Uma vida destruida
1 Capítulo Único
Notas iniciais
Espero que gostem :)
Estava sentada na sala de interrogatória esperando o policial vim falar comigo. Estava algemada, até parece que vou machucar alguém com um bando de homem me olhando por trás desse espelho.
- Então senhorita Cooper — Disse o detetive entrando na sala
- Me chama de Alex. — Respondi seco
- Me diga o que te levo a fazer isso?
- Aquele filho da puta mereceu por tudo que ele me fez.
- O que ele te fez de tão ruim? Pode me resumir detalhadamente, desde da hora que os policiais chegaram.
- Bom, eu tinha apenas 12 anos quando...
FLASH BACK ON
Aconteceu muito rápido logo após a chegada do policiais. Eu estava em choque sentada no chão enquanto escorria lagrimas de meus olhos. Alguns policiais passavam por mim procurando por alguma coisa. Eu estava muito assustada, aquela imagem não saia da minha cabeça. Um homem parou na minha frente e eu olhei pra cima. Ele era um policial alto e segurava um lençol, seu olhar era de pena. Ele se abaixou e me cobriu com o lençol, continuou me olhando e logo olhou pro lado e voltou a me olhar dizendo
- Vou te tirar daqui
FLASH BACK OFF
- Quem era esse policial? — Perguntou me interrompendo
- Faz 8 anos, você acha mesmo que vou lembrar? — Disse um pouco irônica.
- Achei que assim ele poderia te ajudar a ter menos tempo de prisão.
- Sei...
- Prossiga Alex.
FLASH BACK ON
Ele me pegou em seu colo e me levou pra uma viatura e me colocou no banco de trás onde se tinha um ursinho de pelúcia. Eu me sentei ali e agarrei aquele ursinho. Eu tentava segurar as lagrimas que insistiam em descer. O policial entrou no carro e logo saímos daquele local. Não passou nenhum minuto e ele me olhava pelo retrovisor
- Como você se chama?
- A...Alex...
- Bom Alex, você pode me dizer o que aconteceu.
Eu olhei pra ele e abaixei a cabeça em seguida, não queria me lembrar do que aconteceu lá
- Alex. — Eu levantei minha cabeça e olhei pra ele — Você quer minha ajuda?
Eu balancei minha cabeça com sim
- Então Alex, me diga o que aconteceu lá?
- E... Eu estava voltando pra casa e...
FLASH BACK OFF
- Quer dizer que foi nesse momento que você começou a alimentar ódio por ele?
- Na verdade, eu estava com medo ainda. Aconteceu muito rápido. Estava apenas deixando acontecer.
- Entendo
FLASH BACK ON
Estava anoitecendo e estava à caminho de casa. Estava próxima de um beco. Passei por um homem estranho.
- Ei menina. — Eu me virei — Pode me informar as horas?
- Claro. — Olhei pro meu relógio no pulso — São... — Eu olhei pra ele e ele me olhou estranho e me amostrou uma arma.
- Acho bom você ficar quietinha. — Eu fiquei fria e sem reação — Você vai me obedecer ou já sabe. Agora me de a sua mão.
Ele me levou pra um beco escuro e deserto. Estava assutada e com muito medo. Fomos até a metade do beco, pois havia outra rua do outro lado.
- Abaixa a calça e fica de quatro.- Ele ordenou
- Não por favor. — Eu implorei por mutis vezes
- Anda logo, fica de quatro ou mato você
Eu estava muito nervosa e estava demorando à abri-la, então ele a abriu e abaixou minha calça junto com minha calcinha.
- Fica de quatro. — Ele mandou me empurrando no chão.
Eu me virei pra parede e fiquei de quatro. Eu comecei a chorar. Olhei pelo canto do olho e vi que ele abriu sua calça e abaixou com tudo ficando nu. Ele se ajoelhou e me segurou pelo meu joelho.
- Acho bom você ficar quietinha.
FLASH BACK OFF
- Você esta bem Alex? — Perguntou preocupado — Você ainda quer continuar?
- Eu estou bem só não gosto de me lembrar do que aconteceu
- Esta bem estão. Se você quiser continuar depois.
