Un Lazo Que Nos Une
40 Inseguranças
Notas iniciais
A mente de Carlos Daniel fervia, seus pensamentos confusos, o peito queimava de ódio e decepção, faria uma loucura! É certo que faria uma loucura, sem pensar duas vezes foi até eles. Cego de ódio, a única certeza que tinha em sua mente é que a tiraria dali, quando fez menção de puxá-la pelo braço tudo clareou.
O mesmo acordara assustado com o bebê adormecido em seu colo, havia pego no sono enquanto o fazia dormir e só conseguia ser muito grato por isso.
CD- Puta que pariu. — Tocou o peito respirando fundo, coração acelerado. — Um pesadelo. — murmurou se levantando com o bebê em seus braços. — Foi um aviso! Tenho que descobrir quem é esse cara. — colocou o bebê no meio da cama e fez uma “muralha” de travesseiros para que ele não caísse.
Buscou rapidamente seu celular e em uma busca no Google tentou saber mais sobre o “cara das rosas”.
“ Jay Khamon…
O rapper americano de apenas 22 anos, é delírio entre os jovens. Em dois dias de lançamento de seu novo álbum, o mesmo já passa de 6 milhões de ouvintes. No auge de sua carreira, desfruta com mulheres na Cidade do México, onde fará sua próxima apresentação.” — Leu ficando irado, reparando na foto, se recordando daquele rosto não tão estranho assim. – Não dá pra competir, acabei de sonhar com ela rebolando em um negão! Puta que pariu… É o meu peixe, irmão! Minha mulher, porra! Não acredito que é esse cara. Cidade do México… hum está em Cancún querendo furar os meus olhos!
Sem demoras o mesmo foi até o outro quarto onde ela dormia profundamente. De cabelos molhados e seios parcialmente cobertos o belo corpo moldando o lençol branco. Uma Deusa, irresistível, desejável a qualquer olhar e não podia culpá-la era naturalmente linda. Chamava atenção por si só, sem esforço algum. E isso o matava por dentro embora fosse maravilhado por sua beleza, mas naquele momento não sabia administrar isso dentro de si.
Emputecido, o mesmo puxou o lençol dela deixando mais destapada a sua visão, logo depois destapou-a da toalha deixando-a nua a sua frente.
Segurou suas pernas erguendo-as bruscamente, mas permanecendo em meio a elas, puxando o quadril para si até que colasse a intimidade a sua boca quente.
Paulina estava ali de pernas abertas e sendo saboreada por ele em uma posição tão vulnerável e arrebatadora que não podia controlar os gemidos de tesão dado as sucções da boca ávida e sedenta. Um dominador nato, acostumado a tomar mulheres e surpreender, fascinar na cama… Seu dom era deixar mulheres arrebatas e escolhera aquela dali para sempre, a reencontrara. A vida a trouxera de volta a ele; o recompensara, e nesse momento devolvia com a língua mergulhando-a infinitas vezes dentro daquela fenda, friccionando com suas sucções a boceta latente, dando sua intensidade sugando e buscando seu mel.
Paulina sentia a língua mergulhar em sua abertura de maneira eloquente, intensa fazendo-a contrair-se em sua boca habilidosa. Gritava por ele desesperadamente, a queria e demonstrava isso com suas sucções,
sedentas querendo tudo, querendo mais… Sempre mais, segurando o corpo delicioso e sonolento, Paulina entre a realidade e a alusão daquele “sonho” que estava tendo, encharcada inteira sem conseguir distinguir a realidade do sonho. Conhecia muito bem aquelas sensações aquela boca sedenta que incendiara a alma, as mãos fortes segurando firme suas coxas grossas, tocando a barriga lisinha os seios fartos livres para ele.
Os gemidos sôfregos ecoaram alto pelo
cômodo desgarrando-a de vez da inconsciência do sono.
Paulina- Onwww… amor. — gemeu mordendo o próprio lábio inferior sentindo-o faminto entre as pernas. — Ahhh que delícia de aaaannnwww. -Murmurou dando mais energia a seus toques precisos.
