Notas iniciais
Hey gente, desculpa a demora,tive uns probleminhas aqui, mas agora já está tudo certo. Primeiramente gostaria de agradecer a linda RiddleLover pela maravilhosa recomendação e por sempre comentar. Ela me anima demais gente, vocês não tem noção. Que pessoa maravilhosa! Esse capítulo vai para você pela sua recomendação perfeita, e pra você ter mais um pouquinho de dúvida hahaha. Gostaria muito que vocês comentassem. eu estava meio receosa de postar esse capítulo, porque não sei se está muito bom, e eu agradeceria se vocês me dessem a opinião de vocês. Sem mais delongas, bora pra leitura?

Draco não conseguiu acreditar em seus olhos quando viu que Harry e Rony continuavam em Hogwarts no dia seguinte, parecendo cansados, mas absolutamente felizes. Katherine o encarou com um sorriso debochado, o que só o irritou mais.

Quando as corujas invadiram o salão como de costume, a atenção de todos foi atraída por um longo pacote carregado por seis corujonas. Kathy sentiu tanta curiosidade quanto os outros para ver o que havia no pacote e se surpreendeu quando as corujas desceram planando e o largaram bem diante de Harry, derrubando o seu bacon no chão. Mal tinham se afastado quando outra coruja deixou cair uma carta em cima do pacote. Harry abriu a carta primeiro, o que foi uma sorte, porque ela dizia:

NÃO ABRA O PACOTE À MESA. Ele contém a sua nova Nimbus 2000, mas não quero que todo o mundo saiba que você ganhou uma vassoura ou todos vão querer uma. Olívio Wood vai esperá-lo hoje à noite, às sete horas, no campo de quadribol, para a sua primeira sessão de treinamento.

Profa. Minerva McGonagall

Harry teve dificuldade em esconder a alegria quando passou o bilhete para Kathy e Rony lerem.

— Uma Nimbus 2000! – Rony gemeu de inveja. – Eu nunca nem pus a mão em uma.

—Ual Harry! Que demais. Não vejo a hora de por meus lindos olhinhos nessa preciosidade. – Kathy falou num sussurro entusiasmado.

Estavam todos tomando seu café tranquilamente, Kathy sendo perturbada por Mathew, quando uma forte luz branca preencheu o salão e uma voz grave e imponente, que causou arrepios em grande parte daquelas pessoas, foi ouvida por todos.

—Ora, Ora – uma figura encapuzada apareceu. Não era possível ver seu rosto, apenas seus olhos sombrios e sem brilho algum e seu sorriso macabro que fazia as pessoas temerem o que estava por vir.

Dumbledore levantou-se da cadeira e empunhou sua varinha, sendo seguido por todos os professores.

—Quem é você? E como entrou em minha escola? –O diretor exigiu saber ao estranho.

Porém a figura encapuzada somente o olhou com tédio no olhar e um sorriso de deboche.

—Eu exijo que me responda! –A voz do diretor era ouvida no meio daquele mar de pessoas silenciosas e apavoradas.

—Abaixe essa varinha- ordenou a tal figura. –Eu não quero machucar ninguém.

—Então me responda- O diretor, ainda com a varinha apontada para o estranho, desafiou com o olhar.

Ninguém estava entendendo nada, mas se assustaram com a ação repentina do homem misterioso. Este, vendo que o diretor não abaixaria a guarda, com um movimento de mão, desarmou todos aqueles que estavam com as varinhas em riste.

Gritos eram ouvidos por todo o salão. Os alunos estavam começando a ficar com medo.

—eu disse que não quero machucar ninguém- a tal figura disse lentamente, fazendo sua voz soar mais ameaçadora ainda. –O problema de vocês, é me tratar como um inimigo, sendo que eu só vim ajudar.

E andando displicente, a figura encapuzada sentou-se na cadeira do diretor, deixando todos, se fosse possível, ainda mais chocados.

