Notas iniciais
Ei amores, voltei com mais um capítulo. Espero que gostem. Beijos!

Clara: Pode alguém viver um sonho que não acaba nunca? Mesmo com todas as diferenças e desavenças, minha vida com Marina caminhava para a perfeição. Era quase um sonho, depois de ser a milionésima mulher dela, ser agora nada mais que a Senhora Meirelles.

Não queria parecer convencida, nem nada disso. Mas estava “me sentindo”. Afinal, mais uma vez consegui arrancar lágrimas de Marina.

Clara: Vamos demorar a chegar, Marina?

Mari: Não. Com pressa para a festa?

Clara: Sim.

Mari: Não sabia que era tão chegada a festas.

Clara: E não sou, mas quanto antes acabar a festa, melhor. Assim terei você apenas pra mim.

A limusine parou.

A porta ergueu-se e Marina se adiantou. Do lado de fora estendeu a mão para Clara. Tentei segurar um pouco a cauda do vestido antes que ela me levasse ao chão.

Mari: Está maravilhosa, mas não vejo a hora de tirar esse monte de tecido daí.

Clara: Contenha-se. Tenho que estar apresentável.

Mari: Ainda que estivesse usando um trapo, qualquer coisa, estaria deslumbrante.

Observei o lugar. Era um clube privativo, onde somente os poderosos tinham acesso. Então estávamos no lugar certo.

Clara: Meu Deus… Sophia e Marieta se encarregaram disso tudo? Pra que? Você nem gosta de festas, Marina.

Mari: Faço isso pela minha rainha.

E beijou minhas mãos.

Marieta: Até que enfim… só faltavam vocês.

Marieta nos empurrou para dentro do salão que já estava lotado. Nem sabia que Marina tinha tantos “amigos” assim. Fomos fazer os cumprimentos de praxe. Ela é claro, fazia a tromba de sempre, quando aparecia alguma mulher para me cumprimentar. Percebi a rigidez dos seus músculos quando Vanessa apareceu para nos cumprimentar.

Sophia se aproximou sorridente, acompanhada por Luiza.

Sophia: Clara… então? Está gostando?

Clara: Está perfeito, Soph. Nossa… eu não esperava por isso tudo.

Sophia: O casamento da Toda Poderosa não pode ser pouca coisa.

Luiza: Parabéns, Clara.

Sophia: Vou dar uma volta, Clara. Preparem-se por que terão que partir o bolo antes de irem embora.

Circulamos mais um pouco e confesso: os olhares femininos sobre Marina estavam me incomodando.

Mari: O que foi, Clara?

Clara: Essas mulheres não percebem que agora está casada?

Mari: E o que tem?

Clara: Não param de olhar pra você.

Mari: Deixa de ser boba. Estão simplesmente invejando a sua beleza e não sua esposa.

Clara: Vou fingir que acredito.

Marina enlaçou minha cintura, seu rosto quase colado ao meu.

Mari: Diga-me sinceramente, Clara. Está realmente feliz? Sou eu mesma que você quer para sua vida?

Clara: Você ainda duvida, Marina?

Mari: Não é que eu duvide. Eu tenho medo que você acorde amanhã e perceba que não sou a mulher que você sonha. -Toquei seu rosto, passando meus dedos pelos seus lábios.

Clara: E você não é a mulher que eu sonho, realmente. Porque quando sonhamos…sempre podemos acordar. Seus olhos brilhavam intensamente ao fitarem os meus. – Eu quero que você seja minha realidade, Marina. E todos os dias em que eu acordar, irei agradecer a Deus por aquele dia em que passou por aquela rua. — Ela fechou os olhos, a testa colada na minha.

Mari: Clara… acho que você nunca terá a real noção dos meus sentimentos por você.

Clara: Basta você não escondê-los de mim.

Ficamos isoladas do mundo, nos beijando, ou simplesmente abraçadas enquanto a festa continuava.

Marieta: Clara?- Marieta me chamou, delicadamente. — Vamos cortar o bolo? Pelo menos isso, vamos?

Seguimos atrás de Marieta até onde estava a enorme mesa com o bolo. Marina posicionou-se ao meu lado. Marieta veio correndo até nós.

Marieta: Marina? Será possível… uma foto?

