Uma noite de Halloween
1 Prólogo
Notas iniciais
Carine: Verdade. Essa é nossa primeira one shot.
Itachi: Os leitores não tão nem aí se é a primeira fic de vocês juntas! Eles só querem ler.
Carine: Affs eu sei! u.u'
Itachi: Então por que ficam escrevendo isso?
Camila: Poul #SocoEmItachi - Porque nós queremos..
Camila/Carine/Itachi: Fiquem com a fic! ^.~/^-^/o3o
Era noite de Halloween e minhas amigas e eu havíamos ido a uma festa a fantasia na casa de um colega. Já passava de meia noite quando decidimos que era hora de voltarmos para à casa.
No caminho, que era bem comprido, viemos conversando sobre tudo que desse na telha. Elogiamos umas as outras, contamos piadas, fofocas, até cantamos!
Mas como sempre quando a gente se diverte o tempo passa rápido. Agora só faltava passar pelo bosque e mais duas ruas para chegarmos a minha casa, onde eu pedi para que passassem a noite, já que moravam muito longe.
O bosque estava diferente. Não parecia o mesmo de sempre! Não havia luz, muito menos qualquer sinal de vida. No entanto como era o caminha mais rápido, era por ali mesmo que iríamos embora.
Hinata a mais tímida de nós, hesitou por um instante. Parecia que a ideia não a agradava nada. Mas escolheu ir conosco para não fazer papel de covarde. Ao menos foi o que pareceu aos meus olhos.
Conforme mais nos aprofundávamos no bosque, mais o fim dele parecia distante. Devia estar a mais ou menos na metade do bosque, quando percebi que só podia ouvir meus passos, então parei.
Eu estava assustada, não sabia o que fazer, estava sozinha no meio da mata. E agora aquele lugar que eu pensava conhecer como a palma da minha mão, parecia totalmente desconhecido. Talvez porque eu nunca havia andado por ali à noite. Mas qual a diferença do dia para a noite?
Eu tinha que voltar para buscá-las. Não, eu queria voltar. Elas eram minhas melhores amigas. Eu gostava muito delas para deixá-las perdidas naquele lugar.
Conforme eu voltava, ia chamando por seus nomes.
“Hinata! Ino!” Eu chamava em vão, porque nenhuma delas respondia. Mas eu não ia desistir.
Por que elas não respondiam? Eu não sabia. Contudo queria descobrir. Era estranho, eu voltei quase todo o caminho e nada. Quando já estava perdendo as esperanças em achá-las, ouvi um pequeno ruído por entre as árvores e imaginei que elas simplesmente houvessem saído da trilha.
Contente e vendo aquilo como uma luz no fim do túnel abriu espaço por entre os arbustos para alcançá-las. Chegando lá me deparei com uma cena chocante. Hinata até onde pude ver jazia ao chão, de bruços. Corri ao seu auxilio. Porém, chegando nela pude perceber que já não se encontrava mais em vida.
Entrei em desespero, aquilo foi demais para mim, e agora a única coisa que eu queria, era sair correndo dali, o mais rápido possível. Foi então que percebi que Ino não estava com Hinata. Talvez, só talvez ela tivesse conseguido fugir.
Eu não podia deixá-la sozinha, queria salvar ao menos uma delas.
“Ino” Eu gritava com todas as minhas forças agora, não me importava se a coisa que tinha feito aquilo com Hinata estivesse perto, só queria salvar minha amiga.
Coloquei-me de pé em um salto quando de repente ouvi um galho se quebrando do meu lado esquerdo. Olhei rapidamente e lá estava ela olhando para mim.
“S-Sakura? É você mesma?” ela me perguntou gaguejando.
Ino estava a salvo e aquilo foi um alivio para mim. Eu pude até sentir meu rosto se deformar em um pequeno sorriso de alegria. Eu corri ao seu encontro e ela ao meu.
Enquanto me dirigia a Ino, vi um vulto escuro passar por entre as árvores atrás dela. No mesmo instante eu parei de correr. E quando consegui focar perfeitamente e distinguir o que era...
“Ino corre!” eu gritei sem hesitar, era questão de vida ou morte.
Indo contra tudo o que eu acabara de lhe dizer ela parou de correr e instintivamente olhou para trás. Após esse simples movimento ela se virou de volta tão rapidamente, que nem eu mesma sabia mais o que estava acontecendo, e começou a correr. Desta vez com muito medo estampado em sua face.
A coisa que estava atrás dela era um homem. Um homem tão bonito que parecia um anjo de cabelos negros, o rosto tão branco quanto papel, de roupas elegantes como um príncipe do século passado; e os olhos num tom marcante.. Profundamente vermelho sangue.
Eu congelei, não podia dar nem um passo se quer. Ino vinha em minha direção, correndo e chorando. Ela ainda devia estar a uns 10 metros, quando o homem, em um leve movimento com as pernas, deu um salto e alcançou.
“NNNNNÃÃÃÃÃÃOOOOOO!!!” nós gritamos juntas.
Ele atravessou a mão no meio do seu corpo, perfurando-a. Dos lábios de Ino saiu sangue, que escorreu por seu queixo. Então com a mão livre o homem moveu o pescoço dela e o mordeu, fazendo com que mais sangue jorrasse.
Eu sabia que não havia como fugir, ele era mais rápido do que eu, em um segundo eu morreria sem saber o que me atingiu. Sem esperança e no fundo do poço, só me restava desistir. Abalada psicologicamente fui de encontro ao chão.
Enquanto eu via Ino ser devorada por um sugador de sangue, fiquei imaginado o que aconteceria comigo. E o que exatamente era aquilo? Humano? Creio que não. O correto seria dizer... Vampiro.
Durante o tempo que o observei ele sempre esteve retribuindo ao meu olhar. Quando ele acabou com ela eu já estava conformada que aquele seria meu fim e esperei. Ele veio se aproximando de vagar e instintivamente fui fechando meus olhos, então...
–
“Sakura, acorda filha!”
Eu ouvi minha mãe me chamar. E aquilo foi muito estranho. O que ela estava fazendo ali? De vagar eu abri os olhos e para minha surpresa eu estava na minha cama, no meu quarto, na minha casa, usando meu pijama de costume — cor de rosa.
Sem entender eu levantei, desci as escadas e fui até a cozinha procurar por minha mãe. A mesa do café já estava pronta. E com os olhos marejados fui até ela e a abracei conforme não fazia há muito tempo. Provavelmente porque na noite anterior eu com certeza achei que a teria perdido-a, por isso o fiz.
“Para que tudo isso?” ela perguntou surpresa e contente.
“Eu não sei direito, apenas senti vontade de te abraçar!” eu menti.
Ela retribuiu meu abraço e então nos fitamos por um bom tempo. Foi aí que meu pai apareceu na porta da cozinha, atordoado.
“O que foi querido?” mamãe perguntou a papai.
“Estranho... Acabei de receber um telefonema da delegacia, dizendo que encontraram duas jovens assassinadasno bosque." Papai era chefe de polícia "E o perfil delas bate com os das suas amigas, querida. A Ino e a Hinata.”
'O que? Então aquilo tudo realmente aconteceu?' Eu me perguntei em choque. ‘Se elas não sobreviveram por que eu sobrevivi?’
...
Notas finais
Itachi: O Sasuke deu medinho.. ç.ç
Camila: Seja homem - plaft #DeuUmTapa #NaCaraDoItachi
Carine: ^^' hehe Espero que tenham gostado da fic!
Camila: Não esqueçam de comentar e compartilhar, isso faz a autora feliz e criativa! xD
Itachi: Doeu! TT
Fale com o autor