- Não. Eu continuo agora.
FLASH BACK ON
Era doloroso lembra disso, já não conseguia conter as minhas lagrimas
- Você se lembra do rosto dele?
- E... Ele era alto, moreno dos olhos negros. Tinha boa aparência.
- O que ele vestia?
- Ele usava roupas estranhas. Um casaco usando a capota, calça jeans e tênis.
- Alguma coisa no rosto dele que você mais reparou?
- Os olhos dele...
- Vou levar você pra casa.
FLASH BACK OFF
- Só queria deixar claro que aquele filho da puta me arrombar não doeu mais do que as palavras que minha mãe disse pra mim naquela noite.
- Você culpa sua mãe pelo que fez?
- Não. Eu sou responsável pelo que fiz e seria imaturo colocar a culpa nela.
- Esta bem então.
- Depois dela me xingar todo tipo de nome eu... Eu estava sentindo ódio daquele filho da puta. Queria muito mata-lo. Eu poderia estar gravida ou até mesmo ter uma doença.
- Foi aí que decidiu se vingar?
- Mais ou menos. Decidi no dia seguinte, quando fui pra escola
- Na escola? Por que?
- Alguns alunos ficaram sabendo e me atormentaram durante todo o ano letivo.
- Então você se tornou uma menina rebelde?
- Foi. Eu pegava o dinheiro do lanche e matava aula procurando por ele. Pagava pessoas da rua pra vigiar os beco dali perto. — Eu respirei fundo e olhei para aquele espelho — Eu me vendia pra poder ter mais dinheiro, pois alguns desses caras cobrava mais caro pra vigiar.
- Durante quanto tempo ficou procurando ele?
- Durante 6 longos anos.
- Com muita paciência?
- Sempre com muita paciência. Quando achei onde ele morava, abandonei tudo e seguia ele pra todo lado. Eu vigiava a casa dele e seguia ele pra todo lugar que ele ia. Sabia exatamente o que ele fazia, sabia todos os horários dele
- Ele desconfiava de alguma coisa?
- Não.
- Me conte detalhadamente sobre o dia da sua vingança.
- Era sábado a noite e ele sempre ia pra casa de show.
FLASH BACK ON
Eu estava com um vestido vermelho e curto me olhando no espelho de um quarto bem barato. Estava olhando meu amante que estava guardando alumas coisas que usaremos em seu casaco.
- Vamos? — Perguntou olhando pra mim
- Bora. — Disse com um sorriso no rosto
Nos fomos pra casa de show. Finalmente ele chegou no mesmo horário de sempre e como de costume ia direto pro bar. Essa era a hora de colocar o plano em ação. Eu sabia como atrai-lo até mim e estava confiante de que daria certo. Fui até o bar e sentei um pouco distante dele e por sorte não tinha ninguém entre nós. Ele bebia vodca como de costume.
- Quero uisk. — Disse pro barman.
Olhei meu celular e recebi uma mensagem de Jhon como planejamos. Ele me notou. Eu peguei aquele copo e virei de uma vez e coloquei no balcão.
- Mais um por favor. — Disse novamente pro barman
- Você é nova aqui? — Ele puxo conversa comigo.
Eu olhei pra ele e calmamente respondi
- Sim... Me mudei faz pouco tempo.
- Você não me é estranha. A gente se conhece de algum lugar?
Essa pergunta não estava nos meus planos. Apesar de sentir raiva daquelas palavras engoli meu ódio com o uisk.
— Acho que não, mas gostaria de te conhecer melhor. — Sinceramente, respondi de improviso. Isso realmente não estava nos meus planos.
- Conheço um lugar ótimo pra gente se conhecer melhor.
- Onde é? — Eu me levante junto com ele
- É surpresa. — Ele pegou na minha mão e saímos da boate. Ele me levo para o outro lado da rua e entramos num beco um pouco escuro. Aquilo me deixou um pouco insegura
- Não imaginava que aqui seria um lugar melhor. — Disse me encostando na parede
- Você vai acabar gostando. Ele me segurou pela cintura e me aproximou do corpo dele e me beijou. Segurei o cabelo dele e a minha outra mão foi pro braço dele. Deixei ele fazer o que quiser comigo.
