Uma vida normal - 2ª Temporada

3 Capítulo 3 - Juntos.. Juntos?


Notas iniciais
Devo advertir que o capitulo esta carregado? Lembrando que eles agora são adultos, o vocabulário esta meio.. Mudado. Espero que ninguem se importe.. Mas se eu tiver pego muito pesado, Me avisem! Bom.. vou logo ao que interessa né? Enjoy!

– Maxon espera. Não estamos indo rápido demais?

– Meu sangue esta fervendo America. Estou quase te comendo em cima dessa bancada – ele disse, me apertando mais contra si.

– Que vocabulário chulo!

– Do jeito que eu estou, tem sorte de eu não ter conjugado o verbo foder – ele disse, deslizando as mãos ate minha bunda.

– Tão romântico.

– Olha o que você faz comigo – Maxon disse, apertando minha bunda e me puxando, fazendo com que sentisse sua ereção – Vamos para o quarto.

Ele beijou meu pescoço, dando uma leve mordida. Gemi baixo e o senti sorrir. Perdi totalmente a capacidade de reagir e me deixei ser levada aos beijos ate o corredor, esbarrando nas paredes.

– Qual é o seu quarto? – ele perguntou.

– Primeiro à esquerda – respondi, o puxando pela blusa.

Maxon me envolveu e me suspendeu. Envolvi sua cintura com minhas pernas e entramos no quarto. Maxon trancou a porta atrás de si sem tirar seus lábios de mim. Me levou ate a cama e se jogou, nos fazendo quicar. Seus lábios traçaram um caminho, desde minha orelha ate meus seios. Senti suas mãos subirem pela lateral do meu corpo, levantando minha blusa.

– Acho que você não vai precisar disso – ele disse, tirando-a e jogando longe.

Ele passou a mão em minhas costas e em um movimento rápido, meu sutiã estava fazendo companhia a minha blusa em algum lugar do quarto. Maxon sentou e cobriu meus dois seios com as mãos, sentindo o volume.

– A idade te fez tão bem – ele disse, apertando-os.

– Me chamando de velha? – perguntei, com a voz falhada.

Ele riu, passando os polegares repetidas vezes em meu mamilo. Deslizou as mãos ate meu short e o puxou para baixo junto com a calcinha. Eu estava agora completamente nua a sua frente. Senti-me tão exposta naquela posição, e ele estar entre minhas pernas, inteiramente vestido me incomodava mais do que eu imaginava.

– Maxon..

Ele me calou com um beijo, que logo saiu dos meus lábios e foi para o queixo, pescoço, colo, seios, barriga. Eu observava cada movimento seu, me contorcendo. Maxon levantou os olhos antes de descer seus lábios ate.. Lá. Fechei os olhos e gemi quando sua língua começou a explorar. Agarrei seus cabelos e mexi os quadris, aquilo estava tão bom. Quando ele parou, olhei para baixo. Maxon esticou a mão e colocou dois dedos em minha boca, me pegando desprevenida. Logo depois, puxou os dedos de volta e colocou na própria boca, uau.

Quando ele tirou os dedos de sua boca, ele olhou para mim, levando os dedos lentamente desde meu umbigo ate meu sexo. O que ele vai fazer? E com força, ele enfiou os dois dedos em mim. Soltei um gemido de surpresa. Ele começou a mexer os dedos lá dentro, tocando um ponto sensível meu repetidamente, sem tirar os olhos de mim.

Arqueei o corpo, gemendo alto e fechei os olhos com força quando comecei a sentir que estava chegando ao ápice.

– Olhe para mim – ele ronronou, parando de mover os dedos.

Olhei para ele e ele voltou os movimentos. Comecei a sentir de novo e fechei os olhos. Ele parou. Que merda. Apoiei-me nos cotovelos e me forcei a olhar para ele, mesmo quando ele acelerou e eu sentia quase que uma necessidade de fechar os olhos. Mordi os lábios para suprimir um gemido quando cheguei ao ápice, ainda olhando para seus olhos castanhos.

Maxon sorriu, tirou os dedos de dentro de mim e os colocou na boca. Porque isso é tão erótico? Deixei meu corpo cair de volta na cama, ainda sentindo os espasmos do orgasmo.

– Você tem tomado algum método anticoncepcional?

– Hmm.. Não.

