Uma história agora explicada
3 Capítulo 3 - Gringotes
Notas iniciais
Oi diário!
Bom, entrei no Beco Diagonal com Harry, que olhava tudo à sua volta ansiosíssimo e muito impressionado até com as coisas mais simples, enquanto eu andava de cabeça baixa, olhando para os pés.
–Porque está andando assim??-perguntou Harry curioso.
–Não quero chamar a atenção-respondi baixinho.
Harry deu uma risadinha.
–Ninguém vai notar você com tantas coisas impressionantes em volta. Olhe só! O que é isso?? Nimbus 2000. Uma vassoura! Bruxos andam muito de vassouras??-perguntou ele entusiasmado.
–Não andam muito como transporte por causa dos trouxas. Andam mais por causa do Quadribol-falei com simplicidade.
–Quadri o quê??-Harry perguntou não entendendo nada.
–Quadribol. O esporte dos bruxos-falei achando que aquela conversa não estava sendo muito compreendida por Harry.
–Bruxos tem um esporte??-perguntou ele, totalmente impressionado.
–Sim-respondi impaciente.
–Como se joga??-perguntou interessado.
–Em Hogwarts saberão te explicar melhor-falei, louca pra terminar essa conversa.
Continuamos a andar pelo Beco Diagonal. Harry ainda mais curioso pra entrar nas lojas de brincadeiras.
–Aonde vamos primeiro??-perguntou depois de um tempo.
–Em Gringotes.-respondi pacientemente.
–Aonde??-Harry perguntou, novamente não entendendo nada.
–Em Gringotes. O banco dos bruxos.-respondi com simplicidade.
–Bruxos tem ban...-começou ele.
–Chegamos!-anunciei.
Entramos e começamos à cruzar o corredor quando...
–Hermione, o que são essas coisas??-perguntou, apontando para os duendes bancários.
–Duendes. Não são muito amigáveis, tome cuidado com eles-respondi, encarando os duendes.
Cruzamos o corredor e tive que pigarrear para o duende atendente reparar em nós.
–Gostaríamos de visitar o cofre de Harry Potter e o cofre de Hermione Granger-falei autoritária.
–O senhor Harry Potter tem a chave de seu cofre??-falou o duende, olhando ra Harry, que estava mais desesperado que nunca, e olhou pra mim, achando que eu tinha a solução para o problema.
Então me lembrei da chavezinha de ouro que Hagrid me deu na saída do Caldeirão Furado e sua voz ecoou na minha mente "é a chave do cofre de Harry em Gringotes". Peguei a chavezinha de ouro da minha bolsa e entreguei ao duende atendente, que começou a examiná-la atentamente.
–Aparenta estar em ordem-falou o duende quando terminou de examinar e me entregou a chavezinha de ouro.
–A senhorita pode estender sua mão direita??-o duende se dirigiu à mim.
Estendi minha mão direita ao duende, que começou a examiná-la igual fez com a chavezinha de ouro do cofre de Harry.
–Grampo!-chamou o duende.
Grampo era outro duende. Se aproximou.
–Leve-os ao cofre de Harry Potter e o cofre de Hermione Granger-ordenou o duende atendente.
Grampo nos levou até uma escada de mármore e chegamos em um carrinho conduzido por trilhos. Grampo me deu a mão pra mim subir no carrinho. Quando o carrinho começou a andar começou o pior minuto da minha vida. O carrinho era rápido. Muito rápido. Rápido demais. Quando chegamos ao cofre de Harry o duende me deu a mão pra mim descer. Atravessamos mais mármore e chegamos ao cofre de Harry. O duende abriu uma portinha que revelou uma fechadura, que enfiou a chavezinha de ouro e abriu o cofre.
O cofre de Harry era de tamanho normal, que estava com montanhas de moedas de bronze, prata e ouro. Conjurei um saquinho e Harry ficou impressionado com a magia.
–Você já teve aulas de magia??-perguntou ele curioso.
–Não-respondi calmamente.
–Então como fez isso??-perguntou impressionado.
–Não sei-respondi com simplicidade-agora pegue esse saquinho e encha de moedas.
Harry obedeceu, e encheu o saquinho de moedas. Saímos do cofre e Grampo fechou-o. O duende me deu a mão pra eu subir novamente pra tortura, quer dizer...o carrinho. Começou a andar novamente. 170 quilômetros por hora. 30 segundos depois, o duende me deu a mão pra mim descer e começamos a andar por mais um corredor de mármore. Mas agora havia um dragão.
Sim diário, um dragão guarda meu cofre, e logo depois você vai saber o por quê.
Grampo voltou pra pegar alguma coisa pra acalmar o dragão enquanto passamos por ele. Mas o dragão já tinha visto a gente ali. Eu cheguei mais perto dele, e ergui as mãos e fechei os olhos.
O dragão de deitou, obediente.
Não preciso dizer quantos metros o queixo de Harry caiu não é??
Grampo voltou com alguma coisa nas mãos que não consegui ver o que era, pois um segundo depois, havia escorregado das mãos do duende e quebrado no chão. Grampo não estava acreditando no que seus olhos estavam vendo.
Cheguei mais perto do dragão e coloquei minhas mãos em sua testa. Ele caiu em um sono profundo. Fiz sinal pra eles passarem pelo dragão e me surpreendi ao ver eles andando, pois achei que estivessem grudados no chão. Depois que eles passaram sai correndo ao encontro deles, com medo do dragão acordar e nos atacar.
Cruzamos mais um corredor de mármore e chegamos ao meu cofre, que estava com uma bola de proteção envolta. Grampo chegou perto de uma espécie de calculadora e digitou uma senha que fez com que a proteção sumisse. Então coloquei minha mão direita no cofre, que se abriu. Era o maior cofre de Gringotes. Tinha moedas de bronze, prata, ouro, jóias...enfim, de coisas valiosas. Conjurei mais um saquinho e coloquei moedas dentro e também coloquei mais um punhado na minha bolsa. Saímos do cofre, Grampo fechou e ativou a proteção. Saímos pelo corredor de mármore e tive que domar o dragão novamente, para o espanto de todos. Passamos pelo dragão e pelo corredor de mármore.
Grampo me deu a mão pra eu subir no carrinho e ficamos um minuto e meio subindo até o térreo.
Saímos de Gringotes rumo ás compras, que seriam muitas.
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