Uma nova era o apocalipse.
15 Capítulo 15
Notas iniciais
Recolhemos o restante das coisas necessárias e guardamos, Sophia não falou nada desde que fez o quê deveria talvez se arrependa, talvez não, eu não sei dizer.
Em pouco tempo estávamos na estrada de novo, paramos algumas vezes para pegar combustível o que é relativamente fácil, levo alguns minutos e tiro de vários carros na estrada pouco antes de jogá-los para fora da pista; esgotando os galões de combustível que tínhamos, que era por volta de uns seis, volto para o trailer e encho o tanque, era econômico só usava um galão para encher o tanque.
Entro e vejo que está tudo normal, Katie conversando com Clem e Beth com Sophia, me aproximo das duas.
–Tudo bem pequena?
– Sim, Beth me mostrou que ele não era meu pai, não mais pelo menos.
– Então alguém entendeu rápido como esse mundo funciona ein?
Beth ficou vermelha, acho que não esperava que eu fala-se com ela, afinal não tenho falado com quase ninguém nos últimos dias a exceção a Lilly e a Sophia.
Dou um sorriso para ela e falo.
– Desculpe-me por ser tão reservado por assim dizer tenho que pensar em muitas coisas e acabo me afastando para isso.
– Tu ... Tudo bem, sei que faz isso para nos proteger.
– hmm interessante, além de bonita e esperta.
Ela ficou mais vermelha ainda, era divertido fazer ela ficar envergonhada.
– O... Obrigada senhor.
– Não me chame de senhor, não sou tão mais velho que você, só tenho trinta e cinco, e me chamam de James.
– te chama?
Eu rio, uma hora eu falo para eles.
– longa história uma hora vocês vão saber.
Ela não insiste só concorda, Sophia já sabia que esse não era meu nome, Katie sabia da história toda mais não fala nada, ela já sabe o porque da minha escolha.
–Tudo bem?
– Ah sim desculpe, as vezes eu me perco em pensamentos.
– E verdade ele faz isso até que baste. Diz Sophia.
Beth só sorri ainda um pouco vermelha, ela tinha um sorriso lindo e eu me atrapalho um pouco quando saio.
– ele e sempre assim galanteador? Escuto Beth perguntar.
– não sei, ele sempre trata as pessoas como quer que elas o tratem, no acampamento que estava-mos ele sempre tratou todos bem mesmo não falando muito só destratou meu pai e o shane que ele não foi com a cara desde o início.
Eu parei de escutar, um dia elas vão descobrir que eu escuto muito bem, me sento no banco do carona, Lilly falava menos que eu e queria só dirigir, ela dizia que era porque não se sentia confortável fazendo mais nada.
Olho para fora e reparo que passamos a pouco por onde encontramos Beth ela se mecha no banco mas não fala nada, eu meio que gostei dela não ter falado nada, estranho não?
Vamos pela estrada por mais algum tempo sem rumo e eu começo a ficar preocupado de novo com o nosso futuro, e Lilly parece reparar de novo.
– você não precisa se preocupar tanto com agente, as crianças podem ser menores mais não são indefesas, não completamente pelo menos, essa nova garota a Beth eu acho ela precisa de atenção mais ela sabe correr e sabe a hora de correr, só precisamos achar um lugar seguro para ficarmos por um tempo.
Ela para o trailer em uma encosta, ela possuía uma estrada de terra que levava a um sítio pelo menos segundo uma placa que havia na entrada.
– Então devemos arriscar?
Ela estava cansada da estrada já, seu rosto refletia que ela não agüentaria mais ficar muito tempo assim, eu dirigia enquanto ela dormia mais nunca era muito pois ela logo acordava e voltava a dirigir.
– Sim vamos, pode ser bom parar um pouco.
Ela abre um sorriso de alívio, ela vira pará-la e nos vamos; algum tempo depois chegamos, era um sítio grande com um portão rasoavelmente grande só que estava aberto e dava para ver lá dentro.
Tinha um seleiro do lado esquerdo separado da casa por cercas de arame farpado, a casa em cu ficava em cima de um pequeno morro que também era circundado de cercas só que de madeira; em vários lugares estavam partidos mas no resto estava ok, e claro tirando meia dizia de monstros no terreno e mais alguns que deveriam estar na casa.
Assim que Lilly para o trailer na entrada eu salto junto com Clem.
– Eu te ajudo com esses, esse lugar e bom demais para passar assim.
Ela tinha um olhar bastante determinado e acabo por concordar.
–eu também vou.diz Katie.
– não, só eu e ela é o suficiente.
– mas dindo, eu posso ajudar.
– eu sei que pode, mas você e melhor com armas de fogo e será mais fácil aqui com armas de mão, se presisar você vem ao nosso socorro ok?
Ela ,que estava começando a ficar nervosa se acalmou concordando.
Eu e Clem fomos a diante, acerto o primeiro com a parte de trás do gancho que faz ele cair na hora pois tinha uma ponta afiada, Clem como era baixa dava uma pancada na parte de trás da perna deles que os fazia cair no chão e fincava a chave de fenda no olho.
Acabamos e já estava escurecendo, Clem ia voltar para o trailer quando um homem todo sujo a agarra e aponta uma arma para ela.
– Você voltou não e? Menininha do chapéu, cade aquele seu pai miserável para eu matá-lo pelo que fés a nossa família.
– Me solta!
– Não garotinha eu vou matá-la na frente dele depois vou matá-lo.
– Tarde de mais ele já morreu.
O cara congela por um tempo e o tom de tristeza que ela usou provou que era verdade.
– Então vou matar esse cara que e seu novo protetor não?
–não ele não e, e só um cara que me ajudou.
Eu reparei que ela estava mentindo mas me aproximei dele ou tentei pois ele apontou a arma para a cabeça dela de novo.
–Nem tente herói, ou vou matá-la, solte esse treco.
Solto o "treco" que cai no chão e ele se vira para ela.
– então aonde nós paramos, a sim eu ia matar ele, mais isso não te fará nenhum mal, vou fazer algo pior.
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