Uma Vida De Segredos

1 O começo da tragédia


Notas iniciais
Minha primeira fanfic

Meu nome é Madara, sou do clã dos Uchiha, tinha 13 anos na época, e vivia na cidade de Kuran. Quando estudava na minha academia ninja era o mais habilidoso, mais desejado pelas meninas, e o mais estratégico em minhas batalhas. Porém, não tinha amigos, realmente só os dois do meu grupo, Deidara, um cara que sempre andava feliz, muito "tagarela", e Karin, uma garota que arrasava em seus golpes aéreos . Na verdade, quase nunca sentia felicidade, e nem tinha também esse negócio de "Sentimentos". Pode se dizer que sou uma pessoa mais tímida, "fechada" mentalmente pra conversar e se divertir com amigos, preferia ficar no meu canto, sem discutir, ou arranjar confusões. Eu também não era muito atento na sala de aula.

Na minha família Uchiha, todos eram mais “descentes” do que eu, pois tinham um histórico de vida melhor. Meu pai, era um homem sério, que gostava de ajudar nos projetos da cidade. Minha mãe, era uma mulher espontânea, que adorava se divertir. E meu irmão mais velho, ele era esforçado em tudo em que fazia. Realmente eu era o mais diferenciado “mentalmente” daquela família. Alguns dias depois, surgiu o primeiro teste ninja de verdade, em que receberíamos códigos secretos, e que seria na floresta mais perigosa da cidade, e que nessa floresta haveria um ginásio, onde nesse ginásio só entraria quem estivesse com o código. Falando sério, eu até estava meio que entusiasmado pra aquele teste.

As 8 horas da noite, eu vagava pelas ruas de Kuran, até que bem longe eu ouço ruídos , na verdade parecia mais pessoas discutindo algo. Cheguei mais perto para saber do assunto, e quando percebo era o Kurankage da cidade, Jochini Maltara, um cara que sempre vivia emburrado, mas ele sabia sempre o que fazer para resolver os problemas da cidade. Ele conversava com um homem estranho, que parecia ser de outro lugar, ele era bem alto, tinha olhos negros, que brilhavam, e tinha cabelos ruivos enormes, que pareciam fogo ardendo em chamas acesas. Eu não fazia ideia do que estariam falando, mas tinha certeza de que não era nada bom, pois o tom de voz de Jochini parecia bem diferente de como sempre falou. Resolvi me afastar, pensando no que poderia ser aquela conversa. Horas depois, estava percebendo que eu poderia estar pensando em besteira, sem ter motivos pra desconfiar do próprio Kurankage. Decidi deixar aquilo de lado e ir dormir...

O dia do teste chega, e eu não tinha me preparado muito. Minha equipe já teria recebido o tal código. Aquela floresta estava bem a nossa frente, com os portões ainda fechados. Confesso que aquilo dava um pouco de medo, por causa da obscura floresta, com as algumas árvores mortas, o chão era rachado, e parecia que ela não tinha mais fim. Em vários cantos do acampamento onde estávamos, tinha um grupo de alunos amontoados, onde no centro havia um professor que explicava táticas de ataque e defesa, disse também que todos teriam de tomar cuidado ao atacar o inimigo, pois eles sempre tem uma carta na manga.

Finalmente os portões se abrem, e todos começaram a avançar rapidamente a floresta. Já longe dos portões, eu, Deidara, e Karin pensávamos nos modos de como iriamos sobreviver, e em nossos planos de ataque e defesa juntos. Na verdade estávamos preocupados se conseguiríamos proteger o nosso código...

Logo depois de conversarmos , ouvimos barulhos muito fortes que de nossos pensamentos estariam vindo do exterior da floresta, meio que na cidade. Começamos a nos dirigir mais a diante, em busca de suprimentos para nos mantermos. Quando paramos em um rio, para pegar peixes, beber agua e descansar, ouvimos barulhos atrás de uma arvore, ficamos atentos e pensamos no que poderia ser, num tipo de inimigo ou sei lá o que...

Começamos a fingir que iríamos dormir, sem baixar a guarda, quando de repente sai um castor das moitas perto da arvore, e então nos despreocupamos. Mais a diante, Julie foi buscar agua em um riacho de agua corrente perto de onde estávamos, enquanto eu e Lenin fomos em busca de comida. No meio do caminho Deidara me perguntava:

- Como você é tão bom em tudo o que faz?

Ignorei a pergunta.. Ele insiste em minha resposta. Eu cansei e disse:

- Não sei, eu nasci assim, sou diferente de você em tudo, agora vamos nos concentrar no que estamos procurando.

Depois daquilo nos deparamos com uma arvore imensa, que estava cheia de frutas, e logo depois um cacho enorme de amoras no chão. Deidara Ficou muito empolgado e pulou em cima, mas consegui segurar ele, e logo depois ele pergunta:

- Você está louco? Não ver que eu estou querendo pegar algo para nós?

- Espere, disse eu pensando no que aquilo poderia ser.

