Uma Viagem Perfeita
26 Capítulo 23 - Músicas e mais músicas....
Notas iniciais
E vejo vocês lá em baixo :D
Artemis respirou fundo, sentada em um sofá, quando escutou ao longe o som do chuveiro cessar. Passos mais forte pôde escutar assim que Apolo passou a andar pelo chão de madeira. Provavelmente, de toalha. Com tal pensamento que, muito cuidadosamente, empurrou-se para trás e o viu. Estava de costas para si, mas as linhas que delineavam seus músculos já era o suficiente para ela continuar bem ali. As gotas escorriam pelo seu corpo dourado, até entrarem pelo algodão egípcio formador da toalha branca ao redor de seu quadril. Os cabelos loiros pregavam-se a nuca. E as pernas eram muito mais grossas do que ela poderia imaginar. Foi então que suas bochechas arderam, ao notar o que detalhava, e voltou a sua posição normal, forçando-se a prestar atenção a qualquer coisa alem do fato dele estar irresistível e a poucos metros dela, sem contar a porta estar aberta e...
Chega, pensou a si mesma, com respiração forte. Seu coração era audível aos seus próprios ouvidos. O que lhe ocorria?
Foi então que viu, aquela mesma figura, só de cueca, em cima do sofá, faltando só um lacinho em sua cabeça para estar pronto para dar de presente. De preferência, um presente para ela. Artemis quase engasgou ante aquela (deliciosa) visão.
Sem avisar nada, ele apertou um botão em um dos sons e começou a cantar uma música muito famosa para ela. Se não se enganara, era Rocky Balboa.
Com um pulo, estava ame cima da mesa de centro, cantando e fazendo caras e bocas. E Artemis só pode rir da situação.
Muito lentamente ele desceu, sentou-se ao seu lado, fitou seus olhos e mexeu a cabeça, com um biquinho. A deusa não se agüentava, sua barriga doía a cada gargalhada, quando ele pulou muito artisticamente o encosto do sofá, e apareceu atrás de si no exato momento em que dizia "Eyes of Tiger". Se assustou, mas a fez rir ainda mais, as mãos dele passando pelo sofá como se fosse um espião e se escondesse. Então, muito lentamente ele cantou o final em seu ouvido e toda a graça mudou, seu coração pulou e seu corpo era extremamente consciente daquele que estava a sua frente.
- Eyes of Tiger, baby — e ela entendeu bem o que ele queria dizer. Corou. Era claro que ele havia visto-a fitando aqueles músculos (que estavam ao alcance de suas mãos se desejasse). — Está mexendo com a pessoa errada, querida — para dar ênfase, a sua boca colou em seu pescoço — Muita errada, mesmo.
- Você é o — ofegou com a mordida, os olhos se fechando — 007?
- Muito melhor que ele, querida, muito melhor.
Então, seu corpo quente, molhado e enorme a forçou contra o sofá, deixando mesmo sem querer que suas mãos esbarrassem em uma parte de pele nua e que seus pelos se eriçassem ao choque térmico. Aquilo estava ficando perigoso. Na verdade, muito perigoso mesmo. Uma mordida a mais e um beijo ao canto de sua boca fizeram tudo por dentro aquecer e esquecer o que era errado.
- Estou de olho em você — e saiu, o calor sendo trocado com rapidez pela brisa fresca vinda das portas da sacada, como se nada houvesse ocorrido, como se não a tivesse deixado sem ar e, a mais importante, como se não tivesse deixado-a desejando-o. Seus olhos seguiram, sem interrupções o modo confiante como ele se movia mesmo com peças mínimas e, por fim, suspirou, quente e sem ar.
O que ele havia feito comigo?
Sua mão tremeu ao tentar pegar um livro, se desviar a outra coisa, e desistiu, decida de que precisava de um banho.
Artemis saiu secando os cabelos, ao som dão 03H30 vindo de seu Ipod sobre a cama, tão concentrada em mexer o corpo e cantar a parte do "Na Na Hey Hey Na Naa", às vezes sacudindo o cabelo, muito feliz, só de calcinha e sutiã, pronta para vestir sua roupa ao som da música, divertindo-se, até que viu um sorriso safado no rosto de um Apolo sentado na poltrona do canto. Primeira coisa que fez foi continuar cantando, vidrada naqueles olhos dourados. Então, a compreensão de como estava veio e gritou. Por ultimo, puxou a toalha e se enrolou, o rosto em fogo (e não só ele com aquela olhada dos pés a cabeça de sua forma por parte dele)
- O que tá fazendo aqui? — perguntou, sem ar, se afastando um passo assim que ele levantou. — Conhece privacidade?
- Você me viu de toalha e de cueca — deu de ombro — Acho que posso fazer o mesmo.
Seu rosto ficou abismado. Pois ele estava certo. E sabia disso!
- Claro que não! — gritou andando mais para trás com a proximidade dele — Apolo, não mova mais nenhum...
- Assim? — deu um passo a frente.
O espaço diminuía.
- Nem mais um passo, Apolo! — daqui a pouco, poderia tocar seu peito por trás da fina blusa azul que trajava e o deixava ainda mais irresistível.
- Desculpa, o som está alto, não te escutei... — de outro passo — Fala de novo.
- Sem mais passos, Apolo.
Outro passo.
- O que? Fala mais alto.
