Uma Viagem Perfeita
22 Capítulo 19 - Amasso
Notas iniciais
kkkkkkkkkkkk
Eu to com essa maldita música na minha cabeça, chega a dar raiva, mas tudo bem.
Como voces estão meus amores? *-------------* Caracas, semanas de dificil acesso à Internet, com casa cheia de pirralhos, tendo que estudar e ler muitos livros ASHUAHSAU zoaa =)
Mas, serio, me desculpem por sempre estar postando sem dizer nada aqui nesta caixinha de "Notas do Capítulo".
Bem, acho que nem tenho novidades, só a de que vou poder postar um dia sim, um dia não e que eu estou tentando terminar TODAS as minhas historias aqui no Nyah (sim, isso quer dizer que vou voltar a escrever What To Do When? e And Now?) Vai ser o máximo *------------------* Mas, enfim, tirando isso, só acho quue eu tenho que me desculpar por não ter respondido os rewis que voces deixam para mim e que eu leio com muito carinho. Cara, ler o que voces escrever, suas criticas ou o que acharam do capítulo para mim é uma terapia quando eu estou triste ou extressada. Voces me acalmam com poucas palavras, e prometo sempre dar o máximo de mim em minha fics para retribuir todo o carinho que voces tem pela história, personagens e, até mesmo, comigo *-------* Então, muito, muito obrigada mesmo por estarem aqui e não me deixarem quando eu sou uma pessoa apressada que só vem ´postar e vai embora ASHUASUASHUAH.
Agora, com voces, umas partes mais.... CALIENTES (Não indicado para menores de 16 anos) ^^ Mas, se quiserem ler... *Nívea assobiando* Adoro pervesão MUAAHHHAAA /soumá
Artemis nada disse, mesmo que sua mente implorasse por perguntar o que haviam falado. Ainda não estava acostumada a sentir ciúmes dele. Muito menos só de conversar com uma mulher. Quer dizer, com AQUELA loira. Talvez com outras... Artemis negou com a cabeça. Não, qualquer outra mulher lhe deixaria insegura só de estar perto dele. Medo. Ela nunca havia sentido esse algo nem remotamente isso. Mas, sem duvida, era aquilo que tomava seu coração neste momento só ao vê-lo com aquela garota. Afinal de contar, o dia foi perfeito, mas só foi UM dia. Apolo, o deus mais pegador do Olimpo não mudaria tão rapidamente assim! Jamais... Era irreal. E seu pequeno coração gelado se retraiu. Será que ele só estava brincando consigo.
Um aperto suava em sua mão a trouxe de volta.
- Ei, o que pensa tanto? — perguntou ele, com um sorriso. Será que ele também sorri assim para varias outras garotas? Será que é sempre legal com todas elas do mesmo modo que é consigo mesmo? Não sabia, mas isto lhe apavorou.
- Em nada — respondeu em uma voz calma, velada e controlada, o antagônico de como estava interiormente. E para completar sorriu.
- Nós nunca não pensamos.
Ela deu de ombro.
- Sou uma mágica então.
- Uma deusa, literalmente.
Sem aviso, ele colou os lábios em um selinho rápido, mas que foi o suficiente para a mente de Artemis voltar com tudo à vida. Será que os lábios de outro cara seriam tão macios quanto o deles? Ou ele era tão doce assim com qualquer outra mulher? Ou então, se alguém acordaria as borboletas de sua barriga e fizesse-a encolher os dedos dos pés igual como ocorrem as humanas? Eram tantas perguntas. E tantas sem resposta.
Muito devagar, sua boca soltou-se da dele, aqueles lábios a encontrar o canto da sua boca com uma experiência de dar inveja a qualquer outro deus. E o máxim0o que pode fazer foi, sem querer, soltar um suspiro. Um suspiro que ele pareceu receber, pois ela tinha certeza de sentir o modo como seu sorriso cresceu contra seu rosto.
Logo, logo, acabou e já se viu sem ar.
- Acho que essa foi a melhor reação que já recebi de você — a respiração quando ele falava, arrepiava seus pelos e quase a fazia implorar por mais — Posso?
Por poucos segundos, ela olhou para ele, com fome de algo desconhecido a ela, mas que a aquecia. Tanto, que nem notara o fato de estarem parado em uma parte mais afastada da cidade, quase muito escuro, só a luz da lua incendiando como uma labareda para iluminar tudo com seu manto prateado. Seus olhos aluados — não que soubesse — podiam até mesmo sorrir e se semicerraram.
- Deve — até para si mesma, a voz era rouca.