Mari: Até várias, se quiserem. — Olhei pra ela, assombrada. Aliás, depois dessa pompa toda…não sei porque ainda ficava espantada com alguma atitude dela. Ela segurou em minha mão no momento em que me preparava para cortar o bolo. Flashes vinham de vários ângulos.

Flavia: Pra quem será o primeiro pedaço, Clara?

Olhei para Marina.

Mari: Eu nem gosto de bolo.

Sorri e estendi o primeiro pedaço para Sophia.

Sophia: Pra mim? Clara… eu te amo.

Me pegou num abraço forte, quase esmagando o bolo contra meu corpo.

Clara: É como uma irmã pra mim, Sophia. Eu também te amo.

Pouco depois Marina me entregou uma taça de champanhe.

Mari: Só pra brindar. Não pode beber.

Depois do brinde Marina me puxou num beijo apaixonado, para alegria dos fotógrafos. Com essa face dela eu não tinha me acostumado ainda. Se expor assim, de forma tão íntima não era bem a cara dela.

Mari: Clara, acho que já podemos ir?

Clara: Não temos horário de vôo marcado?

Mari: Não. Iremos no meu jatinho.

Como eu era idiota. Rica e poderosa como era, obviamente ela teria que ter um jatinho.

Reunimos nossa família para nos despedirmos. Entre abraços, beijos e desejos de felicidades, Marina e eu saímos em direção a limusine.

As recém casadas se encontravam em um jatinho particular, após muitas despedidas e recomendações. Como a alimentação e cuidados da futura mamãe, o que foi tudo muito bem anotado por Marina.

Clara: Não vai me contar onde estamos indo?- perguntou Clara deitada no ombro de Marina.

Mari: Quando chegarmos você vai ver.

Clara bufa, mais fica quieta. Marina começa a fazer carinho em seu couro cabeludo e suas costas, inclina e começa a canta uma cantiga e seu ouvido. O que faz Clara rir e se deixar ser levada para o sono.

Marina vela seu sono por algum tempo, até que o seu próprio chega. Ela acorda duas horas depois com o movimento do jatinho a avisando que chegaram ao seu destino. Ela olha para Clara em seu colo e a observa com um semblante feliz, sorrindo em seu sono tranqüilo. Marina a chama próximo ao seu ouvido e a balança delicadamente.Ela reclama e se agarra mais em seu pescoço..

Mari: Amor, já chegamos — diz rindo.

Clara: Hum... Por fim ela levanta e coça os olhos, com uma cara emburrada.

Mari: Não faz esse biquinho. — diz o mordendo, fazendo-a rir.

Clara: Onde nós estamos?- pergunta com a voz rouca pelo sono — Está frio. — reclama sonolenta.

Mari: Itália. — responde retirando seu casaco e da para Clara colocar ele. — Prontinho.

Clara: Obrigada, mas você vai ficar com frio?

Mari: Já estamos em casa, não passarei muito frio. — diz rindo.

Clara se levanta e abraça Marina, elas saem do jatinho, se deparam com uma vista maravilhosa. O gelo cobriu a mansão de dois andares, as árvores dali estavam da mesma forma. Formando um tapete felpudo em todo o lugar, flocos de neve caiam, dando um ar mágico.

Clara: É tão lindo — disse sorrindo.

Clara esperou ela conversar com o piloto, enquanto isso foi andando maravilhada com o lugar, cada passo que dava seu pé se afundava. Estava parecendo boba, mas não se importou se abaixou e colocou a mão no gelo, sentindo sua pele se arrepiar pelo frio, sorriu abertamente. Sentiu uma mão quente em suas costas soube que era Marina.

Mari: Vamos?- perguntou sorrindo.Ela assentiu e enlaçou sua mão na dela.

– Desculpe senhora Meirelles, me esqueci que viriam hoje. -falou a empregada, assim que elas entraram na casa. Com seus cabelos encaracolados e pele branca como a neve que caia lá fora.

Mari: Não deveria ter esquecido, mas pode ir agora.

– Sim senhora, está tudo como a senhora mandou, já arrumei as roupas em cada lugar do armário e a dispensa está lotada. -diz apertando as mãos nervosamente.

Mari: Tudo bem. — sorriu.

Clara viu a mulher ofegar e os olhos brilharem, ela bufou e estreitou os olhos para Marina.

