Unconditional Love
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Notas iniciais
Seja bem vinda LêhRobsten!
Vamos a mais um capítulo!
Capítulo anterior — Obrigado! Falei, Jacob havia me colocado na ONU, éramos amigos de infância e eu lhe devia muito, mas o distanciamento natural nos fazia estranhos hoje em dia.
– Quer tomar um café comigo? Perguntou e eu...
– Sim claro! Afirmei me encaminhando para a cafeteria com ele ao meu lado já era final de tarde em NY.
...
– Bella saiba que somos amigos e tenha a certeza de que pode contar comigo para o que precisar! Eu estou aqui para ajuda-la sempre! Afirmou e eu agradeci. — O que aconteceu foi realmente imperdoavel e muito triste! Concluiu ele... Falar do assunto sempre era doloroso demais, eu procurava me manter longe dele... Me focava em minha vida, meus filhos e nas lembranças que ele me deixara descartando forçadamente a dor que sempre queria se instalar em meu coração por conta de sua ausencia!
(...)
POV Edward
– Quero que monte um sistema portátil de fácil acesso para podermos monitorar as bombas em tempo real quando as mesmas foram utilizadas! Ordenava Amir a minha frente, nos últimos dias o clima na região onde eu me encontrava era de euforia e agora Hassan parecia realmente se comportar como o novo líder... Ouvi comentários de que ele seria candidato a presidência da Síria, pois é as coisas realmente estavam saindo do jeito que aqueles bastardos planejavam e eu me via preso ali sem nada poder fazer, completamente incomunicável.
– Precisarei de um mateiral mais moderno para executar as suas ordens! Afirmei a contra gosto, criar aqueles softwares era uma tortura para mim, pois eu sabia que aquilo seria usado para destruir vidas e na sua maioria inocentes... Pensei por muitas vezes em construir os programas com alguns erros estratégicos para que os mesmos não efetuassem de forma correta suas funções fazendo com que a tal bomba a que eles seriam integrados não se armasse, mas eu sabia que eles fariam testes e eu acabaria sendo punido pelo erro proposital.
– Tudo que precisa será providenciado é só anotar que mandarei para você! Afirmou indo em direção a porta e eu sabia que o dia seguinte seria mais um dia em que eu teria que criar algo que me causava ainda mais revolta, eu estava sendo obrigado a contribuir para a disseminação da revolta e do favorecimento do lado mal da força como eu e Emmett costumávamos dizer quando adolescentes apaixonados por Star Wars*, aquilo me quebrava um pouco mais a cada instante e era ao lembrar de meu irmão, de minha família... Meus filhos... Do meu amor que eu conseguia permanecer respirando ao invés de cometer uma loucura e acabar com minha própria vida.
– Amir quero propor algo a você? Soltei e ele se virando me olhou. – Estou vendo que seus planos se concretizaram e eu fiz tudo o que me foi exigido e...
– É fez só que contra-gosto caro Cullen! Soltou com sarcasmo.
– Mas fiz Hassan e acho que não tem do que reclamar de meu trabalho... Sendo assim quero propor um acordo, já que meu país pelo visto está apoiando a atual situação instalada por aqui... Não tem porque eu denunciar você ou contar tudo o que aconteceu... Poderíamos dizer que eu fui resgatado por vocês e que...
– Espere... Afirmou rindo logo em seguida. – Está me propondo que eu lhe solte, que permita que volte ao seu país e você irá me prometer que não contará nada do que viu ou ouviu... Nossa como você é esperto! Declarou gargalhando no final e sendo seguido por seus homens...
POV Emmett
– Tenente Cullen estamos ainda aguardando as ordens do Brigadeiro Denalli! Disse o major Hannover... Tentei por muito tempo persuadir o alto comando do Pentágono a pressionar o governo americano em permitir uma investigação apurada do atentado que vitimou meu irmão e os observadores da ONU, a minha justificativa era a de que Edward era um integrante do exercito americano e merecia ter sua morte esclarecida em todos os pontos... A questão é que a tal investigação havia sido feita na época em que o atentado ocorrera, mas o responsável pela mesma não fora um oficial do exercito... A investigação foi conduzida pela policia de Damasco e supervisionada por um assessor do Conselho de Segurança da ONU, o tal Jacob Black que nada tinha haver com o Pentágono... Eu na época fiquei revoltado com a decisão de minha chefia... Meu irmão era um militar e as investigações sobre sua morte deveriam ser supervisionadas de perto por um militar a mando do Pentágono... Desde aquela época eu questionava a atitude tomada por aquela casa e procurava sempre intervir de alguma forma no assunto... Agora com a tomada do poder na Síria pelos insurgentes o exercito americano estava se preparando para entrar com apoio na ajuda de reorganizar o poder no país ajudando a realizar eleição para se instalar um novo governo, eu me aproveitei desta nova oportunidade para tentar me infiltrar no grupo que iria para a Síria dar suporte.
