Uma magia sem igual
2 As varinhas
Notas iniciais
Alguns dias já tinham se passado desde a entrega das cartas, e como de costume, os alunos tinham que comprar os seus matérias, e muitos deles estavam muito animados para fazer isso, mas que o recomendado até.
-ENTÃO É AQUI QUE VENDEM OS MATERIAIS PARA POÇOES?! E ALI AS MINHAS NOVAS ROUPAS?-falava um moreninho correndo de um lado para o outro freneticamente esbarrando em muitas pessoas
-Porque exatamente, nos trouxemos ele conosco mesmo?- perguntava Ace para o irmão do meio
-Ele tem que comprar uma varinha. E não seja tão pessimista, Ace! Talvez a Dadan nos de alguns nuques para comprar alguns logros!
-Sim! Meu estoque de bombas de bosta esta acabando!- falava Ace animado- Temos que mostrar para o Filch o poder que a ASL tem quando esta unida!
Eles continuaram conversando por mais algum tempo, entraram em algumas lojas até que o irmão mais novo esbarrou em alguém a alta velocidade fazendo alguns livros voarem.
-LUFFY!!- gritam os irmãos mais velhos, mais irritados do que preocupados.
O moreno levanta com dificuldades e olha para a pessoa que ele esbarrou. Era um menino com mais ou menos o sua idade, um pouco mais alto, com algumas feições asiáticas e cabelos verdes curtos.
-Ei olha por onde anda!-fala o desconhecido irritado
-Ei você vai para Hogwarts também?
-Não vai nem se desculpar?!
-Mas eu só esbarrei em você! E você não respondeu a minha pergunta!
-Tcs! Sim, eu vou pra Hogwarts, e você?
-Também, ei quer ser meu amigo?
-LUFFY-fala Ace irritado enquanto soca a cabeça do mais novo – Eu falei pra você se acalmar! Me desculpe pela atitude do meu irmão mais novo.
-Não tem problema, eu também estou tentando fugir da minha irmã.
-Ei, proposito, meu nome é Luffy, qual o seu nome?
-Zoro.
Depois desse encontro nada comum, Luffy se separou de seus irmãos, combinado de as seis horas encontrar com eles no Caldeirão Furado.
-Então como você acha que Hogwarts vai ser?
-Não si, só quero entrar pra equipe de quadribol- falava o de cabelos esverdeados- Mas pelo o que eu pude ouvir, tem um programa de defesa contra as artes das trevas até que interessante, e você, o que pretende fazer lá?
-Quero só me formar para poder explorar o mundo! Tipo, sair encontrar coisas estranhas e montar dragões!
-Idiota! Não dá para montar dragões! Eles colocariam fogo em você antes que tivesse a chance de fazer alguma coisa!
-Então eu vou ser o primeiro!
-Pelo visto você não vai mudar de ideia, mas você já comprou tudo da sua lista?
-Não, só falta a varinha, o que você acha de a gente ir comprar e depois passar na loja de logros?
-Claro, não posso começar o ano sem um Nuga Sangra nariz.
Os dois garotos começaram a correr pelo o Beco a procura de da loja de varinhas, mas acabaram se perdendo varias vezes por conta do senso de direção do garoto de cabelos verdes.
-Zoro, onde a gente tá?- falava o moreninho- Acho que a gente já passou em frente a essa loja umas mil vezes! Porque a gente não pede alguma informação?
-Não estamos perdidos! Acho que é só a gente virar naquela ruela...
-Vocês dois precisam de ajuda? Já passaram por aqui umas sete vezes!- fala uma voz. Quando os meninos se viram para ver a fonte da voz, veem uma menina mais ou menos da idade deles, com cabelos ruivos na altura dos ombros.
-Não precisamos de...
-Sim!- fala Luffy interrompendo Zoro – Você sabe onde fica o Olivaras?
-Olivaras? A loja de varinhas?- pergunta a menina, fazendo o menininho acenar com a cabeça – Sim, eu estava indo para lá agora. Os duendes do banco me explicaram o caminho, mas não vou levar vocês ate lá de graça, vai custar, como é que se chama mesmo? Uma daquelas moedinhas douradas!-fala e menina presunçosa
-UM GALEÃO?!- falam os dois meninos em uníssono
-Sim, e acho melhor vocês aceitarem, o sol vai se por em uma hora, e duvido que vocês achem a loja sozinhos antes disso.