—Então quem é o senhor?- O diretor perguntou abaixando a varinha desta vez, mas sem nunca guarda-la.

—O que importa quem eu sou realmente?- O homem perguntou retoricamente- O que realmente interessa, é qual o motivo de eu ter saído da minha casa para vir a este mundo.- e vendo que deixou todos mais confusos, a figura deu mais um sorriso debochado.

Levantando-se da cadeira, o homem encarou a todos do salão e começou a explicar o porquê de estar naquela escola.

—Eu estava entediado olhando o futuro, que sinceramente não vai ser nada bom pra vocês- e deu mais um daqueles sorrisos macabros- e resolvi ter um momento de condescendência, e resolvi ajudá-los.

—como assim, “olhando o futuro”?- A professora Minerva perguntou o que todos queriam saber.

—E o que quis dizer com “nos ajudar”?- Flitwick perguntara desta vez, com sua vozinha esganiçada.

A figura misteriosa, porém, só os olhou, sem responder suas perguntas.

—O futuro, como já disse, não vai ser muito bom para ninguém aqui neste salão, e eu, quero lhes dar a chance de muda-lo, sem todas as perdas, sem todas as dores, somente paz e alegria- disse revirando os olhos e sorrindo debochado, o que honestamente, não passou confiança a ninguém naquele salão.

—E o que ganha fazendo isso?- Dumbledore o olhou desconfiado.

—Ahhh- o misterioso o olhou com tamanha satisfação- Eu só quero ajudar, e no final das mudanças, vocês decidem o que eu ganho com isso- e soltou um risinho que fez os pelos dos braços arrepiarem.

—Vamos direto ao assunto- respondeu entediado com aquela enrolação- eu, por acaso, tenho um livro aqui que conta a história de dois de seus alunos- e revirando os olhos mostrou o livro ao diretor, que procurou o nome do livro, mas não achou.

—Sem nome?- o diretor falou consigo mesmo, mas o encapuzado apenas repetiu: -Sem nome! Porque é a junção de duas versões.

Dumbledore continuou a analisar aquele livro.

Kathy estava observando o misterioso recém-chegado, tinha alguma coisa nele, que ela não soube identificar. E parecendo sentir um certo olhar queimar sobre si, o estranho encapuzado encarou-a de volta, soltou uma baixa exclamação de prazer, e deu sua total atenção à ela.

—Katherine Moore- o homem disse lentamente, andando na sua direção, o que atraiu a atenção de todos para a morena. – Que belo... Prazer- então, levantando a mão que parecia morta, ele tocou o rosto de Kathy, que sentiu um arrepio de agouro. A mão, que estava fria, foi descendo até o pescoço, e Kathy que permanecia imóvel, com seus olhos conectados no do estranho, o viu sorrindo, aquele sorriso frio e sem vida, com um pouco de maldade. E como se tivesse tido um choque, Kathy afastou a mão do homem, indo o mais longe dele.

Mas aquela reação, ao que parece, o divertiu, já que este sorriu pra morena e se afastou para perto do diretor.

Todo mundo queria saber de onde aquele estranho misterioso conhecia a novata primeiranista.

—O senhor conhece a senhorita Moore de onde?- A professora Minerva perguntara, pois podia ver que Kathy não sabia quem era aquele ser.

—Existem duas versões deste livro. — começou ignorando a senhora- um, é no ponto de vista do senhor Potter- Várias cabeças viraram para Harry- e o outro, não importa no momento, com base na leitura conseguirão perceber. Eu deixarei o livro com vocês, e darei a liberdade para que as pessoas envolvidas na história estejam presentes, afinal, elas merecem saber no que vai acontecer com suas vidinhas patéticas- e andando com sua imponência, virou-se para o diretor- chame o Ministro da Magia!

Após um conflito interno, Dumbledore manda uma coruja ao Ministro da Magia, solicitando seu comparecimento a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, imediatamente.

