Notas iniciais
Como falei nas notas da história esse capítulo é mais um teste para ver o q vcs acham, já que por mais q já tenho uma ideia e sei o q quero colocar na fic, estou meio sem motivação para escrever.

Acordei. As contrações agora eram perceptíveis, me virei na cama procurando uma posição que incomodasse menos e deparei com aqueles olhos verdes me encarando. Meu Deus se eu não pudesse mais, juraria que ele queria que eu abortasse com esses sustinhos carinhosos.

- Boa tarde meu Amor. — Disse ele. Olhei para o relógio no criado mudo, realmente era tarde. — como está ?
- Estou bem mais já dói um pouco, e estão mais frequentes. — esfreguei os olhos, tentando tirar parte do cansaço. — Não to com um pingo de vontade de me levantar, muito menos almoçar, tem como ignorarmos o fato que é 1h da tarde e fingirmos que ainda é de manhã e voltarmos a dormir ?
- Não acho que você conseguiria dormir novamente. — Ele riu cosm minha desgraça, sério ? Ri também afundando a cabeça no travesseiro com mais sono ainda. — Quer que eu ligue pros médicos, se prepararem ?
- Quero. — consenti.

O ouvi falar com os médicos e depois ligar para seus pais para informar a notícia, pelo tom de voz parecia muito animado. Alguns minutos depois voltou a cama com o celular na mão.

- Os médicos disseram que irão estar prontos mais que era melhor você relaxar até não aguentar mais aí sim irão vir. — concordei, relaxar parecia bom. Ele me entregou o celular. — Já liguei aos meus país e avisei que queremos fazer isso sós, minha mãe ficou um pouco desapontada por não poder ver a netinha logo mais aceitaram depois de prometer que ligaríamos, agora é a sua vez de avisar os seus.
- Ahh. — gemi de tédio. — você realmente acha q eles se importam? quando nossa filha nascer eu levo ela na casa deles, eles perguntam o nome dela e pronto já podem dizer que conhecem a neta e agente sai e vai fazer compras pra nossa filhinha — Dizer assim magoava um pouco, mais infelizmente era a verdade, alem do que adoro compras.
- Sei que vocês brigaram, mas não tem porque não avisar que chegou a hora, ainda são seus pais. — Insistiu me entregando o celular.
- É fácil dizer, seus pais são ótimos, o máximo que vão fazer quando verem ela é entregar um presente vagabundo e inventarem uma desculpa pra irem embora, além do que não sei porque você se importa, eles te odeiam, você sabe né ? — Ri.
- Katrina. — A voz da razão de novo, meu Deus eu to grávida tá cadê meu credito.
- Tá bom eu ligo. — disquei o número, sim eu não tenho o número deles salvos. — agora se eles mudarem o número e eu não souber eu não posso fazer nada. — Nada. — Caiu na caixa, é uma pena, depois eu ligo.
- Meu Deus Katrina.
- Tá bom eu ligo de novo. — falei nervosa.

Ao sexto toque meu pai atendeu.

- Alô — congelei, ele havia me atendido , Lagrimas ameaçaram cair — Quem é? — ele não tinha meu número ? Correção: lágrimas de ódio ameaçaram cair
- Sou eu — ele fez um "Ah" sem vida, me controlei para não desligar o telefone. — Só liguei pra avisar, que a kylie vai nascer hoje.
- Se isso for uma tentativa de pedir um presente, sua mãe e eu iremos tem mandar algo pelo correio.

Basta. Desliguei com ódio e o joguei ao meu lado na cama. Mais uma contração, essa veio no momento certo para me lembrar do bebê não faz bem pra ele que eu me estresse. A acariciei, Scot pegou o celular o colocando sobre o criado-mudo e sentou ao meu lado acariciando minha cabeça e a puxando para seu ombro.

- E ai? — perguntou.
- O que você acha? — pra mim estava óbvio. — tanto faz ele já sabe.
- Tudo bem — ele beijou minha testa. — vou preparar um café da manhã. — Foi tão fofo da parte dele se lembrar que eu havia pedido para fingirmos que era cedo, preparando um café da manhã que eu nem havia pedido.

Notas finais
Se gostou fassa com que eu saiba para escrever mais em breve. 🙂
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.