Notas iniciais
Olá amors

Oi diário!

Bom, entrei no Beco Diagonal com Harry, que olhava tudo à sua volta ansiosíssimo e muito impressionado até com as coisas mais simples, enquanto eu andava de cabeça baixa, olhando para os pés.

–Porque está andando assim??-perguntou Harry curioso.

–Não quero chamar a atenção-respondi baixinho.

Harry deu uma risadinha.

–Ninguém vai notar você com tantas coisas impressionantes em volta. Olhe só! O que é isso?? Nimbus 2000. Uma vassoura! Bruxos andam muito de vassouras??-perguntou ele entusiasmado.

–Não andam muito como transporte por causa dos trouxas. Andam mais por causa do Quadribol-falei com simplicidade.

–Quadri o quê??-Harry perguntou não entendendo nada.

–Quadribol. O esporte dos bruxos-falei achando que aquela conversa não estava sendo muito compreendida por Harry.

–Bruxos tem um esporte??-perguntou ele, totalmente impressionado.

–Sim-respondi impaciente.

–Como se joga??-perguntou interessado.

–Em Hogwarts saberão te explicar melhor-falei, louca pra terminar essa conversa.

Continuamos a andar pelo Beco Diagonal. Harry ainda mais curioso pra entrar nas lojas de brincadeiras.

–Aonde vamos primeiro??-perguntou depois de um tempo.

–Em Gringotes.-respondi pacientemente.

–Aonde??-Harry perguntou, novamente não entendendo nada.

–Em Gringotes. O banco dos bruxos.-respondi com simplicidade.

–Bruxos tem ban...-começou ele.

–Chegamos!-anunciei.

Entramos e começamos à cruzar o corredor quando...

–Hermione, o que são essas coisas??-perguntou, apontando para os duendes bancários.

–Duendes. Não são muito amigáveis, tome cuidado com eles-respondi, encarando os duendes.

Cruzamos o corredor e tive que pigarrear para o duende atendente reparar em nós.

–Gostaríamos de visitar o cofre de Harry Potter e o cofre de Hermione Granger-falei autoritária.

–O senhor Harry Potter tem a chave de seu cofre??-falou o duende, olhando ra Harry, que estava mais desesperado que nunca, e olhou pra mim, achando que eu tinha a solução para o problema.

Então me lembrei da chavezinha de ouro que Hagrid me deu na saída do Caldeirão Furado e sua voz ecoou na minha mente "é a chave do cofre de Harry em Gringotes". Peguei a chavezinha de ouro da minha bolsa e entreguei ao duende atendente, que começou a examiná-la atentamente.

–Aparenta estar em ordem-falou o duende quando terminou de examinar e me entregou a chavezinha de ouro.

–A senhorita pode estender sua mão direita??-o duende se dirigiu à mim.

Estendi minha mão direita ao duende, que começou a examiná-la igual fez com a chavezinha de ouro do cofre de Harry.

–Grampo!-chamou o duende.

Grampo era outro duende. Se aproximou.

–Leve-os ao cofre de Harry Potter e o cofre de Hermione Granger-ordenou o duende atendente.

Grampo nos levou até uma escada de mármore e chegamos em um carrinho conduzido por trilhos. Grampo me deu a mão pra mim subir no carrinho. Quando o carrinho começou a andar começou o pior minuto da minha vida. O carrinho era rápido. Muito rápido. Rápido demais. Quando chegamos ao cofre de Harry o duende me deu a mão pra mim descer. Atravessamos mais mármore e chegamos ao cofre de Harry. O duende abriu uma portinha que revelou uma fechadura, que enfiou a chavezinha de ouro e abriu o cofre.

O cofre de Harry era de tamanho normal, que estava com montanhas de moedas de bronze, prata e ouro. Conjurei um saquinho e Harry ficou impressionado com a magia.

–Você já teve aulas de magia??-perguntou ele curioso.

–Não-respondi calmamente.

–Então como fez isso??-perguntou impressionado.

–Não sei-respondi com simplicidade-agora pegue esse saquinho e encha de moedas.

Harry obedeceu, e encheu o saquinho de moedas. Saímos do cofre e Grampo fechou-o. O duende me deu a mão pra eu subir novamente pra tortura, quer dizer...o carrinho. Começou a andar novamente. 170 quilômetros por hora. 30 segundos depois, o duende me deu a mão pra mim descer e começamos a andar por mais um corredor de mármore. Mas agora havia um dragão.

Sim diário, um dragão guarda meu cofre, e logo depois você vai saber o por quê.

Grampo voltou pra pegar alguma coisa pra acalmar o dragão enquanto passamos por ele. Mas o dragão já tinha visto a gente ali. Eu cheguei mais perto dele, e ergui as mãos e fechei os olhos.

O dragão de deitou, obediente.

Não preciso dizer quantos metros o queixo de Harry caiu não é??

Grampo voltou com alguma coisa nas mãos que não consegui ver o que era, pois um segundo depois, havia escorregado das mãos do duende e quebrado no chão. Grampo não estava acreditando no que seus olhos estavam vendo.

Cheguei mais perto do dragão e coloquei minhas mãos em sua testa. Ele caiu em um sono profundo. Fiz sinal pra eles passarem pelo dragão e me surpreendi ao ver eles andando, pois achei que estivessem grudados no chão. Depois que eles passaram sai correndo ao encontro deles, com medo do dragão acordar e nos atacar.

Cruzamos mais um corredor de mármore e chegamos ao meu cofre, que estava com uma bola de proteção envolta. Grampo chegou perto de uma espécie de calculadora e digitou uma senha que fez com que a proteção sumisse. Então coloquei minha mão direita no cofre, que se abriu. Era o maior cofre de Gringotes. Tinha moedas de bronze, prata, ouro, jóias...enfim, de coisas valiosas. Conjurei mais um saquinho e coloquei moedas dentro e também coloquei mais um punhado na minha bolsa. Saímos do cofre, Grampo fechou e ativou a proteção. Saímos pelo corredor de mármore e tive que domar o dragão novamente, para o espanto de todos. Passamos pelo dragão e pelo corredor de mármore.

Grampo me deu a mão pra eu subir no carrinho e ficamos um minuto e meio subindo até o térreo.

Saímos de Gringotes rumo ás compras, que seriam muitas.

Notas finais
Espero que tenham gostado amors!