Aqueles eram tempos escuros para o Reino de Ejuvia, um homem caminhava pelas ruas da cidade, com um sorriso maníaco no rosto, seus olhos brilhavam na escuridão da noite, o nome dele era Hector o Maldito, um homem alto, com cabelos castanhos claro que escorriam até os ombros, olhos estranhamente vermelhos, e uma pele tão clara que parecia ser translucida sob a luz da lua, vestido completamente de preto, e em seus braços se viam tatuagens arabescas que subiam os mesmos em formatos completamente caóticos e complexos. Ninguém tinha certeza de sua história, alguns diziam que ele havia feito um pacto com um demônio para ter poder, outros falavam que ele era o próprio demônio, o fato era que o mesmo tinha muito poder, e nenhum herói, caçador de recompensas ou soldado, tinham conseguido lhe deter. Enquanto caminhava pela noite a procura do que fazer, o homem avistava uma criança de rua, ela deveria ter no máximo seis anos de idade, um pouco magra para a idade, com cabelos loiros claros em um formato de tijela. Ao se aproximar da mesma ele perguntava:

- Olá pequenino, qual seu nome ?

- Filipe. — Respondia a criança, coçando um dos olhos com uma mão fechada devido ao sono, e a outra acariciando a própria barriga, pois estava com fome.

- Meu nome é Hector. Vejo que você sofre, gostaria que eu te ajuda-se? — Perguntou o homem, estendendo a mão direita em forme de comprimento.

O menino não acreditava na sorte que estava tendo, abrindo um grande sorriso no rosto, foi em direção ao estranho, ignorou a mão estendida, e abraçou fortemente as pernas de seu bem-feitor, havia dois dias que ele não comia, estava apenas a base de água, e finalmente poderia se livrar daquela dor em sua pequena barriga. Ao olhar para cima ainda com o sorriso no rosto ele falou:

- Muito obrigado pela ajuda senhor, eu achava que iria morrer de fome, estava triste com frio, fome e medo, mas você só pode ser um anjo enviado para me ajudar, muito obrigado mesmo.

- Não se preocupe meu caro, vai tudo ficar bem.

Hector, apenas colocou a mão direita na cabeça do menino como se fosse fazer um leve cafuné nele. Ao sentir o gesto carinhoso a criança olhava para cima, sorridentemente para o estranho, e então um segundo depois sua cabeça começou a doer, o homem parecia estar apertando ela fortemente. Vendo que o menino começava a sentir o aperto de sua mão, ele erguia o infante no ar pela cabeça, e os arabescos de seu braço assim como seus olhos começaram a brilhar em uma cor vermelha, e com isso a criança, começou a tremer, como se estivesse tendo ataques de convulsões, lágrimas escorriam pelos olhos da mesma, devido a dor agonizante que sentia, ao mesmo tempo que sangue saia pelos seu nariz e ouvidos, a dor era insuportável, e depois de alguns segundos, que mais pareceram longas horas para o pequeno, sua consciência lentamente se esvaia, o coração que antes batia rápido, agora estava quase parando de bater, e antes de morrer a criança deu um forte grito, que apenas aqueles que estão prestes a morrer conseguem fazer, e finalmente aconteceu, com manchas de sangue que desciam de seu nariz e ouvidos e sujavam seu rosto, o menino tinhas os olhos a fitar o nada, seu coração não batia mais, ele estava morto. Soltando o corpo já sem vida no chão, o assassino se ajoelhou e sussurrou:

- Agora você não terá mais que sofrer com o mundo, pequenino.

Ao se levantar para sair do local, ouviu algo que o interessava, sons metálicos de soldados vestidos com suas armaduras de aço correndo em sua direção, eram sete ao todo, cinco deles armados com espadas e dois lanceiros. Parecia que o grito de desespero da criança havia atraído a atenção dos guardas, e agora ele teria um pouco de diversão naquela noite.

- Maldito, o que você fez com essa criança? — Falou um dos soldados indignado.

