Notas iniciais
Hey! Finalmente voltei (sim, também acho que demorei muito) e trouxe um capítulo sem Hot, mais um tanto quanto decisivo para a vida de Damon e Elena (com Danny no meio, claro). Espero que gostem!

Despertei ainda com a vaga lembrança da noite anterior. O sorriso de Damon, a presença das amizades que eu havia começado a construir em Nova York, todos brincando, sorrindo, se divertindo... Eu estava tão feliz! Conseguia ouvir a musica ecoando ao redor de Damon e eu, sua letra era perfeita para mim “Me sinto tão perto de você agora, é um campo de força. Declaro meus sentimentos abertamente, como se fosse grande coisa. O seu amor se derrama em mim, me cerca como uma cachoeira, e não há como nos parar agora. Me sinto tão perto de você agora”. Naquele momento, tive medo de abrir os olhos, medo que tudo não tivesse passado de um sonho.

Não, não era um sonho. Abri os olhos e me deparei com o quarto de Danny. Senti o calor de um corpo ao meu lado e de um braço que repousava sobre minha cintura. Flashbacks vinham e voltavam em minha mente, sorrisos e vozes familiares ecoavam por meus ouvidos, Bonnie, Damon e Danny. Olhei na direção contrária ao calor que sentia, sorri ao ver Bonnie sendo abraçada por Danny. Me virei devagar, tentando ao máximo não acordar quem me abraçava, consegui me por em frente a Damon que dormia ternamente, um resquício de “sangue” nos cantos de sua boca me fez sorrir. O admirei por breves segundos, até que abriu os olhos.

Azul cristalino, foi assim que denominei a cor deles. Como Damon era bonito... Senti suas mãos acariciarem involuntariamente a parte nua de minha cintura. Eu quis beijá-lo naquele momento, talvez como eu nunca tenha desejado algo em minha vida.

– Bom dia, Elena – ele disse, sorriu de canto de boca, nós estávamos tão perto uns dos outros que provavelmente se eu o beija-se, acordaria Danny e Bonnie na hora.

– Bom dia, Damon – nossas vozes eram sussurros.

– Acho que bebemos bastante noite passada – ele olhava por cima de minha cabeça. Apenas sorri.

– Eu me lembro de estar tão feliz, como nunca estive antes – disse sem me importar. Pensei em repousar minha cabeça em seu peito, mais meus planos foram interrompidos.

– É bom que esteja mesmo – ouvimos a voz de Danny.

– Soube que o quarteto fantástico ao qual seu tio e Danny fazem parte, deram muito duro por aquela festa – agora era Bonnie quem falava.

Damon me soltou subitamente e logo levantou. Estava apenas com uma calça de moletom preta, enquanto Danny vestia um short de linho. Olhei para Bon Bon que mantinha os olhos fechados, ela vestia um short preto de algodão meu e uma blusa de Danny, eu estava com minha habitual regata preta e meu shortinho rosa. Não me lembrava de ter trocado de roupa.

– Cara, a Mary vai querer minha morte quando entrar no meu quarto – Danny disse olhando ao redor. Ele se referia a quantidade de garrafas de Heineken espalhadas no quarto, os CDs e DVDs estavam bagunçados na prateleira. Havia uma quantidade considerável de balões coloridos estourados no chão também, ele chutou um dos poucos que havia sobrado cheios na direção de Damon, reparei quem um era de camisinha.

– Parece que transferimos a festa para o seu quarto, cara – Damon disse. Ele ligou o som de Danny, o que nos deu um susto. O volume parecia estar no máximo e foi como se ouvíssemos uma explosão em nossas cabeças.

– Desliga isso! – gritei, arremessando um travesseiro em sua direção. Ele desligou rapidamente.

– Acho que fiquei surdo! – falou alto demais ao se sentar na beirada da cama. Nós três rimos dele, que massageava as têmporas.

