Uma Vida Myllytastica
9 Capítulo 9: O sabado nada normal.
Notas iniciais
“Dia normal, caminhada normal” seria o que eu diria se realmente tivesse sido um dia normal.
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Começou tudo normal, eu acordando com um sono da peste e me arrastando até o banheiro. Pasta, água, enxágua, escova, enxágua,gargareja, cospe. Ainda bem que é um sábado! Estava como um zumbi andando pela casa gemendo de sono. Pra espantar este sono chato pequei um papel e um lápis e fui rabiscando algumas coisas.
Minha mãe passou no supermercado e comprou meus doces Fini (obrigada mãe ♥) e fiquei lá comendo os quase a tarde toda. Perto das cinco da tarde, meu celular toca e pelo toque era o Nash (não me julguem).
Nash: fala My!
Mylly: Oi Nash! Tudo bem?
Nash: Tudo
Nash: Ei… Você… Quer dar um passeio?
Mylly: Claro, por quê não?.
Nash: Te vejo daqui a pouco.
Fui me arrumar de boa e coloquei uma blusa sem mangas folgada, um shorte preto e botas de ano curto pretas também. Em fim o Nash chegou e ele me levou a um parquinho. Aquele parquinho me trazia lembranças... Foi lá onde conheci a Ana. Foi ela que me fez ser o que eu sou hoje. Ficamos conversando lá ate fazer cinco pras cinco. Ele pegou minha mão dizendo que ia me levar ora um lugar especial.
Subimos um prédio enorme com mais de quinze andares! Até o topo:
–por que me trouxe até aqui?
– pra isso... — e apontou para o horizonte.
Era simplesmente o por do sol mais bonito que já vi! Tendo tons de cereja desde sua flor até sue fruto, Era maravilhoso! Tão bonito que arranquei o celular do meu bolso e tirei uma foto respeitosa. Foi escurecendo em quanto admirávamos a imagem, luzes foram se acendendo deixando a cidade iluminada.
Tive a ideia de caminharmos um pouco pelas ruas que no momento estavam iluminadas pelas luzes coloridas de natal que ainda não foram retiradas. Ficamos quase uma hora andando conversando sobre o por do sol perfeito. Pegamos o caminho de volta para o parque nele compramos sorvetes. O dele foi de chocolate, creme e baunilha e meu foi de menta com chocolate com cobertura de chocolate endurecido (♥).
Sentamos-nos em um banco em frente a um lago ainda enfeitado com pisca-piscas de Natal e ficamos em silencio apenas saboreando nossos sorvetes. E finalmente o silencio se quebrou:
–hey... My...
–uhn?- foi tudo o que pude responder já que estava com sorvete na boca.
–eu andei pensando muito ultimamente...- engoli o sorvete e respondi com rapides.
–sobre o que...?
–...- ele ficou em silencio novamente.
De repente e pega minha mão leva a boca em meu ouvido e sussurra: “acho que eu... te amo...”.
Naquele momento minhas pernas tremerão e eu fiquei mais vermelha que um tomate. Meus olhos arregalados se depararão com o rosto vermelho de Nash mordendo seu sorvete. Olhei para o chão sem falar nada. E se veio uma forte dor de cabeça. Tenho certeza que não foi culpa do sorvete.
Minha visão começou a ficar escura. Me levante tentando ir a algum lugar, mas em vão, cai no chão sem enxergar nada, e escutando um grito em meu nome. Eu desmaiei.
Como desmaiar é como dormir tive um sonho meio estranho.
“Estava andando em lugar ‘ verde’, não avia muitos animais...
Segui uma trilha que levava até um lago de águas cristalinas onde decidi me refrescar. Em quanto me enxugava percebi um relevo estranho em meu busto, me olhei na água e vi. Uma gema azulada estava fixada em meu corpo.
Tentei tira la mas é como se fosse parte do meu corpo, depois disso continuei a seguir a trilha até ver um clarão branco”
Avia acordado no dia seguinte no meu quarto com uma toalha branca e fria cheia de ervas com cheiro adocicado:
–.... Mãe? MÃE?
–filha você acordou! Que bom! Estava tão preocupada!
–o que... aconteceu comigo?
–você desmaiou na praça junto ao Nash.
–...!
Minha memória avia voltado e fiquei vermelha de me lembrar do que Nash avia me dito antes de eu cair...:
–onde ele esta?
–voltou para casa dele e pediu que você ligasse quando acordasse.
–ah.. claro...
Depois do que aconteceu ontem... acho que não tenho mais coregem para falar com o Nash...
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