Notas iniciais
Oiiiii galera o/ Desculpem o atraso! Tenho estado muito ocupada para postar s; mas mesmo assim espero que gostem :P

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Acordei cedo devia ser umas 7:30 eu acho levantei-me rapidamente e comecei a vestir a minha roupa, os meus cabelos estavam todos desarrumados então fiz um rabo-de-cavalo. Fui em direcção a porta finalmente eu ia sair da ala hospitalar acho que não voltarei a entrar la tão de pressa só se tivesse a morrer e mesmo assim.

–Senhorita Lovegood tem um segundo? — Perguntou a médica.

–Érr...Eu estava de saída agora. — Afirmei enquanto encarava a médica

–É importante senhorita. — Existiu a médica mais uma vez com uma voz de preocupação.

–Então tá. — Caminhei com a médica ate uma sala onde tinha só uma mesa e duas cadeiras em cada lado

–Sente-se por favor. — Pediu a medica enquanto se sentava em uma das cadeiras, fiz o mesmo e sentei-me numa cadeira a frente dela.

–Bom senhorita como você sabe uma das coisas mais importantes de uma mulher é ter um filho. -Disse a medica enquanto me encarava, ouvir aquela conversa lembrou-me do que tinha acontecido e aquela dor forte no coração voltou.

–Mas ha algumas mulheres que não podem ter filhos e...

–Pode ir logo directa ou assunto por favor — Pedi a medica, tocar daquele assunto era horrível as lágrimas já estavam no canto dos olhos.

–Bom senhorita é que, devido a alguns problemas que teve no aborto a menina...não pode ter mais filhos.

Quando ela acabou de dizer as ultimas palavras parecia que o mundo tinha acabado, não podia ser verdade eu sempre sonhei com uma família e ter muitas crianças a correr pela casa e a fazer bagunça. Não consegui conter as lágrimas, naquele momento a minha voz desapareceu não conseguia dizer nem uma única palavra

–Eu sei que é difícil para si, mas se precisar de alguma coisa pode falar comigo. — A médica levantou-se e deixo-me sozinha na sala. Fique la pelo menos 1 hora sozinha a pensar no meu futuro, quem ia crer uma mulher que não pode-se ter filhos? Obvio que ninguém eu ia acabar sozinha! Levantei-me e sai da sala andei um pouco pelos corredores estavam desertos e em silencio deviam estar todos em aula caminhei mais um pouco e fui ate uma ponta da escola estava a chover, encostei me e fiquei a olhar para baixo era bem alta. Eu não queria ficar sozinha, não estavam planeado do meu futuro por isso o melhor era não ter futuro, implorei-me na ponto e passei para o outro lado agarrei-me a ponte, a minha hora tinha chegado. Fechei os olhos e comecei a soltar os meus dedos lentamente.
–LUNA O QUE TAS A FAZER?! — Ouvi um grito de pânico abri os olhos e olhei para atrás era Draco, ele não me ia fazer mudar de ideias!
–Vai te embora Draco! — Ordenei eu e voltei a virar-me para a frente e a concentrar-me da minha morte
–SAI DAI LUNA! — Pediu Draco desesperado enquanto se aproximava de mim.

–NÃO TE APROXIMES SE NÃO EU ATIRO-ME! — Afirmei nervosa

–Não faças isso Luna por favor.

–Eu não quero viver mais Draco, eu não quero ter futuro -Disse enquanto as lágrimas me caiam pelos olhos.

–Luna ouve por favor tu não podes fazer isso. -Afirmou Draco gaguejando, ele já chorava

–Eu não estou aqui a fazer nada! Eu não vou fazer falta a ninguém!

–Vais sim. Vais fazer falta a mim!

–O que não falta por aqui são raparigas inocentes a quem podes apostar!

–Mas nenhuma delas é tão especial como tu, eu não te quero usar para oposta quero ficar contigo! — Virei-me e encarei o ele estava todo molhado por causa da chuva

–Tu não gostas de mim! -Afirmei

–Pois não, Eu amo-te!

–Draco...-Ele aproximou-se de mim

–Por amor a merlin, sai dai Luna, fica comigo eu prometo que tomo conta de ti

–Prometes mesmo? — Perguntei

–Prometo.- Ele beijo-me não como a última vez este beijo foi diferente foi um beijo apaixonado. Afastei-me dele e encarei o com os olhos cheios de lágrimas

–Draco eu não posso ter filhos! — Afirmei gaguejando ele olhou-me no fundo dos olhos

–Eu não quero ficar contigo para ter filhos! Quero ficar contigo para ser o rapaz mais feliz — Afirmou com um sorriso nos lábios, eu apenas retribui o sorriso

–Vá sai dai e vamos voltar para dentro — Disse ele enquanto se abaixava para apertar os sapato.