– Mais que barulho horrível foi esse? Óh meu Deus! – Mary disse da porta do quarto boquiaberta, fazendo nosso coro de risadas aumentar – Onde vai parar essa juventude? – disse saindo do quarto boquiaberta.

– Pelo menos ainda estou vivo – Danny disse por fim antes de eu me levantar.

Damon pediu para que limpasse apenas o quarto de Danny e a dispensou. Mary agradeceu, mais passou pelo menos duas horas para terminar. Tomamos café juntos, e passamos o resto da manhã assistindo filmes como “Amizade Colorida” deitados no que eu descobri ser um sofá-cama na sala do apartamento, não almoçamos, apenas comemos besteiras, como biscoitos, Danone e sorvete durante a tarde, até que Danny teve que levar Bonnie para casa.

(...)

– Podemos encomendar uma pizza para o jantar, o que acha? – Disse logo após desligar a TV.

– Acho uma boa ideia, tendo em vista que tenho duas mãos esquerdas para a cozinha – falou rindo.

– Posso dizer que herdamos isso da mesma parte da família, quem sabe foi de sua bisavó... – ela riu. Era linda.

– Tio Damon – Ela disse de súbito após eu dar as costas. Me virei rapidamente em sua direção. Ela me encarou por um tempo, como se me estudasse – Eu... – Parou, como se algo a travasse. Aquilo me pareceu estranho, a Elena que morava comigo era rápida, sabia sempre o que dizer, mais naquela hora, ela parecia tão frágil... – Obrigada – disse por fim.

– Não há nada a agradecer, Elena – falei somente.

– Claro que há – ela me olhou nos olhos, havia se levantado do sofá e me encarava, sem jeito – Sabe... Nenhum aniversário meu foi motivo para comemoração, nem quando eu era pequena. Eu me sentia tão só, perdida no meu mundo, não importasse quantas pessoas estavam próximas a mim. Não era culpa dos meus avós, nunca foi... Eu só... Eu só me sentia incompleta – Ela parecia nervosa e sua ultima frase saiu como um sussurro que somente eu poderia ouvir – Mais ontem, eu me senti tão bem – lágrimas escorreram de seus olhos, mais ela sorria – Me senti tão segura! Muito obrigada, Damon – ela correu ao meu encontro e me abraçou. Deixei que afundasse em meu peito e a segurei em meus braços.

Senti além das lágrimas, o calor de seu corpo, como quando a abracei na noite anterior. Acaricie seus cabelos, guardando aquele momento na memória.

Alguns segundos depois, a campainha tocou, fazendo com que Elena se separace de mim subitamente.

– Elijah – Ela disse após limpar as lágrimas de seu rosto. O homem chamado Elijah estava parado em frente a ela com um buque de rosas brancas nas mãos. Sorria desajeitado e mesmo sem a ver, percebi que ela retribuía.

– Feliz aniversário atrasado, Elena – disse a entregando o buque. Ela o pegou em suas mãos e sentiu seu aroma. Continuei a observar, havia cruzado os braços sem perceber.

– Hum – gruni fazendo-os me olhar – Atrapalhou um momento em família...

– Desculpe – ele disse somente.

– Acredito que não foram apresentados ainda...

– Sou Elijah Mikaelson – ele disse ainda da porta. Elena me observava.

– Damon Salvatore.

– Festa legal... A de ontem... – assenti com a cabeça.

– Entre, Elijah – ela o convidou – Sente, vou colocar as rosas na água – apontei o sofá com um gesto. Ele sentou-se em uma extremidade e eu sentei-me na outra.

– Então, Elijah – recomecei, ele voltou sua atenção a mim – Você e Elena são amigos...

– Da faculdade.

– Estudam teatro juntos...

– Não exatamente – ele parecia sem saber o que falar. Ninguém “só amigo” trás rosas brancas a uma garota. Eu queria o intimidar e parecia que estava dando certo. Eu quis sorrir com esse pensamento, mais me contive.