CD- Isso geme gostoso, princesa… mostra o quanto te agrada ter a minha boca na sua boceta linda — segurou firme seu tronco puxando-a para seu corpo e colocando-a entre os lençóis brancos. — Acorda gritando pra mim. — murmurou sugando levemente a pele de seu pescoço enquanto friccionava a glande em sua intimidade mas ainda sem penetração.
Paulina- Ahhãm… -gemeu em um sussurro ofegante. — Que gostoso acordar assim…
Ela tinha o corpo em chamas a cada palavra e toque que lhe dava , seu corpo vibrava em combustão sentindo-o ali tão perto, seus instintos faziam a intimidade latejar por ele ali nela. O olhava com os olhos escuros absorvendo cada carícia, fitando os olhos famintos, os toques precisos de um macho que tinha fome dela e demonstrava em cada toque.
CD- Que Delícia de mulher, meu Deus! — sussurrou escorregando para dentro dela com intensidade, empurrando-se inteiro até colarem os quadris.
Paulina deu um gemido sôfrego em um misto de prazer e ardência inicialmente, enquanto o mesmo sugava a pele do ombro descontando seu prazer saindo tão grande e intenso de dentro dela, entrando mais forte esticando tudo.
Investindo quente, dedicando força e habilidade na pequena abertura fitou-a ainda incomodado pelas flores e o cartão, seu corpo bebia de seu prazer na forma mais intensa, mas sua mente estava lá, o castigando mais e mais. enquanto a assistia arrebatada, se entregando a ele tão desejosa, olhando-o intensamente apertando-o contra seu corpo.
Carlos Daniel tornou-se mais firme tomado pelo tesão, pela raiva de algo que nem sabia ao certo, mas que gritava em sua mente. Colocando tudo dentro dela, acelerado e certeiro, queria ser o melhor pra ela, o mais intenso.
Passou minutos golpeando o quadril largo com seu corpo grande, fazendo-a sentir toda sua intensidade e espessura.
CD- Quero que seja para sempre minha.
—balbuciou rouco deitado sobre o corpo dela estocando duro, mordiscando a orelha pequena. — Amor intenso como a foda. — sussurrou entre dentes ouvindo os impactos dos corpos e sendo estimulado por isso.
Ela o fitava profundamente nos olhos parecendo hipnotiza-lo a seus efeitos
…
Algum tempo depois 05:55Am
Bom dia minha vida. — sussurrou beijando os cabelos dela e puxando o lençol com cuidado para não acordá-la, enquanto admirava a silhueta linda nua e alva na cama grande. A bunda grande e redonda dando forma ao corpo escultural. — Não tem noção da felicidade que estou sentindo. — riu sozinho falando baixinho e admirando a mulher ao seu lado — estou indo conquistar o mundo pra nós. — se levantou devagar beijando o pescoço dela e levemente foi arrastando os beijos para suas costas e por último a bunda — a noite o Dan volta bilionário pra você bebezinha. — a cobriu novamente e saiu caminhando com cuidado buscando a boxer no chão.
Ele entrou no banheiro fitando-se no espelho com um sorriso orgulhoso brilhando nos lábios. Mirando a bancada e lembrando de cada segundo da noite passada e como foi surpreendido.
Que noite moleque. — murmurou cafajeste olhando sua figura no espelho e lembrando dos momentos que teve com ela. — minha Deusa do amor.
Ele foi em direção ao chuveiro o ligando e tirando sua boxer, mergulhou embaixo d’água sorrindo sozinho, sem caber em si de tão feliz. Aliviado por encontrá-los, desejando muito mais que aquilo que tinha com ela, feliz por ela ter vindo a seu encontro… se permitindo sonhar e imaginar uma vida com ela, ciente dos desafios que ainda teria que enfrentar para tê-la.
…
Cidade do México
12:54pm
Léo- São exigentes, mas acredito que já ganhamos o Italiano e o Árabe. Está sendo sensacional a apresentação, a evolução é nítida dia a dia. -sorriu orgulhoso -Já reparou que Maressa se encantou por você? Não ouve como fala seu nome tão arrastado e manhoso? Rebola mais quando anda a sua frente, rebola pra você… cada passo. -contava sorridente e convicto observando as expressões do amigo.
Ele o fitou sério dando um gole no café — ela está me tentando, toda acesa rindo e abrindo o decote, colocando a mão na minha perna. -murmurou incomodado, mas sem disfarçar o ego tão inflado.