Maxon suspirou e pegou uma camisinha da carteira. Tomei-a de sua mão e o puxei de volta para cima de mim. Ele já brincou o suficiente. Agora é minha vez. O empurrei para o lado e fiquei por cima dele. Sentei sobre seu membro ainda coberto pela calça.

Abri os botões de sua blusa lentamente, me mexendo em cima de seu membro. Maxon gemia e apertava minha coxa.

– Hmm.. America — ele gemeu, fechando os olhos.

Agarrei seu queixo com as unhas, e apertei, fazendo ele abrir os olhos.

– Olhos abertos — eu disse, com os dentes trincados.

Maxon sorriu maliciosamente e empurrou o quadril contra meu sexo. Gemi baixo e me inclinei para abrir sua calça. A puxei para baixo, libertando sua ereção. O segurei e aproximei meu sexo ate encostar.

– America, a camisinha.

– Shh — Eu disse, roçando minha intimidade na dele.

Ele soltou um gemido grave e sentou, nos aproximando ate ficarmos cara a cara. Empurrei ele pelo peito ate estarmos deitados novamente. Dei um beijo casto no canto de seus lábios e depois no queixo. Desci meus beijos pelo pescoço ate chegar a sua barriga. Beijei cada gomo de seu abdômen e continuei descendo, passando a beijar sua impressionante extensão.

– Hmm.. — gemi, colocando em minha boca.

Envolvi os dentes com os lábios e o enfiei ate o fundo da minha boca. Maxon segurou minha cabeça e a puxou, empurrando o quadril novamente para dentro. Agarrei suas mãos, a tirando de mim e agarrei seu quadril, não me preocupando com minhas unhas em sua pele. Se eu tivesse sorte, ele voltaria para casa com algumas lembrancinhas. Fixei meus olhos nos dele e acelerei meus movimentos, usando uma das mãos a meu favor.

Maxon se retorcia sob mim, me olhando o tempo inteiro. Aquilo estava me deixando ainda mais..

– Ah America. Não da mais. Pare.

Suguei a ponta de seu membro e sorri para ele.

– Você é uma mulher má! — ele disse enquanto eu abria lentamente o pacotinho da camisinha.

Comecei a coloca-la e logo tratei de subir em cima dele. Fiquei se joelhos, pairando sobre seu membro. Me posicionei e ele agarrou meu quadril.

Coloquei seu membro ate a metade e voltei. Ele gemeu frustrado.

– Quanto aquelas duas meninas — eu disse, passando a mão em seu rosto.

– Serio que você quer falar disso agora?

– Até onde elas foram?

– Foram só beijos, já te falei. Aaaah America.

O enterrei em mim e fiquei imóvel.

– Elas fizeram isso? — eu disse, passando as mãos em seus ombros.

– Sim.

Passei as mãos em seus braços.

– Isso também?

– Também.

– E isso? — disse, passando a mão em seu peito.

– Aaah America.

– Responde.

– Sim.

Desci as mãos lentamente por seu abdomem.

– Isso não — ele gemeu.

– Senta.

Ele obedeceu, ficando a centímetros de mim. Me mexi sobre seu membro e deslizei as mãos para suas costas.

– Tambem não — ele disse.

– Ótimo — eu disse, sorrindo.

Maxon suspirou e agarrou meu quadril com força.

– Acabou com a tortura?

– Por enquanto.

Ele gemeu e me jogou na cama, ficando sobre mim. Não me deu tempo sequer de reagir. Logo o senti novamente dentro de mim, entrando e saindo em um ritmo implacável.

– Ah Maxon.. – gemi.

Isso pareceu incentiva-lo ainda mais e ele passou a prescrever círculos com o quadril quando estava dentro de mim, ah isso é tão bom, mas é demais. Segurei seu quadril com os pés, arqueando as costas e chegando ao ápice com uma versão incoerente de seu nome em meus lábios. Senti que ele chegou logo depois de mim, relaxando seu corpo sobre o meu.

Não sei quanto tempo ficamos ali, ofegantes e embolados um no outro. Maxon levantou a cabeça e me olhou. Não pude conter o sorriso. Ele sorriu de volta e acariciou meu rosto ternamente.

– Senti sua falta – ele disse.

– Também senti a sua.

– America? Está ai? – Marlee perguntou, batendo a minha porta.

– Estou.

– Está todo mundo aqui. Como foi lá?

– Merda – sussurrei.

– Meri?

– Já vou sair.

