Uma vida após a morte
1 Prólogo
Notas iniciais
Prólogo
– Garotas! Tragam o prisioneiro.
Um garoto estranho entrou pela porta 1,60 de altura cabelos pretos sem camisa e todo machucado bom ... nãos gosto muito de fazer isso mas como professora tenho q dar o exemplo.
– Amarrem ele na cadeira! Olhem com atenção estagiarias é assim que se acorda um prisioneiro.
Uma pancada forte me tirou de um sonho e me colocou em um pesadelo fazendo minha cabeça latejar e minha mente rodar --Olha moleque é o seguinte você tem 30 segundos para explicar como chegou aqui agora fale.
– Do que você esta falando ? E aliais onde é aqui ?
Mais um ataque forte fez meus sentidos apagarem por instantes acordei novamente com um gosto de ferro na boca até sentir algo escorrer pelos meus lábios.
–Vamos lá diga tudo que lembra então estúpido mas acho melhor ser breve e falar apenas o que me interesse.
– Se pede com tanta delicadeza como seria capaz de recusar.
Estava no 7 dia de viajem,sentia que estava pra enlouquecer preso neste ônibus , nossa ultima parada fora a 4 dias atrás quando o segundo garoto desapareceu da mesma forma que o primeiro sem deixar rastros imagino que fugiram afinal nem todos aceitam a punição da sociedade após cometerem um crime.
Pensei em pedir informação para um dos guardas ou para o motorista mas não quero ser espancado como aquele pobre garoto apenas para receber um ainda vai demorar, estranhamente permitiram que trouxéssemos tudo que pudéssemos querem como aquele brutamontes que tem um canivete lá nos fundos e esta dês do primeiro dia tentando quebrar a fechadura da porta de traz do ônibus , pelo menos pude trazer 2 livros e meu celular isso já é um alivio ou seria se tivesse sinal.
Um soco potente faz minha cabeça girar enquanto uma torturadora com roupas escolares grita em meus ouvidos, bem este fora um dia cheio mas não imaginei que iria parar nesta situação...
– Já falei para dizer apenas o que me interessa idiota.
– Mas Você me mandou contar como cheguei aqui.
– Todos nós chegamos aqui desta forma imbecil quero saber como entrou no nosso colégio.
– Como vou contar se toda vez me interrompe.
–Muito bem vamos fazer o seguinte, estagiaria!!
–Sim senhora.
–Pegue a tesoura de aparar.
–Espere o que você vai fazer
–Simples acho bom cooperar de agora em diante se não quiser ter sua virilidade decepada.
–Se quiser posso avançar mais um pouco.
–Obrigada, então vamos lá diga antes que eu perca minha paciência
–Era no décimo dia...
O sol estava muito forte era aproximadamente 8 da manha quando uma garota sentou ao meu lado, acho que se chamava Raquel conversamos um pouco até que ela me contou porque avia sido presa, seu padrasto e mãe a molestavam então ela matou os 2 a sangue frio, decapitou o padrasto e cortou a mãe em vários locais deixando-a para morrer em um galpão abandonado -meu deus ela matou os próprios pais -- calada estagiaria, continue — após ela ir se sentar em outro local resolvi perguntar ao motorista porque não tínhamos feito mais paradas e se ainda iria demorar muito quando cheguei perto dele um dos policiais apontou a arma em minha direção pude apenas ouvir o motorista dizer --estamos chegando agora meu rapas .
Com um movimento rápido o motorista virou o volante em direção ao penhasco o ônibus fez faiscar e ferro voarem das barras de proteção enquanto raspava pela lateral uma grande vala estava a frente do ônibus em menos de 2 segundos, corri desesperadamente para traz e quando percebi me arremetei contra a porta traseira do ônibus fazendo-a se soltar e ir para frente juntos caímos no asfalto quente rolando varias vezes enquanto o ônibus caia precipício a baixo , infelizmente fiquei cheio de arranhões e cortes por todo corpo e imaginei ter quebrado uma costela porem isto não foi o pior. Ao olha pela vala da estrada vi o ônibus explodir matando todos ali dentro , a minha frente única coisa que pude ver era um túnel e atrás dezenas de quilômetros de distancia de qualquer civilização... talvez teria sido melhor ter definitivamente morrido junto de todos...
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