– Major estou apenas me colocando a disposição! Afirmei... Veja eu não estava parado esse tempo todo, busquei investigar tudo que ocorreu com meu irmão de forma detalhada, tinha um dossiê montado com o assunto e minha mulher achava isso uma obsessão até, mas o fato é que eu tinha grandes duvidas com respeito ao ocorrido e não engolia a historia apresentada... A ONU nos garantiu que os responsáveis pelo atentado haviam sido capturados e punidos, mas algo me dizia que isso era uma grande inverdade...
Flash Back On
– Tenente Cullen, eu entendo que deva ser difícil vivenciar a morte de seu irmão ainda mais em circunstancias como estas... Veja eu também assim como Edward já fui um observador e estive no Iraque antes do senhor por lá passar... Infelizmente tenente seu irmão foi assassinado de forma brutal e sinto muito por isso, mas veja tudo que poderia ser feito para encontrar e punir os culpados foi feito e eu lhe asseguro estive atento ao andamento das investigações realizadas pela policia de Damasco que foi muito competente! Afirmou.
– Senhor Black não me entenda mal, eu só acho estranho o Pentágono não ter mandado um oficial o acompanhar na supervisão das investigações, já que meu irmão era um de nós e...
– Eu sei que ele era um militar, mas veja ele estava trabalhando para a ONU e por este motivo ficou ao nosso cargo observar de perto as investigações, volto a repetir Emmett os responsáveis pela idealização do atentado foram capturados e estão sendo julgados! Afirmou me cortando...
Flash Back Of
A conversa que tive com o tal Black sempre me vinha a mente e eu me lembro de me sentir estranho ao ouvir suas palavras ao passo que olhava em seus olhos e via justamente o contrario de tudo que ele falava... Muitas vezes tive a oportunidade de olhar nos olhos dos soldados inimigos e via ali a força da dissimulação para se conquistar o alvo a frente... Cara a cara muitas vezes foi possível enxergar a falta de escrúpulos de alguns soldados que chegavam ao ponto de se tornar mercenários e não me pergunte como ou por que a questão é que o olhar de Jacob Black me lembrava e muito o olhar daqueles soldados iraquianos que tanto enfrentei.
– O Brigadeiro irá expor a sua decisão tão logo termine a reunião que terá com o presidente na Casa Branca! Afirmou o major... O tempo havia passado, mas eu não me conformava com o ocorrido, mesmo estando as voltas com uma maravilhosa novidade ainda sim eu me sentia incompleto como todos nós... A novidade era Sofie minha filhinha que acabara de nascer trazendo alegria a minha família!
POV Bella
A semana havia começado, após um final de semana em familia super movimentado onde Thomas brincou até não poder mais com os tios e eu juntamente com Alice e minha sogra babamos na mais nova integrante da casa, Sofie havia nascido para alegria de Emmett e Rosalie e era um gracinha de tão fofa... Emy ficou um pouco desconfiada no começo, mas logo se acostumou com a priminha. Os Cullen estavam sobrevivendo, a ausencia de Edward sempre seria sentida é fato, mas nós procuravamos nos manter unidos, próximos!
– Não quero ir pra escola! Disse Thomas todo emburrado sentado a mesa do café.
– Thomas a mamãe tem que trabalhar e você têm que ir a escola! Devolvi no mesmo instante que lhe entregava o copo com leite e em seguida me virava para a minha pequenina que se encontrava sorridente esperando seu desejum, aos quase dez anos Thomas se tornara um garoto carinhoso, mas a falta do pai o levava a agir de forma rebelde em alguns momentos e eu precisava ser firme para não perder a autoridade.
– Ah mais só hoje mãe, por favor...
– Thomas já falei que você vai e ponto! Afirmei
– Tomy peguiçoso! Afirmou Emy e logo em seguida tomou seu leite que fora colocado no copo com bico de silicone... Emily era o açúcar da casa sempre sorridente com seus quatro anos completos caminhando para os cinco.