-Acho que isso é um adeus ao meu Nuga Sangra Nariz- fala Zoro enfiando a mão no bolso e tirando uma moeda dourada- Toma, mas vamos rápido com isso.
A menina pegou a moeda satisfeita, e começou a guiar os dois meninos, o que não durou muito, já que a loja era dois quarteirões abaixo. As três crianças entraram na loja e ficaram assustados com o freguês que estava na loja. Era um homem enorme, que facilmente tinha mais de dois metros, e possuía uma quantidade absurda de cabelo e barba, que estavam totalmente desgrenhado, e acompanhado ele, estava uma pequena garota de cabelos pretos lisos que estava testando algumas varinhas, até que surge um efeito diferente. Depois de agitar a varinha varias pétalas de cerejeira surgem caindo pela loja e desaparecendo ao tocar ao chão.
-Ora fascinante!- fala um homem idoso atrás do balcão pegando a varinha e a analisando – Uma combinação muito sutil, ótima para feitiços! Cipreste, vinte e seis centímetros, e feita com o pelo da crina de um unicórnio, essa varinha ira lhe atender muito bem!
-Eu te disse Robin, o Olivaras iria encontrar a sua varinha ideal. Vai ficar em quanto?
-Um galeão, meu amigo, e boa sorte em Hogwarts, senhorita Nico!
A garota pegou a varinha, e olhou para trás vendo os novos clientes que tinham acabado de entrar na loja.
-Oh, olá, Senhor Monkey, Roronoa, e eu não conheço a senhorita, como se chama?
-Sakai Nami, senhor.
-Bom, agora pulando as formalidades, deixe-me ver, acho que salgueiro deve ser uma boa opção para o senhor Roronoa, esperem aqui, já volto- falou enquanto adentrava na loja para buscar as varinhas.
-Então você é o Luffy?- falava o gigante se dirigindo ao garoto de cabelos negros – Seus irmãos me falaram muito de você!
-Como você conhece o Ace e o Sabo? Você trabalha em Hogwarts?
-Sim, sou o guarda-caça de Hogwarts, e essa aqui é a Robin, ela vai ser uma colega de vocês esse ano- falava enquanto punha uma mão em seu ombro.
-É um prazer te conhecer, Robin- falava Nami, já se pondo na frente dos garotos– Espero que fiquemos na mesma casa em Hogwarts!
-Prazer, acho que vamos ter que esperar para ver- responde Robin com um sorriso
-Bem, Robin, acho que há nossa hora chegou, vejo vocês em Hogwarts!- fala o gigante enquanto guia a garota para fora da loja
Os dois saíram da loja deixando o trio esperando pelo fabricante de varinhas.
-Pois bem, as damas primeiro- fala o fabricante chagando com algumas caixas na mão, ele abre uma e oferece para Nami- Acho que essa irá servir.
A garota segura a varinha, e institivamente faz um movimento com a mão, um jato de luz sai dela destruindo um vaso no canto da loja.
-Acho que não, bom talvez, essa vá lhe servir bem
Nami pega a varinha, um pouco apreensiva dessa vez e faz uma tentativa, dessa vez varias faíscas laranjas voam pela sala, deixando um cheiro de laranjas no ar.
-Hum, interessante- fala Olivaras pegando a varinha e dando uma olhada- Cedro, núcleo de pena de fênix, vinte e seis centímetros, levemente maleável. Muito boa para defesa pessoal e transfiguração, um pouco inusitada, mas, muito boa.
-Senhor, como pode dizer tudo isso da varinha? E como sabe que ela vai me servir bem?- pergunta a menina
-Bem, minha família trabalha a gerações com isso, mas a parte mais difícil fica para a varinha.
-Como assim, Oji-san- pergunta Zoro no outro canto da loja
-A varinha que escolhe o bruxo, senhor Roronoa, isso sempre esteve claro para todos os fabricantes e varinhas, mesmo que nos não entendemos totalmente-fala ele devolvendo a varinha- Bom, quem é o próximo?
Com Zoro e Luffy acabou sendo a mesma coisa, tirando o fato que Zoro precisou experimentar umas dez varinhas ante de dar certo. A varinha de Luffy era de Ipê, fibra de coração de dragão, maleável e de dezenove centímetros, a de Zoro foi um tanto peculiar, um tanto grosa para um menino de onze anos, salgueiro, fibra de coração de dragão, vinte e sete centímetros e inflexível. Depois de todos adquirirem as suas varinhas, se despediram e prometeram se encontrar novamente no trem, no dia da partida.