Leo- Tá só pedindo, velho. Amo esse trabalho que temos, morena delícia quadril largo e silicone como? Grandão! Está sem sutiã embaixo do terninho, notou? -instigou sem pudor em ser tão indiscreto.
CD- Moleque, eu tive uma noite tão incrível que eu não consigo parar de pensar na minha mulher, parece que eu estou louco, no meio da reunião eu ficava pensando assim várias vezes e vendo. E confesso que está sendo difícil me concentrar aqui, então tente fazer o mesmo! E… confesso, não a dispensaria em outras ocasiões, quer dizer… antes.
Léo- Eu sei, eu sei… Relaxa cara, vamos sair bilionários daqui! E assim… Posso? Ela está te provocando cara, ela tirou o blaser e passou em um espaço mais apertado para esfregar aqueles peitões em você.
Carlos Daniel fechou os olhos respirando fundo. — Vai em frente, pega lá. E sim senti cara, senti. Está sussurrando coisas para mim desde as 09:00 Am, colocou um preservativo no bolso do meu terno quando “acidentalmente” esbarrou em mim. É tentadora. -admitiu sério, resgatando o preservativo do bolso entre os dedos, mostrando-o ao amigo. -Mas eu quero a Paulina, entende?!
Léo- É irmão ela quer te dar! Você com essa cara de mau , não foge o olhar e a danada é uma gostosa não dá pra não dar uma viajada no corpo.
CD- Não sou cego, mas não vou tratar mau. -suspirou. — gosto de receber atenção, me incomoda que percebam, mas… foda-se. -respirou fundo, agoniado. — quero a MINHA mulher.
Léo- Vou investir, cara. — o fitou com o sorriso cafajeste.
CD- Vai com tudo. — entregou o preservativo a ele. — Muito profissionais estamos sendo, homem não vale porra nenhuma mesmo! Mas estou prestando cara, juro.
Léo — é, estou vendo…
—Carlos Daniel demonstrava nos slides os projetos idealizados pela companhia Bracho, enumerava suas razões e sua representatividade no mercado, mostrava seus números e desenvolvimento organizacional de uma empresa tão grande e renomada quanto se tornara aquela em sua gestão.
CD- Nossos produtos são produzidas com tecnologia de ponta, contando com uma equipe de arqueólogos, artesãos muito a frente de seu tempo, mas que ainda não foram devidamente reconhecidos dentro do mercado. Sim parece contraditório usar arqueólogos, artesãos e tecnologia na mesma frase, mas eu garanto que no final, alcanço o melhor resultado.
Buscamos influências culturais de moda e lugar mesmo; da gente, das mulheres, da religião , de tudo. Como se dá determinada cultura, suas cores, sua arte e seu povo.
—nesse momento fora aplaudido por todos os presentes naquela reunião.
CD-Agradeço a atenção de todos e nesse momento abro pauta as perguntas que surgirem sobre o negócio, lembrando que nossos relatórios estão disponíveis e podem ser captados e salvos pelo QR Code que aparece agora no projetor. — puxou a cadeira e tomou novamente o lugar que estava antes.
Um dos senhores ergueu a mão e Carlos Daniel acenou positivamente, quando sentiu uma mão correndo por sua coxa. Seus olhos logo correram para Maressa que estava ao seu lado e o fitou sensualmente, deslizando a mão de encontro a seu membro, para cima e para baixo por todo o cumprimento sentindo seu formato espessura e calor. Tocando a glande coberta pelos tecidos, instigando-o, deixando-o alarmado enquanto ouvia a pergunta em total desconcerto
CD- Perdoe-me… pode repetir? -solicitou afrouxando levemente o nó da gravata, sem poder lutar contra seus instintos sentiu seu membro reagir aquelas carícias e se repugnou por isso, por não conseguir controlar seus instintos de homem.
Abuhol- Como conseguem ser sustentáveis produzindo em massa?
CD- Sim. — nervoso o mesmo afastou a mão de Maressa de seu membro debaixo da mesa, fitando-a sério. — Todo o maquinário da fábrica Bracho funciona com energia solar que armazenamos, que alimentam até geradores. Graças a mais de 3.000 placas, além disso, não desperdiçamos nenhum tipo de material, tudo vira louça ou decoração. Até quando algo não passa pelo controle de qualidade, o material é todo desfeito e reutilizado.