FLASH BACK OFF
- Isso estava nos seus planos?
- Não a parte do beco. Nessa hora foi improviso. Jhon chego por trás dele e tiro de cima de mim.
- Jhon? Seu amante?
- Sim. O único que me apoiou nisso tudo.
- Por que ele fez isso?
- Por que ele também foi abusado sexualmente quando era criança.
- O que aconteceu em seguida?
- Jhon estava com com pano com clorofórmio e como deve imaginar ele caiu no chão desmaiado.
FLASH BACK ON
Eu peguei ele pelas pernas e Jhon pelos braços
- Onde ta o carro?
- Ali atras.
- Ótimo
Nós levamos ele até o carro. Eu soltei as pernas e abri a porta de atas e colocamos ele pra dentro. Eu e Jhon entramos no carro e discretamente saímos do local. As janelas do carro era escura e assim pude trocar de roupa, tirei aquele vestido ridículo e coloquei um shorte e um casaco preto.
- Onde esta as coisas? — Perguntei enquanto guardava meu vestido na mochila.
- Ta ali atras.
- Ótimo
FLASH BACK OFF
- Vocês o levaram pra cena do crime?
- Exatamente. Tudo ocorreu como planejado.
- O que aconteceu depois que ele acordou?
Eu abri um sorrizo malicioso
FLASH BACK ON
Eu e Jhon estávamos jantando na sala vendo noticiário.
- Socorro... — Ouvimos vindo do quarto
- Finalmente ele acordou. — Disse me levantando do sofá.
- Já achava que ele não ia mas acordar. — Disse Jhon se levantando e subindo na minha frente. Abrimos a porta do quarto e vimos ele deitado na cama.
Ele estava com uma algema grande em seus braços que dava a volta no ferro da cama. Os seus pes estava presos com algemas grandes e estava com as pernas separadas. Ele nos olhava assustado como se fossemos monstros.
- Por favor. Me ajuda.
- Cala a boca... — Disse me aproximando dele
- Você é aquela mulher do bar? Porque você esta fazendo isso comigo? Não fiz nada com você antes. — Ele disse se debatendo na cama tentando se soltar das algemas.
- Pensa melhor.
- Você ta chateada porque te levei pro beco
- Quem dera fosse isso. Há 8 anos você estuprou uma garotinha num beco. Se lembra?
- Faz 8 anos. Tu acha mesmo que vou lebrar disso?
- Tem certeza que é ele? — Jhon estava com muitas duvidas
- Cala a boca. — Respondi — Antes do ato, você perguntou as horas e depois amostrou uma arma. Levou ela pro beco e disse: Fica de quatro.
- Agora eu me lembro. Foi exatamente assim. Eu tinha pagado uma garota de programa sem saber que era um plano da minha ex-namorada. Aquelas putas ficaram com todo meu dinheiro. Eu queria meter em alguem e aquela garotinha apareceu na hora certinha.
- Você sabia que você destruiu a vida dela?
- Idai. Nem conheco aquela garota.
- Ela ta na sua fente.
- É você? — Perguntou surpreso — Aposto que vai se vingar. — Ironizou
- Exatamente. Vou extuprar você. — Disse seria.
- Você vai me estuprar? Espero que você sente gostinho aqui... — A cada palavra dele eu sentia mais raiva dele.
- Vou fazer melhor. — Eu abri minha mochila e pegei um penis de plastico. — Fica de quarto.
- O que você pensa em fazer com isso? — Peru assustado
- Adivinha. — Ironizei — agora fica de quatro.
- Me obrigue sua vadia.
- Esta bem. — Botei o pênis na cama e peguei um ferro de passar roupa. — Antes da gente ir pra balada, deixei esse ferro ligado na tomada e com certeza, tá quentinho. Agora, fica de quatro — Mandei novamente.
- Nem fudendo sua filha da puta.
- Ta bom — Eu me aproximei dele e larguei o ferro no penis dele...
FLASH BACK OFF
- O que você fez? — O policial exaltado se levantou na cadeira e bateu com força a mesa.
