Uma semana maluca - Percabeth
8 Domingo
Notas iniciais
Domingo
POV's Annabeth
– ANNABETH!
– já paro de gritar, eu estou lendo.
– tanto faz, vamos ao central Park?
– por quê?
– porque eu estou entediado e quero sair de casa
– tudo bem, vamos. Só me deixa trocar de roupa.
– estou te esperando no carro.
– ta — que roupa eu coloco? Acho que vou de short, meus all tars e uma blusa com a bandeira de Inglaterra. Pronto agora e só entra no carro.
– vamos?
– vamos — ele ligou o radio e estava passando uma musica que eu amava só não lembrava o nome, comecei a cantar junto com o radio, o percy me olhou com uma cara de riso.
– você ta cantando de ritmo errado
– então faz melhor
– ta – e assim fomos berrando iguais locos ate o central Park
***
– e agora o que vamos fazer? — perguntei
– vamos tomar sorvete encostados a uma arvore
***
– que sabor você quer?
– chocolate
– me da um sorvete de chocolate e outro de flocos — falou percy para o moço do carrinho de sorvete, ele pegou me entregou os dois- segura pra mim pegar o dinheiro — ele virou para o moço — quanto que da?
– 2 reais
– aqui, obrigado
– obrigado você
– vem Annie eu quero te mostrar um lugar — ele pegou minha mão, entrelaçou nossos dedos, oque me fez sentir uma corrente elétrica passar pelo meu corpo. Ele me levou para um lugar lindo de frente para o lago, ele se sentou e me puxou pra sentar entre as pernas dele.
– sabe Annie quando eu era mais novo meu pai me trazia aqui todo domingo, comprava sorvete pra mim e nos dois ficávamos sentados aqui falando sobre oque eu queria ser quando crescer
– por que não fazem mais isso?
– ele ficou muito ocupado depois que meus tios vieram morar aqui
– oque você queria ser quando crescer?
– surfista
– surfista?
– eu queria trabalhar com alguma coisa relacionada à agua
– porque não biólogo marinho?
– eu nunca pensei nisso, mas também eu só tinha seis anos não poderia pensar em coisas maiores.
– você sente falta?
– um pouco, mas eu aprendi a lidar com isso.
– eu nunca tive momentos assim com o meu pai, ele sempre foi muito distante, nunca tivemos uma conversa sem que ele falasse da mulher dele.
– eu não sei o que falar já que meus pais nunca se separaram, mas eu sei que se algum dia você precisar desabafar pode conta comigo.
– você não existe
– por quê?
– porque pessoas como você só existem na minha mente
– como assim como eu?
– carinhoso, atencioso, amigo, divertido, alegre, fofo, aquela pessoa que quando você precisar estará sempre ao seu lado.
– mas eu estarei em todos os momentos que você precisar eu estarei ao seu lado
– promete?
– prometo — eu dei um selinho nele que o próprio fez questão de transformar em um beijo.
– sabe o que eu mais gosto em você
– o que?
– o fato de você não usar maquiagem
– eu não acho que usar maquiagem te deixe mais bonita, ou que tampe as imperfeiçoes do rosto, pra mim você tem que ser do jeito que é.
– eu gosto de você assim, ate porque não seria necessário tampar as imperfeiçoes do seu rosto já que você não tem nenhuma imperfeição — dei Um sorriso de lado, me encostei-me no peito dele e fiquei pesando, oque nos temos oque o percy e meu? Eu só sabia de uma coisa desde que eu o conheci tenho uma quedinha, ou melhor, um precipício por ele, o dia em que nos conhecemos.
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