Uma vida normal - 2ª Temporada

4 Capítulo 4 - Risadas, momentos e brigas


Notas iniciais
Nem sei o que dizer aqui. Minhas quartas feiras são muuito agitadas. Passo o dia na facul e mal tenho tempo para escrever. Só sei que tive um bloqueio e nao conseguia criar por nada. Maaaaas.. mais uma vez.. minha querida Kailandra me ajudou e eu acabei pensando em um enredo. Agora posso desenvolver minha historia feliz. Eeeee.. Ultimamente tenho trabalhado em uma Original.. Mas ainda tenho minhas duvidas quanto ao postar ou não. Mas enfim.. Vamos ao capitulo logo né? Já enrolei voces demaaaaais.. Enjoy

Kriss chegou em casa mais cedo, eu tinha saído para abastecer a casa para o churrasco. Finalmente é sexta feira e Maxon vai dormir aqui hoje. Temos muito a comemorar. A começar pela volta de Maxon. Aspen e Carter finalmente solucionaram o caso. Eu consegui duas encomendas de quadros essa semana. Foi uma ótima semana para todos.

Quando Marlee chegou, ela foi direto para a varanda arrumar as coisas. Kriss estava preparando os talheres e outras coisas que usaríamos ao longo do churrasco enquanto eu fazia a comida e temperava as carnes. Marlee ligou o radio, sempre gostamos de trabalhar com musica alta.

Maxon chegou, ainda vestindo a roupa do trabalho e se arrumou no meu quarto. Queria ter ido assistir, mas estava um pouco enrolada. Aspen e Carter entraram chutando a porta. Carter estava com um saco de carvão no braço e Aspen com um grande garfo e um facão. Maxon estava apoiado no balcão olhando para mim, mas desviou os olhos para os dois, com o cenho franzido. Marlee abaixou a musica e também olhou. Kriss se assustou e deixou algumas coisas caírem.

– Uzomi chegaram – Carter disse.

– Nós fazer carne – Aspen disse, andando lentamente.

– Depois mijar na churrasqueira e nunca mais voltar – Carter disse, andando para a varanda.

Ele beijou Marlee quando passou e sumiu da minha vista. Maxon ainda ria da gracinha deles. Aspen beijou Kriss e foi atrás de Carter.

– Precisa da minha ajuda? – Maxon perguntou.

– Você não esta me ajudando mesmo. Pode ir com “uzomi” – respondi.

Ele sorriu e meu deu um beijo rápido, indo para a varanda atrás deles.

– Eles ficaram extremamente bobos depois que o Maxon voltou – Marlee disse, chegando na cozinha.

– Por quê? – Kriss perguntou rindo.

– Estão brincando de embaixadinha com a tampinha do álcool lá fora – ela respondeu, apontando para trás.

Rimos e elas me ajudaram a terminar a comida. Levamos tudo para fora e sentamos. Eles conversavam algo e riam de si mesmos. Maxon entrou e voltou com varias cervejas, onde ele conseguiu isso? Ele olhou para mim e piscou.

– Então Maxon? – Kriss perguntou – Como você ficou tão poderoso em tão pouco tempo?

– Acredito que uma mistura de sabedoria e sorte – ele respondeu.

– Explique melhor – Carter pediu.

– Bom, eu já tinha uma certa quantidade de dinheiro, e usei quase tudo comprando ações de uma empresa em baixa. Usei todo meu conhecimento para reestruturá-la e deu certo. Mudei o nome e consegui move-la para cá.

– É realmente incrível – Marlee disse – Eu jamais imaginada. Quem sabe daqui a alguns anos e tal. Mas chegar aonde você chegou, aos vinte e quatro?

– Para ser sincero, eu também me surpreendi. Não achava que a STC fosse crescer tão rápido. É ai que a sorte entra. O mercado tecnológico esta em expansão, e isso favoreceu muito.

– Como seus pais reagiram a isso tudo? – Kriss perguntou.

– Minha mãe me incentivo desde o começo. Meu pai estava sempre tentando me puxar de volta. Ele dizia que não era necessário arriscar tanto assim tão cedo.

