Unbreakable Ice

15 Arco Memórias do Passado: Mokuzai


Notas iniciais
Yoo minna!!! Dessa vez veio rápido, né?! Digamos que fiquei inspirada... Eu to tentando divulgar a fic de qualquer maneira senão vou acabar desistindo de postar, é a realidade. Eu não fico inspirada para escrever coisas boas quando não vejo ninguém comentando sobre o que estão achando e isso me deixa para baixo, o que me faz escrever coisas depressivas e eu não quero! Então, se puderem, me ajudem a divulgar ou pelo menos me ajudem a melhorar comentando o que você está achando, ok? Conto com vocês e agora vamos ler porque esse capítulo ta fofo para alguns e bem odiável(?) para outros...

Indignado com aquela bomba jogada em sua cabeça, Natsu nem sua comida conseguia ingerir. Por incrível que pareça, ele não surtou, nem quebrou nada ou ao menos se mexeu diante de uma situação dessas, o que acabou surpreendendo todos, mas que não se deram ao trabalho de tentar comentar algo. Apenas deixaram que o próprio Renzo ou Natsu dessem conta da situação, mas foi Kawori que deu o largado:

— E nos diga quem é seu irmão. Eles – apontou com o olhar para o time – Vão gostar de saber sobre.

— É... – ficou confuso, mas por algum motivo a obedeceu – Zeref, Dragneel é meu irmão. Isso é algum problema? – comeu – Ele esta...

— Quieto! – Kawori o calou com os dedos – Natsu, diga seu nome. – porém Natsu estava imóvel.

— Natsu! – Lucy tentou o cutucar, mas viu que ele não estava no mesmo planeta – Renzo acho que... – estava insegura do que dizer – Ele se chama Natsu D-Dragneel.

A reação de Enzo foi impagável. O garoto não ligava para tais assuntos e muito menos se importava com tais. Vê-lo surpreso daquela forma fez Kawori corar, e ela não sabia ao certo por que.

O silêncio permaneceu por alguns segundos até Renzo e Natsu voltarem a falar e conseguirem raciocinar o que estava acontecendo diante de seus olhos.

— Não é todos os dias que são encontrados irmãos por ai... – Happy tentou descontrair.

— Mas... Eu não tenho nenhum irmão! – disse Natsu (finalmente).

— Olha, Natsu, eu nem sempre tive Zeref como meu irmão. – coçou a cabeça – Eu tinha um dragão como pai. Mokuzai era o dragão do elemento madeira, o único mais habilidoso e seu poder não era o que mais me chamava atenção nele e sim, o modo como lidou junto a o dragão do fogo a cuidar dos humanos.

— Igneel! – disse Happy.

— Acho que era ele mesmo! Meu pai nunca me mostrou esse tal dragão, mas eu o conheci através de palavras de meus pais e seus dragões.

— Então esse Mokuzai era um dragão que possuía outros dragões?! – perguntou Lucy.

— De certa forma sim, mas ele preferia dizer que eles não eram seus e sim da família.

— Que fofo... – soltou Kawori – Como era conviver com vários dragões assim?!

— Eles não eram tão grandes. Meu pai era enorme! – fez gestos de grandeza com os braços – Mas os outros dragões não tanto. Acho que era típico, pois os outros dragões menores também tinham seus “chefes”. Dirigiam-lhe a palavra como Mokuzai-sama ou caso contrário o chefe poderia dar a morte, mas meu pai nunca fez tal ato.

— Você se lembra de tanto assim, é? – Lucy estava matando suas dúvidas, mas ainda estava preocupado com seu amigo ao lado.

— Bom Toranku me disse para nunca esquecer e nunca irei, pois a voz autoritária, grossa e serena de meu pai não permite.

— Toranku? – perguntou Natsu.

— Tio. Ele tinha uma grande ligação com meu pai, mas foi morto quando foi defender meu pai contra um dragão... É, Acnologia! – embaralhou-se ao tentar lembrar o nome.

