Uma paixão entre amigas
1 Capítulo 1 - Prólogo
Notas iniciais
Espero que gostem.
Meu nome é Crystal Eagle e hoje é meu aniversário de 15 anos. Não teve festa. Mas a única coisa que consegui pensar é que o dia de hoje iria mudar a minha vida. A manhã começou normal, passei o dia inteiro até a noite sem nenhuma surpresa de aniversário.
Fui pro colégio, onde estava fazendo o nono ano, o dia estava comum como era todos os outros. Isso, até chegar em casa.Moro no quarto andar de um prédio de um condomínio, mas nada aqui é muito chique.
Quando cheguei em casa, meu pai segurava uma caixa do tamanho de um violão, meu irmão mais velho, John, segurava um pequeno embrulho e minha mãe segurava um bolo de chocolate. Como eu amava bolos de chocolate.
Minha mãe partiu o bolo e todo mundo comeu em silencio.Não podia dizer que estava chato porque durante uma semana, meus pais e meu irmão ficaram tentando me agradar.E de ter pelo menos eles no meu aniversário já me deixava muito feliz.
Logo depois, meu pai pediu que eu abrisse a caixa. Obedeci. E assim que abri, vi um violão ali dentro.Estava feliz, mas tinha um problema, eu não sabia tocar.
— Pai... — comecei a falar...
— Não diga nada! — ele me interrompeu enquanto tirava o violão da caixa.
Ele começou a tocar, fiquei observando admirada. Eu mal pisquei enquanto via ele mexer os dedos das duas mãos no violão. Depois de um tempo, ele olhou pra mim...
— O que foi?
— Quer tentar? — meu pai perguntou
Afirmei com a cabeça e pequei o violão devagar. No começo pareceu um pouco complicado. Mas depois de dois minutos, eu estava repetindo todos os sons que o meu pai tinha acabado de me mostrar no violão.
— Ela tem talento pra isso, devia ensinar ela a tocar... — ouvi minha mãe dizer
— Eu vou fazer isso, sim! — meu pai respondeu...
Olhei para o meu irmão e depois para o embrulho na mão dele. Sorri.
— O que você tem aí, John?
Eu suspeitava que fosse um jogo novo pra ele me desafiar. Ele podia ser meu irmão mais velho e já estar na faculdade mas ele também tinha um talento com jogos, seja de computador ou o que fosse. Aliás, não sei se é realmente um talento ou se é um vício.
Meu irmão me entregou o pequeno embrulho e abri. Como eu já esperava, outro jogo novo. Olhei pro meu irmão com olhar desafiador.
— Quer jogar agora? — John perguntou
— Claro!
Jogamos 3 partidas. Logo depois meu pai e minha mãe apareceram ali na sala de novo. Cada um carregava um embrulho. Só que o embrulho que meu pai carregava parecia mais pesado. Os dois colocaram os embrulhos no sofá, do meu lado. Abri o menor primeiro. Um celular.
— Obrigada, mãe!
Abri o outro embrulho. Um notebook. Sorri, estava precisando mesmo de um.
— Obrigada pai!
Foi com certeza, um aniversário impossível de ser esquecido.
Fale com o autor