Com a chegada do ministro em Hogwarts, a figura explica brevemente o que é pra fazer, e com muita relutância, aceita participar dessa mudança após ver que Dumbledore concordara com aquilo.

—Muito bem- o estranho mostra quem deveria participar daquela mudança, mas o chegar ao nome de certo prisioneiro, O Ministro da Magia, se levanta furioso, e nega.

—Só pode ser brincadeira! Você esta louco se acha que vou soltar um prisioneiro perigosíssimo, por causa da palavra de um estranho que nem sabemos se é confiável- e olhou para Dumbledore em busca de apoio.

A figura, no entanto, chegou lentamente por trás do ministro e cochichou alguma coisa que o fez ficar extremamente pálido e começar a tremer. Cornélio encarou aquele homem que não fazia ideia de quem era, mas que sabia de muita coisa. Este fez um aceno de afirmação e o Ministro, por fim, decretou que traria o prisioneiro para a tal mudança.

Muitos ficaram curiosos querendo saber o que o homem dissera ao Ministro que o fez ficar tão amedrontado. Kathy, particularmente achara aquele ministro bem frouxo.

As pessoas do salão já estavam desinquietas. Já era para terem começado a aula, mas estavam no salão principal ainda. E quem era aquele homem que não dizia seu nome, mas chegava dando ordens e colocando medo no Ministro da Magia?

Dumbledore mandou todos irem para as aulas e disse que na hora do jantar iriam começar a leitura daquele livro para que possam mudar seus futuros trágicos. Enquanto isso ele iria solicitar seus convidados.

O Ministro, ainda muito abalado, dissera que de noite voltaria com o prisioneiro, e que era melhor que tivesse uma boa razão para ele estar presente.

O homem apenas sorriu debochado e continuou os encarando.

—Então, o senhor ainda continuará por aqui?- Dumbledore tentava puxar assunto, e ao receber um aceno de cabeça, continuou- então acho que seria melhor o senhor se apresentar, não?! Nós o recebemos em nossa escola, e os alunos estão receosos com sua presença, o mínimo que se pode fazer é dizer seu nome.

—Você é um velhote muito estrategista, não pense que não o conheço. Você consegue fazer que as pessoas te sigam achando que isso é o melhor, mas sempre tem um plano para cada um deles, eles são apenas peões no seu jogo- e falando lentamente, a tal figura fora se aproximando do diretor, que rapidamente sacou a varinha, o que só fez o sorriso debochado do desconhecido, aumentar. –com medo porque eu sei todos seus segredos, ou porque você não consegue saber os meus?

E afastando do diretor, pronunciou- eu vou conhecer a escola.

E simplesmente saiu.

Eeeh Dumbledore, ele também tem estilo.

A figura fora andando, procurando certa morena. Precisava vê-la. Nem que fosse a distância. Sempre a observava, desde criança. Ela era a sua pequena, de mais ninguém.

Após cena do salão, comentando sobre o estranho, Os três saíram depressa do salão, querendo desembrulhar a vassoura sozinhos antes da primeira aula, mas no meio do saguão de entrada encontraram o caminho barrado por Crabbe e Goyle. Draco tirou o pacote de Harry e apalpou-o.

— É uma vassoura – falou, atirando-o de volta a Harry com uma expressão de inveja e despeito no rosto. – Você vai se ferrar desta vez, Potter, alunos do primeiro ano não podem ter vassouras.

—Ahhh. A inveja é algo tão deprimente- Kathy disse maldosamente à Draco.

Antes dele responder, Rony não conseguiu resistir.

— Não é uma vassoura velha qualquer, é uma Nimbus 2000. Que foi que você disse que tem em casa, Draco, uma Comet 260? – Rony riu para Harry. – A Comet enche os olhos, mas não tem a mesma classe da Nimbus.

