Uma família exótica
3 Narrador
Carlisle seguia Mariana por um corredor,até que a velha amiga virou a esquerda e desceu um lance de escada. Com o barulho de seus saltos que ecoavam,a maioria dos homens a olhavam com desejo. Continuaram descendo até um palco.
—Agora eu vou me sentar e você sobe ao palco com o diretor. diz Mary.—Obrigado por ter acompanhado o novo médico,doutora Kallana. Vamos Carlisle. Chama o diretor.—Obrigado,doutora Kallana. Responde Carlisle.—Não por isso,diretor,doutor. Responde Mary indo se sentar com Yolanda sua secretária.Durante toda a apresentação,Carlisle olhou para Mariana. Ela lhe transmitia confiança. Há quantos anos não via Mariana. Eleazar ficaria feliz em vê-la também.Acabando a apresentação de Carlisle,é anunciado no auto-falante que houve um acidente e que precisam de todos os médicos. O diretor libera todos e chama Mariana.—Doutora Kallana,já que acompanhou o Dr. Cullen até aqui,você ficara responsável por mostrar-lhe o hospital e ajuda-lo até se adaptar com nosso sistema de trabalho. Tudo bem? pergunta o diretor a Mariana.—Sim,senhor diretor. diz Mariana sorrindo.—Então vão que daqui a pouco a polícia também estará ai. diz o diretor saindo do auditório e fechando a porta atrás de si.O hospital estava cheio de gente machucada. Muitas pessoas estavam desmaiadas,outras com poucos ferimentos. Enquanto fazia os primeiros atendimentos,Carlisle observava Mariana atender uma menina pequena que tinha um caco de vidro em seu braço,a criança chorava muito e estava com medo. Mariana paasou a mão na cabeça da criança e falou para a mesma:—Minha doce criança,olhe em meus olhos e não tenha medo.Carlisle ouvindo aquilo prestou atenção.Mariana acabara de tirar os cacos de vidro do braço da menina,que agora estava quietinha e sorria para a médica. Carlisle achou estranho mais nada falou. Mariana estralou o dedo e a menina olhando para ela falou:—Obrigada tia bonita. Agora não doi mais.—Obrigada,minha querida. Disse Mariana e Carlisle sorri.Após ajudar a menina e atender mais algumas pessoas,a polícia chega trazendo os dois suspeitos do acidente,que também estão machucados.Carlisle olho para a porta e lá esta o xerife Swan que havia conhecido mais cedo. Mariana cuidava das crianças e estava mais perto da porta. O xerife se aproximou e a chamou:—Dra. Kallana,bom dia. Aqui estão os dois delinquentes responsáveis,estão bem machucados também poderia atende-los ou chamar alguém,por favor? Pede Charlie com um enorme sorriso a doutora. Mariana corresponde o mesmo sorriso,mas por um descuido as presas aparecem e Charlie a avisa. Carlisle que prestava atenção em tudo que ela fazia,ficou preocupado,afinal,Charlie era humano.—Carlisle. Por favor,venha até aqui me ajudar com esses dois. Depois de terminados eles,iram com o xerife para a delegacia,não é xerife? pergunta Mariana ao xerife sorrindo.—Claro,doutora Kallana. Olá xerife,como vai? pergunta Carlisle.—Oh,vejo que o senhor conseguiu se achar. Vou bem obrigado. Eu posso esperar. Vou até a cafeteria. Diz Charlie a Carlisle e Mariana.Mariana fica feliz,mais no momento não pode sair. Então balança a cabeça em negativa e Charlie entende,e mesmo assim vai para a cafeteria para não dar muito na cara que queria conversar com a médica.—Você deveria ter mais cuidado com suas presas,Mary. Avisa Carlisle em tom baixo.—Eu sei Carlisle,as vezes acontece. Mas mais tarde podemos conversar sobre esses anos que passamos longe um do outro. O que acha? pergunta Mariana.—Sim. Podemos marcar algo em lugar aberto,para conversarmos. Posso levar minha família também,se não for incomodo. Responde Carlisle.—Oh Carlisle! Você conseguiu meu amigo. Fico tão feliz por você. Você sempre quis ter uma. Que bom. Leve-os sim. Adoraria conhecer sua companheira. Eu também levarei a minha. Podemos marcar sexta a noite,o que acha? Pergunta Mariana toda animada.—Seria ótimo. Também gostaria de conhecer sua família,suas filhas,devem estar lindas,então sexta esta marcado. diz Carlisle.—Vamos acabar rápido,aqui faltam poucos pacientes. Ate a noite já acabou. Diz Mariana voltando ao trabalho acompanhada por Carlisle.
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