Algo a se considerar é que com novos processos conseguimos reduzir em 70% o uso de água durante todo o processo de fabricação da nossa louça.
Abuhol- Gostei, muito importante.
Piero- Perdoe-me, disse que trabalha com uma equipe de arqueólogos ?
Carlos Daniel sorriu prontamente, recebendo um olhar em “especial” muito fixamente sobre si- Sim! Fazemos diversas pesquisas e novas criações inspiradas nos utensílios que utilizavam no antigo Egito e entre diversas épocas e culturas. Conseguimos recriar um jogo de jantar que pertenceu à família de um rei e eu me senti muito incrível, eram peças de mais de 1.500 anos; foi legal poder trazer isso de volta para família dele também.
Abuhol- Consegue recriar uma coleção ainda que nenhum detalhe daquela peça seja vendido atualmente?
CD- Ai estão um de nossos diferenciais no mercado, senhor. 1.500 anos atrás nós conseguimos reproduzir, aceito desafios. — sorriu desviando o olhar pela décima vez de Maressa que buscava a todo instante chamar atenção.
—Acompanhamos o mercado da moda, temos tendências. Já tenho quinhentos mil peças da próxima coleção vendidas, ousamos mais a cada coleção, e essa é inspirada nos astecas.
…
Cancún
É o meu neném lindo. -disse cheirando o pescoço e enchendo-o de beijos, enquanto o mesmo estava inquieto.
Arthur — Neném da mamãe. — repetiu saindo de seus braços e voltando sua atenção para os brinquedos na areia sobre a sombra do guarda-sol. — Athui goto muito massassem.
Paulina- Gostou, meu amor? — acariciou os cabelos finos. — a mamãe amou, estava realmente precisando daquela massagem.
Arthur- Eu amou o paique, boletas, e todos os malinhos, sabe? Os que são nimais. — disse enquanto enfiava o pé gordinho na areia.
Paulina- Amou os animais marinhos, meu bebê?! -repetiu orgulhosa, limpando o rosto do menino enquanto o via bocejar.
Arthur- Aham. Tô gotando de fazei essas cosas com a mamãe.
Paulina o beijou na bochecha vendo-o se sentar ao seu lado.
Arthui- Athui soninho , pode domi aqui?
Paulina- pode baby, mamãe cuida de você e fica aqui curtindo o livro dela, até que você acorde pra gente curtir um pouco mais de mar.
Ela esticou melhor a toalha, dobrou uma manta e buscou um travesseirinho na bolsa, deixando um lugar “mais confortável” para isso. Destampou a garrafinha d’água jogando nos pezinhos dele e depois secou.
Athui- Obigada Palina- a beijou na bochecha.
Paulina- Mamãe ama esse neném dela. — o deitou deixando-o confortável. — Toma água filho, está muito calor. — entregou a mamadeira a ele.
Arthur- Depois andai na aleia com o Athui e vei tauga. -repetiu ansioso.
Paulina- Faremos isso sim amorzinho.
Arthur- Depois Checila que o amoizinho tá com sadades. -confessou manhoso.
Paulina riu.- Ah quer dizer que amorzinho dela está com saudades? -questionou fazendo leves cócegas em seu menino que se contorcia todo. — Que grude que ele é com essa avó.
Arthur- bonita e… Calinho com amoi, eu sente o amoi da Checila. – murmurou muito sonolento.
Paulina- Hmmm quantas declarações de amor, tem que fazê-la saber disso.
Horas mais tarde… Cidade do México
Léo- Irmão, vamos encher a cara! Temos que comemorar, bilionário puto, você é bilionário agora! -disse pulando em Carlos Daniel e bagunçando o cabelo do mesmo. — Vou trocar esse carro, comprar o apartamento que estava querendo pra morar com a minha filha. Isso nos trará muitos frutos, visibilidade no mercado.
CD- A gente é foda cara, foda! -murmurou sério, concertando o cabelo — Estou praticamente virado de um dia cansativo estressante que foi ontem, para um dia mais que tenso, agora deu aquela despencada na adrenalina, estou relaxando. -comparou andando a frente do amigo em direção ao bar.