Clara: Para de rir. — disse entre dentes, ela não entendeu, mas parou.

– Com licença — disse a moça saindo rapidamente.

Mari: O que foi?

Clara: O que foi? Você não ri pra ninguém, mas pra empregada você arreganha as canjicas — diz brava, tenta se saltar de seu abraço.

Mari: Ei amor, eu nem percebi, todos os meus sorrisos são seus. — diz beijando seu pescoço gelado.

Clara: Sei- responde cruzando os braços.

Mari: Adoro você com ciúmes. — morde seu lóbulo. — É melhor irmos para o quarto.

Clara cora e ri ao mesmo tempo. Só ai percebendo a decoração esplêndida na mansão, a maioria dos móveis são de mármore da cor mostarda e branco, com uma lareira no canto, com algumas fotos em cima. Que reconheceu sendo da sua nova família e delas duas juntas. A sala ampla e aconchegante, com três sofás e uma mesinha de vidro no meio, o lustre magnífico com várias pedras caindo como cascata e velas em cima, tudo muito antigo e bonito aos olhos dela.

Clara: Marina, você alugou essa casa?- perguntou enquanto sobem as escadas.

Mari: Não, ela é sua amor. Meu presente de casamento. Minha mãe quem decorou quando era viva, você gostou?- pergunta apreensiva.

Clara: É obvio, mas isso é loucura, você me dá tanta coisa. Eu tenho que dar pra você mesmo. – diz rindo. — Espera até ver o quarto.

Quando Marina acaba de falar, ela abre a porta e Clara abre a boca em espanto. Ela fica sem palavras.

Clara: Meu Deus Marina, é tudo tão lindo.

Mari: Que bom que gostou, porque vou fazer você gemer muito nesse quarto. -diz com a voz rouca.

Clara morde o lábio e sorri safadamente para Marina. E começa a depositar beijos molhado por ali. Ela se deita na cama sorrindo, Marina para os beijos, desce suas mãos pelo seu corpo, passando suas mãos pelos seus seios, barriga, coxa, pernas, até seus pés, onde começa a tirar seus tênis. Clara suspira.

Após terminar de tirar seus tênis, Marina beija seus pés e sobe calmamente colando seu corpo ao dela. Infiltra sua mão pelo vestido curto, e aperta suas coxas, sobe mais um pouco e aperta sua bunda de encontro a ela, Clara geme.

Marina a beija libidinosamente, passando sua língua por todo o lábio de Clara, que reclama, ela logo escorrega sua língua por sua boca, enroscando-a na dela com gosto.

Clara sabe que tem algo para fazer, mas a boca de Marina na sua, as mãos, passeando por seu corpo, fazendo-a ficar quente com o contato, levantando seu vestido calmamente. Ela se lembra do que tem que fazer, mas sua vontade é de largar tudo pra lá e deixá-la fazer o que quiser com ela. Porém Clara junta todas as suas forças, tenta se esquivar das sensações incríveis que está sentindo...

Marina se levanta de seu corpo e a encara confusa, seus olhos, estavam agora nublados pelo desejo, escuros e mais intensos e brilhantes que o normal. Sua boca carnuda, estava vermelha e entreaberta, respirando com dificuldades. Os cabelos revoltos estavam muito rebeldes, apontando para todas as direções. Convidativo de mais.

Essa visão faz com que os pensamentos coerentes de Clara fossem para o espaço, ela a puxou pela gola da camisa e colou seus lábios fortemente, a beijando com volúpia, apesar da confusão de Marina pela parada abrupta dela, logo recomeçou.

Ela girou seu corpo, fazendo com que Marina deitasse de costas para os lençóis fofos e quentes, ficando por cima dela. Sentou em suas coxas, sentindo suas intimidades ser cutucada pelo seu desejo.

Clara tentou acalmar sua respiração, espalmou suas mãos no seios de Marina e fechou os olhos. Mas logo os abriu a sentindo apertar seus seios,que nem sabia que estava descobertos, Clara jogou a cabeça pra trás rebolando em sua intimidade, colocou suas mãos sobre a dela,a incentivando. Gemeram roucas. Clara sentiu Marina deslizando seu vestido mais para baixo, quando em um estalo se fez em sua cabeça.

Clara: O presente — pensou.