Meti o pé numa parte da ponte e fiz força para passar para o outro lado, como estava tudo molhado escorreguei e soltei as mãos sem querer.

–LUNAAA! — Ouvi-o a gritar pelo meu nome e depois a única coisa que ouvi foi a água, bati com o braço direito com força numa pedra uma dor insuportável tomou conta dele tentei mexe-lo mas ele não se mexia devia se ter partido, consegui abrir os olhos e vi alguns peixes e algas, a dificuldade de respirar estava a aumentar comecei a nadar ate a superfície era difícil pois só estava a nadar com um braço mas consegui quando meti a cabeça fora de agua comecei a respirar forte, a agua estava fria sentia o meu corpo congelado e os meus cabelos tinham bocadinhos de gelo.

–TA AI ALGUEM? PRECISO DE AJUDA! — Gritei o mais alto que consegui mas estava a começar a perder a voz por causa do frio, ninguém me respondeu Draco com certeza tinha ido pedir ajuda. Alguma coisa a puxou o meu braço partido e senti uma dor forte.

–AHHHHH- Gritei, era um grito rouco meio de dor e meio de pânico.

–Ca-ca-calma sou só-só eu.- Fiquei em choque era Draco ele estava com os lábios roxos e a pele branca de tanto frio o seu cabelo também tinha bocados de gelo

–O-O que fazes a-aqui?- Ambos estávamos a gaguejar mas desta vez não era pelo choro mas sim pelo frio

–E-Eu prometi que to-tomava conta de ti! -Afirmou ele e abraçou-me forte tentando passar todo o calor do seu corpo para mim.

–Não devia ter feito isso! -As minhas lágrimas pareciam congelar.

–Eu nunca te vou deixar -Disse ele, olhei para atrás dele e entrei em pânico era uma onda, uma onda enorme!

–DRA-DRACO! — Ele só teve tempo de olhar para atrás e segurar a minha mão com força. A onda passou por cima de nos.

[...]

Abri os olhos lentamente o sol estava a nascer por isso devia ser umas 06:00 horas, estava numa espécie de floresta, levantei-me com dificuldade pois não mexia o meu braço direito e o esquerdo estava a ser segurado pelo Draco.

–Draco acorda! — Pedi enquanto o abanava ele não respondia e comecei a ficar assustada.

–DRACO! — Abanei ainda mais e nada. Meti-me em cima dela e com todas as minhas forças apertei a barriga dele para sair a água, as dores do meu braço eram horríveis, ele continuava inconsciente então aproximei-me da boca dele e fiz respiração boca a boca, ele levantou-se rapidamente e começou a tossir bastante

–Tu estas bem? — Perguntei preocupada enquanto ele acabava de tossir.

–Acho que sim, e tu? — Ele olhou para mim

–Sim. — Ficamos uns minutos em silêncio.

–Onde estamos? -Perguntou ele enquanto me ajudava a levantar.

–Não sei.

–Vamos tentar sair daqui — Propôs ele e começou a caminhar eu fiquei parada

–Draco desculpa.

–Porque?! -Perguntou ele admirando e virou-se para mim.

–A culpa de estarmos aqui é minha se eu não tivesse me tanto matar na ponte...

–Se eu não tivesse feito aquela aposta estava tudo normal. -Afirmou arrependido

–Se não tivesse feito aquela aposta eu nunca tinha descoberto que te ama tanto -Afirmei com um sorriso fraco do rosto ele sorriu e aproximou-se de mim

–Eu amo-te Luna.- Ele aproximou-se para me beijar enquanto passou o braço pela minha cintura dando-me um toque leve no braço partido fiz uma careta de dor ele percebeu e afastou-se encarando o meu braço.

–Sei um feitiço para esse braço -Ele tirou a varinha do bolso e apontou a para o meu braço, disse umas palavras estranhas e umas faíscas de luz percorreram o meu braço deu-me uma dor forte mas quando elas desapareceram o meu braço tinha voltado ou normal já o conseguia mexer estava como novo.
–Não sabia que eras tão bom destas coisas. -Afirmei e beijei o como se não ouve-se amanha!

Beijinhos Pottermor ;)

Notas finais
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