Leo- Sim, ontem nos desgastamos muito com apresentação, o inglês que eu gastei meu irmão. Mas não é atoa que agora contamos bilhões. -riu satisfeito observando o semblante dele. — Estava com mulher, não é cachorro? -riu se sentando e puxando a cadeira para o amigo.
CD- Com a minha! — abriu um sorriso lindo. — Cheguei no hotel e lá estava o meu amor. Parece que foi o prêmio pro dia. Cansado e todo cozido de um dia infernal de negociações, mas quando a vi, quando senti o cheiro dela. -mordeu o lábio inferior em um sorriso. — A noite toda desde que eu a vi, estou realizado, não posso nem reclamar do cansaço.
Leo- O devorador. — sussurrou olhando o menú de bebidas.
CD- Amo essa mulher, cara. A melhor de todas. — murmurou digitando uma mensagem pra ela. — Vou tirar ela logo daquele hotel que tem gavião rondando o meu território.
Leo- Que ? Que história é essa?
CD- Khamon…
Léo- Que khamon? Ahhh... não vai me dizer que é o daquela musica...
CD- Vou! — o interrompeu impaciente com o raciocínio lento do amigo. — É ele, Leonardo.
Leo- O Rapper? O do Gang Bang com as gêmeas? — questionou dando sinal ao garçom. — Lembra, né? Fiquei intimidado aquele dia. Deus gosta muito dele, foi premiado com um puta pau. E viu né? Uma máquina. — fez referência ao momento o qual haviam desfrutado no passado.
Garçom- Com licença, senhores. Já decidiram? Gostariam de sugestões?
Léo- Para mim um Martini.
CD- Wisky, gelo e água com gás saborizada de limão em um copo gigante, por favor. -pediu pensativo.
Léo- Obrigada. — agradeceu vendo-o gesticular educadamente e se afastar.- E ele? Será que se lembra de você?
CD- Não sei, estou com ódio. Quero que foda-se se lembrar ou não. Tive até pesadelo e eu só me toquei que era ele quando pesquisei e vi a foto. Só aí me lembrei que era o que jogamos em Amsterdã, fazem uns dez meses que isso aconteceu, se não me engano.
Leo- É velho, foi a primeira reunião que tivemos com os gringos que fechamos negócio. Só viemos por isso, lembro que terminamos a convenção, fomos pro hotel e você arranjou esse evento. — esfregou as mãos sorrindo safado. — E em relação a ela tenta entender, mas leve em conta que ela não fez nada.
Carlos Daniel revirou os olhos. — É… Nem conversei com ela sobre isso, mas fui beijar meu filho ontem a noite e me deparei com um buquê gigantesco no lixo com bilhete dele dizendo que gostaria de derrapar nas curvas dela, que foi o olhar mais intenso que já viu. E velho, só eu posso fazer essas coisas.
Léo- Se estava no lixo ela não quis! Mas em contrapartida, as mulheres mais ricas do mundo são casadas com negões.
Carlos Daniel suspirou nervoso. — Vamos pro hotel! E o cara é bonitão, inteligente que eu sei, embaixador de várias marcas e tem a questão da representatividade. Juro que até tive pesadelo, toda mulher quer dar pra um negão, pra experimentar ao menos! Porra de pesadelo que eu tive. Vou perguntar pra ela quem é esse tipo. — se apavorou com suas teorias. — vamos ver o que vai me dizer.
Leo- Não vai estragar tudo! Ela dormiu com quem a noite toda?
CD- A última coisa que eu permiti foi que dormisse. — riu debochado e safado. — me sinto deliciosamente cansado.
Léo- Agora que está aqui e com ela, as pessoas que tinham antes na vida de vocês verão que é ela novamente em sua vida.
CD- Hey os caras não vão acreditar que eu vou casar com aquele mulherão. — sorriu satisfeito. — Quero ela me chamando de papaizinho pra verem que o chá foi do século. E que não tem que ficar nenhum safado dando em cima ou achando que pode algo.
Leonardo riu- Aiiii irmão, cuida dessa menina, ok? Mulher bonita você presta atenção cem vezes mais. Só ficam à espera de um vacilo seu, já perdi um bombonzinho assim.