Olhei para Maxon, e ele me olhava sorrindo.

– Qual a graça? – perguntei em voz baixa.

– Você esta vermelha – ele respondeu, segurando o riso.

– Vou lá falar com eles, e você espere aqui.

– Vai me esconder dos seus amigos? Nossos amigos?

– Vou!

– Muito bem – ele disse, rolando para o lado, saindo de dentro de mim.

Coloquei minha roupa apressada, sem olhar para a beldade deitada em minha cama, vestindo absolutamente nada. Fiz um rabo de cavalo para esconder meu cabelo desgrenhado e saí.

Aspen e Carter estavam no sofá vendo televisão enquanto Kriss e Marlee conversavam na cozinha. Dei oi para os meninos e fui ate elas.

– Saíram mais cedo hoje? – perguntei.

Elas se olharam com o cenho franzido e depois olhara para mim.

– Não – Kriss respondeu, lentamente.

Carter e Aspen chegaram e entraram na conversa.

– Como assim? Que horas são? – perguntei.

– Quase sete Meri – Marlee respondeu.

Quase sete? Quanto tempo fiquei no quarto perdida com Maxon? Meu Deus!

– O que aconteceu Meri? – Carter perguntou.

Mas antes de eu sequer responder, meus amigos olharam para alem de mim, com os olhos arregalados. Marlee apertou os lábios, segurando o riso. Eu não precisei olhar para trás para saber do que se trata.

– Maxon! – Carter gritou.

Todos saíram do transe enquanto eu sentia meu rosto pegar fogo. Aspen e Carter se aproximaram, enquanto eu permanecia imóvel com minhas amigas me olhando. Respirei fundo e olhei para trás. Maxon estava com a calça e com a blusa, apenas. Sem o blaizer ou a gravata e com os primeiros botões da blusa abertos. Lindo como sempre.

– America disse que vocês moram aqui também – Maxon disse, olhando para Carter e Aspen, depois dos abraços.

– Sim, no apartamento do lado – Aspen disse – Quer ir conhecer?

– Tem vídeo game – Carter completou.

Maxon sorriu e assentiu. Os três saíram me deixando sozinha com Kriss e Marlee. Hora do interrogatório.

– Está explicado – Marlee disse, rindo.

– Ele vai jantar com a gente? – Kriss perguntou.

– Não sei – respondi.

– Vocês não falaram muito não é? – Marlee perguntou, rindo.

Fiquei vermelha.

– Não sobre isso – respondi, saindo da cozinha.

Me joguei no sofá e elas fizeram o mesmo, sentando no juntas no sofá maior.

– Então ocorreu tudo bem? – Kriss perguntou.

– Eu fui lá, na STC. Mas ele estava em reunião. Dai voltei e liguei a musica alto. Não ouvi quando ele me ligou. Como eu não atendi, ele veio ate aqui. Vocês sabem como ele é. Não mudou nada. Já saiu entrando e se sentindo em casa. Foi na varanda, falou que quer fazer churrasco. Disse que queria almoçar..

– Ele esta aqui desde a hora do almoço? – Marlee perguntou quase gritando.

– Hmm..

– Quanta energia!

– Marlee! – reclamei, sentindo meu rosto pegar fogo.

Eles voltaram, falando de churrasco e sentaram ao nosso lado. Maxon puxou minha mão e a colocou em seu colo, Aspen passou o braço em torno de Kriss e Carter puxou a perna de Marlee para cima da dele. O assunto direcionou para nossos planos para o final de semana. Chega a ser difícil de acreditar que estivemos tanto tempo separados.

– Bom, acredito que chegou minha hora – Maxon disse, levantando.

– O que? Por quê? – perguntei.

– America. Eu sai no meio do expediente. Preciso ir para casa. Tenho que trabalhar.

– Achei que fosse comer aqui.

Um sorriso malicioso se abriu em seu rosto, me fazendo corar.

– Não me tente – ele disse, ainda sorrindo.

– Vão para o quarto! – Carter disse, rindo.

– Ate pessoas – Maxon disse, rindo e estendendo a mão para mim – Vamos, me leve até a porta.

Dei minha mão a ele e saímos, parando a porta.

– Tem certeza que precisa ir? – perguntei, fechando a porta.

– Queria eu poder ficar. Mas preciso mesmo.

– Que pena.

– Vem cá – ele disse, abrindo os braços.

