Notas iniciais
Bom pra quem é Team Volturi como eu vai amar este capitulo, boa leitura!

Jane pov.

Alec realmente parecia estranho, nunca tinha visto ele desse jeito. era tão anormal os olhos dele brilharem... ele sempre estava triste, acho que era porque se sentia culpado pelo fato de não ter conseguido me proteger quando ainda éramos humanos, mas mesmo eu ainda achava a situação bem delicada para que voltasse à tona como uma conversa. mas isso já era outra história... a questão é que parecia que Mellany ( falei aquele nome como se estivesse com ciúmes, coisa que eu sempre senti em relação ao meu irmão... não que GOSTASSE dele, eu só me importava) balançava bastante seus sentimentos, e ele simplesmente atendeu um telefonema às quatro horas da manhã(acho que todo mundo já sabia disso) e os olhos dele brilharam feito bolinhas de gude. de manhã ele só falou uma coisa: os problemas de Mel ( era como ele à chamava), sinceramente, o que euzinha tenho a ver com isso? eu me importava muito mais com os problemas do Demetri. epa, o que eu estava pensando? mas que droga, Demetri era só meu amigo... eu acho.

— Jane, Jane. — alec chegou gritando como se o mundo fosse acabar.

- que foi? quer chamar a atenção da guarda inteira?

- ops... desculpe. eu só tenho algumas perguntas.

- que tipo de perguntas?

- Vampiros podem sentir correntes elétricas quando se abraçam?

- o que?

- é... tipo, mil volts de eletricidade.

- Al, onde exatamente você quer chegar?

- digamos que eu abracei uma garote e era como se eu tivesse levado um choque... — olhei para ele não entendendo nada.

- Ok... se encontrou com a Kate do clã Denali?

_ não! você não está entendendo.

- fez lavagem cerebral em si mesmo? dá para fazer isso?

- cala a boca e deixa eu falar? — fiquei quieta. em parte porque eu adorava ver o meu irmãozinho delirando, e em parte porque não tinha nada para falar porque não estava entendendo nada.

- Mel.

- a recém-criada?

- é.

- ela tem algum poder que envolve eletricidade? — Alec fez uma cara como se fosse me liquidar. — OK. pode falar.

- acho que eu gosto dela.

- sério? — ironizei. — acho que ninguém sabia disso.

- o que?

- se você quer disfarçar que gosta de alguém, faça o favor de não falar dela para Deus e o mundo.

- não é possível que todo mundo sabe.

- é possível... quer dizer, você recebe um telefonema às quatro horas da manhã e depois briga com o irmão dela, quer dizer, dá para disfarçar muito melhor.

- o que é que vocês fazem além de fuçar na minha vida?

- a gente não dorme. nossas possibilidades de ter muito o que fazer não são muito grandes.

- cale a boca!

- vem calar! — Demetri abriu a porta instantaneamente, me fazendo perder o foco. o que estava acontecendo comigo?

- o burro do meu irmão acha que ninguém sabe que ele é a fim da Mel.

- jura? eu achei que ele já sabia que todo mundo sabia.

eu e Alec olhamos para ele. Alec incrédulo e eu gostando de não ser a única a achar que estava certa. Demetri riu, me fazendo rir também.

- viu só?

- tudo bem. — alec abriu os braços em uma forma de rendição e abriu a janela. achei que ele ia pular e Demetri saiu correndo atrás dele. faz isso sem motivo. Alec cogitou pular mas não o fez. chegamos até a janela, por medo que o pouco de dignidade que lhe sobrou não desaparecesse de vez e ele pulasse. ele não queria sair. o sol estava quase apontando para a janela e ele simplesmente não queria sair. tivemos que usar toda a nossa força de vontade para tirá-lo dali.

nesse mesmo momento Renata apareceu:

- crianças. ( não suporto esse apelido inútil) Aro está chamando na sala principal.

Demetri e Alec torceram o nariz para o apelido. demetri disse:

- quer me levar no colo? — todos nós, inclusive Renata rimos e fomos ao encontro de Aro.

Notas finais
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