Era claro que ele brincava com ela, isso era visível em seu sorriso. Foi então que, sem perceber, somente fugindo que suas panturrilhas bateram na armação da cama e, ao desequilibrar, caiu sobre a mesma, a toalha por um segundo esquecida.
- Apolo, fica...
Mas, ele já estava com as mãos abaixo de seus braços, as mãos tocando seus cabelos molhados, segurando-se naqueles bíceps, como uma sombra dela, poucos centímetros acima de si. Seu peito faltou ar. Ele estava tão malditamente perto que se erguesse o rosto, alcançaria sua boca. E não soube o que fazer. Tremia, mas de longe era medo, e sim... Ansiedade, excitada e qualquer outra coisa mais que não entendia. Seus olhos se prenderam, e pela segunda vez, não havia risos perto deles. Eram mais velhos, eram jovens, eram loucos, eram apaixonados e tinham a casa para si. Sem contar que se desejavam. E ao perceber isso, Artemis se viu cedendo e até mesmo seu corpo tenso relaxou abaixo dele.
Foi um choque para ela ter, pela primeira vez, um homem sobre si. Pensou que não suportaria, mas se viu gostando disso. Até mesmo suas costas se arquearam, e sua boca pegou a dele ao meio do caminho. O peso dele era agradável entre suas pernas, entre seus braços, em cima de sua barriga. Muito agradável. E descobriu o porquê das mulheres gostarem de terem homens para si. Era aquilo. Era aquele desejo irredutível. Era aquela promessa.
Então, a boca dele fez pressão, máscula, contra a sua, fazendo sua cabeça afundar um pouco com a força, seu corpo empurrando-a contra o colchão e tudo se aqueceu. Sentia tudo, a cada mínimo calor que soltava dele, a cada músculo que flexionava ou se estendia e cada respiração em seu rosto. Sua pele ficara mais sensível, e quando as mãos dele tocaram sua cintura, a delineando, sugou o ar, encontrando um prazer intenso em ter aqueles dedos escavando sua carne com certa brutalidade. Quando deu por si, levou um choque: seu seio havia encostado contra o peito nu dele, aqueles músculos que apreciaram antes. Sem explicação, ela arqueou-se e os dedos se prenderam em sues cabelos, as pernas prendendo-se ao redor de seu quadril.
E ao sentir o que o tornava homem, tremeu e seu desejo foi muito pouco substituído pelo medo. Nunca havia feito aquilo. Não daquele modo. Tinha medo. Tinha pavor. E... Se não gostasse. Pensando nisso que o beijou mais lentamente, diminuindo aos poucos o coração mais rápido que o normal dele sobre o seu próprio e fitou aqueles olhos azuis que estavam tão perto que sóeram eles que podiam ser vistos por ela. E, como um balde de tinta, o azul claro se tornou azul escuro e tentou soltar-se dela. Poderia ter feito, mas não fez ao ver que poderia machucá-la. E Artemis continuou o encarando, as bochechas em fogo, seu corpo queimando com ele por cima.
- Apolo... — murmurou baixo, passeando os dedos pelo seu rosto, tremula. — Eu...
- Não precisa dizer, desculpa, não deveria ter feito isso — suspirou.
Ela negou, adorando o jeito que aqueles dedos brincavam com seu ombro desnudo.
- Eu preciso dizer Apolo — e o puxou para falar em seu ouvido — Eu... Eu só não estou pronta. Eu...
- Está tudo bem, petit.
- Não, me deixaeu terminar — respirou fundo — Eu te dese-desejo, Apolo. Não quero jamais que pense ao contrário, só que eu... Eu...
Ele perguntou uma voz doce, mas rouca:
- Você?
A deusa fechou os olhos e o apertou contra si.
- Eu tenho medo... Medo do que...
E então, ele a acalmava, as lágrimas caindo daqueles olhos prateados.
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Notas da Sumida e Enchedora de Saco.
Depois de três mil anos, Niv volta para o Show forte e preparada para mais um ano *----*
- Hi, peopleeee ^^ (parei de usar dorgas, agora sou a Oprah!) Como vocês estão? Como foi o Natal? O meu foi um saco, a família toda reunida e me lembrando que de fato eu não tenho a mínima delicadeza desse dia (fato).
Além do outro ocorrido... Pois é... Minha avó morreu faz um mês e eu precisei de um tempo para relaxar... Por isso, não me matem e, please, não tenham pena (vi esse sentimento por demais no Enterro dela):/
... É só agora curtir a vida e lidar com tudo...
Finalmente, chego ao ultimo ano do Colégio e logo, logo vou estar entrando na Faculdade (podia ser melhor?). Entro em um fase MUIIIIIITO boa da vida e quero sem duvida estar com vocês. Por isso.... FELIZ ANO NOVO MEEEEEGA ATRASADO... Que seja tudo perfeito, que nossos sonhos se realizem e que alguma de nós encontre o Guarda-Roupa, na Sala Vazia, para que me ligue e me leve para Nárnia junto :) Muita, muita saudade de vocês mesmo e comecemos um ano INESQUECÍVEL... Eu amo vocês *---*
Ps: Droga, as ferias estão acabando =/ Mas, por enquanto, que a fantasia reine em nossas vidas ^^ (filosófico, não?) E jamais desistirei do Acampamento Meio-Sangue =) \\o
Ps²: Muito menos de Apolo. Apesar de eu estar em duvida entre ele, Poseidon e Caspian. Oh, dúvida cruel.
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