O envolvi e ficamos em silencio, abraçados. Maxon beijou minha cabeça. Me inclinei e o beijei. o beijo ficou mais intenso, mas Maxon o interrompeu cedo demais.

– Não faça isso, se não eu não consigo ir embora – ele disse.

Sorri e o beijei outra vez. Maxon retribuía com a mesma intensidade.

– Serio America.

Ignorei e beijei seu pescoço, puxando de leve seus cabelos. Maxon gemeu e me empurrou contra a porta, me beijando ferozmente. Ele abriu a porta, ainda me beijando e se afastou.

– Tchau America – ele disse, sorrindo.

Fechou a porta, me deixando com um sorriso bobo no rosto. Virei para trás, e meus amigos olhavam sorrindo.

– Então? – Marlee perguntou.

– Então o que?

– Vocês voltaram? – Aspen perguntou.

– Não sei.

– Como não? – Kriss perguntou.

– Não falamos a respeito.

– Vocês passaram a tarde inteira trancados no quarto! – Marlee disse.

– Sim. E dai?

– Eles estavam ocupados amor – Carter disse.

– Vamos fazer o jantar? – perguntei.

Kriss levantou num pulo e foi para a cozinha. Marlee veio mais devagar e começamos a preparar a janta, não falando de nada em especial. Jantamos ouvindo as novidades no caso que Aspen e Carter trabalhavam, era como acompanhar um seriado, só que real.

Eu me sentia terrivelmente cansada hoje. Maxon me deu uma canseira! Fui para meu quarto, e minha cama ainda estava desarrumada. Peguei minha roupa e fui tomar banho. Não sei o que eu esperava, mas quando não vi meus amigos ainda na sala, fiquei levemente intrigada.

– Ah, seus safados. E ainda tem a coragem de me zuar! – cochichei, enquanto ia para o banheiro.

Tomei meu banho e me joguei na cama, mal me aguentando em pé. meu celular tocou, me tirando do meu sono.

– Alô? – atendi, sem me preocupar em disfarçar a voz de sono.

Cansada meu amor? – Maxon disse, do outro lado da linha.

Sorri na mesma hora.

– Um pouco. Um maníaco sexual esteve aqui essa tarde, sem ser convidado e me deu uma canseira.

Aonde esse mundo vai para, não é mesmo?

– Pois é! Ainda fez o favor de me largar dentre as feras curiosas aqui.

Estão te enchendo de perguntas?

– Que nada. Estão trancados em seus quartos.

Que inveja!

– Nem vem com essa. Eu te convidei para ficar aqui.

Eu sei. E eu fiquei tentado a aceitar. Mas o dever me chama.

– Eu sei. Mas nos veremos no final de semana, não é?

O que? Só no final de semana? Ah não! Vem conhecer meu apartamento!

– Não sei se devo. Sou uma moça de família, não visito apartamentos alheios.

Prometo não fazer nada que você não queira.

– É ai que mora o perigo.

Senhorita America! Estou chocado! Acredito que a maníaca sexual na verdade é você!

– Você tem toda razão, senhor Schreave!

Ah America. Agora mesmo que eu não durmo!

– Você não tem que trabalhar?

Tenho sim.

– Então boa noite Maxon.

Boa noite querida.

– Não me chame de querida..

Maxon riu, do outro lado da linha.

Porque não?

– Porque eu não gosto. E porque não estamos oficialmente juntos.

Ah não?

– Não. Todas as revistas que falaram de você, disseram que Maxon Schreave esta solteiro.

Entendi. Bom, então se é assim.

O que ele quer dizer com isso? Ficamos em silencio alguns segundos.

Tchau America – ele disse, com a voz calma.

– Boa noite.

Sonhe comigo.

– Não precisa nem pedir.

Sei que ele esta sorrindo, eu também estou. Mais alguns segundos calados.

– Desligue – eu disse.

Não quero.

– Nem eu.

Estou com sono.

– Então boa noite. Tchau. Sonhe comigo você também.

Sempre.

Desliguei, abracei o travesseiro, que tinha um pouco do seu perfume e dormi.

Notas finais
Com direito a ajuda visual e tudo. Mas o que será que o Maxon pensou quando a Meri disse aquilo? Bom.. Mas e ae? O que acharam da nova fase? Esta começando ainda.. Mas quero muito saber a opinião de voces. Ate o proximo bjoos :3