— Que é que você entende disso, Weasley, você não poderia comprar nem a metade do cabo. Vai ver você e seus irmãos têm que economizar para comprar palha por palha.

Antes que Rony pudesse responder, o professor Flitwick apareceu ao lado de Draco.

— Não estão brigando, meninos, espero – falou com voz esganiçada.

Claro que não- Kathy pensou com ironia.

— Potter recebeu uma vassoura, professor – disse Draco depressa.

— Eu sei – respondeu o professor Flitwick, abrindo um grande sorriso para Harry. – A Profa. Minerva me falou das circunstâncias especiais, Potter. E qual é o modelo?

— Uma Nimbus 2000, professor – informou Harry, lutando para não rir da expressão horrorizada no rosto de Draco. – E, para falar a verdade, foi graças ao Draco aqui que ganhei a vassoura – acrescentou.

Harry e Rony subiram as escadas sufocando o riso diante da raiva e confusão visíveis de Draco. Já Kathy não teve o mesmo tato. Riu abertamente da cara daquele loiro azedo. Tinha sido bem feito.

— É verdade – disse Harry, caindo na gargalhada, quando chegaram ao alto da escadaria de mármore. – Se ele não tivesse roubado o Lembrol do Neville eu não estaria no time.

— Então suponho que você ache que ganhou um prêmio por desobedecer ao regulamento? – Ouviu-se uma voz zangada logo atrás deles. Hermione subia com passos decididos a escadaria, olhando com desaprovação para o pacote nas mãos de Harry.

— Pensei que você não estava falando com a gente – comentou Harry.

— É, continue a não falar – falou Rony –, está fazendo tanto bem à gente.

Hermione se afastou com o nariz empinado.

—Será que vocês nunca vão se entender?- Kathy perguntou num suspiro cansado.

— não nos importamos- Rony disse antes de sair, sendo seguido por Harry.

—aposto que esses três ainda vão ficar amigos a ponto de virarem chiclete e não se desgrudarem- Katherine pensou sozinha naquele corredor, revirando os olhos.

Quando eram quase sete horas, Harry e Kathy saíram do castelo e se dirigiram ao campo de quadribol. Nunca estivera no estádio antes. Havia centenas de lugares em uma arquibancada em volta do campo de modo que os espectadores viam o que acontecia do alto. Em cada ponta do campo havia três balizas douradas com aros no topo.

Ansioso demais para esperar Olívio sem voar, Harry montou a vassoura e deu um impulso. Ele mergulhou pelas balizas, subiu e desceu pelo campo. A Nimbus 2000 ia aonde ele queria ao menor toque. Katherine não podia negar, estava maravilhada. Esperava Harry terminar o treino para poder dar uma volta. Abraçara o amigo fortemente quando este permitira que ela desse uma volta. Rony não podia nem sonhar com aquilo.

— Ei, Potter, desça!

Olívio Wood chegara. Carregava uma grande caixa de madeira debaixo do braço. Harry pousou ao lado dele.

— Muito bom – comentou Olívio, os olhos brilhando. Deu um aceno para a amiga, mas logo voltara à Harry – Estou vendo o que foi que Minerva quis dizer... você realmente tem um talento natural. Hoje à noite só vou lhe ensinar as regras do jogo, depois você vem aos treinos do time três vezes por semana.

Ele abriu a caixa. Dentro havia quatro bolas de tamanhos diferentes.

— Certo – disse Olívio. – O quadribol é muito fácil de entender, mesmo que não seja fácil de jogar. Tem sete jogadores de cada lado. Três deles são artilheiros.

— Três artilheiros – Harry repetiu, enquanto Olívio apanhava uma bola muito vermelha do tamanho aproximado de uma bola de futebol.

Katherine gostou de ter ido ao treino, pois aprendera muito sobre quadribol.