Dessa vez, muita avisada da sua presença, que até sua energia gelada estalava ao tocar o dele, ela tomou sua boca. Fora só isso o preciso para seu coração galopar, e tudo sair do foco. A sua língua enroscou-se com a sua, o gosto de "sol" dele tomando cada pequena parte de si, cada toque de seu peito a subir e descer. Com um suspiro, suas mãos já se encontravam naqueles cabelos, puxando-o para mais perto. Queria sentir seu coração contra o dele. Queria suas mãos em si. Então, só com um repuxar daqueles braços musculosos, encontrou-se com as pernas ao lado daquele corpo perfeito de seu irmão, o beijando com mais força do que já havia beijado alguém. Ou até mesmo, que já havia se entregado. Podia ser uma tola, mas seu peito ao tocar ao dele, pela blusa, sentiu contra sei, a força que o coração batia contra suas costelas. E nada mais importou. Apertou-se contra ele, sem deixar de beijá-lo, aquelas mãos adentrando com suavidade por baixo de sua blusa de caxemira, os dedos quentes só roçando em sua coluna. Arrepiando-a. Aquela boca, que a deixava sem raciocínio, com cuidado e carinho, desceu pelo seu pescoço e ofegou. Ele era certamente a pessoa mais quente existente, pensou a deusa quando recebeu uma mordida em sua clavícula, aqueles lábios roçando em sua nuca, enquanto uma de suas mãos seguravam sem dó, mas mesmo assim cuidadoso, seu rosto, virando para o lado, permitindo acesso total. Ela arrepiava e, vergonhosamente, se arqueava em sua direção, as suas mãos escavando por conta própria os bíceps bem formados, os ombros largos e fortes e por ultimo, abaixo do suéter, seus dedos femininos e um pouco trêmulos escorregaram pelo seu peito sem qualquer pelo, mas geométrica e fisicamente perfeito. Sob seu toque, ele se retraiu, e pela primeira vez, soube que foi de prazer, e não pelo seu contato gelado como era. E, outra vez, muito sutilmente, ela notou tardiamente o que ocorrera. Sua blusa fora arrancada, e ela deixou ao ajudá-lo a retirar seus cabelos, dos quais ele mesmo soltou, caindo em um halo negro a sua volta.
Apolo tragou ao ver a mulher a sua frente. Se possível, a luz da lua a deixava ainda mais bonita, aqueles olhos prateados em chamas, sua palma gelada em seu peito agora nu, uma vez que se aproveitou para tirar a sua, e aquele incrível corpo a sua frente. Seus seios arredondados se destacavam em pele alva pelo sutiã preto meia-taça que usava, sua barriga lisa e plana e sua cintura feita para ELE abraçá-la. Era a mulher mais perfeita do mundo. Devagar, visualizando-a fechar os olhos, escorregou as mãos pela suas costas nuas, aquele delicioso choque térmico o deixando ainda mais sem raciocínio lógico e correto que deveria ter. E esquecendo o resto, ele a beijou.
Ambos arrepiaram-se com o as peles nuas em contato direto, o quente no frio, aquela sensação de prazer espalhando-se no sangue dos deuses.
O controle final, haviam perdido.
Apolo apossou-se da boca feminina, sem qualquer suavidade antes. Era o bruto, o forte que a beijava. Suas mãos afundaram na carne de sua cintura e a colou por completo ao seu corpo, moldando-se em harmonia. Ali, ela se encaixa com perfeição aos músculos firmes dele, sem qualquer necessidade de adaptação. Com desejo puro, ele mordeu seu lábioa, extraindo um gemido, e um apertar de quadril contra o seu. Ela estava o deixando doido e sua promessa de não fazer nada alem de beijá-la estava em uma fina barreira para os seus desejos. Mesmo que houvesse impondo a si mesmo a cuidá-la e somente tocá-la com amor, nada mais que isso. E não era isto que seu corpo em chamas queria. Era muito mais. Muito mais daquela boca. E ele, como ninguém, sabia que estava ficando cada vez pior, ainda mais com excitação que se instalava. Com um puxão, ele retirou o sutiã e teve a prazerosa sensação de tê-la seminua contra seu peito quente. O suor já escorregava dela, mas o gelado jamais dava lugar ao quente. Mas, gostou disto tanto quanto qualquer outra parte da deusa em seus braços. As unhas grades dela, arranharam sua nuca e a boca gelada aventurou-se em seu pescoço, a língua com timidez tocando o local em que seu sangue pulsava com força. Seus braços a apertaram e segurou um gemido quando os lábios dela beijaram seu ombro, algumas pequenas mordidas colocadas em lugares extremamente perigosos a ele. Já se sentia por completo fora de controle, e não pode engolir um gemido baixo de saiu de sua boca. Então, sem dó, ele a afastou de si, a empurrando contra o volante e permitiu que sua boca fizesse o que desejava. Devagar, mesmo quente como se encontrava, ele deslizou as mãos do quadril a sua cintura, curvado sobre si, a deliciar-se com o sabor de sua pele. Tomou o caminho pelos seus ombros esquias, e aos poucos, escorregou seus lábios pelo vale entre seus seios.