Peguei uma pedra e atirei ela bem em cima das amoras, no mesmo minuto são expelidos varias estacas de madeira, com pontas muito afiadas. Eu sabia que aquilo não era muito confiável. Logo depois de lá saem dois caras grandes e fortes, com um sorriso irônico:

- Nada mau Uchiha, pelo jeito você não é tão idiota quanto o seu amigo ai.

Deidara fica com raiva e tenta atacar eles, mas eu faço uma cara de “não”, e ele se acalma um pouco.

Deidara on

Quem esse cara pensa que é, fica ai se exibindo o tempo todo, esse viado.

Deidara off

Os caras fortes e grandes avançaram dizendo:

- Eu acho que vocês deveriam me dar o código, aí depois eu destruo ele e ai vocês não sofrem nada.

- Vocês não iram pegar nada aqui, a não ser uma frutinha estragada.. Disse eu rindo levemente.

Os grandalhões fizeram cara de mau e vieram correndo muito rápido em nossas direções, mandei Deidara correr e se proteger, porque eu iria dar uma jeito, mas ele ignorou minhas palavras, fingindo que não teria escutado nada, e em seguida avançou também, em direção aos dois caras.

Madara on

Esse cara ficou louco, ele acha mesmo que tem chances contra dois grandalhões desses.

Madara off

Estava imaginando como seria forte o impacto que Deidara levaria ao se confrontar com aqueles monstros. Na hora que estavam bem próximos, um dos cara lança um soco sobre Deidara, mas rapidamente ele desvia, e consegue atacar o homem, que não cai no chão.

Madara on

Como ele conseguiu? O Deidara nunca foi de dar esses ataque rápidos.

Madara off

Realmente fiquei surpreso com a agilidade de Deidara, porque ele nunca se esforçou de verdade para aprender golpes avançados, a altura de atacar um desses grandalhões.

Não esperei muito, corri para ajudar Deidara, que pelo jeito estaria se saindo muito bem em seu combate. Logo bem perto dos enormes homens, dei um salto e me segurei em um dos galhos de uma arvore bem consistente, em seguida acertei um deles com um chute na cabeça, ele não parecia ser tão fraco assim, segurou minha perna e me jogou em direção a uma arvore de espinhos. Ao ver que eu seria mais forte pra defender o código, deidara se jogou atrás de mim para me defender do impacto que foi bem doloroso, e foi nesse momento vi que meu parceiro de grupo estaria incapacitado de se levantar, e é nesse momento que a raiva me afeta totalmente, e perco o controle. Corro a toda minha velocidade, e observo que um dos caras (o que Deidara estava confrontando) estava bem cansado, então fui em direção a ele. O outro cara não consegue defender o que eu iria atacar então para e espera para que chegue a vez dele. Rapidamente consigo acertar a cabeça do grande monstro, e ele cai no chão, muito machucado. Logo em seguida vou em direção ao outro, que parecia maior e mais forte. No momento em que ataco observo que ele não seria tão fácil, pois sua habilidade de se mover rápido era enorme. Aceto ele no estomago, mas ele segura meu braço, e da uma gargalhada como se não tivesse mudado nada. Depois de rir, me pega e aperta meu corpo, nessa hora sinto meu corpo sendo esmagado. Vejo que não teria mais jeito a não ser usar o Sharingan, me concentro e “POW”, minha habilidade mais forte estava preparada. Lanço um olhar ao cara, mas ele deveria saber dos Genjutsus usados no Sharingan, então não olha diretamente em meus olhos.

Estaria meio que desesperado, pois estava vendo que aquilo não iria dar muito certo, no mesmo minuto, o grandalhão me lança ao chão, e fico bem fraco, pois o impacto da minha cabeça foi extremo. Me vejo sem saída, pensava em outra maneira enquanto o cara levantava sua enorme mão para me dar um soco, que certamente eu poderia morrer.

Madara on

Ok, não tem mais jeito. Eu até queria morrer mesmo porque minha vida não está lá essas coisas, preparando-me para a morte em 3,2,1....

Madara off

E no instante que aquele soco extremamente grande viria em minha direção, eu fechei os olhos esperando pelo impactante impacto sobre mim. E quando o soco já estaria bem perto, eu ouço um grito, pensei que já estava morto, mas quando abro os olhos vejo o homem no chão, praticamente desmaiado, e em sua frente vi Karin, em uma de suas posições de batalha.

Madara on

Certamente ela teria dado um de seus golpes mais fortes, para conseguir derrubar um desses monstros.

Madara off

Logo em seguida me levanto, e agradeço de forma calma a Karin. E quando me viro vejo Deidara, ainda no chão. Karin e eu corremos para socorre-lo, mas parecia tarde de mais, porque Karin tinha o pai mais bem formado em medicina na cidade, e vê que os espinhos em que Deidara se jogou, eram espinhos venenosos. Me desesperei, não poderia acreditar que um de meu grupo estaria morto, e por minha causa.

Pegamos Deidara, pondo-o em minhas costas, e saímos caminhando, sem saber o que fazer, ou no que pensar, pois certamente teríamos acabado de perder uma das pessoas que viveu conosco sua vida inteira...

Notas finais
Posto nas terças e sextas
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.