– Fica quieta sua intrometida! Retrucou Tomy.
– Como é? Questionei me virando em sua direção com a feição mais do que séria.
– Ah mãe a Emy não tem que entrar na conversa! Afirmou ainda bravo.
– Preste atenção ao que vou dizer seu comportamento não está do meu agrado e sendo assim eu acho que a ala masculina dos Cullens vai ficar sem um integrante no próximo jogo dos Yankees! Afirmei tomando meu café logo em seguida e Thomas arregalou os olhos.
– Não mamãe, por favor, isso não! Pediu levando as mãos em suplica e eu fingi desinteresse... Thomas se virou rapidamente para Emy ainda com as mãos em suplica. — Emy me desculpe você não é intrometida! Soltou e Buzz latiu como se confirmasse, a minha vontade foi de rir da cena, mas me mantive apática a atitude de meu homenzinho fingido indiferença... Emy é claro sempre tinha que reagir e riu do desespero do irmão. – Mamãe, por favor! Soltou mais uma vez e vi ali os olhos de Edward estampados na carinha de meu pequeno.
– Vá pegar sua mochila se não vamos nos atrasar! Afirmei me levantando da mesa, Bah assistia a tudo com um sorriso nos lábios... Thomas correu em direção aos quartos sem nada mais dizer sendo seguido por Buzz.
– Achei que ele fosse ter um treco agora! Soltou ela e eu finalmente pude rir.
– Eu também! Devolvi e lá estava ele na porta da cozinha com a mochila nas costas, parei de rir no mesmo instante ficando séria novamente.
– Estou pronto mamãe! Afirmou respirando pesado.
– Nossa que prestatividade! Soltei dando logo em seguida um beijo na testa de Emy. – Se comporte enquanto estou fora ok? Pedi olhando nas pequeninas orbes de minha gatinha e ela assentiu. – Bah volto pro almoço certo? Avisei e a querida senhora assentiu também... Encaminhei-me para a porta de saída da casa sendo seguida pela trupi...
...
Gavin's Song — Marc Broussard (ouça)
– Tem dinheiro para o lanche? Perguntei ao parar em frente à escola de Thomas.
– Sim tenho! Afirmou já com a mão na maçaneta, respirou fundo e me olhou. – Mamãe, por favor, não me deixa de fora do jogo! Pediu tristonho... Ir aos jogos dos Yankees era uma das coisas mais importantes para Thomas, era o momento em que ele se sentia adulto e completamente próximo dos homens de nossa família... Sim meu garotinho crescera e eu via ali a necessidade que ele tinha de uma representação masculina em sua vida... Retribui seu olhar...
– Filho às vezes você se comporta de um jeito que não me deixa outra alternativa se não ser rígida com você! Devolvi e ele abaixou a cabeça. – Eu preciso de sua ajuda... Preciso do meu homenzinho pra me ajudar a cuidar de Emy e não é com revolta ou falta de educação que vamos fazer isso! Declarei e ele mais uma vez respirou fundo.
– Não sou o homem que ele queria! Afirmou e aquilo me preocupou... Era óbvio que ele estava se referindo ao pai, mas antes de eu me pronunciar ele me assustou ainda mais. – Ele também não foi o pai que deveria ser! Soltou me deixando perplexa.
– Thomas! Disse.
– É verdade mãe, ele prometeu que ia voltar e não voltou! Declarou levantando o rosto e olhando a movimentação do outro lado da rua.
– Thomas Swan Cullen jamais repita isso ouviu bem? Disse séria e ele mais uma vez respirou fundo. – O que aconteceu não foi culpa do seu pai e você sabe disso! Afirmei. – Olhe para mim! Bradei e ele me fitou. – Thomas seu pai amava você, amava muito você e não cumpriu a promessa que lhe fez porque foi... Não consegui prosseguir... Um nó se formou em minha garganta...
– Morto! Soltou ele abaixando a cabeça.
– Sim! Devolvi com dificuldade.
– Ele não podia... Não podia nos deixar assim... Isso é errado mãe! Afirmou começando a chorar. – Droga! Soltou limpando os olhos.
– Sim é uma droga, uma gigantesca droga... Mas ele não teve culpa, eu não tenho culpa, Emy não tem culpa e você também não tem culpa! Será que consegue entender isso? Questionei e ele não respondeu. – Thomas? Chamei levantando o seu queixo com os dedos... A entrada da escola já estava ficando deserta, ele precisava entrar...
– Entendo mamãe! Afirmou...