Ela levantou o vestido e saiu de cima dela, respirando em arquejos.

Mari: O que foi?- perguntou Marina arqueando as sobrancelhas e se sustentando com os cotovelos.

Clara: Eu tenho algumas... Surpresas pra você – falou sem fôlego.

Mari: Não pode ser depois?- perguntou se levantando e a agarrando.

Clara: Não — falou a empurrando na cama novamente. — Seja uma boa menina e fique ai me esperando, não tire nada. Eu farei isso. — sorriu safadamente e piscou em sua direção. Marina gemeu...

Clara: Tenho certeza que você vai adorar as surpresas — Se abaixa e beija sua vagina, por cima da vestido. Marina rosna estreitando seus olhos. Clara sorriu e lhe deu um selinho rápido. Ela bufa e cai na cama.

Clara vai para o armário, procurando em algumas gavetas e finalmente encontra a sacola verde onde está o que precisa. Entra no banheiro enorme e tranca a porta. Parando alguns minutos para observar o luxuoso banheiro. Ela tira seu vestido rapidamente e entra debaixo do chuveiro quente, tomando um banho rápido, sem lavar o cabelo. Sai e se enxuga, vai até a sacola passa o óleo de limão que Marieta lhe deu, por causa da gravidez. Sabia da obsessão de sua esposa pelo cheiro de limão, por isso resolveu passar por todo seu corpo.

Quando estava satisfeita vestiu a lingerie que Flavinha lhe deu de presente de casamento, sua sorte é que ela e Sophia a informou como se vestia aquele troço e deram um jeito de colocar a roupa na casa. Se não estaria arrancando os cabelos agora, mas foi tudo tranqüilo e rápido.

Graças a isso, descobriu que Flavinha tinha usado uma parecida com a sua com dezessete anos de idade, quando perdeu a virgindade com um namorado.

Prendeu os cabelos em um coque mal feito, passou um batom vermelho nos lábios. Olhou-se no espelho e se achou desejável. Fechou os olhos respirou fundo e saiu do quarto. Encontrando uma Marina sentada na cama e bebendo seu uísque. Quando seus olhos captaram a presença dela, olhou em sua direção e quase engasgou com a bebida que descia rasgando por sua garganta.

Marina engoliu em seco e a olhou de cima a baixo, passou pelos pés e pernas que estavam coberto por uma meia branca transparente, com um cinta liga prendendo o corpete, parou em sua calcinha minúscula, sentindo sua vagina ficar molhada. Subiu mais um pouco e observou o corpete de renda, revelando sua barriga lisinha e seus seios túrgidos pelo tecido. Olhou para seu rosto com o batom vermelho o convidando juntamente com as bochechas rosadas, que mesmo com o tamanho da intimidade que elas possuíam, sempre estava lá colorindo seu rosto.Seus olhos eram puro fogo e desejos, como os seus.

Marina levantou o dedo e o rodou, pedindo que ela desse uma volta e foi o que ela fez.Marina gemeu ao ver sua bunda a mostra pela calcinha fio dental. Clara riu e quando a viu se levantando e vindo e sua direção disse:

Clara: Não e não. Volta pra cama. — disse autoritária.

Mari: Clara... — ela reclamou, mas ela levantou uma sobrancelha e Marina voltou a se sentar.

Clara foi até o aparelho de som moderno que existia no quarto e o ligou, em uma música calma mais sensual. Pegou o pedaço de pano de seda que pegou em sua casa e foi andando sensualmente em sua direção, subiu na cama e foi para trás dela, beijou seu pescoço e sua bochecha. Tentou colocar o pano em seus olhos, mas foi impedida por ela.

Mari: Isso não amor.

Clara: Isso sim, não confia em mim?

Marina suspirou e largou sua mão. Ela então envolveu o pano em seus olhos.

Clara: Está vendo algo?- sussurrou e seu ouvido.

Mari: Não — respondeu sinceramente.

Clara: Ok, deita na cama.

Marina obedeceu, ela ajeitou os travesseiros em sua cabeça.

Clara: Você não vai ver nada, apenas sentir e imaginar. -sussurra mordendo seu lóbulo e o sugando em seguida.

Clara: Você é tão cheirosa — disse enfiando a cabeça em seu pescoço e sugando a pele.

