Uma nova era o apocalipse.
7 Capítulo 7 - Conhecendo
Notas iniciais
Acabo dormindo em cima de uma arvore, olha eu não fiquei doido pelo menos não ainda so não quero arriscar daquele babaca me atacar enquanto durmo.
–Ei Tarzan desce daí! Diz alguém la em baixo.
Era um homem com uma pose de motoqueiro do mal, acabei descendo e parando em frente a ele.
–Diga o que quer de mim.
–Oh o Tarzan tem garras, so vim te chamar porque o metidão digo o policial ta querendo saber o que você tem dentro daquele carro e não quer danifica-lo. Diz o homem.
–Acho bom mesmo que ele não quebre o meu carro...
–Pode deixar que ele não vai tocar em nada seu sem sua permissão, a sua entrada no acampamento atrás daquela família o impressionou, eu pessoalmente adorei a resposta que você deu para a namoradinha dele, sem falar que você e culhudo nunca vi ninguém com coragem para ameaçar um cara com uma arma apontada para você.
–A verdade é que não me importo em morrer, isso não me assusta como com a maioria das pessoas e isso não e de agora, so pretendo levar muitas dessas coisas e algumas pessoas para o inferno antes de morrer.
–Jeito de pensar interessante, alias mesmo não gostando de me apresentar acho que você provou que não é um Merda como o resto dessas babacas do acampamento, meu nome é Merle e pelo que a garotinha falou ontem o seu e James não é? Diz ele.
–Sim e assim que me chamam.
–Ótimo, va ver aquele babaca do policial e depois venha tenho uma garrafa de vodka e prefiro beber acompanhado e a bichinha do meu irmão não quer beber desde que os mortos não ficam mais mortos.
Para todos os efeitos resolvo ir ate o policial ver no que dava.
Encontro ele sentado no capo de meu carro, nem ligo para a pose de dono da área acho ate graça, ele me encara.
–Antes de tudo acabar eu não poderia dizer isso pois a lei me proibia, mas adorei o jeito que você falou com aquele cara, e pelo que eles falaram antes de você chegar eles te abandonaram enquanto você lutava por eles isso não é certo.
–É não foi, me falaram que queria falar comigo sobre o meu carro, do que precisa?
Não perguntei o que ele queria e sim do que precisa no sentido do grupo e parece que ele entendeu, pois perguntou.
–O que você pode nos dar, estamos com pouca comida e algumas pessoas perderam roupas nas fugas para chegarem aqui.
–Bem, de fato tenho algumas Roupas extras tanto de homem quanto de mulher e criança mais garota para falar a verdade pois eu fiz a limpa em uma casa que passei mais não vou dar a troco de nada, fiz isso com aquele babaca e me ferrei não vou correr esse risco de novo.
–Não possuímos nada que possamos trocar, mas podemos te dar abrigo e garanto que não será abandonado tentando proteger alguém.
–Bem eu aceito mais com uma condição, na verdade duas.
–Tudo bem diga.
–Eu sei que você foi policial e respeito isso e também já reparei que você chefia esse grupo.
–Sim você está certo mais quais as condições?
–Não me interrompe que eu falo, eu vou separar algumas coisas em minha mochila de viagem desde comidas ate roupas e outras coisas e não quero que ninguém mecha nela ok?
–ok entendo, e a outra?
–A outra e que mesmo se eu ficar aqui eu não trabalho para você, e muito menos vou fazer tudo o que você mandar e nem quero que você me perturbe com isso ok?
– Ok feio. Diz ele de cara fechada.
Faço a mochila com as coisas que eu falei, pus a foto daquela família dentro dela, uma tenda de armar e minhas facas, duas para ser mais específico.
Saio do carro com a mochila e um saco de dormir em cima dela, entrego a chave para o policial ao qual descobri se chamar Shane.
–O resto e seu para fazer o que quiser.
Ele não fala nada so acena com a cabeça e vai ate o carro, sigo em direção aos irmãos e ficamos conversando por algum tempo, o mais velho o Merle Dixon era desbocado e fazia piadas ofensivas ao quais não dava a mínima, o mais novo Daryl Dixon parecia estar em conflito sobre sua real personalidade, ele era um bom homem na verdade os dois e se ficarem juntos duvido que algo os detenha.
Fale com o autor