[Flashback do Renzo]

Em um gramado enorme, encontravam-se os principais dragões, seus súditos e até aqueles que apenas viviam ali. E como o maior de todos, Acnologia O Rei Dragão. Estavam em uma reunião aberta onde discutiam sobre a liberdade da existência dos humanos sobre suas terras, o que tal dragão recusava de todas as maneiras, queria todos mortos.

Eles não são ameaça para nós! – dizia Grandine que impunha sua posição de O Dragão do Céu.

— Eles não precisam conviver conosco. Separe-os, mas deixe-os vivos! – colocando seu posto de o Dragão Madeira Rei, Mokuzai. Seus olhos castanhos escuros colocavam medo e reverência em qualquer um que estivesse a sua volta, menos no Rei.

Não me importo! Humanos e dragões não conviverão juntos, matarei quaisquer um que tenha afiliação com eles. – Impôs Acnologia.

Eles têm sentimentos, Acnologia – Toranku saiu de trás dos outros dragões e caminhou até seu foco – Você NÃO pode decidir matar alguém que não é de nossa raça! – os dragões menores se espantaram.

Você está me dizendo o que posso ou não fazer?! – o fuzilou com os olhos.

Não é justo. – bateu de frente sem qualquer medo, talvez já soubesse o que viria.

Eu sou o Rei Dragão e escolho o que é justo ou não e eles serão mortos assim como você.

Infelizmente, Mokuzai não pôde mover-se para impedir qualquer ferimento ao seu mais fiel companheiro de longa data, ele pode ser o Dragão Madeira Rei, mas não podia mandar no seu próprio rei e acabaria morto, deixando seu amado humano para trás. O dragão menor apenas teve a chance de se virar ao seu legítimo e único considerado rei, Mokuzai-sama. Que apenas fechou os olhos na hora do ato de rasgar seu amigo em pedaços.

Toranku! – disse a esposa em baixo tom para que não a percebessem.

[Fim do flashback]

— Você conhece? – Lucy engoliu seca – Só de dizer o nome... Lembro-me das coisas terríveis que ele me causou. – entristeceu e seu amigo ao lado a encarou.

— O que ele lhe causou? – perguntaram Kawori e Renzo ao mesmo tempo.

— Tenho sete anos da minha vida atrasados por causa dele, meu pai morreu e eu não me desculpei com ele por esse impedimento e ele me tem o momento de mais terror marcado em minha memória. – Happy e Natsu a olharam ressentidos.

— Eu acho que cheguei a ouvir sobre isso... – disse Kawori – Foram muitos comentários na cidade, acharam que vocês nunca mais iriam voltar e os membros da Fairy Tail ficaram completamente deprimidos, ninguém mais falava de vocês... E eu fazia de tudo para ficar sabendo sobre. – coçou a cabeça.

— Kawori era uma stalker da guilda! – zombou Happy.

— Renzo, o que aconteceu com seu pai? – perguntou o Dragon Slayer de fogo.

— Não sei, ele só desapareceu – deu de ombros – no ano x777. – as bocas caíram.

Era o que eles realmente precisavam saber sobre isso tudo.

— E você vê seu pai de alguma forma? – perguntou Happy.

— Sempre que ele quer. – os olhos da sala se arregalaram, menos Kawori que estava sem entender muito bem os motivos de tanto espanto – algumas vezes eu imploro, mas são em meus momentos desespero. Conversamos em lugares alternativos, ele sempre vem quando estou dormindo ou ouço sua voz por telepatia em momentos de alto risco.

— Isso é tão avançado! – Happy estava boquiaberto – Você não ta com nada Natsu! – zombou.

— Hm. – o Salamander cruzou os braços. Lucy começou a contar algo nos dedos e olhar para ele, que logo indagou: — Que foi?

— Primeira geração: Você, Wendy e Gajeel. – contou em um dedo – Segunda geração: Cobra e Laxus. – contou no segundo – Terceira geração: Sting e Rogue. – olhou diretamente para Renzo – Seria ele a quarta geração?

— Quantas gerações mesmo? – Natsu estava confuso.

— Acho que meu irmão chegou a comentar algo com isso... Ele disse que eu não sou o único, e citou gerações. – o garoto estava normal por fora e completamente desesperado por dentro.