– Você é sim o homem que ele queria! Declarei e em seguida beijei sua testa e ele saiu resignado... Encostei minha cabeça no encosto do banco e respirei fundo. — Como você faz falta Edward! Afirmei pra mim mesma deixando as lagrimas caírem livremente.
POV Edward
– O equipamento que necessita está todo ai e o chefe quer que comece o mais rápido possível a trabalhar! Afirmou Jamil o rapaz que sempre estava ao meu lado como cão de guarda, avaliei o equipamento e comecei a mexer na maquina, era de ultima geração... Iniciei meu trabalho já que não havia escolha... Passei aquela manhã em cima do novo projeto e ao me deparar com o momento de fazer um primeiro teste me vi diante de uma situação completamente inusitada...
– Eu não acredito que me esqueci da possibilidade! Afirmei para mim mesmo bem baixinho sorrindo abobalhado com a constatação... Os novos equipamentos que me foram enviados tinham por obrigação me fornecer à possibilidade de testar o software que eu iria criar... E foi ai que me dei conta de uma coisa... Para testar o software eu precisaria de uma conexão via satélite para tconstatar a eficiência do tal monitoramento que Amir queria para as bombas que ele fabricava... Se eu tinha uma conexão com o satélite isso significava que eu tinha conexão com o mundo virtual... Eu poderia me comunicar com quem eu quisesse e só precisaria fazer isso de forma discreta para não levantar suspeita... Busquei então realizar o primeiro teste do projeto e assim verificar se a conexão com o satélite funcionava... Na hora que o fiz um alarme soou e eu me vi perplexo... Logo Jamil apareceu, mais uma vez o cão de guarda me vigiava.
– O que está fazendo? Perguntou com a arma na mão.
– Estou fazendo o primeiro teste para ver se estou no caminho certo na configuração do software! Afirmei e ele me fitou desconfiado, em seguida olhou para a tela do computador.
– Os testes só serão feitos com a minha presença! Afirmou e eu tive a confirmação de que queria entendendo que deveira ser cuidadoso para agir ao me comunicar com quem quer que fosse... Jamil permaneceu ao meu lado observando tudo atento... O primeiro teste me mostrou que a conexão com o satélite era eficiente, restava-me agora arquitetar a melhor forma de me comunicar com alguém, mas com quem? Não poderia ser ninguém da ONU... Eu não sabia em quem confiar por lá, qualquer um poderia ter uma ligação com o maldito Black... O problema maior era que eu só poderia enviar a mensagem a um endereço de IP*, diferente de outras formas de envio... Eu não poderia entrar em um servidor e digitar um email de forma simples, pois assim eu seria pego e meus planos mais uma vez frustrados... A questão é que eu só me lembrava de cor de dois endereços de IP... O de meu escritório na ONU e o de minha casa... No escritório da ONU seria arriscado, me restava enviar a mensagem para casa, para o computador que Bella hoje em dia deveria ainda estar usando, era o que eu esperava... Eu não tinha garantias disso, mas a única alternativa era tentar... Fiquei pensando no que dizer na mensagem, o que faria Bella acreditar que era eu, que eu estava vivo... Criei um mecanismo que seria acionado todas as vezes que eu fizesse um teste e por consequencia me utilizaria da conexão com o satélite, todas as vezes que eu fosse testar o software o computador acionaria o mecanismo e se eu houvesse redigido uma mensagem a mesma seria enviada... Já no final do dia Jamil me deixou sozinho por algum tempo dizendo ao sair que estava atento ao alarme do computador! Escrevi, após muito pensar, a mensagem e me preparei para mandar a mesma, assim que ele voltou declarei...
– Irei fazer mais um teste agora! Disse e ele assentiu, quando o fiz torci para que o mecanismo que eu criara houvesse funcionado e a mensagem tivesse sido enviada ao meu computador que hoje era de minha mulher... O alarme soou e eu pedi a Deus que a mensagem tivesse sido enviada para o destino correto e que caísse nas mãos certas também... Torcia para que quando aquele computador fosse ligado a mensagem aparecesse assim que o mesmo abrisse a tela inicial.
(...)
POV Bella
– Emy que bagunça é essa aqui na sala? Soltei pegando do chão um dos inúmeros brinquedos espalhados pela casa... Já era final de tarde e Bah havia acabado de sair.
– Emy bincando mamãe! Declarou ela aparecendo na sala e levantando as mãos como se dissesse – Não é óbvio? Buzz a seguia de perto, o cachorro estava sempre no meio da bagunça das crianças.