— Esta bola se chama goles – explicou Olívio. – Os artilheiros atiram a goles um para o outro e tentam metê-la em um dos aros para marcar um gol. Dez pontos todas as vezes que a goles passa por um dos arcos. Está me acompanhando?

— Os artilheiros atiram a goles pelos aros para marcar pontos – repetiu Harry. – Então é como um basquete com seis cestas e vassouras, não é?

— O que é basquete? – perguntou Olívio, curioso.

— Deixa pra lá – disse Harry na mesma hora.

— Agora, tem outro jogador, um para cada lado, que é chamado goleiro. Eu sou o goleiro de Grifinória. Tenho que voar em volta dos aros para impedir que o outro time marque pontos.

— Três artilheiros, um goleiro – disse Harry, que estava decidido a decorar tudo. – E jogam uma goles. OK, entendi. E essas para que servem? – Apontou para as três bolas restantes na caixa.

— Vou lhe mostrar agora. Segure aqui.

Ele entregou um pequeno bastão a Harry, meio parecido com um bastão de beisebol.

— Vou lhe mostrar o que os balaços fazem. Essas duas aqui são os balaços.

E mostrou a Harry duas bolas iguais, pretas e ligeiramente menores do que a goles vermelha

— Fique longe – Olívio preveniu Harry.

Ele se curvou e soltou um dos balaços. Na mesma hora, a bola preta saiu voando e em seguida desceu direto contra o rosto de Harry. Harry golpeou-a com o bastão para impedi-la de quebrar o seu nariz e mandou-a ziguezagueando para longe – ela passou veloz pelas cabeças deles e, em seguida, atirou-se contra Olívio, que mergulhou sobre ela e conseguiu imobilizá-la no chão.

Kathy amou aquilo. Mas uma movimentação perto dela a fez parar de prestar atenção nos dois amigos. Era o homem encapuzado que a conhecia. Acabara de se sentar ao seu lado. Kathy não sabia o que fazer, e os amigos pareciam estar muito entretidos para perceber o recém-chegado.

—não precisa ter medo menina- o tal homem disse com sua voz forte. – eu não vou machuca-la.

—não estou com medo- disse encarando-o nos olhos, o que o fez sorrir- só estou curiosa.

Não dava para ver sua aparência, pois as únicas coisas que davam para ver sob o capuz eram seus olhos e sua boca, que de perto, era ainda mais macabro.

Já ela, era exatamente como lembrava. Perfeita.

—curiosa com o que, exatamente?- o estranho a encarou curioso. Estava finalmente conversando com sua menina.

—de onde me conhece?- a garota então proferiu aquilo que estava lhe atormentando o dia todo.

—na hora certa, você saberá. — fora sua única resposta.

—o que veio fazer aqui?- sabendo que ela falava dele ter ido conversar com a mesma respondeu.

—quero sua amizade.

Aquilo com certeza a pegou desprevenida. Mas os anos a ensinou a desconfiar, ainda mais com o sorriso daquele cara.

—você não esta fazendo esse lance de “mudanças” sem nada em troca.- Afirmara- o que quer fazendo isso tudo?

O que recebeu fora somente o silêncio. O que a irritou profundamente.

—olha, não sei como você quer ganhar a confiança das pessoas com tantos segredos. Nem sei o seu nome, e você fica todo com esse seu mistério. Se você esta querendo alguma coisa comigo, é melhor falar, porque não vou conversar com um estranho. Não é assim que se ganha uma amizade. Se conquista isso. E eu não sei o porquê de você me conhecer, ou o porquê de me escolher pra ser sua “amiga”, mas você não vai conseguir nada com essa atitude.

E levantando-se para ir embora, ele segurou seu braço. A mesma sensação fria lhe ultrapassou pela espinha.

—fica-foi somente o que saiu de sua boca.

—me dê um motivo.

—eu conheço uma amiga sua.

—eu não tenho amigos- Katherine ia saindo quando aquele nome a fez parar com tudo e voltar.

— Melody Becker.

