Unbroken

1 Capítulo único.


Notas iniciais
Minha primeira one-shot, não me batam. Só tenho prática com fics grandes, é. Mas ta aí, boa leitura.
ah, o ponto de vista é da Autora, ou seja, eu :3 qq-
Boa leitura ! :D

Era um dia chuvoso em Karakura. O último dia de aula daquele ano na escola, e todos esperavam ansiosamente pelo fim daquela 'escravidão'.

– Tic Tac, Tic Tac, Tiiiiiiiic, Tac... — resmungava Orihime, batendo a caneta na mesa.

– Oe, para com esse barulho, onegai Inoue... — berrou Ichigo, para logo em seguida, deixar sua cabeça cair em cima de seus livros.

– KUROSAKI ! Levante-se e preste atenção na aula. — disse a professora, irritada.

– T-Tá bom, sensei. Gomenasai. — disse ele, corando um pouco e fixando seus olhos em Rukia.

Ela corou um jogou a sua borracha nele, fazendo alguns alunos soltarem algumas risadas. Ela se virou e disse para Orihime :

– Inoue-san, preciso falar com você... Pode me esperar depois da au- ela foi interrompida pelo sinal.

Eles todos se levantaram, e foram em direção a saída, menos Rukia, que continuava sentada, um pouco corada e fitando o chão intensamente.

– Oe, Rukia, Inoue, vocês não vem ? — perguntou Ichigo.

– Já vamos, Kurosaki-kun. Tenho que conversar com a Rukia antes. — disse Inoue.

– Ah, então vamos indo. Ah, Inoue-san, nao se esqueça das atividades do clube hoje. — Ishida disse, ajeitando seus óculos. — Ja ne. — completou, saindo junto com os outros.

– Então, Rukia-chan, o que houve ?

– É que... E-Eu... Você é minha amiga ? — disse Rukia, sem graça.

– Ohhh, mas é claro, Rukia-chan. Pode confiar em mim, até para me dizer a receita secreta de algum bolo ou at- ela foi interrompida por uma risada de Rukia.

– Inoue-san...

– Não, o que ? Não escutei. — disse Inoue, encarando seriamente a menor, ouvindo um suspiro 'reclamão'.

– Orihime-san... E-Eu acho que... Gosto do I-Ichi...I...

– ...chi...go ?! — palpitou Orihime, deixando sua boca abrir um pouco devido a surpresa. Não é que ela não soubesse... Mas naquele momento ela teve a confirmação da opinião que ela tinha sobre os sentimentos de Rukia (?)

– É... — disse Rukia, ou tentou dizer, corando cada vez mais. — O-O... O que eu faço ?

– A-Acho que devia falar para ele. Eu não sei como te ajudar muito... E-Eu... Você entende, não é ? — disse Orihime, séria.

– Claro, eu... Entendo... E arigatou mesmo assim, I... Orihime-san...

Depois de conversarem, elas foram até a saída da escola. Encontraram com Ishida, que disse a Orihime que as atividades do clube foram canceladas, e indo embora logo em seguida. A garota ruiva ficou desesperada. Ela precisava ir até sua casa, pois tinha certeza que havia deixado a janela do quarto aberta. Ela ficou falando e choramingando até que Rukia lhe emprestou o seu guarda-chuva.

– Mas Rukia-chan, você n-não tem outro, ou tem ?

– Não se importe com isso, pode ir.

– M-Mas, n-não-

– Vá logo, Orihime-san. Eu espero a chuva passar. — disse Rukia, sorrindo e empurrando a sua amiga para fora da escola. — Ja ne.

– J-Ja ne, e arigatou. — disse Orihime, correndo.

Sem o que fazer, ela ficou em pé na frente do prédio, calçando os sapatos, mudando a bolsa de braço, até que olhou para o céu, fechou os olhos e esboçou um sorriso... Ela podia ter ido junto com Orihime. Droga ! ~ pensou. Passaram-se alguns minutos e ela continuava naquela mesma posição, sentindo frio e dor nas pernas devido a quantidade de tempo em que ela ficou daquele jeito.

– Oe, Rukia ? — disse Ichigo , chegando em frente a ela, deixando seus corpos um pouco próximos, mas não o bastante para se tocarem.

– I-Ichigo ?! O que faz a- ela foi interrompida por um espirro.

– Baaaaaaaka. Eu me encontrei com Orihime e ela disse que você havia lhe emprestado o guarda-chuva, e que tem uma coisa para me dizer. — ele coçou a nuca — O que é ?

Ela engoliu seco, e pensou : "Inoue, me paga " mas disse :

– N-Nan...de...mo...nai...

– Fala Ru... Olha, vamos andando porque pelo seu espirro, você vai ficar resfriada logo. — disse, enquanto se colocava ao lado dela, e posicionava o guarda-chuva entre eles.

Eles foram andando... Andando... Calados, mais por culpa de Rukia, que estava envergonhada, do que de Ichigo, que se sentia constrangido, mas ao mesmo tempo relaxado e feliz...

Eles chegaram em casa silenciosamente e trocaram-se. Rukia estava... "Hospedada" no quarto das 'irmãs', mas como a família havia ido até a cidade vizinha para um show de exorcismo, ela preferiu deitar no armário de Ichigo, no qual ela estava estranhamente acostumada. Talvez pelo simples fato do cheiro de Ichigo estar ali... Ou não... Ichigo desceu, preparou chocolate quente e levou dois copos para seu quarto. Um era pra Rukia.