Alguns dias já tinham se passado desde a entrega das cartas, e como de costume, os alunos tinham que comprar os seus matérias, e muitos deles estavam muito animados para fazer isso, mas que o recomendado até.
-ENTÃO É AQUI QUE VENDEM OS MATERIAIS PARA POÇOES?! E ALI AS MINHAS NOVAS ROUPAS?-falava um moreninho correndo de um lado para o outro freneticamente esbarrando em muitas pessoas
-Porque exatamente, nos trouxemos ele conosco mesmo?- perguntava Ace para o irmão do meio
-Ele tem que comprar uma varinha. E não seja tão pessimista, Ace! Talvez a Dadan nos de alguns nuques para comprar alguns logros!
-Sim! Meu estoque de bombas de bosta esta acabando!- falava Ace animado- Temos que mostrar para o Filch o poder que a ASL tem quando esta unida!
Eles continuaram conversando por mais algum tempo, entraram em algumas lojas até que o irmão mais novo esbarrou em alguém a alta velocidade fazendo alguns livros voarem.
-LUFFY!!- gritam os irmãos mais velhos, mais irritados do que preocupados.
O moreno levanta com dificuldades e olha para a pessoa que ele esbarrou. Era um menino com mais ou menos o sua idade, um pouco mais alto, com algumas feições asiáticas e cabelos verdes curtos.
-Ei olha por onde anda!-fala o desconhecido irritado
-Ei você vai para Hogwarts também?
-Não vai nem se desculpar?!
-Mas eu só esbarrei em você! E você não respondeu a minha pergunta!
-Tcs! Sim, eu vou pra Hogwarts, e você?
-Também, ei quer ser meu amigo?
-LUFFY-fala Ace irritado enquanto soca a cabeça do mais novo – Eu falei pra você se acalmar! Me desculpe pela atitude do meu irmão mais novo.
-Não tem problema, eu também estou tentando fugir da minha irmã.
-Ei, proposito, meu nome é Luffy, qual o seu nome?
-Zoro.
Depois desse encontro nada comum, Luffy se separou de seus irmãos, combinado de as seis horas encontrar com eles no Caldeirão Furado.
-Então como você acha que Hogwarts vai ser?
-Não si, só quero entrar pra equipe de quadribol- falava o de cabelos esverdeados- Mas pelo o que eu pude ouvir, tem um programa de defesa contra as artes das trevas até que interessante, e você, o que pretende fazer lá?
-Quero só me formar para poder explorar o mundo! Tipo, sair encontrar coisas estranhas e montar dragões!
-Idiota! Não dá para montar dragões! Eles colocariam fogo em você antes que tivesse a chance de fazer alguma coisa!
-Então eu vou ser o primeiro!
-Pelo visto você não vai mudar de ideia, mas você já comprou tudo da sua lista?
-Não, só falta a varinha, o que você acha de a gente ir comprar e depois passar na loja de logros?
-Claro, não posso começar o ano sem um Nuga Sangra nariz.
Os dois garotos começaram a correr pelo o Beco a procura de da loja de varinhas, mas acabaram se perdendo varias vezes por conta do senso de direção do garoto de cabelos verdes.
-Zoro, onde a gente tá?- falava o moreninho- Acho que a gente já passou em frente a essa loja umas mil vezes! Porque a gente não pede alguma informação?
-Não estamos perdidos! Acho que é só a gente virar naquela ruela...
-Vocês dois precisam de ajuda? Já passaram por aqui umas sete vezes!- fala uma voz. Quando os meninos se viram para ver a fonte da voz, veem uma menina mais ou menos da idade deles, com cabelos ruivos na altura dos ombros.
-Não precisamos de...
-Sim!- fala Luffy interrompendo Zoro – Você sabe onde fica o Olivaras?
-Olivaras? A loja de varinhas?- pergunta a menina, fazendo o menininho acenar com a cabeça – Sim, eu estava indo para lá agora. Os duendes do banco me explicaram o caminho, mas não vou levar vocês ate lá de graça, vai custar, como é que se chama mesmo? Uma daquelas moedinhas douradas!-fala e menina presunçosa
-UM GALEÃO?!- falam os dois meninos em uníssono
-Sim, e acho melhor vocês aceitarem, o sol vai se por em uma hora, e duvido que vocês achem a loja sozinhos antes disso.