Eu fiquei ouvindo a conversa entre eles, ou melhor, o interrogatório. Ainda não acredito em tudo que aconteceu conosco. Maxon se tornou um dos homens mais ricos do país, tendo apenas vinte e quatro anos. Mas ainda assim, era o mesmo Maxon do colegial. Brincalhão, amigo, engraçado, romântico..

Meu celular tocou, me tirando de meus pensamentos. O numero era privado, por isso entrei em casa, indo para meus quarto e atendi.

– Alô?

Senhorita America?

– Sim, sou eu.

Aqui é a Luana, da livraria.

– Ah sim! Tudo bem?

Sim, ótimo e você?

– Tudo bem.

Bom, eu liguei porque quero marcar outra entrevista.

– Claro. Que dia?

– Mas essa entrevista, é para te apresentar o programa e essas papeladas chatas. Estamos contratando você como consultora de livros.

– Nossa! Que ótimo. Muito obrigada!

Pode começar na segunda?

– Sim! Claro. Será ótimo.

– Então nos vemos as seis.

– Até lá.

Desliguei, não acreditando. Eu tenho um emprego. Vou poder comprar meus materiais de pintura e escultura. Terei desconto nas compras de livros. Não vou mais ficar ociosa em casa. A porta do meu quarto se abriu e Maxon entrou.

– Tudo bem? – ele perguntou.

– Sim. Tudo ótimo.

– Queria te pedir uma coisa. Quero encomendar alguns quadros.

– Não sei se terei tempo, agora que estou contratada. Mas farei meu melhor.

– Foi contratada?

– Sim, na livraria.

– Acredito que isso merece uma comemoração – ele disse, sedutoramente.

Senti minha pele corar e dei uma risadinha nervosa. Como ele ainda consegue me causar isso? Maxon se aproximou devagar, me olhando como um predador prestas a pegar sua presa. Senti seu toque antes de vê-lo de fato. Ele me puxou para si tão rápido, que quando me dei por conta, já estávamos quase nos beijando.

– Maxon, nossos amigos estão lá fora – eu disse, com a voz falhada.

Ele assentiu e me soltou, indo embora. Fiquei levemente decepcionada com a velocidade que o convenci. Maxon andou ate a porta e a trancou, virando logo em seguida com seu sorriso malicioso nos lábios. Não pude deixar de sorrir junto. Ele andou ate mim e me empurrou na cama. Deitou sobre mim, me apertando contra o colchão.

Deslizei minhas mãos por suas costas e depois agarrei minha camisa, a puxando para cima. Maxon segurou minhas mãos e as puxou para cima, prendendo-as ao lado do meu corpo.

– Fique de blusa – ele sussurrou, roçando os lábios em meu rosto.

Maxon ficou de joelhos entre minhas pernas e puxou meu short e minha calcinha para baixo. Abriu a própria bermuda, o libertando e colocou um preservativo. Tudo muito rápido. Meus shorts estavam na altura do joelho. Maxon levantou minhas pernas, colocando meus calcanhares em seus ombros, e eu o senti bem próximo. Ele estudou minha reação.

– Desconfortável demais? – Maxon perguntou.

– Nunca fizemos assim. Vale tentar.

Ele sorriu e se apoiou nos punhos fechados, um de cada lado de meu tórax e me penetrou. Ficou parado dentro de mim, enquanto eu me acomodava melhor. Assenti e ele começou a se mover, já com velocidade. Me sentia presa, não podendo mexer as pernas. Agarrei seus braços e me deixei levar. Maxon estava indo rápido, mas era isso que eu queria.

Eu mordia os lábios para suprimir um gemido, e isso parecia incentiva-lo mais ainda. Alcancei o ápice, com um gemido um pouco mais alto do que eu achava que seria e cravei as unhas em seus ombros. Maxon chegou logo em seguida, com sua boca fazendo um “Ah” silencioso. Ele saiu de dentro de mim e desabou ao meu lado na cama. Deixei minhas pernas caírem esticadas e ficamos ali, ofegantes, olhando para cima e praticamente vestidos.

– Uau – sussurrei.

Ele riu e tirou o preservativo. Puxou a bermuda de volta e a fechou. Sentou na cama e puxou o meu short para cima, enquanto eu permanecia imóvel.

– Precisa de um minuto para se recuperar? – ele perguntou, calmamente.

– Dois.

Maxon riu e levantou devagar.