– AAAAH, NEEEEEEEEEEE-CHAAAAAAAAA- disse Kon, levando um chute, e acabou sendo chutado pela janela.

– Toma. — Ichigo entregou para Rukia o copo.

– A.. Arigatou... — ela pegou, e bebeu aos poucos. — Ichigo, não me sinto bem...

– Humpf, vamos ver... — ele colocou a mão na testa da mesma, e viu que ela estava quente. Carregou a mesma até a cama, ignorando os protestos da menor, e pegou alguns remédios e termometro. — Você está com febre. Melhor ficar aí na cama até melhorar.

– E onde você vai dormir ? — disse ela, confusa.

– No outro quarto, ou-

– NÃO, ICHIGO. Não me deixa sozinha. Maldito... Eu to doente, e com... — bocejou — frio... — completou ela, ficando mais vermelha, se possível, e se enfiando entre as finas cobertas.

Ele suspirou e disse :

– Tá bom, Rukia, se quer tanto, eu durmo com vo- ele não terminou de dizer, quando viu que a mesma estava com os olhos fechados, provavelmente dormindo. — Já ? hah... — ele deu uma risadinha, e se deitou ao lado dela, abraçando-a.

~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ .

Era madrugada, e ambos dormiam, mas...

– Ichigooooo~

– an ? AH. O que foi, Rukia ? — disse Ichigo, acordando preocupado e rapidamente ao ouvir a pequena chamar o seu nome.

– Ichigooooo... Você... Não... Sabe... Que... Eu...

– D-Dormindo ? — suspirou — Eu não sei o que, Rukia ? — disse, colocando as costas da mão na testa dela.

– Ichigoo... Maldito... Eu amo... Você...

Ele ficou em choque. Não esperava ouvir aquilo. Ele encarou a garota por alguns minutos e deu um sorriso. Beijou-lhe a testa, e se aconchegou novamente em sua cama ao lado da doce Rukia...

~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ . ~ .

Era de manhã. Ichigo havia dormido alguns poucos minutos, devido ao que a pequena Rukia, frágil e tão linda aos olhos dele, disse para o mesmo, a noite.

"- Ichigoo... Maldito... Eu amo... Você... "

Ele estava feliz, e isso se via de longe pela sua expressão. Ele sentiu um movimento em seus braços, e viu Rukia gritar, e corar. Achando graça, ele riu, deixando-na surpresa.

– Ohayo Rukia.

– O-Ohayo...

– Então... — ele corou um pouco, coçou a nuca, e ficou sério. — Quer dizer que você me acha um maldito ?

– HUmpf, Ichigo, que papo é es-

– Um maldito, que você ama, certo ? — disse ele, sorrindo de canto.

– E-E-EH ? EEEEEEEEEEEEEEEH ? — disse ela, corando violentamente.

– Você falou dormindo essa noite. — disse, zombeteiro.

– Eu n-

– Ichigo, Maldito. Eu te amo. — disse, imitando a voz da pequena.

– EU NÃO DISSE ISSO, E NÃO TE- Rukia foi interrompida por um beijo, um simples selar de lábios. Ele se afastou, acariciou o rosto da mesma e a beijou de novo, aprofundando o beijo. Rukia correspondeu de imediato, mesmo não sabendo muito bem como o fazê-lo. — AMO...

– Eu também... Amo você, Rukia-baka. E o que eu sinto por você, não vai mudar...

– Ichigo...

– Nunca ninguém vai nos separar, ouviu ? — disse Ichigo, corado, e ao mesmo tempo sério. Ele a encarou, e limpou uma lágrima que escorria pelo rosto da morena, para logo depois abraçá-la. — Rukia...

– U-HUM ? O QUE ? AAAAAAAH ? — disse Rukia, muito nervosa e envergonhada.

– A-Agora eu vou pegar seu resfriado... E você vai ter que cuidar de mim. — disse, estampando um sorriso largo em seu rosto e prendendo-a na cama com um abraço apertado.

– AAAAAAH, I-ICHIGO MALDITO. — berrou Rukia, tentando sair dos braços do seu amado. Apesar de que, na verdade, ela não queria sair dali nunca.

E ela devia agradecer a Kami, e até mesmo para Orihime, por pegar o guarda-chuva e deixá-la na chuva. Se ela não tivesse ficado doente, talvez não tivesse coragem de se declarar...

– RUKIA. Vamos ao cinema, vamos. — disse Ichigo, empurrando-a para o outro quarto.

– AAAAAAAAAAAAAAAAH, ICHIGO BAKA. Eu estou doente e... Ah, EU DESISTO. — e assim, ela foi ate o quarto das 'irmãs' e se trocou. Eles foram ao cinema e se divertiram bastante naquele dia.

...

Depois de irem ao cinema, eles sairam muuuuuuitas e muitas vezes dalí em diante

Bom, isso já é história para outra fanfic...

Fim, ou será que não ? q-

– RUKIAAAA, o que você tinha para me dizer ? A Inoue disse que você tinha algo para 'esclarecer' para mim...Certo — disse Ichigo, abrindo a porta da casa.

– AH... Isso... Você já sabe. Que você é um maldito idiota e... Que eu amo você, baka. — disse fazendo bico.

Notas finais
Eu sei que ficou uma coisa cacosa, mas o Renji ficou me chamando, por isso fiz meio rapido qq- *cof* u_u
Comentem se gostarem, se acharem um lixo, também .-. qq-
Kissus e matta ne~ :)
ps : eu poderia ter feito melhor, eu sei. GOMENASAAAAAAAI D:
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!