Concluindo: Renzo Dragneel é oficialmente um Dragon Slayer da quarta geração onde o mesmo tem os mesmos poderes que os de gerações anteriores, incluindo a possibilidade de manter contato com seu “dono” e ter sua Dragon Force ativada mesmo que o usuário não saiba como fazer. Ao que aparenta, ele tem seus poderes herdados de um dragão do elemento madeira, esse pode ser seu poder até que ele mostre o contrário.

— Onde está seu Exceed? – perguntou Happy.

— Ela está dormindo, se chama Sherry.

— É bem fofa! Você vai se apaixonar por ela, azul! – Kawori fez cara de safada para o gatinho.

Mesmo descontraindo com os amigos, a senhorita Blueice estava tensa por dentro. Sentia medo de que seu mestre aparecesse de repente e acabasse com todo o momento do passado que eles estão tendo e as descobertas de família que o Natsu vem tendo. Tinha medo de ser acusada pela Lucy ou Happy pela morte de seu mais que amigo e principalmente, medo de estar fazendo o errado.

Querendo ou não, Renzo já sabia o suficiente do humor da garota para saber se ela estava totalmente bem, ou nem tanto assim. Observava o medo que ela tinha em seus olhos e que algo ela escondia e aquilo a aterrorizava. Então, ele quis logo acabar com aquela reunião em “família” e fingir dormir.

— Este é o quarto que estou dormindo agora. Mas, tem um quarto sobrando no final do corredor e vocês podem ir para lá. – apontou para a única porta – Qualquer coisa vocês podem correr até aqui!

— Arigatou, Kawori! – Lucy agradeceu e foi com seus companheiros até o destino.

Os três seguiram até o final do corredor e entraram no quarto. Bem arrumado, aceso e com uma cama — para o azar da garota — se trocaram atrás do provador e entraram no conflito pela cama:

— Eu vou dormir aqui! Se acabar se incomodando, saía e durma no chão com o Happy! — deitou-se no lado direito da cama.

— Lucy, eu vou dormir com você. — falou sério — Mas tem um cheiro que me incomoda mais...

— Então estou te incomodando?! — fez aquela típica careta de Lucy.

— Eu já senti isso antes... Na ilha Tenrou.

— Natsu se lembrando de algo? Ele deve estar bem preocupado. — disse Happy ao subir nos pés da cama.

— Será que nós estamos bem aqui? — perguntou ao se sentar no lado esquerdo da cama e olhar diretamente para a loira.

— A Kawori disse que era confiável... — Lucy estava começando a ficar com medo — É melhor dormimos logo antes que... Algo de ruim aconteça e nós estaremos fadigados.

— Aye.

Os três se ajeitaram na cama — espaçosa — e custaram a pegar no sono. Natsu a deixou assustada por aquelas palavras tão sinceras e sérias e ele mesmo continuava intrigado com a segurança daquele lugar. Algum cheiro o perturbava e ele não identificava qual.

Entrou em seu quarto e não via a hora de poder colocar seu medo em gelo. Tem essa mania desde sua infância onde tudo que tem medo, ela coloca em uma escultura de gelo criada por ela mesma e a deixava derreter. Seu medo tinha que passar antes disso ocorrer por completo.

Trocou suas vestimentas pelo seu pijama de frio nas cores azul claro e sentou-se na cama por debaixo das cobertas. Suspirou e juntou suas mãos em forma de Jutsu. Falou as seguintes palavras:

— Ice Make: Fear of... Zeref Dragneel. – surgiu em suas mãos uma pequena representação de seu mestre em forma de gelo.

— É lindo de se ver! – disse Renzo — Você que inventou essa magia?

— O que faz aqui?! – ficou levemente sem graça – Amanhã vai ser um grande dia... – entristeceu.

— Por que está com medo do meu irmão? – perguntou sem nenhum tipo de hesitação e se aproximou da garota, sentando-se na frente dela sobre as pernas, deixando-a constrangida.