– Não, exatamente? – Perguntei. Nesse momento, Elena passou por nós dois com as flores em um jarro com água. Sorriu e seguiu para seu quarto.

– Minha irmã mais nova... Rebekah... Estuda com Elena. Eu dou uma força com as peças que fazem, coordeno... Já sou formado...

– Elijah é um ótimo ator, por falar nisso – Elena retornou sorrindo, o beijou a bochecha e sentou-se no descanso para braço ao lado de Elijah – Temos que marcar um dia para treinar para Malévola... Já começa na quarta, os ensaios...

– Podemos passar as tardes de terça e quarta ensaiando em casa. Bonnie e Rebekah podem nos ajudar, se não tiverem trabalho...

– Não, esta semana estaremos livres, nada de tão importante no curso.

– Então vá para casa depois da faculdade...

– Eu vou – ela assentiu, sorriam um ao outro e aquilo me incomodou bastante.

– Porque não ensaiam aqui em casa? – disparei fazendo-os me olhar.

– Não se importa com nossa bagunça? – Ele perguntou.

– Nem um pouco. Até te ajudo a tirar o sofá daqui se quiser... – Eles sorriram – Tragam quem quiserem, venham almoçar... Mary gosta mesmo é quando tem bastante gente para apreciar seus temperos...

– Eu não sei... – Elena recomeçou – Tio, o senhor chega do escritório, com vários papeis... Precisa de um ambiente calmo, sem muito barulho, para estudá-los...

– Não ando tendo muito trabalho ultimamente... Quem sabe posso fazer um teste para ator coadjuvante para os ensaios de vocês? – Abri os braços sorrindo... Ela riu.

– Eu não sei... Não parece fazer o seu tipo, Damon...

– Deixe, Elena – Elijah disse – As vezes encontramos os melhores atores assim, por brincadeira ou acaso...

– Ok, ok... – Ela falou, está convidado para um teste de elenco amanhã a tarde, depois do almoço.

– Estarei presente.

– Mais eu vim aqui convidá-la para jantar, também, Elena... – falou, voltando-se agora para ela.

– Hoje? Não sei, Elijah... – Permaneci calado, ouvindo.

– Vamos – ele insistiu. Ouvimos a porta abrir.

O transito estava uma merda – Danny disse entrando – Opa – falou ao perceber a presença de Elijah – Boa noite, não sabia que tínhamos visita...

– Sou Elijah Mikaelson, boa noite – ele acenou com a mão de onde estava. Danny me olhou arqueando a sobrancelha, depois voltou-se para Elena e por ultimo tornou a olhar Elijah. Não entendi sua reação, mais Elena fez uma pequena careta. Se ele estava pensando em algo, era um assunto interno dos dois.

– Danny Desai – sorriu rápida e falsamente – Damon, já pensou no que vamos jantar? Os petiscos da tarde já perderam o efeito sobre mim...

– Era sobre isso, Elijah – Elena recomeçou – Damon e eu já havíamos combinado uma pizza para agora...

– Ah... Iriam sair? – perguntou. Danny tornou a me olhar, arqueei a sobrancelha.

– Não, encomendaríamos para comer aqui mesmo... – Eu disse.

– Bom, sendo assim, eu...

– Pode ficar se quiser – ela o interrompeu.

– Ou pode ir com ele... Se quiser... – falei. Danny me olhou feio, passou a mão pelo rosto, continuei sem entender, isso estava ficando chato...

– Tio...

– Pode ir, Elena. Danny e eu dividimos a pizza... Chamem suas amigas – sugeri, tentando impedir que ficassem a sós... “Mais o que eu fiz? Ela parecia querer ficar em casa... Ficar em casa comigo... E Danny... Mais comigo...” pensei em seguida, me arrependendo.

– Vamos – ele insistiu.

– Ok, já volto – ela respondeu. Saindo em direção a seu quarto, logo em seguida.

(...)

– O que você fez? – Perguntei ao idiota do Damon.