CD- Quero é conseguir casar com ela de vez. Mas leva o tempo da conquista, fazer ter confiança; ela não quer nem assumir o relacionamento, cara! Estou puto, porém é a única forma de tê-la inicialmente.
Leo- Foda-se. Diz para todos que está namorando com ela, enquanto tenta conquistar isso, já estão muito mais próximos mesmo. Já mete o compromisso.
Carlos Daniel riu- Antes de ir pro México já soltei no grupo dos caras que já dividimos a mesma casa. Pra não ter erro, se souber de uma gracinha pro lado dela a coisa vai ficar feia.
Leo- Eles estão te zoando muito pelo baby descoberto? Puto não, putão.
CD- Ficaram impressionados com a semelhança, zoaram sendo escrotos dizendo que o nem precisa de DNA, que isso não é um pau é uma máquina copiadora. Eu mandei a foto e não disse nada. O Miguel mandou “ se fodeu otario, vai ter que assumir, é seu!”
Leo- Paulina só emprestou o útero, os minerais e toda a nutrição mesmo para ele nascer a sua cara. Eu ia ter ódio.
Ele riu do quanto era feliz por tal semelhança.
CD- Vamos pegar o jatinho que quero chegar antes das 19:00 em Cancún. Quero jantar com a minha princesa e com o neném. — sorriu digitando novamente para ela.
…
Irmão eu adoro que sejam safadas, vem com o pai aqui , se joga em mim. Mas o fato é que essa máquina é da Paulina. E a Maressa porra, na reunião eu ouvindo as perguntas e a maluca pega no meu pau, eu logo gelei… e né, instinto de macho na hora o menino reagiu lá embaixo.
Tirei a mão dela, e depois que terminou a reunião conversei, já tinha avisado desde o início que tenho mulher.
Léo- Que tentação, falar pra você, porque a Meressa…
CD- Eu sei cara, não sou cego também! É uma porra de uma gostosa, e em outras épocas eu teria dado um jeito dela me mamar antes de acabar essa reunião. Em um momento como esses era para eu estar fodendo em qualquer lugar que eu quisesse. -disse caminhando com o amigo em direção ao Hall. — Só que a Paulina vale muito entende?
Ela tem as qualidades que eu não encontro em mulher nenhuma, e falo desde me deixar feliz com um sorriso, até a paz que ela me trás, a sensação de Porto Seguro e equilíbrio. As vezes parece que estou perdido e tê-la me reinicia.
Léo- Além do mais, você que ensinou tudinho, sabe do você gosta.
CD- Nossa irmão e acho que é onde eu fico mais obsessivo, não sei se foi porque fui o primeiro, eu conquistei ter ela sabe e experimentar pouco a pouco, de fazer ela me desejar e querer aquilo… sei que teve o John aí no meio, mas de verdade. Quero ser o cara o ÚNICO homem dela do dia que reencontrei pro resto da vida.
Léo- E os Grupos de foda? Já saiu de todos? Gang Bang, casa de Swing adeus ? -ironizou fazendo pensar impiedosamente em absolutamente tudo o que desfrutava.
CD- Lógico! Não me arriscaria a perdê-la e nunca na minha vida eu apresentaria esse mundo a minha mulher. Então cara, não fala umas coisas dessas na frente dela, okay? Não precisa chegar entregando, porque a maioria das mulheres acham nojentas essas práticas.
Não quero me queimar com o meu amor, então nada de falar de festinhas com gatas ou nada do que citamos, é passado.
Léo- Não vou dizer a ela, mas fico triste de perder o meu Campeão, o rei delas, o fodedor. O cara que tem convite para as melhores festas do mundo.
CD- Vai ter que superar cara, eu sei que a noite perdeu um gostoso. Mas pensa, vai continuar solteiro se joga. A Paulina… -murmurou alarmado e feliz vendo-a caminhar de biquíni com o bebê em seus braços vindo naquela direção, mas sem notar a presença deles. — Léo vaza.
Léo- O que ?
CD- Sai daqui irmão, estou com a maior saudade vai atrapalhar.
Léo- Nossa… Vou entrar. A noite vai ter o festival, ninguém me encontra.