Marina reclamou, ela subiu e lhe deu um beijo luxuriento em sua boca, quando Marina começou a se animar mais do que deveria ela se afastou.

Clara passou a mão por todo seu corpo ali, fazendo carinhos circulares. Marina engoliu em seco, tentando abafar seus gemidos. Alisou suas coxas bem torneadas e passou a unha no processo, subiu a mão mais um pouco e fez o mesmo em sua virilha. Riu ao ouvir Marina xingar.

Clara: Amor, seja uma menina educada, sou uma moça direita, não posso ouvir palavrões. — disse rindo.

Mari: Moça educada? Faça-me rir, você é uma safada, isso que você é.

Clara gemeu ou ouvir isso.

Clara: Trate com respeito a sua esposa. — riu, quando ela foi retrucar passou a língua na ponta de sua vagina inchada. Fazendo com que ela perdesse o pensamento e soltasse mais um de seus palavrões.

Mari: Caralho, Clara, anda logo com isso.

Clara: Eu faço do jeito que eu quiser e a senhora vai ficar quietinha ai. — falou firme, ela suspirou e se calou.

Clara observou a pele branca dos ombros, da nuca, do pescoço da amada e como quem entrasse em uma loucura absoluta rasgou o pano até livrar toda aquela pele dele.

Marina imediatamente gemeu, se sentiu incontrolavelmente desejada, virou para a esposa e se prenderam em um beijo enlouquecido, apaixonado, quente e safado. As línguas escapavam e passeavam deliberadamente pelos rostos uma da outra.

Clara sentiu o sabor que fazia seu mundo girar, sem pensar duas vezes afundou a língua no interior da amada que se contorceu em um gemido alto, Marina sentia tanto tesão que apertava os próprios seios com uma imensa vontade.

Clara sentia o gosto interno da esposa e a língua quente entrar e saia por aquela passagem tão íntima, tão dela. Logo começou a beija-la enfeitiçada pelo sexo macio e nu de Marina.

Marina então começou a perder forças, e foi sendo dominada por espasmos irregulares, os gemidos tornaram-se constantes e ofegantes, Marina entrava em um transe absoluto e pedia depravada. Subiu até seus lábios e o beijou com fome, enfiando sua língua com selvageria em sua boca, Marina gemeu ao sentir seu gosto mistura na saliva dela.

Clara: Sempre tão saborosa. — sussurrou após acabar o beijo.

Mari: Vamos acabar com isso, amor. Eu quero te ver. — disse tentando tirar o pano de seus olhos, mas ela a impediu.

Clara: Ainda não, agora que vem a melhor parte. — beijou o canto de sua boca.

Clara: Do que você gosta mais, amor? Dos meus seios ou da minha bunda?- pergunta descendo suas mãos e colocando em sua bunda, onde ela aperta e geme.

Mari: Eu gosto de tudo. — diz entre arquejos.

Clara: Ou você gosta mais disso?- pergunta colocando sua mão em sua virilha afastando a calcinha e infiltrando em sua intimidade gotejante.

Mari: Porra Clara, tão molhada.

Clara: Aham, só pra você amor. Sente como eu estou quente? Meu corpo ferve pelo seu. — diz entre gemidos.

Mari: Então vamos acabar logo com isso, meu amor.

Clara: Vamos sim.

Marina então se posicionou de frente para a amada encaixando suas pernas nas dela como que em uma tesoura.

Os sexos se moldaram e ambas gemeram alto e sensualmente. Sentiam da maneira mais íntima o líquido da companheira.

Começaram rebolar em uma cadência perfeita, as bocas estavam abertas e soltavam gemidos sinceros, os olhos se comiam, não perdiam o olhar uma da outra nem por um segundo.

Um beijo inflamado aconteceu e agora o ritmo aumentara, gemiam em conjunto da mesma forma que rebolavam.

Marina então desacelerou o movimento e sem se pronunciar se desvencilhou da tesoura. Sentou em seguida no colo da amada de forma ereta abraçando-a com as pernas.

Clara estava com a respiração pesada, o tesão a consumia, observava a esposa com um olhar pidonho.

Marina tirou o pano de seus olho e o joga longe, se deliciando com a imagem de Clara sobre ela, seus lábios inchados, seu rosto vermelho e suado, seus olhos o devorando. Não perdeu tempo se levantou, ainda com Clara encima dela, e segurou em seus quadris, ditando o ritmo.

