Uma paixão, uma guerra - Dramione(Sendo reescrita)
10 Capítulo 13 - Do Inicio
-Cara você tem que sair desse quarto. — Blás disse a Draco que estava sentado em sua cama olhando pela janela.
-Pra quê?!
-Você não pode continuar assim!
-Assim como?!
-Já faz uma semana que você não sai de casa
- i?
-E que isso chega ser estranho, ainda mais se for Draco Malfoy.
-Não precisa dizer esse nome completo, ela não gosta dele.
-Não, "ela" não gosta do nome, ela gosta de você.
-Não,não gosta, se gostasse teria vindo atrás de mim.
-Que papo de donzela é esse?Se você realmente gosta dela, então vá correr atrás, as meninas não correm atrás dos meninos, o caso acontece inverso.Qualquer um sabe disso.
Draco olhou para Blásio, não sabia exatamente o que fazer.Naquele dia, a discussão dentro da sua casa havia sido feia, quando seu pai chegou ele não teve como omitir tudo o que aconteceu entre ele e Mel (ele preferiu continuar a chamando assim mentalmente do que Hermione).Quantas vezes não havia pensado em ir até a casa dela, escalar o muro atéo quarto dela e ..fugir com ela,ou encontra-la no centro "por engano" conversar e se resolver?
Mas estava tudo muito confuso na cab3eça de Draco.E se ela rejeitasse?Falasse que nunca sentiu nada por ele?Que o desprezava?
"sinto lhe dizer, mas você e seu irmão são igualzinhos"
Ela havia namorado Theo, quando discutiu com seu pai ele não foi o único a levar a bronca, afinal ele também a conhecia.Mas ele não poderia ficar olhando pela janela, vendoa densa floresta pra sempre,ele tinha que se resolver.
-Você tem que ir cara.
Draco levantou na maior rapidez que pode e saiu em disparada, pegou sua jaqueta,e desceu as escadas, sua mãe se sobresaltou ao ver o menino sair tão rápido.
-Meu filho!Aonde vai?
-Eu vou ..ér...
-Não tem problema querido pode ir — Narcisa disse com um sorriso doce — Eu não vou falar pro seu pai.
-Te amo mãe
E saiu correndo, entrou floresta a dentro como um louco, quem o visse poderia jurar que ele estava sendo perseguido, Draco nunca havia corrido tanto, só que trombou caindo em cima de alguém que também corria.
-Mas que droga, não ve por onde..Draco? — Ela disse esperançosa
-Mel?!
Ela sorriu com os olhos marejados embaixo dele
-O que..pra onde você...eu ia..
-Precisava falar com você. — Ele respondeu por fim.Ele se levantou a ajudando a levantar em seguida.
-Eu também preciso falar com você.
-Fala.
-Não!Voce primeiro.
-Está bem- ele disse tentando respirar como uma pessoa normal. — Eu queria me desculpar..por...ter mentido pra você.Eu sei que...você não gosta de mentiras.
-Eu também queria me desculpar, alias eu também menti..
-Desculpada.
-Desculpado.
Ambos ficaram um tanto sem jeito, sem saber o que falar, mas ele teve uma ideia antes que ela dissesse alguma coisa.
-Podemos começar do zero?Sem mentiras?só...confiança.
-É claro.
Ele se curvou, como uma reverencia diante dela.
-Prazer, meu nome é Draco, Draco Malfoy.
Ela soltou um suspiro/risada.Dobrou os joelhos (N/A vcs sabem ela se "reverenciou" na frente dele tbm, eu nao sei como descrever esta parte)
-O prazer é todo meu Draco, eu sou Hermione Granger.Mas...pode me chamar de Mel, foi o apelido que minha mãe me deu.
-Um prazer conhece-la Mel — disse sorrindo,ela sorriu de volta. — Me acompanha nessa caminhada?
-Claro.
Os dois começaram a andar.
-Então a briga na sua casa foi muito feia? — Ele perguntou a ela.
-Você não faz ideia.
Flashback on
-Hermione abre essa porta!
-Eu não quero tio, volta depois.
-Meu bem , por favor , me explica o que aconteceu.
Hermione hesitou no inicio, mas afinal ela tinha que abrir a porta.Seu tio entrou e esentou na cama enquanto ela o olhava de pé.
-Vai pode falar.
-Só se você prometer, não gritar
-Prometo
-Não ficar muito estressado
-Prometo
-E me ouvir até o final.
-Está bem.
-promete?
-Prometo.
-ok.. — respirou fundo- antes de etudo é sempre bom ser direta. — respirou fundo de novo — Eu..ru conhrço o Draco malfoy.
-Como assim...conhesse? — ele disse como um sombrancelha arqueada ja se levantando.
Ela hesitou novamente.