– Vou indo então. Não demore – ele disse, me deixando a sós.

Quando eu finalmente senti que minhas pernas estavam firmes, eu levantei e fui para o banheiro. Quando sai para a varanda, todos me olharam sorrindo.

– Maxon disse que você tem algo para contar – Aspen disse.

– Sim, tenho. Fui contratada como consultora na livraria.

Todos comemoraram e me parabenizaram. Passado esse momento, fomos comer. As carnes estavam prontas e muito boas. Sentei com Maxon em uma das espreguiçadeiras e quando acabamos de comer, ele me puxou para seu peito, de forma que fiquei sentada entre suas pernas e apoiada com as costas em seu peito.

Ele acariciava meu pescoço e orelha com a ponta do nariz, enquanto eu praticamente fazia força para não fechar os olhos e gemer. Cada toque seu irradiava para meu ventre.

– Maxon, pare. Esta ficando difícil raciocinar – sussurrei.

O senti sorrir e ele deu um beijo estalado em meu pescoço. Recuei na mesma hora e olhei para ele.

– Se ficar marcado, eu te castro! – exclamei, levando a mão ao pescoço.

Maxon riu alto e esticou o braço. Olhei as marcas de unhas em sua pele e senti minha pele ficar vermelha.

– E o que eu faço com você? – ele perguntou, com seu sorriso malicioso.

– Olha a pouca vergonha vocês dois! – Marlee gritou.

[...]

Passamos o dia inteiro na varanda, conversando, rindo, relembrando. Anoiteceu sem que ninguém sequer percebesse.

– Que tal sairmos para jantar? – Carter perguntou.

– Jantar não! Vamos a alguma boate – Marlee disse.

– Abriu uma nova a alguns minutos daqui – Kriss falou.

– Eu topo – Aspen disse.

– Se Aspen vai, eu vou. Mas nem pense em não ir loiro. Faço questão dos meus homens lá comigo – Carter disse.

Maxon engasgou com o refrigerante que bebia de tanto rir.

– Sabe – Marlee disse – Não senti saudade nenhuma desses seus surtos gays!

Rimos mais ainda e fomos nos arrumar. Maxon foi para a casa de Aspen e Carter, já que não tinha levado nenhuma roupa de sair. Marlee, Kriss e eu corremos para escolher nossas roupas.

– Meri! Coloque esse vestido! – Marlee gritou, trazendo um vestido azul marinho de seu quarto.

– Pode ser. É em bonito – eu disse a Marlee.

– Me empresta aquele seu preto? – Kriss perguntou, abrindo meu armário.

– Esse? – eu disse, tirando um vestido da pilha de roupas recém passadas.

– Isso – Kriss falou, pegando o vestido – Marlee, você quer aquele meu verde?

– Mas é claro! Meri, vai indo tomar banho.

Assenti e fui. Uma hora depois estávamos vestidas, maquiadas e prontas para sair. Chegamos a boate, e logo ficamos confortáveis. Tinham vários espaços para conversar e beber e mais ao centro, a pista de dança. Sentamos um dos lounds e logo fomos atendidas por uma moça bonita e magra. Ela estava com um vestido curto preto, um salto bem alto e meia calça também preta. Alem do crachá, ela usava uma echarpe vermelha, como varias outras mulheres. Acho que era o uniforme de lá, roupa preta e echarpe vermelha. Os funcionários homens usavam gravata vermelha.

Maxon pediu um champanhe, com seu sorriso encantador. A funcionária sorriu de volta, corando levemente, o que me fez sentir raiva. Coloquei a mão na coxa de Maxon e ele voltou a atenção para mim. Olhei para ele, demonstrando minha insatisfação. Ele sorriu, pegou minha mão e deixou um beijo leve na minha palma. Colocou minha mão de volta em sua perna e voltou a falar com a funcionária a respeito de petiscos. Nosso pedido chegou tão rápido, que duvidei que fosse pela eficiência do local, e sim por causa do meu namorado. Não espera. Ele é meu namorado?

– Um brinde a nossa semana – Aspen disse, erguendo sua taça.

Todos erguemos nossas taças e brindamos, sorrindo. Maxon tomou um gole e virou para mim. Aproveitei a proximidade e o beijei, sentindo o gosto do champanhe em seus lábios. O lugar era muito bonito. Os sofás eram de couro branco e as paredes pretas. A iluminação azul, deixava a todos nós com o rosto estranho.

