Uma historia de dois Reis
3 Tiago I
Notas iniciais
O mensageiro chega em Gorduna (capital da Cardelia), e recebido no palácio pelo servo do real, entra no salão do rei, é se apresenta:
—Ola rei, sou mensageiro de Manuel IV da Gregorgia, e tenho mensagem do mesmo.
O rei diz para recita-la.
''Ola Rei Tiago I, mando esta carta para informa-lo que em cinco dias, chego na Cardelia, acompanhado de 5 mil homens, te deixo com duas opções, não reaja, e receba nosso exercito de braços abertos, e aceite se juntar a unificação, mas se quiser nos enfrentar, saiba que quando vencermos, saquearemos cada cidade e cada vila de seu reino.''
Ass: Manuel IV
O jovem Rei, assustado diz:
—Me de até amanhã, para eu lhe dar a resposta, Samuel leve ele até algum quarto para ele descansar!
Assim que o mensageiro deixa o salão, o rei grita:
—Convoquem o meu conselho de guerra!
O conselho ficar ao redor do mapa do pequeno reino, e ficam em silencio pensando no que fazer, ate que o Rei quebra o silencio torturante:
—Oque vamos fazer? deve haver alguma forma de derrota-los!
Seu conselheiro diz:
—Não a como, vamos negociar!
O Rei aumenta um pouco o tom de vos e reclama:
—E deixar que o legado de todos os reis do passado, sejam em vão, não, vou lutar!
O conselheiro discorda:
—Esta louco! eles tem cinco vezes o nosso exercito, não como derrota-los!
Assim que o conselheiro termina de dizer, o conselho se divide, uns querem se render, outros querem lutar, o Rei coloca os dois ombros sobe a mesa e observa o mapa tentando pensar em algo, enquanto os generais discutem entre si, ele se vê em um beco sem saída, sua respiração ofegante, seu olhar passa pelo mapa, perdendo a esperança a cada passada, até que ele vê um estreito Rio, e pergunta aos generais:
—Em que época estamos?
Todos respondem:
—Oque?
Ele continua a pergunta:
—Estamos na época da seca?
Eles confusos respondem:
—Sim...
Ele diz e aponta com esperança:
—O Rio Cartagena!
Eles continuam com a face confusa, então ele explica:
—O Cartagena é um rio estreito que fica perto da fronteira, na época da seca ele fica tão baixo, que a sua água não passa do pé, o melhor e que quando ele abaixa ele cria uma camada de lama grossa, que facilmente aguenta um homem, mas um cavalo afunda instantaneamente, se ficarmos atras do rio, a carga cavalaria não teria efeito, seria afundada na lama, o meu plano e atrair eles para o rio, e deixar os arqueiros atras alvejando a infantaria, nos atacaria-os com tudo, assim teremos uma chance.
O conselheiro diz:
—Isso e loucura!
O restos diz:
—Pode funcionar, temos uma chance!
O conselheiro continua a dizer:
—Vocês são loucos, seremos massacrados!
O Rei cheio de esperança nos olhos diz:
—Sim, somos loucos, assim como nossos antepassados, que mesmo sem nada alem de esperança, lutaram para garantir nossa liberdade!
O Rei levanta e diz:
—Apenas esperança, de que seu legado fosse preservado, e que a liberdade de seu povo fosse garantida, e eu vou honrar isso!
O Rei diz a o seu conselheiro:
—Aurelho, prepare nossas tropas, que em dois dias, partiremos para Cartagena!
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