—você conhece a Mel?- Kathy perguntou ainda de costas com a voz rouca, embora tentasse não mostrar. Fazia anos que não escutava aquele nome, e aquele estranho estava dizendo que conhecia sua amiga de infância.

Mas a resposta daquele homem foi interrompida. Olívio e Harry perceberam, finalmente, o estranho no campo conversando com Kathy, e resolveram resgatá-la.

—está tudo bem Kathy?-Olívio perguntara desconfiado.

— está sim Olívio- não tirou os olhos do homem ao responder- pode ficar tranquilo. Já acabaram? – perguntou virando-se para os amigos, e ao receber uma resposta afirmativa, concluiu- então vamos para o castelo, alguma coisa grande vai acontecer de acordo com el... Ué!? Pra onde ele foi?

Ao olhar para trás, o estranho simplesmente desapareceu. Dando de ombros, os três foram para o Grande salão, com certa morena travando uma batalha interna.

Ao chegarem ao salão principal, eles puderam perceber que havia alguns convidados. O ministro realmente voltara, e lá na frente, o estranho que Kathy estava conversando.

Como ele chegou tão rápido?

—Muito bem alunos- Dumbledore levantou-se fazendo o salão silenciar-se. –como já sabem, hoje mais cedo, este homem nos deu a chance de saber do futuro e poder melhorá-lo se for preciso. E a pedido do mesmo, trouxemos alguns convidados. Espero que todos os recebam muitíssimo bem em nossa casa.

—sejam muito bem-vindos novamente a nossa escola. –o diretor se direcionou aos convidados. – acredito que saibam nosso Ministro da Magia Cornélio Fudge- este levantou a mão em cumprimento-, esta é Amelia Bones, chefe do Departamento de execução das Leis da Magia, Os aurors Kingsley Shacklebolt e Ninfadora Tonks, o ex-auror Alastor Moody, Remo Lupin, os Malfoy e os Weasley-disse apresentando cada um dali.

—acredito que estejam se perguntando o porquê de lermos este livro, já que mexer com o tempo é algo extremamente perigoso, mas receio que esta seja uma chance para sabermos o que de tão ruim pode acontecer com todos deste salão, e usarmos tudo que estiver ao nosso alcance para, então, mudá-lo, se necessário. Creio que gostaria de tomar a palavra?- o diretor dirigiu-se ao estranho encapuzado que tomou a palavra.

Os convidados não estavam entendendo mais nada. Não sabiam o porquê de estarem ali, nem quem era aquele estranho que estava falando no momento. O ex-auror, Alastor Moody, devido aos seus anos de trabalho capturando seguidores das trevas, obviamente encarava o estranho de forma desconfiada. Não gostara nada daquele homem, mas não faria nada por ora, já que Alvo estava tranquilo em relação ao mesmo.

O estranho falava sobre lerem o livro e tentarem não julgar... muito- e dera um sorrisinho no final que causou arrepios em alguns dos convidados, assim como nos alunos é claro- mas Kathy não parecia ter medo dele, como os outros, o que rapidamente capturou sua atenção, e de um certo convidado.

Ao que parecia, o encapuzado não ficaria para as descobertas, mas que voltaria quando fosse a hora certa. As dúvidas seriam esclarecidas por uma ajudante dele. Que viria quando fosse necessário. Todos estavam muitíssimos curiosos para saberem quem era a tal ajudante, mas teriam que esperar.

—Antes de iniciar uma aventura para novas descobertas, acredito que deveríamos apreciar o jantar antes, afinal, devemos estar preparados para grandes surpresas. Gostaria de dizer aos nossos convidados que se sintam a vontade para sentar-se aonde se sentirem mais confortáveis, e que todos vocês, os acomodem como ótimos anfitriões.