– Vamos dançar meninas? – Marlee perguntou.

– Claro – respondi, levantando do sofá.

– Nós vamos ficar aqui, observando – Carter disse, olhando para Marlee de uma forma que me fez desviar o olhar.

Levantamos e fomos. Ficamos bem juntas, quase no centro da pista, dançando. De onde estávamos dava para ver nossos homens, mesmo que ocasionalmente alguém entrasse na frente.

– Pare de vigiar Meri! – Kriss gritou mais alto que a musica.

– Não consigo evitar. É irritante a forma que as mulheres olham para ele.

– Ele sabe se cuidar – Marlee gritou, entrando na conversa – e está totalmente na sua.

Sorri e voltamos a dançar. Quando eu já estava ficando exausta, senti alguém me agarrar por trás. Maxon veio dançar? Rodei em seus braços, colando meu corpo ao seu. Mas perdi todo o calor do meu corpo quando vi, no lugar de Maxon, um moreno alto e bonito. Ele sorria para mim, com aquele sorriso presunçoso. Deve estar achando que ganhou a noite. Olhei para o lado e não vi Maxon. Ótimo. Tentei me desvencilhar, mas o moreno me apertou mais.

– Me solte – gritei – estou acompanhada.

– Só estou tentando me divertir com uma bela moça – ele disse, próximo demais.

Subitamente o homem me soltou, e logo entendi o porquê. Maxon o agarrou pela camisa, por trás e o puxou. Virou o homem para si e falou algo para ele. O homem sorriu, me olhando de rabo de olho e Maxon o empurrou bruscamente, o soltando. Ficaram se encarando alguns segundos, e mesmo sob a luz azul pulsante, pude perceber a fúria nos olhos de Maxon.

O homem falou mais alguma coisa, mas foi subitamente interrompido pelo punho de Maxon, que o acertou em cheio no queixo. O homem caiu no chão e aquilo me fez despertar. Entrei na frente de Maxon, o envolvendo pela cintura, olhando por cima do ombro para o moreno, que levantava com a mão no maxilar.

– O que você fez? – gritei para Maxon.

– Vamos embora – ele gritou de volta.

O moreno olhou para nós e saiu andando. Sentou no bar e agiu como se nada tivesse acontecido. Maxon me agarrou com força pelo braço e me carregou de volta para a mesa. A funcionária foi até nós, apressada e Maxon pagou a conta rapidamente, me puxando consigo.

– Maxon – eu disse, quando estávamos todos na calçada.

– O que foi aquilo America? – ele gritou, me soltando – tiro os olhos de você por um segundo, conversando com meus amigos e quando olhos de volta, vejo você agarrada a outro?

– Ele me agarrou Maxon. Eu tentei sair!

– É verdade Maxon – Kriss disse, cautelosamente.

Maxon olhou para ela, furioso, a fazendo dar um passo para trás. Ficamos todos em silencio alguns minutos. Carter fez sinal para um taxi e eles quatro entraram, nos olhando. Assenti e eles foram antes de nós. Maxon andava pela calçada, de um lado para o outro, enquanto eu fazia sinal para outro taxi. Quando o taxi parou, eu abri a porta para entramos, mas ele não se moveu.

– Vem Maxon! – chamei.

– Vou para a minha casa – ele disse, mal humorado.

– Não senhor! Você não vai me deixar sozinha. E nos temos que conversar. Venha!

Ele bufou, revirando os olhos, mas acabou indo. Passei o endereço ao motorista e fomos embora, no mais completo silencio. Precisamos resolver nossa situação de uma vez por todas.

Notas finais
Pronto.. Estava demorando para as brigas aparecerem. Maxon vai logo batendo! hahaha Esse momento final, ofustou a rapidinha deles do começo! Mas assim que é bom.. Porque algumas leitoras ai, que não vou falar o nome, vivem suas vidas em busca de tretas! haha Ate o proximo hein gente.. E possivelmente postarei de noite, depois que chegar da faculdade, porque quarta e quinta esta punk hard p mim! Espero que tenham gostado e vejo voces em breve. Bjooos :3