– Ah e eu sou obrigada a presenciar a sala bagunçada só para que você continue brincando mocinha? Questionei e ela me olhou paradinha no mesmo lugar. – A Emy só tem duas mãozinhas e não dá pra brincar com todos os brinquedos ao mesmo tempo com apenas duas mãozinhas... Sendo assim vamos recolher o restante e ficar apenas com dois brinquedos ok? Disse e ela pareceu se chatear.
– Masi Emy qué binca todos! Disse com as mãozinhas levantadas mais uma vez.
– Mas Emy não vai brincar com todos ao mesmo tempo! Retruquei e ela bufou igualzinha ao irmão. – Emily agora! Soltei.
– Tá bom! Devolveu fazendo bico... Retirei-me da sala indo para cozinha adiantar o jantar... Tomy iria vir só depois do jantar hoje, pois Emmett iria pega-lo na escola e eles iriam sair juntos, coisas de homens como ele dizia... Meus cunhados, meu sogro e meu pai eram muito atentos a vida de Thomas e isso me era de grande ajuda! Um tempo depois me vi incomodada, a sala estava muito silenciosa e eu desconfiei... Dei uma espiada e a mesma estava vazia... Onde Emy estaria, sai a sua procura e no seu quarto ela não estava... Olhei em alguns cômodos me preocupando com o silencio instalado, o escritório foi o ultimo lugar em que busquei por ela... Buzz estava deitado quase que pra fora do mesmo, entrei devagar e observei Emy sentada na cadeira em frente ao computador... Aproximei-me e percebi que o computador estava ligado.
– O que você está fazendo? Perguntei, mas não prestei atenção na resposta... A tela do PC estava toda azul com uma mensagem de texto no centro...
– Emy qué vê Mickey! Afirmou minha filha, a mensagem me deixou sem palavras e eu nem respondi a ela...
– Sinto a sua presença perto de mim como algo sobrenatural, meu pensamento voa parece que para encontrar o seu, me diz como parar? Dizia a mensagem. – Sei que não pode me responder, mas acredite ainda estou aqui! Concluía... A mensagem de cara me chamou a atenção, eu havia ouvido aquela frase há anos atrás...
Unconditional love — Susanna Hoffs (ouça)
Flash Back On
– Algum problema? Perguntei receosa após colocar a taça de vinho de volta na mesa... Edward levou uma das mãos ao bolso interno de sua farda e eu fiquei intrigada com a atitude... Mas de intrigada passei a tensa e ao mesmo tempo eufórica ao ver saindo de seu bolso uma caixinha preta aveludada.
– É que eu... Bem... Amor... Existem mil maneiras de dizer o que eu sinto, mas eu resolvi que vou dizer... Dizer assim: Sinto a sua presença perto de mim como algo sobrenatural, meu pensamento voa parece que para encontrar o seu, me diz como parar? ... Eu sei a resposta... Dizia agora balançando a cabeça em negativa. -Não tem como parar... Declarou me olhando fixamente e o meu canal lagrimal queria porque queria reagir às palavras dele. –A resposta é só uma... Eu preciso ter você pra mim, porque pra todo lugar que eu olhe, pra tudo que eu olho eu vejo você meu amor e a única forma de aplacar esta ânsia e me sentir completo... Sim completo, pois quando estou longe de você eu me sinto incompleto... A única forma de resolver este meu dilema é... É ter... Ter você como minha esposa... Isabella Swan você aceita se casar comigo? Finalizou Edward ao abrir a pequena caixinha e de lá apareceu um delicado e lindoanel... A emoção se apossou de mim e as palavras se tornaram difíceis de serem pronunciadas.
– Sim! Respondi num fio de voz ao passo que as lagrimas se projetavam em minha face
Flash Back Of
No mesmo instante me senti ofegar ao me lembrar de quem havia me dito aquilo e eu nunca mais me esqueci.
– Edward! Soltei confusa, surpresa... Em choque...
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n/a: Star Wars* — ou Guerra nas Estrelas, série de seis filmes criados por George Lucas baseados na Space Ópera Americana.
Endereço de IP* — de forma genérica, é uma identificação de um dispositivo (computador, impressora, etc) em uma rede local ou pública.
Notas finais
Fantasminhas vocês sempre são super bem vindas, façam esta autora feliz e me mandem um olá, qualquer coisa... Bjos e até o próximo capítulo!
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