CD-Aproveita moleque… Paulina! -chamou acenando para ela.
…
Pequena- murmurou pela terceira vez agora parando a sua frente.
Ela o fitou assustada, estava perdida de forma que nem se quer estava ouvindo chamar.
Carlos Daniel sorriu e a beijou achando graça, feliz ao finalmente vê-la- No que pensava, meu amor? Estava longe, longe. — a puxou junto a seu a si, abraçando-a junto ao menino. — Dormiu o meu bebezinho. -beijou seus cabelos o pegando em seus braços e apoiando com cuidado a cabecinha em seu ombro.
CD- Saudades meu anjo- a beijou caloroso. — Perfeita.
Paulina sorriu fugindo de seu olhar. — Oi benzinho.
CD- Que foi, hum? — questionou segurando-a pela cintura junto a seu corpo enquanto segurava o menino. — Me ignorou o dia todo, respostas curtas, vácuo. — sussurrou fitando o corpo com o biquíni pequeno, enciumado e com saudades.
Paulina- Você sai e não fala comigo e eu não falo com você. — envolveu o braço ao redor de seu ombro. — Tentei curtir ao máximo os momentos com o bebê, diversos passeios. E… eu não sou nenhuma putinha pra você comer e sair de qualquer jeito.
CD- O que? — riu e a beijou brevemente. — Eu beijei você toda de manhã, te disse coisas lindas ao pé do ouvido. — beijou o pescoço dela. — Pensei em você o dia todo em meio às apresentações e a tudo o que fiz. Você está em tudo, linda. -beijou os cabelos dela,
Paulina riu e se afastou.
Carlos Daniel deu um puxão pela cintura e grudou a bunda dela com uma das mãos sem se importar com as pessoas em volta. — Agora o teu macho é bilionário, neném. -sussurrou a centímetros de seus lábios.
Paulina sorriu feliz por ele. — Parabéns amor, que lindo. Que bom ver você amadurecendo assim, um homem de negócios. E… não tenho macho.
CD- Eu sou o teu macho! — disse olhando-a nos olhos. — Sempre fui.
Paulina- Grosseiro, que ridículo.
CD- Gostosa. — beijou-a na bochecha. — E minha… Quero jantar com vocês, saudades de uma boa comida Mexicana. Estou louco pra mostrar o país pro meu filhotinho.
Paulina- Ele está encantado com tudo, perguntando demais, uma gracinha. Está dando trabalho para usar a tipóia, mas ele teria que usar por ao menos mais 8 dias.
CD- Vamos subir pro flat, já ficou o dia todo aí mostrando isso tudo. -entrelaçando os dedos aos dela, caminhando em direção ao hall de mãos dadas — Acho importante que o levemos ao pediatra novamente para acompanhar a evolução do tratamento. Podemos fazer isso no DF.
Paulina- Acho importante benzinho. — concordou andando junto dele percebendo os olhares que atraia e como sentia o incômodo exalando dele.
CD- Isso babaca olha, eu sei que é linda-sussurrou fitando-a faminto. — Minha princesa.
Ela chamou o elevador abraçando-o em seguida. — Que bom que está aqui. No que pensava? -questionou entrando com ela no elevador. — chamei três vezes e só percebeu quando te toquei. — a beijou sugando seu lábio inferior, tentando aprofundar aquele beijo.
Paulina o correspondia com intensidade segurando o pescoço dele, dando-o a mesma paixão, sua língua duelando com a dele com desejo, loucura.
CD- Enfim um beijo de verdade. -sussurrou apertando a bunda dela, fitando o belo corpo através do espelho. — Delícia… -beijou o pescoço dela. — Vou diminuir o ritmo de trabalho após essa cartada. Me dedicarei mais a você e ao bebê, são minhas prioridades. Reconquistar-te virou meu foco.
Paulina- Vamos ficar felizes em ter você mais tempo. — murmurou agarrada a eles o fitando sorridente.
Ele a mirou com os olhos marejados.
CD- Prometo que vou ser o melhor pai e marido de todos.
Paulina- Marido?