– Sugeri que saísse com os amigos... – ele disse somente.

– Que amigos? Era só esse Elijah que estava aqui. Acha mesmo que ele vai ligar e convidar mais pessoas para jantar... Se fosse essa a intenção, nos convidaria, sairíamos juntos ou simplesmente ele teria aceitado comer a pizza conosco.

– O que quer dizer? – ele me perguntou arqueando a sobrancelha.

– Qual é, Damon? A quanto tempo não tenta conquistar uma garota? – Ele fez uma careta – Droga... Esqueci do longo namoro com Caroline...

– Onde quer chegar? – me encarou.

– Damon, você tem uma sobrinha que mora com você. Ele tem uma amiga, potencial amante. Quem você acha que está ganhando?

– Que história é essa de “potencial amante”? – perguntou imitando debilmente minha voz – Abre o jogo, Danny, o que você sabe que eu não sei?

– Ok – ele me disse, depois de um pequeno período me analisando — Sei que dormiram juntos a duas noites atrás.

– Dormiram juntos? Como assim? – Me encava bravo. As mãos fechadas em punho. Cheguei a pensar que agarraria meu pescoço novamente – Porque eu não soube disso antes? Fala Danny!

– Porque você não reage bem a esse tipo de noticia – disparei rapidamente me levantando do sofá – Quando ela voltou, disse que estava no teatro, mais na verdade, voltava da casa dele.

– Não pensei que fossem tão íntimos... E você acobertando... – falou mais calmo.

– Que bom que aprendeu a se controlar – falei brincando, mais me olhou bravo novamente – Escuta, eu não acho que deva falar nada, aja normalmente quanto a isso... Bonnie me disse o que sabia a respeito da relação dela com esse cara. Não é nada demais. Falou que Elena não gosta tanto assim dele e que na verdade, um cara com um certo par de olhos azuis, é quem ronda os sonhos dela a noite... Quantos caras de olhos azuis ela conhece? – ele sorriu, desviando o olhar. As vezes Damon é quem parecia ter 17 anos, abobalhado quanto a Elena. Havia percebido na noite anterior... Toda sua empolgação e empenho em fazer tudo dar certo me fez rever todos os nossos passos até ali, Caroline nunca o dera empolgação, parecia uma relação cansativa e eu nunca estivera mergulhado em um relacionamento quanto agora com Bonnie. Estávamos felizes, Damon não se afundou mais na papelada do escritório, queríamos viver e a culpada em grande parte, era Elena – Conversarei com ela quando chegar... Não se preocupe, só vou sondá-la – disse rápido, após ele me dar um sugestivo olhar.

– Se ela voltar hoje...

– Ela vai voltar, cara – disse convicto – Que tal pedir a pizza enquanto eu tomo um banho? – perguntei sorrindo. Ele me encarou, mais logo também sorriu ao discar um numero de seu celular.

(...)

Não vou dizer que o jantar com Elijah não tenha sido bom, mais foi cansativo, meu pensamento estava em outro lugar e eu só queria voltar para casa. Infelizmente, durou tempo suficiente para Damon e Danny comerem a pizza e irem dormir.

– Buenas noches! – Danny disse. Estava deitado em minha cama com um livro de direito constitucional na mão e eu acabei me assustando com sua presença inesperada.

– Boa – disse arqueando minha sobrancelha.

– Desculpe, se assustou?

– Sim, com esse livro enorme na sua mão. Quanto tempo você consegue ficar o segurando? – disse descontraindo – Eu não devo durar nem cinco minutos...

– O apoio contra o meu peito, não fica tão cansativo – disse depois de uma risada.

– Como foi o jantar... Não é querer falar mal, Elena, mais aquele cara parece um chato...

– Não julgue as pessoas assim, Danny – disse após tirar minha baby look, me virei em sua direção apenas de sutiã. Ele fingiu tapar os olhos com a mão direita, mais afastou dois de seus dedos para poder me ver. Abri a boca fingindo indignação e ele sorriu virando o rosto – Olha – falei com o sorriso no rosto – Se eu não te conhecesse e te visse na rua hoje de manhã, a ultima coisa que eu diria sobre você é que era um advogado...