— Você não acreditaria em mim. – corou — Nem eu mesma acredito...

— O que ele te fez de tão mal? Mesmo te conhecendo ontem, eu não acredito que você seja difícil de reconhecer.

— Renzo... – olhou dentro dos mares que eram os olhos do garoto – NÃO DA! — soltou.

— Que susto! – ele inclinou para trás.

— Seu irmão... – respirou fundo e desembuchou: — Ele quer matar-me ou matar o seu mais novo irmão, que na realidade é irmão verdadeiro de Zeref.

O garoto mais uma vez se pegou boquiaberto com a situação. Não poderia acreditar em algo tão absurdo. Zeref sempre lhe fez o bem, era o que o motivou a continuar sua vida e a compartilhar objetivos com seu irmão.

— Está mentindo! – levantou-se – Meu irmão não mataria um membro da guilda! Ele deu a vida por nós! – começou a aumentar o tom de voz.

— Calma! – colocou as mãos sobre seus ombros – Por favor, acalme-se! Ele não é tão ruim, eu acho. Zeref tem um objetivo com isso! Ele quer... Um fim para si mesmo, lembra?

— Mas quando me conheceu, ele disse que eu seria o feitor de sua morte!

— Como?! – a garota arregalou os olhos – E você concordou com isso?

— Óbvio! Nós iremos destruir uma guilda antes e logo eu darei seu fim. Ele implorou muito e eu fiquei com pena.

— Guilda, Renzo? – ficou confusa e com medo da resposta que viria se seguir de sua pergunta: — Qual guilda?

— Deixe-me lembrar... – colocou os dedos no queixo em forma pensativa – Ah! A Fairy Tail. – sorriu inocentemente.

— Não Renzo! – desesperou-se – Você não pode destruir a minha... A minha família! – o garoto se espantou com a reação.

— Família? – surpreendeu-se novamente – Você é da Fairy Tail?!

A Fairy Tail é minha família! E você não vai destruir isso.

— Mas Kawori... Se você está aqui, quer dizer que vai destruir Fairy Tail também. Esse é o objetivo da NOSSA família.

— Todos que estão aqui vão destruir a... – andava de um lado para o outro – Até meu irmão?! Você?! – parou – Renzo... Natsu é seu irmão agora! Ele é da Fairy Tail, você nunca o viu antes e não sabe o quanto as pessoas de lá são importantes para ele! Lucy e Happy também, você não pode encostar um dedo neles ou estarás morto. – abraçou o garoto pelas costas – Por favor... Não faça isso. – o garoto corou.

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Renzo e Natsu em uníssono: Próximo capitulo: A promessa à alguém que mal conheci.

Natsu: Você já vai chegar tirando minhas falas finais?!

Renzo: MAS AQUI DIZIA PRA FALARMOS JUNTOS, EGOÍSTA!

Natsu: NÃO GRITA COMIGO! KARYU NO...

Lucy e Kawori em uníssono: PAREM JÁ!

Natsu e Renzo: Ai!

Happy: O tempo está acabando!!! Cade o convidado?!

Sasuke Uchiha: Eu acho que estou no cenário errado.

Happy: O convidado era o Toshiro Hitsugaya!

Toshiro: Eu me recuso.

Sasuke: Onde está o Naruto?

Lucy: Etto... Aqui é Fairy Tail, Sasuke.

Sasuke: Hm, obrigada.

Happy: ACABOU!!!

Notas finais
OPA! PERA, LÁ CALMA GRAWORI SHIPPERS, EU POSSO EXPLICAR! Sim, acho que temos um triângulo amoroso aqui OPA CALMA!!! Meu sonho era fazer um triângulo para saber se é tão prazeroso assim pois todos meus mangakás fazem essas coisas que acabam comigo então vou experimentar... HIHIHIHIH ♥ E parece que não foi a única treta do capítulo... Parece que Kawori é autora de um novo comando de sua própria magia que chamamos de "Ice Make" não é mesmo?! Vamos descobrir isso nos próximos capítulos, por isso, NÃO PERCA!!! E comente porque eu amo ler os comentários! Beijucy.