CD- Já passamos por todas essas fases no passado, já fizemos até o filho, poxa. Fico injuriado com essas coisas, não quero te ter somente em minha cama e se estou aceitando isso é só porque sei que se não for assim não será de forma alguma. — seco, deu um beijo na testa dela. — E foda-se, já digo para todo mundo que é minha mulher.
Paulina o fitava intensamente, e de forma sexy depositou um beijo breve em seus lábios. — Você não pode ter tudo que quer do seu jeito, Sr Bilionário, algumas mulheres… Raras, não se compram com dinheiro.
CD- Não foi isso que eu quis… — interrompeu pousando o dedo sobre seus lábios.
Paulina- Eu sei exatamente o que quis dizer, só frisei que não sou como as outras. — agarrou-se a ele fitando-os no espelho do elevador.
CD- Vou conquistar você e ainda vai me pedir pra ficar, você vai ver neném. Sou paciente e obstinado com as coisas que eu quero. — engoliu em seco fitando suas imagens no espelho, orgulhoso por ser pai, feliz por tê-la ali. — Pelo seu amor eu faço o que for.
Paulina- Regenerado cafajeste, ex fodedor de geral, anti raparigas do nada?
CD- Paulina, entende a única mulher que eu quero comer é você! -disse observando o rubor tomar conta do rosto dela. — Só quero ser devorador de Paulina, bem… sempre fui, né vidinha?
Paulina suspirou o fitando intensamente como sempre.
CD- Esse jeito que você olha, mulher. — a beijou. — É minha perdição, sou enfeitiçado por você, a mercê de seus caprichos de todas as suas vontades.
Paulina- Estou aqui baby, considere essa uma conquista gigante.
CD- E eu estou felizão por isso, minha vida. -beijou os cabelos dela. — Vou acordar meu tchutchuco para brincar um pouco e tomamos banho, jantaremos e podemos caminhar na praia com o bebê. Tem lual e sabemos o quanto isso nos marcou de algum modo. — sorriu malicioso lembrando do passado.
Paulina o fitou ruborizada ao se recordar exatamente do ele dizia.
…
3 horas depois…
Carlos Daniel a fitava apaixonado e pensativo sentado ao seu lado na areia, avistando o bebê a alguns metros mexendo na areia, cavando e fitando os pais vez ou outra. Apreciavam a brisa do mar, o vento leve e geladinho que agitava as águas que batiam nas pedras trazendo a trilha sonora perfeita para aquele momento.
CD- Que bom que finalmente estamos juntos depois desse dia tão longo que foi para mim… — cheirou desejoso os cabelos dela. — Nesse momento intenso e de realizações, o que mais me alegra é estar contigo e te ter. — beijou o pescoço dela. — Te adoro, anjo. Te amo tão intensamente e te quero como nunca quis outra coisa ou alguém. -deslizou a língua de seu pescoço a sua mandíbula até selar os lábios com os dela.
Paulina o correspondia desejosa, envolvendo-o a seus encantos e seu sabor, mergulhando a língua de encontro a dele dando mais intensidade aquele beijo.
CD- Como conhece o Khamon? -questionou ofegante parando o beijo, perturbado demais para seguir fingindo que aquele sentimento não estava ali. — Um arranjo com sessenta rosas vermelhas só poderia ter vindo de um cara muito envolvido.
Paulina o fitou séria e um tanto sem jeito. -Conhece? Fala como se conhecesse.
CD- Paulina, não estou brincando.
Paulina- Me perdi com o Arthur do outro lado da ilha e ele me ajudou. É atencioso, apenas. E lindo claro, não sou cega.
Ele bufou- Hmm… entendi. -desviou o olhar do dela, se levantando. — Foi aí então que ele pode reparar em cada curva. Ficou perdida, amor. -foi irônico, sentia seu rosto esquentar e seu coração se agitar no peito.
Paulina- Isso que dá deixar uma mulher dessa sozinha em um hotel. -disse o provocando, encostando os seios a suas costas. — mal sei como escapar.
Ele virou-se rapidamente, agarrando-a junto a seu corpo e puxando os cabelos dela rente a nuca, aproximando-se de seus lábios, tão maior que ela. — Diz pra mim, Paulina… Você ficou com esse cara? — questionou com os olhos marejando de raiva, enquanto a fitava firme, desesperado tentava acalmar sua respiração.
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