Uma nova Jornada.
2 Nova manhã.
Notas iniciais
Lucy POV
Estava de pé, no meio de uma floresta, olhei para os lados a procura de alguém, mas não encontrei ninguém, estava sozinha, ao longe avistei um clarão iluminar o céu, sem pensar duas vezes comecei a correr o mais rápido que eu conseguia em direção ao mesmo, corria e olhava para todos os lados a procura de alguém, enquanto me aproximava do local de origem do clarão, percebi que era uma clareira bem aberta, acelerei os passos para logo a alcançar.
Quando cheguei lá o medo tomou conta de mim, fiquei paralisada sem saber o que fazer, olhava tudo horrorizada.
Todos da guilda estavam lutando e muito feridos, vi Erza e Gray caídos em um canto, corri até eles para ver como estavam, cheguei até eles não conseguia relar neles, minhas mãos passava direto por eles, conseguia ver que eles estavam vivos e isso me aliviou um pouco, mas o fato de não poder toca-los me desesperou, não conseguia ajuda-los, e eles estavam bem diante de mim, morrendo, e eu não podia fazer nada, não sabia o que estava acontecendo, olhei para os lados e encontrei Natsu, ele estava lutando, levantei e fui correndo até ele, mas antes de conseguir alcança-lo, vi ele levar um ataque e cair para trás, sangrando muito, gritei o nome dele, mas minha voz não saia, gritei mais forte mas minha voz não saia, conforme eu ia correndo parecia que ele se afastava mais, acelerava os passos e gritava alto até meus pulmões doerem mas parecia que nada adiantava, parecia que eu estava ficando cada vez mais longe dele.
Acordei assustada, suada e ofegante, que sonho foi esse? Nunca havia tido um sonho como aquele.Sinto meu coração apertar e coloco a mão em meu peito, percebo minga respiração alterada e meu coração descompassado, fecho os olhos e tento normaliza-los. Assim que os abro, levanto da cama e fico encarando o nada, aquele sonho parecia ser tão real, balanço a cabeça afastando esses pensamentos, não queria começar o dia com esses pensamentos negativos.
O sol brilhava forte em Magnólia, eu acabava de acordar, me espreguicei e olhei em volta, nenhum sinal de Natsu e nem de Happy, muito estranho, pois, sempre que eu acordava ou o Natsu estava pulando em cima de mim na cama, ou estava procurando um peixe para o Happy comer ou simplesmente ficava sentado no chão, descansando a cabeça no colchão e ficava me observando até que eu acorda-se, eu odiava quando ele fazia isso, pois toda vez que ele fazia isso eu acordava assustada e gritando, o que me deixava mais irritada é que quando isso acontecia, o Natsu passava mal de tanto dar risada.
Mas hoje, estava tudo normal, tudo muito calmo, levantei e andei pela casa procurando por eles, com medo de eles estarem destruindo alguma coisa, mas não, a casa estava vazia, bom tirando eu, a casa não tinha mais ninguém.
Achei muito estranho, mas resolvi aproveitar que só tinha eu em casa e fui tomar um banho, cheguei em casa ontem a noite depois que fui em uma missão, nem tomei banho, estava tão cansada, que simplesmente, cai na cama e desmaiei.
Encaminhei-me em direção ao banheiro e entrei no mesmo, uma vez dentro do mesmo tranquei a porta e andei em direção a torneira, liguei a torneira da banheira e fiquei encarando aquela água limpa e cristalina que descia pela boca da torneira, enquanto esperava a banheira encher, despi-me e entrei na banheira, assim que constatei que o nível da água estava bom, tratei de fechar a torneira, a água estava quente, muito agradável, assim que entrei na banheira, senti os músculos de meu corpo relaxarem, como se estivessem esperando por aquele banho.
Lembranças de quando entrei na Fairy Tail surgiam em minha mente, tinha sido pega pelo feitiço do amor, quando o Natsu aparece gritando e me despertando do transe, até hoje tento entende só porque eu quem conseguiu sair do transe, se ele gritou e me despertou deveria ter sido capaz de despertar mais alguém, ou, ele só tenha conseguido por eu ter sido hipnotizada por último?
Depois daquele dia, eu sabia que o Natsu seria importante na minha vida, não sei o porque, mas me sentia bem perto do Natsu, me sentia segura, sentia que nada e nem ninguém no mundo poderia me machucar quando estou com ele.
Mergulhei minha cabeça na banheira para afastar esses pensamentos, mas logo sou obrigada a retornar a superfície graças ao maldito oxigênio, com um suspiro levanto e saio da banheira, peguei a toalha que estava pendurada ao lado da porta e comecei a me secar devagar, me enrolei na toalha e fui escovar meus dentes, limpei o espelho e fiquei me olhando enquanto escovava os dentes, enxaguei a boca e guardei a escova, peguei um pente e comecei a desembaraçar meus cabelos, prendi ele como de costume, as duas Chiquinhas.
Assim que acabei minha higiene matinal, fui em direção a porta. Assim que eu coloquei o pé para fora do banheiro, adivinhem:
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