- Eu? Eu apenas salvei a criança do futuro horrível que ela teria, se é que ela teria um. — Disse o homem com um olhar maníaco, que brilhava na noite.

- Você é louc... — E antes que o homem pudesse falar, uma mão havia atravessado seu peito, através da manopla de aço, destruindo assim seu coração.

- É, ele não durou muito, espero que vocês sejam mais interessantes.

Se iniciando assim uma batalha, o primeiro a atacar, foi um dos soldados com a lança, que usou uma estocada, para tentar atingir a barriga do assassino, este qual esquivou para o lado rapidamente, pegando areia no chão e jogando no rosto do oponente, e enquanto ele limpava os olhos, Hector acabava de finalizar dois guardas armados de espadas, que haviam atacado ele cegamente devido ao desespero do momento, e agora ambos tinham buracos no peito, onde antes ficavam seus respectivos corações. O soldado que estava temporariamente cego, agora atacava novamente, tentando estocar o vilão com a arma pontiaguda, porém dessa vez ele não esquivou ,e sim pulou há uma altura que superava o trajeto do golpe, caindo em cima da lança, fazendo ela quebrar em duas partes, ou seja, a ponta dela estava caída no chão, e o lanceiro apenas tinha a metade de um pedaço de madeira, pegando a parte da lança que tinha a ponta de aço, o assassino avançava velozmente em direção do soldado, que agora desesperado por não ter mais a sua arma, começava a virar para tentar fugir, mas sua tentativa foi inútil, antes que pudesse dar o primeiro passo, sua garganta havia sido cortada com a própria arma, podia sentir o sangue escorrer pelo ferimento, a dor aguda do corte no pescoço, e depois de alguns segundos, caiu morto no chão em uma poça de sangue, aproveitando que ainda estava com o pedaço da lança na mão, ele arremessou em direção ao outro lanceiro, que agora estava correndo de medo, acertando o mesmo na perna, fazendo assim ele cair, e se arrastar do local desesperadamente, com medo da morte. Os dois últimos soldados, armados com espadas, estavam calmos, dava para perceber na postura deles, que já eram veteranos e sabiam o que estavam fazendo, eles corriam lado a lado, para atacar o homem, o primeiro guarda saltou no ar, descendo a espada num golpe na vertical de cima para baixo, caindo agachado no chão, errando o alvo por milímetros, e antes que o assassino pudesse explodir sua cabeça, o seu colega que vinha correndo ao seu lado, atacava por cima do amigo abaixado, girando o corpo e golpeando na horizontal, visando a barriga do oponente, este qual esquivou dando um paço para trás, mas sua camisa havia sido cortada, revelando que as tatuagens de arabescos não se encontravam apenas em seus braços, mas sim como também em seu peitoral, barriga e costas, e antes que pudesse ele atacar o soldado, o outro que estava abaixado do primeiro golpe, agora levantava rapidamente, desferindo uma estocada frontal com a espada de baixo para cima, obrigando Hector a sair rapidamente para a direita, onde o segundo espadachim atacou, girando a espada em sua mão, fazendo assim ela ficar em guarda invertida, e desferindo um corte na horizontal tentando acertar o rosto do inimigo, e quando ele achava que finalmente tinha acertado, algo que ele não esperava havia acontecido, sua espada estava sendo segurada pela mão esquerda do homem, o outro soldado tentando salvar seu amigo, atacou na vertical, tendo também sua espada segurada pela outra mão do oponente, este qual puxou os dois para mais perto, soltando das espadas, e segurando no pescoço dos mesmos, seus braços começaram a brilhar, os soldados começaram a gritar, saliva escorria da boca de ambos, enquanto desesperadamente tentavam se soltar do aperto, o rosto dos soldados começaram a ficar roxo, e quando eles estavam quase morrendo de falta de ar, o assassino ergueu os dois no ar, como se fossem nada, e os jogou no chão, fazendo assim eles baterem fortemente a cabeça, e abrindo o crânio de ambos, os matando instantaneamente. Caminhando lentamente até o lanceiro, que estava tentando fugir se arrastando pelo chão devido a perna gravemente ferida, o homem assobiava alegremente, ao terminar falou:

- Devo admitir que os últimos dois quase me deram trabalho para matar, mas finalmente chegou sua vez meu cara colega.

