Notas iniciais
Acho que esse capítulo ficou bem engraçado, mas tirem suas próprias conclusões.

– Georg pára, ele não vale a pena! – Marien tentava acalmar Georg, mas nem sua amada era capaz disso.

– Pena! Eu vou arrancar todas as penas daquele galinha. Tá fugindo de mim Tom?! – Georg gritou, indo em direção aos Kaulitz, chamando a atenção de Lindsey para a discussão.

– Eu não, não fujo de mulheres. – Tom debochava.

– Engraçadinho, quero ver se vai continuar assim depois que eu terminar o serviço! – Georg estalava os dedos, preparando-se para um ritual maléfico feito por jovens adolescêntes, geralmente virgens, brincadeira....

– Vem então, faz uma massagem depois de terminar, talvez eu te pague direitinho... Mas só se o trabalho for bom! – Tom tirava o relógio e olhava para Bill, como se dissesse, me segura, eu não sei o que tô falando!

– Sua bixa! – Georg gritou, agora Lindsey já se interessava pela briga.

– Sua putinha! – Tom desce o nível.

– Seu merda! – A essa hora os dois já estavam fervendo, caminhando de um lado para o outro, aos berros e xingamentos.

– Quando vai começar essa merda de briga! Bate nele Georg! – Lindsey gritava, torcendo para Georg, esquentando mais ainda a fogueira.

– Bate não, Lindsey fica quieta! – Suellen segurava Lindsey, que a essa hora já parecia uma criança com um brinquedo novo, pulando contente como um grilo.

– Fica quieta garota! Sua voz me dá nos nervos, e você Lindsey, vá se foder! – Tom desviou a atenção para a loira e a morena que se olhavam, engarfinhando-se para ver qual dos dois merecia uma torcida.

– Georg, bate nele, arrebenta, quebra ele, queeeeebra!!!! – Suellen troca de lado, bem feito para Tom!

– O que? Tom vá você se foder! – Lindsey gritou.

– Vem comigo então! – O Kaulitz mais velho gritou, fazendo Bill rir descontroladamente.

– Kaulitz, cala a boca, e você sua galinha emo de maquiagem, fica quieto que a conversa não chegou no galinheiro! – Bill arregala os olhos e então lembra o motivo pelo qual Lindsey está brava com ele.

– Calma Lindsey, nem estressa, é sempre a mesma coisa, esses dois bocós fazem isso uma vez por mês, é sempre a mesma coisa.

Os dois se socam, os dois caem no chão, os dois levantam, os dois se olham, os dois se abraçam e riem. – Dizia Susan, lixando as unhas, já acostumada com as briguinhas de Tom e Georg.

– Diz que os dois vão parar no hospital depois disso! Diz vai... – Disse Lindsey, na esperança de não ter que ver aqueles dois novamente.

Mas assim como Susan havia dito, aconteceu, os dois já estavam abraçados, em meio a risadas e leves soquinhos de amigos.

– Merda, soca ele de verdade! – Lindsey gritava, fazendo com que Tom olhasse para ela com ódio.

– Vamos embora, quem quer ir no McDonalds? Menos a Lindsey é claro. – Tom gritou, já pegando sua mochila e o relógio com Bill.

– Vai ficar gordo, cheio de celulite, obeso e nenhuma mulher vai te querer, por que você é escroto, e então vai virar um gordo escroto, típico gordo faznedo suas gordices! – Lindsey gritou, atirando um livro em Tom, fazendo com que seu relógio escapasse de sua mão e magicamente aprendesse a voar, claro que depois ele aprendeu a ser esmagado por um carro.

– Meu relógio!! Ah, passou dos limites! – Tom virou-se para Lindsey, que assustada olhava para a cena, e paralisou ao ver Tom brufando e caminhando em sua direção.

– Tom! Pára, você nem gostava daquele relógio. — Bill segurou o irmão, e o puxou para bem longe da garota.

– Lindsey, acabou tudo bem, vem com a gente para o McDonalds? – Susan perguntou.

– Não obrigado, os meninos não gostam muito de mim, e eu também não gosto deles, ainda mais aqueles dois, os Kaulitz! – Lindsey recolhe o livro que havia jogado em Tom, e vai para casa.


[/mais tarde | Lindsey


– Maninha, você tá queimando em febre, foi pro inferno? – Legal né? Minha irmão mais velha é meio retardada, ou apenas fala as coisas por falar?

– Sim, eu vi o capeta, aliás ele tem um gêmeo meio gay sabia?! – Debochei, lembrando dos Kaulitz.

– Está delirando ou o que? Bem, tome os remédios, fique em casa amanhã. – Uma coisa era legal na minha irmã, quando nossa mãe viajava, eu podia ficar em casa, com meu irmão isso é um pouco diferente, ele pega muito no meu pé, é mais protetor que meu pai.

– Boa noite, durma bem, cuidado com o irmão do diabo ok?

– Pode deixar Larissa, vou ficar bem longe dele.

Ah! Isso era maravilhoso, ia ficar em casa amanhã, sem ter que ver os Kaulitz, bem longe deles e da escola, que coisa boa!

A melhor parte é não ter que ver a cara do Bill mentiroso Kaulitz e do Tom.

Adoro ficar em casa!

Notas finais
Pobre Lindsey, só por que ela vai ficar longe da escola, não quer dizer que não vai ver os Kaulitz...