enfrentou homens com o triplo dessa idade e sobreviveu... Mas o fato de amar demais esse garoto faz com que ele se torne um gigante diante de você... Será que com um esforço mental, com disciplina mesmo você não consegue ver de novo o seu garotinho... Aquele que você pegou no colo quando nasceu e que agora só está com muito medo... Medo de ter de volta o que ele tanto amava, quem ele tanto amava e ainda ama e lá na frente perder de novo... Ele está com tanto medo Edward... Que arruma desculpas pra não te aceitar, pra não se aproximar de você... Dizia ele. Caius estava me lembrando de algo que eu já sabia assim como me lembrava constantemente em nossas outras conversas que eu apesar de sofrer horrores sobrevivi a estes mesmos horrores!

...

A sessão de uma hora com Caius mais uma vez me rendeu o que pensar o que ponderar... O episodio na escola de Thomas que se passara a mais de quinze dias foi uma das situações que analisei em frente ao meu psicólogo naquela tarde... Desde aquele dia Thomas não olhava pra mim, se mantinha longe, nem nos momentos em família ele se manifestava como nas refeições... Depois de ouvir de Caius que o medo do meu garoto era muito maior do que o meu eu me lembrei no caminho de volta de uma cena há anos atrás...

Flash Back On

– Papai... Papai... Ouvi ao longe meu pequeno me chamando... Passavam das duas da manhã... Virei-me na cama e vi Bella se levantando da mesma. – Papai... Disse de novo chorando na porta de nosso quarto.

– Ei campeão! Disse e Thomas correndo se jogou em meus braços no instante em que eu colocava as pernas pra fora da cama. – O que foi carinha? Perguntei lhe acolhendo em meu colo.

– Tomy medo! Disse ainda chorando... Levantei seu rosto e percebi Bella bem próxima a nós. – Monsto pega Tomy! Disse com os olhos cheios de lagrimas.

– Onde está o monstro? Perguntei.

– Quaito Tomy! Disse ele fungando e passando as mãozinhas pequenas nos olhos.

– Vamos tirar aquele monstro de lá agora então! Afirmei me levantando com ele em meu colo... Vi Bella nos olhando e sorri para ela me virando em direção a porta com meu garoto com o rosto escondido em meu pescoço... Entrei no quarto de Thomas... – Cadê ele campeão? Perguntei... Tomy levantou o rosto e apontou para o armário se escondendo em seguida... Coloquei a mão no puxador do mesmo...

– Abi não papai... Monsto sai! Disse ele com a voz temerosa... Retirei a mão do puxador e o coloquei no chão me ajoelhando a sua frente, me abaixei um pouco mais e fiquei na altura dos seus olhos...

– Carinha... Você confia no papai? Perguntei e ele olhando pra mim assentiu se mostrando ainda temeroso. – Eu prometo a você que os monstros vão embora daqui, nós vamos juntos fazer o seguinte... Vem comigo... Pedi me levantando e pegando em sua mãozinha... No caminho encontrei com Bella parada na porta do nosso quarto... Passamos por ela... Fui até a lavanderia com meu pequeno e peguei o borrifador de água que Bah costuma usar... – Sabe filhão existe uma coisa que todo monstro morre de medo...

– Monsto medo o que? Perguntou interessado.

– Eles tem medo de água! Afirmei enchendo o borrifador de água... E Thomas sorriu... Voltei com ele para o seu quarto e Bella permanecia na porta de nosso quarto com a feição interrogativa... Entreguei o borrifador na mão de Thomas... – Eu vou abrir o armário e você vai espirrar água neles ok? Disse e ele assentiu confiante... Abri o armário e Thomas começou a espirrar água em toda a sua extensão rindo da brincadeira e eu ri com ele... O monstro já tinha sido esquecido...

Flash Back Of

Ria sozinho da lembrança enquanto enxugava os cabelos com a toalha, havia chegado em casa a pouco mais de uma hora.

– Qual o motivo da risada? Perguntou Bella encostada de braços cruzados na porta do closet.

– Lembrei-me de Thomas espantando os monstros do seu quarto com o borrifador de água! Disse ainda sorrindo e Bella sorriu de volta.

– Nem me lembre disso... Aquele armário vivia molhado! Soltou ela e eu gargalhei.

– Da pra mim Emy... Ouvimos os gritos de Thomas e Bella soltou o ar com força me fazendo rir ainda mais... Ela ia saindo quando um pequeno furacãozinho passou correndo pelo seu lado se colocando próxima a mim.

– O que está aprontando Emily? Perguntou Bella e em seguida entrou Thomas com cara de poucos amigos... Ele não sabia que eu já estava em casa, não tinha me visto chegar, pois também estava tomando banho.

– Me dá! Disse Thomas nervoso avançando nela na mesma hora que me viu, arregalou os olhos.

– Ei calma! Falei me colocando na frente...

– É do papai! Disse Emily levantando uma de minhas boinas da farda, peguei de sua mão.

– Onde achou isso? Perguntei.

– Quaito Tomy! Disse ela e eu me virei para ele e em seguida capturei os olhos de Bella.

– O que a minha boina estava fazendo no seu quarto? Perguntei me voltando pra ele... Thomas nada respondeu.

– Diz pro papai gatinho, porque a boina dele estava lá. Pediu Bella... Thomas coçou a cabeça e eu esperei pacientemente.

– Eu... É... É que eu... Ele tentava dizer... Levantou o olhar e encontrou o meu, seus olhos estavam marejados e eu me abaixei a sua altura. – Eu... Era de... De recordação! Deixou sair com muito esforço e eu me vi deslumbrado com a resposta.

– Thomas... Ei campeão... Ele enxugou o rosto que escorria uma lagrima traiçoeira. – Não precisa guardar uma boina minha de recordação... Eu estou aqui e não vou a lugar nenhum! Afirmei sorrindo.

– Eu... Eu nem queria mais mesmo! Disse ele agora chorando e saindo do meu quarto em seguida... Meu sorriso se desfez... O medo de Thomas era tanto que a minha volta ainda era para ele algo temporário... Ele não conseguia enxergar com confiança a minha presença novamente em sua vida...


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n/a: Bronx* (Condado de Bronx) ( é um dos 62 condados do estado americano de Nova Yorque, e um dos cinco distrito da cidade de Nova Yorque e o único que não está localizado primariamente em uma ilha.



Notas finais
Edward está tentando, está buscando ajuda... Mas o caminho ainda é longo e cheio de curvas indesejáveis...
O que acharam?? Por favor, me digam... Um review sempre é um adicional a minha inspiração!
Bjos e até o próximo capítulo!