– Certo – falou com um sorriso maroto no rosto, Bonnie tinha razão em gostar dele, Danny era apaixonante – E quanto ao Damon? – Arqueei minha sobrancelha sem entender realmente o que perguntou – Qual a primeira impressão que ele passaria para você?

– Hum – disse pensando um pouco – Acho que depende...

– Depende? Do que?

– Bom... Se eu o visse indo trabalhar todo arrumado com aquele terno azul marinho dele e gravata, ou só com blazer mesmo, o acharia gato e ainda puxaria assunto com ele... – falei pensativa – Pensando bem... Se eu o visse sem camisa, de bermuda, calça jens, camiseta, de regata... O acharia gato e puxaria assunto... Mais é meu tio, não é? – suspirei — Não conheço as leis, mais deve ser errado...

– Sabe, Elena – recomeçou a falar levantando de minha cama, eu já estava com minhas roupas na mão, estiquei meu braço e peguei minha toalha e a coloquei no ombro antes de ele recomeçar – O amor, dito como vontade de proteger, de ter perto a outra pessoa, de querê-la bem e de desejá-la sexualmente, não deveria ser regido por lei, quando mútuo, é claro, caso contrário, se tornaria inclusive agressão, dito forçado – fiz uma careta, ele sorriu e continuou – Quando você ama, você sente desejo, você não pensa em leis, a cabeça de qualquer pessoa funciona assim. Você pode amar um primo, o que é comum – ele fez uma pequena pausa, como se me estudasse, em seguida, disse andando em direção a porta – Assim como você pode se interessar por um tio que a muito tempo não via.

Ele abriu a porta e saiu. Pensei por um instante e o segui.

– Espera Danny – falei um pouco alto de mais. Ele parou com a mão na maçaneta da porta de seu quarto, me olhou nos olhos – O que você...?

– Eu quis dizer que o amor, ou melhor, o gostar... Ou até mesmo, o fato de sentir desejo é livre, você nasce sem conhecer nenhuma lei, e cresce desconhecendo mais de 94% delas... Elas punem, claro... Mais há momentos, quando em companhia de certa pessoa, por exemplo, que você deve imaginar certas leis apenas como um monte de letras espalhadas em folhas de papel – ele me deu uma leve piscadela e adentrou seu quarto. Me distrai pensando em suas palavras que deixei que a toalha caísse no chão. Me abaixei para pegar e levantei-me de frente a Damon, que estava parado no inicio do pequeno corredor, vestia apenas sua calça de moletom, tive a perfeita visão de seu peitoral. Ele encarou meu busto semi nu antes de nossos olhos se encontrarem. Ficamos em silencio, perdidos em meio a nossos pensamentos, não tinha a mínima ideia do que ele pudesse estar pensando, mas a voz de Danny ecoava em minha cabeça “você deve imaginar certas leis apenas como um monte de letras espalhadas em folhas de papel” e juntava-se em coro a outra voz que dizia “Beije-o, Elena! Ele está ali, tão perto! Não minta! Esqueça os detalhes, você o quer!”.

Notas finais
E ai? O que acharam? Comentem, favoritem, recomendem, afinal, aqui nada é proibido, a não ser, ser fantasma! P.S.: Estou com uma outra fic, que acredito que vocês podem gostar, se chama "Love Cousin" e é dividida em duas temporadas (um projeto mais antigo que Uncommon Love, também Delena), ambas não se diferem tanto, mais Love C. é mais adolescente na primeira temporada, que é a que ainda estou postando (na 2º é que o negócio começa a pegar fogo...). Em fim, se quiserem, segue o link: http://fanfiction.com.br/historia/480171/Love_Cousin/), deem uma passadinha por lá! Xoxo