Uma Viagem Perfeita

12 Capítulo Bônus - Sorrisos.


Notas iniciais
VEM CÁ, ANDAA, VEM CÁ E ME ABRAÇAAAAAAAA *Nivea apertando com todas as forças existentes no Universo a Bia (Mindigoquevoa)* OBRIGADAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA *RESPIRA* PELA RECOMENDÃÇÃO, BIAAAAA *-------------* LINDA, MARAVILHOSA... AH MEUS DEUSES, TO PARECENDO AFRODITE AGORA *seca uma lágrima* SERIO, DE VERDADE, MUITO OBRIGADA, BIA. NÃO SÓ PELA RECOMENDAÇÃO COMO TAMBEM POR TODOS OS MOMENTOS QUE GASTOU COMIGO NO TWITTER kkkkkkkkk'' OU AQUI NO NYAH *-------------* OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, OBRIGADA, MILHARES DE OBRIGADAS =)
*Solta a Bia* Agora, vamos para a história que eu vou lavar o rosto ali no banheiro *sai sorrindo* OBRIGADA, outra vez ^^
Esse capítulo dedicado a ela =)

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Artemis não sorria ao entrar pelo hall do hotel, em suas mãos uma torre em pelúcia e a boca levemente avermelhada pelo beijo que George havia roubado. Apesar de ter gostado dele, Apolo não lhe saia da cabeça e o seu beijo nem de perto era tão... Devastador como o do deus. Fora um dia difícil, e sentia-se extremamente cansada. Só teria tempo de tomar banho, para irem ao aeroporto. Dormiria durante o vôo, havia se decidido. Para que gastar tempo descansando quando teriam algumas horas de puro tédio pela frente?

A deusa sorriu muito brevemente para Evilyn antes de adentrar o elevador e esperar que subisse. De fato, ela nunca havia notado como aquele móvel demorava ao chegar ao seu destino. Queria tanto ver como Apolo estava. Se é que estava no quarto! Já que não havia visto a Ferrari em parte alguma. Algo estava fora de controle com ele, e ela notava isto mais do que ele pensava. E teria de descobrir o que era. Deu um grande suspiro de alivio ao ver as portas se abrirem, saindo de suas divagações, e parou ao lado, pasma, estancada, ao lado da mesa de canto. Um dos mais bonitos jarros modernos que jazia em cima de uma pequena pilastra, esparramava-se ao chão, em cacos. Seu coração pulou, e seguiu seus instintos, soltando o ursinho, correndo para a sacada, primeiro, o local favorito de Apolo pelo que pudera notar. Ao ver que a mesmo encontrava-se vazia, seguiu em passos rápidos para o quarto. Outra vez, suspirou de alivio.

Apolo deitava-se de bruços, o rosto contra o material do travesseiro, relaxado. Em um sono tão calmo que a fez se achar uma idiota por pensar que ele estivera tão mal como supôs. Sorrindo, sentou-se ao seu lado e acarinhou-lhe o cabelo loiro, tão aliviada que não havia uma forma de descrever. Os dedos delgados dela atravessavam os fios lisos sem interrupções, sem pressa, apenas às vezes pinicando de uma forma muito gostosa sua palma. Não soube quanto tempo ficou assim, brincando com as madeixas, fitando seu rosto, mas poderiam ser dias que não importaria-se. Parecia tão... Certo. Ao mesmo tempo tão... Irreal. Tão... Apolo.

Com uma lentidão que projetou um sorriso nela, o deus abriu os olhos, cansados.

- Artemis? — murmurou sonolento, daquele modo único dele enquanto girava de barriga para cima, manhoso, mas sem esquecer-se de deixar espaço para ela continuar o cafuné. Seus olhos piscaram, pesados. — Dormi quanto tempo?

- Não sei admitiu — aspirou, soltando o ar muito brandamente, seria de repente. — Apolo, poderia me explicar porque o jarro está espatifado no chão da sala? — Quando aqueles olhos azuis turbulentos desviaram dos seus, soube a resposta. Talvez já tivesse descoberto antes mesmo de achá-lo, mas alguma parte de si queria escutá-lo dizer-lhe o que ocorria. — Foram as dores. Não foram? Apolo, está ficando seriamente preocupante! Daqui a pouco, ficara alucinando quando vierem. Temos de tomar alguma medida sobre isso.

Ele cerrou os olhos sob o toque em seu rosto, muito cansado para expressar-se, alem daquela forme desgastante que seu rosto másculo demonstrava agora.

- Eu só precisava dormir — murmurou tão baixo, que pensou ser impossível que ela ouvisse.

Mas, ela o fez.

- E vai conseguir dormir todas as vezes que ficar assim? — Como de se esperar, ela não obteve resposta e o silencio constrangedor dele a deixou sem jeito. Ele estava claramente rechaçando a idéia dela estar preocupada consigo e manter a pose de machão. Com muita suavidade, desceu um dedo pelo maxilar dele, afável do nada. — Apolo, sentir dor é normal e mostrá-la para mim não deixara com que me faça pensar que é um fraco. — seus olhos se conectaram — Alem do mais, sei que você é de longe o deus mais fodastico que existe no Olimpo e que aguenta muito mais do que todos pensam. — Ela sorriu e aos poucos, os cantos de sua boca masculina repuxaram-se, deixando a vista de perfeitos dentes brancos e retos. — Viu? Muito melhor. Agora, antes que tivermos a chance de perder nosso vôo, vai pro banho. Rápido. Rápido.

Ele riu um pouco rouco, mas fez o que ela disse, erguendo-se grogue e andando na direção do banheiro, não sem antes colar os lábios na testa da deusa, segurando de forma carinhosa seu rosto pequeno entre suas palmas.

- Obrigada, mana.

Fora um sorriso tão cheio de agradecimento que ela sorriu tão facilmente que a surpreendeu. Pode vê-lo vacilar com algo, mas, ao fim, acabou indo para seu banho e fechando a porta com um estalo suave.

Notas finais
E até parece que esse amor é só de irmão puf, puf...
Vamos ao outro capítulo, mas não se esqueçam dos rewis aqui ^^
Ps: Obrigada, outra vez, Bia ^^