- Isso mesmo. Eu queimei. — Eu apontei as partes do policial que aparentava agoniado.
- Continue... — Disse um pouco agoniado
FLASH BACK ON
- Ta bom. — Ele gritou angoniado pela quentura do ferro.
Ele se contorcia na cama
- Ta bom o que? — Ironizei
- Eu fico de quatro.
- Está bem. — Tirei o ferro de cima dele e coloquei na tomada. Respirei fundo e comecei a sentir cheiro de carne queimada, na verdade, o quarto todo estava com esse cheiro.
- Você é doente sua vadia. — Ele gritou — Olha o que você fez com meu brinquedo.
- Se você não tivesse penetrado esse brinquedo em mim — Pegei o penis no chao que ele tinha derrubado enquanto estava agonizado — Ele estaria inteiro ainda. Agora, fica de quatro.
- Por favor... Eu te peso
- Fica de quatro ou vou fazer churrasquinho de pênis.
Com um pouco de dificuldade e ainda gemendo de dor ele tinha ficado de quatro. Eu abri um sorriso grande em meu rosto. Eu fiquei atras dele. Peguei o pênis e deslizei pela pele dele. Eu senti que ele estava com medo.
- Vou fazer pior do que você fez comigo — Disse pra ele
- Por favor não faça isso
- Vou te fuder com força.
Meti aquele pênis com muita força e fiz vários movimentos de vai e vem. Ele só sabia gritar de dor e sempre implorava pra parar. Depois de 10 minutos naquele movimento, eu estava com meu braço cansado e decidi parar. Eu me aproximei dele
- Ta doendo? — Perguntei ironizando
- Muito. Por favor pare com isso
- Po cara, se eu parar agora. — Eu sai de perto dele, peguei minha mochila e me aproximei dele. — Mas eu não comprei isso aqui atoa. — Eu abri minha mochila e tirei um pênis ainda maior e mais groso que os que geralmente se vende
- Não... Por favor... Eu te imploro... — Ele começou a chorar
- Sinto muito, mas eu quero usar essa belezinha aqui.
FLASH BACK OFF
- E como você deve imaginar, continuei estuprando ele.
- Por quanto tempo você manteve ele preso?
— Uma semana, os vizinhos reclamaram do barulho e denunciaram
- Você tem ideia dos danos que cê causou? — Alem de estuprar você queimou ele vivo. Nesse momento ele esta no hospital recebendo cuidados médicos e só Deus sabe quando ele ira se recuperar completamente.
- Há 8 anos ele me estupra e ninguém faz nada, só porque eu queimei ele agora ele virou vitima da situação. — Eu me exaltei e me levantei da cadeira muito revoltada com aquela maldita pergunta
- Sente-se ou irei chamar os policiais. — Eu me sentei ainda irritada — Não se deve fazer justiça com as próprias mãos.
- Se a porra da policia tivesse feito alguma coisa ante, isso não teria acontecido. — Coloquei minhas mãos em cima da mesa pedindo pra ele me algemar — Quanto tempo de cadeia?
- 17 anos, mas você pode reduzir sua pena se...
- Eu não, Minha mãe me abandonou, trabalhava pra comer e manter aquela casa horrorosa. Prefiro ficar presa, num vu fazer nada e serei sustentada.
Eu deixei o policial de boca aberta, com certeza ele não esperava uma resposta dessa. Ele prendeu meus pulsos com as algemas e me levou pras celas, enquanto caminhava por lá eu olhava aqueles homens que me olhava com maldade. Fiquei presa com algumas mulheres que parecia barra pesada
- O que você fez pra ficar aqui novata? — Perguntou uma das mulheres
- Estuprei um homem — Respondi não dando muita bola pra elas.
Não demorou muito pra mim ser conhecida como a mulher estupradora. Nenhum homem chegava perto de mim com medo. Jhon sempre me visitava quando podia e sempre me trazia tudo que eu queria. Eu estou feliz aqui. Jhon disse que sou muito conhecida lá fora. Quando acabar minha pena quem sabe irei conhecer meus fans.
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