Notas iniciais
Desculpe a demora pessoas, acompanhem pelo spirit que fica mais facil para mim e para voces obg e boa leitura

Faziam três meses que Rukia trabalhava para os Kurosaki, tinha sua rotina formada e sentia que os conhecia há anos, principalmente Ichigo. Eles se davam muito bem, mas sempre brigavam um com o outro por coisas fúteis e a essa altura do campeonato, já não sabia dizer se saberia viver sem eles.

Era período do ninho de cobras, e Inoue vinha correndo até ela para lancharem juntas.

—Kuchiki-san, o que vai fazer hoje? —perguntava ela com sua voz “melodiosa” como sempre

—Trabalhar Inoue, porquê? —hoje era um daqueles dias de mau humor de Rukia.

—Hoje inaugura um parque de diversões aqui e eu queria muito ir. —ela fazia bico

—Chame Ishida, com certeza ele vai querer acompanhá-la.

—Por que você acha isso?

—Ah, Inoue está na cara que ele gosta de você... Por que não dá uma chance à ele?

—Não sei... —ela corou mas desviou o assunto —Sabe quem vai estar lá para a inauguração?

—Quem?

—O repórter Kurosaki Ichigo-kun. —Rukia corou ao extremo —O que foi Kuchiki-san?

—E-ele não disse nada...

—Como assim? —ela realmente não entendeu

—Eu trabalho para ele Inoue, sou babá dos sobrinhos dele.

—Ai, que maravilhoso trabalhar com o Kurosaki-kun, ele é lindo.

—N-não é não... É só uma relação profissional.

—Mas voce não gosta dele nem um pouquinho a mais?

—N-não... —o sinal bateu indicando o fim do lanche.

A aula foi bem rápida e já era hora de Rukia ir trabalhar. Se trocou e foi até a casa dos Kurosaki e ao abrir a porta vê um Ichigo sem camisa terminando de colocar seus sapatos.

—Seu alien pervertido, o que pensa que está fazendo? —ela dizia corada

—Ei eu não sou um alien. Estou me trocando para o trabalho, hoje vou cobrir a inauguração do parque de diversões super fun world.

—Parque? —perguntou Izumi —O que é isso?

—É onde você pode brincar em vários brinquedos Izumi-chan. —disse Rukia pegando ele no colo

—Podemos ir Ichi-tan? Por favor!

—Eu não vou poder ficar olhando vocês Izumi.

—É Ichigo, por favor. —era a vez de Rukia fazer cara de cachorro pidão

—Tudo bem! —disse ele perdendo a guerra

—Pegue eles no colo Ichigo só vou colocar uns sapatos bonitos neles e arrumar os cabelos e vamos todos então.

Ele os pegou e Rukia foi os arrumado.

—Rukia, me ajude agora.

—Você é um bebezão Ichigo. —ela pegou a camisa dele e o ajudou a colocar abotoando botão por botão lentamente, já que além de estar tremendo estava muito envergonhada e com o coração acelerado e percebeu que ele também estava. As crianças viam tevê enquanto ela o arrumava no quarto dele.

—Não sou não mamãe. Agora me ajude com a gravata. —ele estava vermelho só em tê-la tão perto.

—Seu maldito alienígena pervertido. —ela dava o nó na gravata dele muito devagar já que seus rostos estavam bem próximos e a respiração de ambos estava falha. Ele observava a boca dela, macia e vermelha, e a vontade de toma-la em um beijo era tentadora. Seus olhos foram pegos pelos dela que não parava de encará-lo. Quando ele fez menção de que ia realizar sua tentação, ouviram uma voz.

—Vocês parecem marido e mulher. —dissera Haruna com um sorriso bem grande no rosto. Separaram-se de súbito assustados por terem sidos pegos no flagra.

—Que isso Haru-chan. —Rukia a pegou e levou de volta a sala enquanto Ichigo pensava na burrada que estava prestes a fazer, ele iria beijar a babá de seus sobrinhos e isso era errado. Mas como resistir a tormenta que era ela, a pequena Kuchiki o tirava do sério por muitas e muitas vezes porém, não poderia beijá-la ou coisas do tipo.