- Não, por favor, não me mate, eu tenho família, me poupe, eu vou embora e você nunca mais vai ouvir falar de mim.

- Heh, você disse que tem família?

- Sim, uma linda mulher e uma adorável filha, elas vão ficar desamparadas se eu morrer, me poupe. — Falava o homem entra soluços, chorando de medo.

Caminhando até ele o assassino, se agachava em direção do ouvido do guerreiro caído e sussurrava:

- Quem sabe, com um pouco de sorte, eu encontre elas pelo meu caminho, e vocês não se encontram no além-vida.

O homem tentou falar algo, mas não houve tempo , uma mão brilhante foi colocada em sua cabeça, e seu corpo, começou a arder como se pegasse fogo, as veias todas saltavam e tomavam uma cor esverdada, parecendo que algo podre circulava nelas, no lugar do sangue. Arqueando a coluna para cima o soldado, respirava ofegante, com os olhos extremamente abertos, enquanto sentir o copo todo pinicar por dentro, a sensação era horrível.

- Por...favor,... apenas.... me...... mate. — Falava o soldado, agonizadamente.

- Na verdade eu mudei de idéia, eu vou deixar você vivo, não era o que queria? Porém, ficará com essa maldição em seu corpo, essa dor agonizante, e qualquer um que você se aproxime, será amaldiçoado também. Agora se quiser, pode voltar para a sua família. — Falava Hector, com um sorriso maníaco.

- NÃOOO, SEU MALDITO. — O soldado tentou levantar mas não conseguiu devido a dor.

- Continue deitado, alguém logo, virá te salvar, hahahaha, tenho pena desta pessoa.

Uma flecha veio em direção do homem, mas ele se virou rapidamente e a segurou. Procurando o dono da mesma, viu um verdadeiro batalhão de soldados vindo em sua direção, mais flechas eram disparadas contra ele, assim como lanças eram arremessadas. Sem ação o assassino saiu correndo, adentrando assim becos, e vielas na cidade. No meio da fuga ele encontrava alguns civis pelo caminho, esses quais ao ver ele, tentavam fugir, mas era tarde de mais, a mão de Hector brilhando, atravessava o peito de um dos homens, puxando o coração para fora, e jogando o órgão para cima, dando um forte salto para frente, ele caía encima da cabeça de outra pessoa, esta qual tinha o crânio esmagado contra o chão, acuada no canto uma mulher chorava descontroladamente, soluçando de medo, suas lágrimas escorriam pelo rosto. Caminhando lentamente até ela, Hector dobrava o pescoço para o lado, e nesse mesmo instante, uma lança passava onde sua cabeça estava segundos atrás, entrando dentro da boca da mulher, atravessando a cabeça da mesma, fazendo ela cair lentamente de joelhos no chão, sangue escorria de sua boca, e por uma ironia do destino, o corpo dela caia para frente, o que fazia a base da lança encostar no chão, e devido ao peso, o corpo continuava a deslizar pela arma, ou seja, a lançava continuava a perfurar a garganta da mulher lentamente, até a mesma finalmente cair sem vida no chão. Virando para o lado com um sorriso cínico o assassino falava para o soldado atrás dele:

- Heh, obrigado por me poupar o trabalho.

Ao terminar de falar, ele tirava a lança do cadáver, e jogava ela no soldado, que estava em estado de choque por ter matado uma inocente, a lança atravessava o peito do homem, o fazendo curvar as costas levemente para trás, e antes que desse conta que estava morrendo, o Maldito já estava em cima dele, com as duas mãos na lança tirando ela do peito, agora cravando e torcendo a arma no coração do inimigo, enquanto dava um sorriso maníaco, gargalhava descontroladamente.