Clara estava enlouquecendo, parecia que gozaria assim, sem ao menos ser tocada, continuou despejando tapas aleatórios na bunda de sua esposa safada enquanto a chupava invejavelmente.

Marina arqueou a cabeça para trás e gemeu como quem anunciasse, estava tendo um orgasmos enlouquecedor.

O suor de ambos estavam misturados,fazendo com que a pele brilhasse, estavam cansadas, mas o desejo falava mais alto,não queriam parar.

Marina girou seus corpos, ficando por cima de Clara e começou a tirar a lingerie.

Clara: Amor, era presente — disse Clara entre arquejos.

Mari: Desculpe, depois compro outra pra você.

Passou as mãos pelas coxas torneadas, apertando a pele macia, tirou sua calcinha e não esperou, colocou sua boca na intimidade encharcada que brilhava o chamando, lambeu com volúpia e desejo, sentindo Clara agarrar seus cabelos e gemer alto. Seu corpo se contorcia, ela apertou seu clitóris pulsante com o dedão, enquanto sua língua continuava a se infiltra por sua entrada quente. Sentiu sua língua ser apertada e logo o gozo de Clara encheu sua boca, doce e fervendo, como só ela era. As mãos dela antes em seu cabelo, caiu em cada lado de seu corpo, Marina acabou de limpa-la e a observou.

Seu desejo ainda era evidente, subiu e a puxou para um beijo, após ouvir Clara suspirar em busca de ar, abandonou sua boca e trilhou beijos por todo seu rosto, tirando o seu suor com as mãos pelo caminho. Ela enroscou suas pernas em seu quadril e gemeram com o contato de seus sexos. Ela agarrou seus ombros colando mais seus corpos.

Clara: O seu presente está em mim, amor. -sussurrou com a voz estrangulada em seu ouvido. -Tire minha roupa que você vai ver.

Marina franziu o cenho, mas começou a tirar as peças que faltavam, agora com mais cuidado e controle. Ela sentou na cama e permitiu que ela tirasse seu corpete, Marina passou as mãos por trás de suas costas e desabotoou rapidamente, retirou e desceu seu olhar pelos seios rosados de Clara e desceu mais um pouco, prendendo a respiração com o que acabou de ver.Em baixo do seio esquerdo de Clara, estava escrito seu nome com uma caligrafia bonita e elegante, uma tatuagem toda em preto. Marina sentia seu coração e encher mais de amor e carinho por aquela mulher em sua frente, sua mulher, não sabia até quando seu coração poderia aguentar. Ela era perfeita em tudo, marcou seu corpo para sempre, com seu nome, provando mais uma vez que era dela e de mais ninguém.

Clara se encontrava ansiosa mordendo os lábios nervosamente.

Mari: Clara... Isso é incrível. -disse passando a mão delicadamente sobre a tatuagem. -Sem palavras, amor. — Clara ri e o agarra pelo pescoço.

Clara: Eu te amo, Marina. -diz beijando seus ombros.

Mari: Também te amo, amor. Você me faz perder todo o controle que eu tenho.

Após dizer isso gira o corpo de Clara caiu na cama, fazendo com que ela fique de bruços, ela solta um gritinho de surpresa mais sorri. Marina distribui beijos por suas costas até chegar em sua bunda onde aperta, Clara geme.

Quando a respiração se acalmou, ela abriu os olhos e encontrou Clara a encarando sorridente. Marina retribuiu e a puxou para seu peito beijando seus cabelos, adormecendo logo a seguir.

Nos dias que se seguiram, exploraram a magnífica cidade a qual estavam. Foram à restaurantes caros, que Marina fez questão de pagar, comeram da mais deliciosa massa e beberam do mais esplêndido vinho proveniente das adagas italianas.

No último dia de viagem, não puderam deixar de fazer o tão renomado passeio de gôndula passando pelo Grand Canal, a principal via da cidade.

A lua-de-mel na Itália fora a melhor de todas as viagens da vida de Clara e Marina. E elas estavam bem. Muito bem, na verdade.

Notas finais
Obrigada pelos comentários no capítulo anterior! Comentem! Beijos *-*