O Ministro sentara-se a grande mesa, ao lado do diretor, obviamente, sendo seguido pela Madame Bones, que se sentou ao lado de Minerva McGonagall, a quem cumprimentou educadamente e por fim, Alastor Moody, que sentou-se do outro lado de Dumbledore. Os Malfoy ocuparam a mesa de sua antiga casa, bem ao lado do filho. Kathy agora sabia de onde vinha tanta arrogância daquele garoto. Ele era a cópia dos pais, pensou revirando os olhos. E por fim, os Weasley puxaram a fila para a mesa da Grifinória, onde todos receberam os convidados muito bem. Os ruivos se sentaram perto dos filhos, e como pareciam se conhecer, os outros ficaram por perto também.

Após todos acomodados, Dumbledore fez um aceno de mão e as mesas se encheram de comida das mais variedades.

Kathy percebera que o homem de aparência cansada não parava de encarar Harry, embora disfarçasse, e o amigo parecia não perceber. Estava conhecendo os pais e a irmã caçula de Rony, que parecia bem envergonhado com a atenção da mãe.

—Olá, sou Katherine Moore, prazer! –Kathy disse encarando o homem cansado e a mulher de cabelos roxos.

—Sou Tonks, e o prazer é todo meu!- respondeu animada, derrubando um copo no processo de apertar a mão de Kathy. –Oh não! Desculpe! – o homem cansado ao seu lado só deu um risinho e a tranquilizou dizendo que estava tudo bem.

—Sou Remo Lupin, muito prazer!- estendeu a mão em cumprimento a Kathy, mas ao encará-la, ele perdeu todo o ar. Aquilo deveria ser punição. Ao ver que a garota estava confusa por sua reação, tratou de se recompor rapidamente. –Você é primeiranista?

—Sou sim!-deu um sorriso meigo a eles, mesmo analisando o tal de Lupin. Tinha alguma coisa com ele. –E você é?- dirigindo seu sorriso meigo para o outro auror, estendeu a mão.

— Kingsley Shacklebolt, prazer. Moore não é?- perguntou, retribuindo o aperto de mãos.

—É sim, mas podem me chamar de Kathy, não gosto muito do meu nome.

—Por que não?- perguntou uma garotinha que deveria ser um ou dois anos mais nova que ela. Pelos cabelos ruivos, chutou que era irmã de Fred e Jorge.

—Longa história. Você é irmã dos gêmeos?- perguntou mudando de assunto.

—Sou sim- respondeu sorrindo- Sou Gina.

—Prazer Gina. Gostou do castelo?- perguntou para a garotinha que respondera que amara conhecer o castelo, enquanto Kathy observava Lupin encarar Harry discretamente.

O jantar passou dentre muitas conversas. Kathy conhecera os senhores Weasley e os adorara. Eram boas pessoas. Fez algumas brincadeiras com Harry e não deixou de notar que Lupin não parava de encará-los com um olhar diferente. É claro que este olhar era direcionado ao amigo, para ela, era mais um olhar confuso, e seria loucura dizer, mas até um pouco com... Medo.

Quando todos os talheres sumiram das mesas, o diretor levantou-se trazendo o silêncio para o salão. Estavam ansiosos. O que aquele futuro guardava?

—Bom, alguém gostaria de começar?

Ao ver que ninguém se voluntariou, Hermione levantou a mão, fazendo o Diretor lhe entregar o livro. Observou um pouco antes de abrir.

Kathy ajeitara-se na cadeira ao ver a amiga se preparar para ler. Adorava histórias. Era hora. Hora de saber o que realmente acontecera de tão ruim.

É Kathy, tenho certeza que você vai amar essa história. Aproveite a leitura! Tenho certeza que sua vida está bem protegida, assim como os segredos que você tenta esconder.

Notas finais
Então foi isso gente! não sei que dia eu posto, provavelmente sexta, já que amanhã eu tenho curso. Espero vocês nos comentários, por favooooor!!! beijos de algodão doce pra vcs... Adhara.