- Apolo... Nos... Devia-...
Ele sorriu ao ve-la perder a linha de raciocínio assim que tocou seu seio, os dedos delineando com cuidado a lateral deles. E as palavras foram substituídas por um ofego de surpresa, de prazer e de devoção. E assim, com a língua, lambeu com desejo a parte inferior deles, um pouco longe, mas que a fez retrair a barriga e se entregar mais ao seu tato experiente. Que par ele, mesmo depois de tantos anos, parecia tanto com um jovem em seus primeiros passos pelo reino da sedução. E sem se aguentar mais, o sangue borbulhando, que a instigou com a boca pelos seios fartos, apertando-a ao final da cintura contra seu quadril, cada vez mais sem raciocínio. Apenas prazer, prazer, prazer e Artemis. Nada mais que isso. Até que a teve tremendo em seus braços e a boca gelada tomou o lugar da sua pele e outra vez as línguas se enroscaram. E como ele pode perceber, ela também estava sem qualquer medo, totalmente entregue aos desejos carnais.
E para ele, foi um balde de água fria (muito gelada mesmo) ao ver o que fazia. Seus dedos já abriam a calça colada dela, o zíper quase ao final, quando recordou que ao ter a chance de beijá-la, não se aproveitaria. Sem duvida estava que ela também estava envolvida naquele manto de desejo que ele emanava, enfeitiçada.
Sem falar nada, apenas a abraçou e implorou por controle e não tomá-la como sua, aqui e agora. Ela merecia, afinal, um lugar melhor do que o assento de um carro que já tinha seus vidros embaçados pelas respirações.
- Artemis, desculpa — sussurrou contra o ouvido dela, cada ação saindo tão erótico para ele quanto qualquer outra cosia que poderia já ter visto, o queixo encostado em seu ombro, as mãos a protegendo até de si mesmo. Tinha de recobrar o poder. Tinha de voltar a si. Mas seu sangue ainda ardia por ela, palpitando em seu ouvido, ao simples fato de aspirar seu cheiro.
Sem ar, ele pode ver, ela respirava contra seu pescoço. Como se manter calmo assim?
- Pelo? — questionou com uma voz cheia de segundas intenções, sem deixando duvida a ele que havia a influenciado. — Acho que eu devia era agradecer.
Pela primeira vez, quis muito que seu poder não se aplicasse a ela, que ela fosse uma exceção a isso. Contudo, com o coração doendo, notou que não era bem assim. Suspirou antes de colar um beijo em sua têmpora.
- Artemis saia desse torpor, acorde a sua mente.
Demorou, ele notou, mais do que das outras vezes. E então, aqueles olhos prateados se abriram e seus braços cobriram sua nudez.
- Eu... Eu... Eu. Como? ...
O desespero era palpável, e sentiu-se um nada ao ouvir isso. Com outro suspiro, esse triste, pegou o seu sutiã ao chão do carro e a ajudou a vestir, evitando a todo custo seus olhos. Se alguma vez sentira-se miserável e revoltado com isso, nenhuma delas chegara a tocar seu coração e moldar seus sentimentos de alegria para a vergonha e tristeza com tanta rapidez. Ainda mais com aqueles olhos prateados visualizando cada ação que fazia. E, apos fechar atrás, ele escorregou com a ajuda dela, a blusa de cashmere para depois colocá-la no banco do passageiro, ao lado do seu. Durante todo o processo de colocar sua camisa, fez muito metodicamente e por ultimo lugar, ligou o carro, aproveitando-se da rua vazia para dar a volta mais rápido e seguir para o hotel.
De começo, nem mesmo deveria ter ido ali.
Era fraco a ela, era louco por ela, era apaixonado por ela.
Mas, dessa vez, seus sentimentos foram encobertos e pela luxuria, e o que mais quis foi que ela não estivesse ao seu lado e pudesse fugir para o Olimpo, como nunca quisera antes.
Notas finais
Nos vemos daqui dois dias HSAUSHUAHSU beijinhos =**
Ps: George vai beijar Artemis na frente de Apolo *Nivea assobiando com cara de que não quer nada*
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