-Acho que isso é um adeus ao meu Nuga Sangra Nariz- fala Zoro enfiando a mão no bolso e tirando uma moeda dourada- Toma, mas vamos rápido com isso.
A menina pegou a moeda satisfeita, e começou a guiar os dois meninos, o que não durou muito, já que a loja era dois quarteirões abaixo. As três crianças entraram na loja e ficaram assustados com o freguês que estava na loja. Era um homem enorme, que facilmente tinha mais de dois metros, e possuía uma quantidade absurda de cabelo e barba, que estavam totalmente desgrenhado, e acompanhado ele, estava uma pequena garota de cabelos pretos lisos que estava testando algumas varinhas, até que surge um efeito diferente. Depois de agitar a varinha varias pétalas de cerejeira surgem caindo pela loja e desaparecendo ao tocar ao chão.
-Ora fascinante!- fala um homem idoso atrás do balcão pegando a varinha e a analisando – Uma combinação muito sutil, ótima para feitiços! Cipreste, vinte e seis centímetros, e feita com o pelo da crina de um unicórnio, essa varinha ira lhe atender muito bem!
-Eu te disse Robin, o Olivaras iria encontrar a sua varinha ideal. Vai ficar em quanto?
-Um galeão, meu amigo, e boa sorte em Hogwarts, senhorita Nico!
A garota pegou a varinha, e olhou para trás vendo os novos clientes que tinham acabado de entrar na loja.
-Oh, olá, Senhor Monkey, Roronoa, e eu não conheço a senhorita, como se chama?
-Sakai Nami, senhor.
-Bom, agora pulando as formalidades, deixe-me ver, acho que salgueiro deve ser uma boa opção para o senhor Roronoa, esperem aqui, já volto- falou enquanto adentrava na loja para buscar as varinhas.
-Então você é o Luffy?- falava o gigante se dirigindo ao garoto de cabelos negros – Seus irmãos me falaram muito de você!
-Como você conhece o Ace e o Sabo? Você trabalha em Hogwarts?
-Sim, sou o guarda-caça de Hogwarts, e essa aqui é a Robin, ela vai ser uma colega de vocês esse ano- falava enquanto punha uma mão em seu ombro.
-É um prazer te conhecer, Robin- falava Nami, já se pondo na frente dos garotos– Espero que fiquemos na mesma casa em Hogwarts!
-Prazer, acho que vamos ter que esperar para ver- responde Robin com um sorriso
-Bem, Robin, acho que há nossa hora chegou, vejo vocês em Hogwarts!- fala o gigante enquanto guia a garota para fora da loja
Os dois saíram da loja deixando o trio esperando pelo fabricante de varinhas.
-Pois bem, as damas primeiro- fala o fabricante chagando com algumas caixas na mão, ele abre uma e oferece para Nami- Acho que essa irá servir.
A garota segura a varinha, e institivamente faz um movimento com a mão, um jato de luz sai dela destruindo um vaso no canto da loja.
-Acho que não, bom talvez, essa vá lhe servir bem
Nami pega a varinha, um pouco apreensiva dessa vez e faz uma tentativa, dessa vez varias faíscas laranjas voam pela sala, deixando um cheiro de laranjas no ar.
-Hum, interessante- fala Olivaras pegando a varinha e dando uma olhada- Cedro, núcleo de pena de fênix, vinte e seis centímetros, levemente maleável. Muito boa para defesa pessoal e transfiguração, um pouco inusitada, mas, muito boa.
-Senhor, como pode dizer tudo isso da varinha? E como sabe que ela vai me servir bem?- pergunta a menina
-Bem, minha família trabalha a gerações com isso, mas a parte mais difícil fica para a varinha.
-Como assim, Oji-san- pergunta Zoro no outro canto da loja
-A varinha que escolhe o bruxo, senhor Roronoa, isso sempre esteve claro para todos os fabricantes e varinhas, mesmo que nos não entendemos totalmente- fala ele devolvendo a varinha- Bom, quem é o próximo?
Com Zoro e Luffy acabou sendo a mesma coisa, tirando o fato que Zoro precisou experimentar umas dez varinhas ante de dar certo. A varinha de Luffy era de Ipê, fibra de coração de dragão, maleável e de dezenove centímetros, a de Zoro foi um tanto peculiar, um tanto grosa para um menino de onze anos, salgueiro, fibra de coração de dragão, vinte e sete centímetros e inflexível. Depois de todos adquirirem as suas varinhas, se despediram e prometeram se encontrar novamente no trem, no dia da partida.
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