-A gente se ....encontrou, eu...entrei na floresta e...
-VOCÊ O QUÊ?!
-PROMETEU NÃO GRITAR!
-COMO QUER QUE EU NÃO GRITE QUANDO VOCÊ ME DESOBEDECE!EU FALEI PARA NÃO ENTRAR LÁ!!ELES PODERIAM TE MATAR!!
- foi quase isso...
- como assim?
- Lembra do baile a noite..na praça...
— o que tem?o que aconteceu?
- bom Draco estava lá comigo, a gente dançou, e no fim eu resolvi acompanha-lo pelo menos metade do caminho na direção da casa dele..e no caminho nos encontramos um tal de Wesley..
- WESLEY?
- tio..
-WESLEY É O DESERDADO DA FAMILIA WESLEY?!AQUELA PESTE SE UNIU AOS MALFOYS E QUALQUER UM SABE QUE ELE NÃO PRESTA, O QUE FOI QUE ELE FEZ COM VOCêS?!
-ele bateeu em mim eno draco, mas não foi nada demais e ...
-ELE BATEU EM VOCê?!EU VOU MATAR AQUELE EDESGRAÇADO!!!E VOCÊ ESTÁ PROIBIDA DE SAIR DESSA PARTE DO VALE VOCÊ ME OUVIU BEM?!
-mas tio...
-VOCÊ OUVIU?!
-ouvi tio..
Seu tio saiu então batendo a porta de seu quarto com toda força"
flashback off
-E agora, todos os empregados ,parentes, ou qualquer próximo conhecido do meu tio, sabe que se encontrar o Wesley, ganham uma recopensa , levando-o até nossa casa ...vivo...ou morto.
-.. me desculpe por aquele dia, eu jamais deixaria que te machucassem, eu teria os segurado mas..
-Não tem com o que se preocupar, a culpa não foi sua.Não havia como provar que eles apareceriam ali.Mas e na sua casa...foi feia?
Draco sorriu como se a lembrança estivesse tão distante que já não importasse mais na presença dela.
-Foi tão ruim, que eu e Nott saimos rolando no chão entre murros e socos no chão, e depois que meu pai chegou, ele nos separou, ouviu o lado de cada um, discutimos, quase brigamos, eu e meu irmão levamos umtapa bem dado na cara, ele amaldiçoou as nossas vidas, os Granger, você, seu tio, e o mundo — Draco então olhou pra ela como se não houvesse dito nada demais, ela sorriu fraco.
Fazia tempo que ele não via aquele sorriso, aquele sorriso significava tanto pra ele, que ele estava praticamente viciado nele, se não o visse, se mundo desmoronava, ve-la chorando outro dia foi como se alguém lhe arrancasse a alma.
Foi só então que percebeu que ela ainda estava com a corrente no pescoço, tocou levemente com o dedo, só então ela olhou para a corrente, e corou enquanto ele sorria.Estendeu a mão para que ela segurasse, e assim ela o fez.Por mais inccrivel que parecesse, pararam em frente a cachoeira de alguns dias atrás, sentaram na borda com o pé na agua, e respiraram fundo , ladoa lado.
Foi só então que ele percebeu o que ela vestia.
-Aonde você vai assim?
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-Boom, na cabeça de meu tio eu estou em uma peça de teatro de um parente da Gina.Na cabeça da Gina eu estou ...conversando com você em algum lugar na floresta,na cabeça da minha mais nova empregada fofoqueira eu fui a missa.
Ele riu, praticamente inevitavel.
-Você ia na missa...de cinza?!Quando pratcamente todo mundo vai de branco.
-Eu também achei que ela não fosse acreditar, assim ela aceitou de boa.
-Mas de cinza?!
-Eu não poderia chegar toda colorida do seu lado do vale né?! até onde eu sei as cores tema lá são, preto..
-Preto. -ele disse
-E preto. — Ela terminou rindo.
-Você sabe que ..agora que eles sabem sobre nós dois, é como se nós tivessemos dado inicio há uma guerra né?!
-Sei — ela colocou a caeça sobre os ombros dele — mas agora, não há nada que possamos fazer.
-Além de tentar unir os dois lados..
-Você acha isso possivel?
-Só se você estiver comigo..
-É claro que eu vou estar com você — ela disse olhando pra ele ainda encostada nele,mas dessa vez, ela se aproximou e o beijou.
Um beijo doce, carinhoso,calmo, um beijo que surpreendeu até mesmo Draco.Ele não teve tempo pra pensar, apenas retribuir.Quando seus labios se desencostaram ela se levantou, e ele saiu do transe, antes que ele se levantasse, ela se pronunciou:
-Essa era a minha surpresa pra você.
E saiu, deixando Draco sorrindo bobo, enquanto ela sumia entre as arvores.
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