Uma aventura sem escolhas
1 A maldição das Benevolentes- Cap. 1
Notas iniciais
Parecia mais um dia no acampamento meio-sangue. Pessoas treinando, o chalé de apolo jogando voleibol, Sátiros tocando flautas de bambu, dríades rindo nos lagos. Tudo normal. Eu havia ficado o inverno no acampamento, consegui fazer várias espadas e utensílios, aprendi a lutar melhor com o chalé de ares, arco-e-flecha com o chalé de apolo, foi um inverno bem tranquilo. Enfim, o verão estava começando e os campistas estavam chegando, estava ajudando/olhando a limpar meu chalé, estava tudo calmo quando Denelope(minha meio-irmã) irrompeu pela porta.
- ESTAMOS SOB ATAQUE!- Ela gritou.
Desde que entrei no acampamento nunca tinha visto um ataque de perto.
- Fique aqui Leo- Ela disse com um tom firme, mas amedrontado.
- Não! Eu vou ajudar!- Eu disse.
Eu queria muito ajudar, eu estava lutando melhor.
- Esta bem, vá!- Denelope disse.
Peguei minha espada e fui. Acho que perceberam que eu estava feliz de mais, o que era estranho no meio de uma invasão. Corri para a floresta junto de Denelope, ela lutava muito bem. Corremos uns 2 metros até me deparar com uma fúria(ou benevolente, como preferir). Denelope á golpeou no meio dos olhos e a fúria virou pó. Como ela fez isso eu não sei. Continuamos a correr até que as fúrias nos rodearam. Estávamos cercados.
- Quero comer a menina!- Elas gritavam sem parar.
- Calem a boca, imbecis!- Uma voz irrompeu das árvores- Saiam, AGORA!
As fúrias saíram, e uma figura irrompeu das sombras. Tratava-se de uma linda menina, com cabelos loiros, olhos castanhos, 1.45 de altura, parecia uma líder de torcida.
-Quem é você?- Denelope perguntou
- Catrina, Catrina Singer a rainha das fúrias.
Eu não conseguia falar, os olhos dela eram penetrantes.
-Como?- Denelope parecia confusa.
-As fúrias cansaram de serem meras servas de Hades, elas querem mais. Querem o poder absoluto, queremos destruir o máximo, se nos derrotarem, levará anos para consertar o que destruímos- A linda menina explicou, com uma certa graça nos olhos.
-Por que estás nos contando isso?- Consegui dizer.
-Por que acho que gostariam de esclarecimentos antes de morrer- Catrina disse- Doddys!
Uma fúria saiu das árvores
- Vós me chamaste?
- Acabe com esses dois.
- Com prazer, alteza.
-Bem, estava boa a conversa, mas agora tenho que ir. Não quero sangue de semi-deuses no meu vestido novo disse Catrina, explodindo de uma nuvem de purpurina.
A fúria estava perto de nos devorar, ela parecia maior e com presas mais afiadas que as demais. Era o nosso fim. Bem, pelo menos foi o que achei. Ela estava prestes a nos abocanhar. Fechei os olhos. Não senti nada. Quando abri os olhos a Fúria tinha explodido em pó, e ao lado desse pó havia uma menina que contia seu cabelo em uma toca preta, respirando ofegante com dois leques nas mãos.
-Como você...- Não consegui terminar a frase e ela desmaiou.
Eu e Denelope á levamos para a enfermaria do acampamento.
Quem seria essa menina? Como ela conseguiu aqueles leques mortais? Nunca tinha visto essa menina antes no acampamento. Será que ela irá sobreviver?
Continua...
Fale com o autor