—Ei seu bakichigo (baka+ ichigo) vamos logo ou você vai apodrecer ai. —gritara Rukia do outro cômodo da casa o tirando de seus devaneios. Fora até ela e a encontrou com uma outra roupa, uma meia-calça por baixo do vestido e um cachecol para aquecê-la e tênis de cano longo. As vezes ele esquecia que ela trazia roupas para a casa dele para casos de emergências.

—Linda... —fora soltando sem perceber o quanto estava babando por ela.

—O que é linda Ichigo?

—Linda vontade de ir ao parque. —ele estava corado e sem jeito, pensado “droga, por que sempre tinha de ser sempre assim quando estavam próximos” —Vamos logo disse pegando Haru no colo.

Rukia pegara Izumi e foi atrás dele com um sorriso bobo no rosto. Devido a proximidade do local, não pegaram o carro e foram andando e trocando “elogios” um ao outro. Assim que chegaram viram que o parque estava lotado de gente aguardando o prefeito cortar a fita.

—Rukia tenho que ir. Cuide bem das crianças e qualquer coisa me ligue. —deu-lhe uma boa quantia em dinheiro—Isso é para os gastos das crianças e seu também caso queira algo. —deu um beijo em Haruna, entregou-a a Rukia e depositou um beijo na testa de Izumi, estava com pressa porque tinha que cobrir o corte da fita vermelha abrindo o local.

Parada em meio a multidão com duas crianças no colo, Kuchiki Rukia aguardava a abertura do parque para se divertir junto aos gêmeos.

—Kia-tan, abacaxis andam? —pergunta Izumi com uma feição curiosa.

—Claro que não Izumi-chan, por quê? —indaga ela achando tudo muito confuso.

—Porque tem um atrás da Kia-tan.

—Mas o quê... —ela olha para trás e se assusta muito quando vê Renji atrás de sí.

—Yo! —diz ele como quem não quer nada —Quem são essas crianças? —de repente um pavor toma conta dele, que acaba fazendo uma feição engraçada. —Rukia, não me diga que você...

—Calado, pervertido. —grita ela interrompendo o raciocínio dele—Eu sou a babá deles. — ele suspira aliviado

—Ah! Que susto.

—Esses são Haruna e Izumi Kurosaki.

—Onde eu já ouvi falar em Kurosaki... Enfim, prazer em conhece-los. —Haru fica vermelha e Izumi acena para ele. —Posso pegar essa pequena dama no colo? —ele queria parecer legal.

—Haru? —ela acena positivamente —Tome. —e a passou ao colo do avermelhado. —Ei Renji olha lá, vão cortar a fita. — ele se aproxima até encostar seu corpo no da morena e aguarda a contagem regressiva.

—Cinco, Quatro— todos gritavam depois da enrolação do prefeito e da matéria inicial de Ichigo —Três, Dois, Um. —soltavam confetes por todo o lado e finalmente fora cortada a fita vermelha e logo com a mão livre, Renji que tentava a todo custo tirar proveito da situação, pega a mão sobrando de Rukia e a arrasta para o parque.

Brincaram durante um bom tempo até a fome lhes bater a porta. Foram a uma barraca e pediram quatro lanches dois grandes e dois pequenos com direito a refrigerante e algodão doce.

—Uaaaaaa! —gritavam os gêmeos—O parque é legal! —Haru emocionada no colo de Renji enquanto comia.

—Sim, legal. —concordava Izumi no colo de Rukia. Receberam vários olhares estranhos das pessoas e alguns comentários sobre serem pais tão jovens, ela ficava irritada e ele adorava, e demonstrava isso corando a cada vez que os viam e ouviam.

Quem via de fora pareciam mesmo um casal feliz e recém-casados, porém a diversão deles fora tomada por um susto ao verem-no tão bravo.

—Rukia, quem é esse cara segurando minha sobrinha?

—Ichigo!

Notas finais
É isso ai, comentem se gostaram e bjao