O batalhão de soldados tinha o alcançado, mas agora era tarde demais para todos ali, o assassino, tinha marcas em arabescos que brilhavam na cor vermelha, a surgir por todo seu corpo rosto, torso, pernas, braços e etc. Com os olhos agora completamente vermelhos ele avançava para cima dos soldados, em um frenesi de insanidade, aquilo era divertido para ele, o primeiro que ele pegou, teve a cabeça arrancada para fora do corpo, girando para o lado, ele dava um soco que fazia outro ter o cranio quebrado e sair voando para frente atingindo assim mais inimigos no caminho, um dos soldados tentava lhe acertar uma espadada pelas costas, mas o que ele encontrou foi a mão do assassino a segurar sua espada, puxando a arma da mão do homem, ele a girava rapidamente em sua mão e dava um golpe que cortava o outro ao meio. Agora com a espada em mãos ele corria rapidamente para o meio dos soldados, rindo como uma criança que esta a brincar com seu cachorro, mas ele estava brincando de matar, enquanto corria, girava a espada rapidamente para todos os lados, soldados ficavam sem pernas, braços, alguns colocavam a mão na garganta tentando parar o sangramento. A rua de terra tinha virado uma espécie de lama avermelhada devido ao grande acumulo de sangue pelo chão. E no mesmo tempo em que Hector estava fazendo sua macabra brincadeira, um feixe de luz ia em direção a ele, obrigando o mesmo a se esquivar, e procurar a origem daquele ataque.

Os soldados que ainda estavam vivos, começavam abrir caminho para uma figura, numa armadura prateada, que sobre a luz da lua brilhava de uma maneira etérea, enquanto caminhava lentamente em direção ao assassino, retirava sua espada da bainha, com ela apontada para o chão ele a balançava primeiro para a esquerda depois para a direita, e no movimento da lamina, rastros de luz ficavam no ar.

- Está na hora de pagar por seus crimes maldito. — Falava o homem, apontando a espada para frente.

- Hunf, parece que finalmente alguém interessante chegou, gostaria de saber seu nome, ó grande guerreiro. — Falava Hector ironicamente.

- Sou Mikael, Lâmina Prateada. E vou acabar com sua existência Maldito.

E assim o duelo começou, Mikael foi correndo em direção do oponente, arrastando sua espada no chão, esta qual ia iluminando o caminho, chegando em direção ao alvo, ele dava um golpe na vertical, que atingia o nada, Hector aproveitando a abertura do golpe, tentou contra atacar, mas nem teve tempo, o Herói aproveitando o movimento do corte, batia com toda a força o cabo da espada no peito do vilão o fazendo voar longe, e aproveitando que o mesmo não podia desviar no ar, concentrava sua energia, na ponta da espada, fazendo a mesma disparar um raio reto na cor prateada no inimigo, o ataque criava assim uma grande nuvem de fumaça, e antes que todos pudessem criar esperanças que o assassino havia morrido, ele saltava de dentro da nuvem, em direção do oponente, segurando o mesmo pela cabeça ele o arremessava facilmente, fazendo ele se chocar contra uma parede deixando marcas de rachaduras, na mesma na hora do impacto, demonstrando velocidade fora do comum, o segurava novamente pelo rosto antes de ele cair no chão, e corria arrastando o inimigo pela cabeça na parede, criando assim um risco na horizontal feito com o corpo do oponente. Mikael para fugir do golpe, começou a brilhar intensamente, obrigando Hector colocar a mão na frente dos olhos, aproveitando que ele estava temporariamente cego, chutava a barriga daquele que o segurava fortemente, fazendo assim ele o largar e cair metros de distancia dele. Avançando com a espada mais uma vez em punho, primeiro dava um golpe de cima para baixo, depois uma estocada, o maldito esquivava para os lados rapidamente, os golpes quase o acertando, colocando os pés em baixo da terra ele chutava a mesma em direção aos olhos do herói, este qual para se defender do ataque desleal, elevava a espada em posição de defesa, o que dava a oportunidade do vilão contra atacar, começando com um soco, que passava por milímetros do rosto do outro, em seguida um chute giratório que encontrava o nada. Mikael descia a espada em direção da perna do inimigo que havia acabado de dar um chute, porém a arma apenas encontrava o chão. Hector já havia retirado a mesma da direção do corte da espada, mas não teve tempo de atacar novamente, o oponente cravava a própria espada no chão, fazendo do mesmo sair espinhos de luz, que iam em direção do maldito, este qual saltava para trás rapidamente, esquivando dos ataques um de cada vez. Colocando a mão direita no rosto, ele começava a dar uma leve risada, que logo se tornava uma gargalhada frenética, arqueando levemente as costas, e com a cabeça voltada para cima. Ao fitar novamente o herói, ele passava as mãos no cabelo jogando os fios para trás, e dizendo:

- Hora de ficar sério, é melhor se preparar soldadinho brilhante.

- Pode vir maldito.

Com um sorriso de canto de boca, Hector tinhas os braços caídos ao lado de seu corpo, com as mãos abertas, ele erguia os membros superiores lentamente e tremendo, como se tivesse erguendo algo muito pesado. E todo o sangue que se encontrava num raio de 200 metros começava a flutuar no ar, gota por gota, jogando os braços esticados para trás com as mãos ainda abertas, todo o sangue se acumulava ganhando a forma de um imenso dragão de sangue que ficava a contornar seu corpo, e por fim lançou os braços para frente, com os dedos envergados como se fossem garras em direção ao oponente, e assim o dragão avançou furiosamente com a boca aberta no trajeto do herói.

Mikael vendo o ataque massivo vindo, ergueu suas espada e concentrou toda a sua energia, criando um campo de força prateado que cobria a sua frente, e na hora que a força incomparável se chocou com o objeto irremovível, gotas de sangue voavam para todos os lados, suor escorria da testa de Mikael, seus braços firmes, começavam a tremer, o dragão continuava a tentar quebrar o campo de força, e no ultimo segundo que seus braços já estavam quase cedendo, o dragão se desfez numa densa cortina de sangue, e antes que ele pudesse descansar, o Maldito já estava encima dele, com um sorriso maníaco no rosto, os olhos brilhando, ele segurava no braço esquerdo do guerreiro prateado, e puxava com toda a força. Mikael pode sentir, a pele rasgando brutalmente, então os ossos se desconectando, a dor era escruciante, onde antes ficava seu braço, agora tinha apenas o nada, mas ele não era um soldado qualquer, ele era Mikael lamina prateada, e no momento que Hector havia arrancado seu braço, ele atravessava o corpo do oponente com a espada, e sacudindo o braço que lhe restava para o lado, fazia o assassino deslizar brutalmente pela lâmina da espada e ser arremessado para dentro de uma casa, e antes que o mesmo pudesse levantar, o Herói jogava sua espada, fazendo ela cravar na perna do inimigo e no chão, erguendo o braço direito para o céu, ele fechou a mão na forma de um punho, e o desceu, com esse movimento um raio prateado caiu no cabo da espada, fazendo a mesma explodir numa luz que ofuscou a vista de todos, e quando finalmente podia se ver mais uma vez, a casa havia sido pulverizada, e nenhum sinal de Hector.

O sol começava a nascer no horizonte, os poucos soldados que estavam vivos, mais Mikael, ficavam a observar a luz do dia banhar o local. Aquele dia ficou conhecido em todo o reino de Ejuvia e até fora dele, como “ A noite de sangue”, e uma dúvida sempre ficou a assolar todas as pessoas que ouviam a história, teria Hector morrido com o ataque, ou apenas teria fugido com o nascer do sol, apenas esperando, nas sombras, maquinando, desejando, a próxima oportunidade para poder voltar.

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